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Associados em foco
Black Fralda movimenta o Guanabara com 12 milhões de pacotes de fraldas
Os Supermercados Guanabara iniciam, nesta quarta-feira (19/11), mais uma edição da Black Fralda, uma das campanhas mais tradicionais e aguardadas pelas famílias durante o mês da Black Friday. Além das fraldas descartáveis, a ação reúne uma oferta robusta de itens infantis, incluindo sabonetes líquidos, lenços umedecidos, xampus, condicionadores, pomadas para assaduras e produtos de diversas marcas. Para atender ao grande volume de clientes, a rede reforçou sua operação logística e ampliou o abastecimento. Apenas de fraldas descartáveis, serão 12 milhões de pacotes disponíveis ao longo do período promocional. O sortimento infantil também inclui 12 milhões de pacotes de lenços umedecidos, 1,5 milhão de unidades de xampu, 500 mil unidades de condicionador e 1,2 milhão de unidades de sabonete líquido. Ao todo, serão ofertados cerca de 250 itens, com a participação de aproximadamente 60 marcas. Segundo o comprador responsável pelo setor, Marcelo Ramos, o planejamento desta edição foi estruturado para garantir variedade, preços competitivos e reposição constante nas lojas. “O Guanabara está sempre atento às principais necessidades dos nossos clientes, e a Black Fralda é um exemplo disso. Nosso objetivo é oferecer exatamente o que as famílias mais precisam, prezando pelo atendimento de qualidade, pelo preço justo e pelo conforto na hora das compras. Teremos reposições diárias para garantir que todos encontrem o que desejam”, afirma. A campanha contará com ofertas rotativas e reabastecimentos frequentes. As promoções poderão ser acompanhadas pelos encartes digitais, pelas redes sociais oficiais do Guanabara, pelos comerciais de TV e também pelas lojas físicas, que receberão sinalização especial para facilitar a experiência de compra.
19/11/2025
Comportamento & tendência
Operação Fim de Ano: como proteger a qualidade dos alimentos e a confiança do cliente
O fim de ano, período mais aguardado pelo varejo supermercadista, já começou. É a época em que as vendas se intensificam, impulsionadas pelas confraternizações, ceias e encontros familiares que se estendem do início de dezembro até as festas de Natal e Ano Novo. Nesta temporada, itens como bacalhau, aves, carnes suína e bovina, frios e frutas secas ganham protagonismo nas lojas — e exigem atenção redobrada para garantir qualidade, segurança e conformidade com as normas sanitárias. Segundo o consultor técnico de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça, o período demanda vigilância especial. “É fundamental que o supermercadista esteja atento aos pontos críticos das etapas de transporte, recepção, armazenamento e comercialização. O aumento da demanda não pode comprometer a segurança dos alimentos”, destaca. Bacalhau e peixes salgados: as estrelas da temporada O bacalhau e os peixes salgados, itens tradicionais nas ceias, necessitam de cuidados específicos. Graça explica: “O peixe salgado deve ser mantido a no máximo 4°C durante transporte, armazenamento e exposição. Já o peixe salgado seco, como o bacalhau, deve seguir temperatura de até 7°C nas câmaras e veículos refrigerados.” No município do Rio de Janeiro, a legislação permite que o peixe salgado seco seja exposto em temperatura ambiente — até 30°C. Porém, cada cidade adota suas próprias regras. “É essencial que o supermercadista verifique a legislação local. Muitos municípios exigem exposição a 7°C, portanto não existe uma única regra válida para todo o estado”, reforça. Outro ponto importante é a exposição. “A quantidade exposta deve acompanhar a demanda diária. E o produto precisa estar protegido por bandejas neutras e filme plástico — não pode ficar ao toque do consumidor”, orienta Graça. Sobre rotulagem, ele acrescenta: “A denominação deve trazer o nome comum da espécie, seguido de salgado ou salgado seco e da forma de apresentação. Tudo em caracteres uniformes, sem variar cor ou tamanho.” As principais alterações que indicam problemas são o vermelhão — manchas vermelhas causadas por bactérias halófilas — e o bolor, que se manifesta por pontos pretos devido a falhas de conservação. “E reforço: é proibido ressalgar o produto”, alerta o consultor. Carnes bovinas, suínas e aves: atenção ao frio e ao manuseio As carnes também merecem atenção especial no fim de ano. “É imprescindível conservar o produto na temperatura indicada na embalagem original. No caso de carnes congeladas, a faixa recomendada é entre -12°C e -18°C, sempre sem sinais de descongelamento”, explica Graça. A recomendação inclui ainda o cuidado com o armazenamento. O consultor ressalta: “O excesso de produtos nas câmaras, gôndolas e vitrines compromete a circulação de ar frio, reduz a eficiência da refrigeração e aumenta o risco de contaminação.” Produtos vendidos descongelados exigem ainda mais atenção. O descongelamento deve ser sempre técnico, realizado sob temperatura controlada de no máximo 5°C, evitando riscos e mantendo a integridade do alimento. No caso das aves, Graça reforça uma orientação fundamental: elas não devem ser lavadas antes do preparo. “A prática espalha bactérias pelo ambiente e pode contaminar superfícies e utensílios. Todo material usado no preparo precisa ser higienizado adequadamente antes de ser reutilizado”, explica. Alimentos prontos também têm diretrizes específicas. Preparações como frango assado, pernil e até mesmo rabanadas devem ser mantidas sob calor ou refrigeração, sempre com temperatura igual ou superior a 60°C quando expostas quentes. Frutas secas, nozes e castanhas: cuidados com o granel Itens bastante procurados nesta época, como frutas secas, nozes e castanhas, podem ser vendidos a granel — desde que o estabelecimento esteja preparado para isso. “Quando expostos a granel, deve haver um funcionário exclusivo para servir o cliente. Se ficarem ao alcance direto do consumidor, precisam estar embalados para evitar o toque direto no produto”, orienta Graça. Além disso, esses itens devem estar corretamente identificados e livres de insetos e fungos, garantindo segurança e qualidade. Qualidade é fidelização O consultor reforça que este é um dos períodos mais estratégicos para o supermercadista fortalecer sua relação com o consumidor. “O fim de ano é o momento ideal para fidelizar o cliente com produtos de qualidade, bem armazenados e expostos corretamente. Boas práticas fazem toda a diferença na percepção do consumidor”, conclui.
18/11/2025
Associados em foco
Hortifruti Natural da Terra investe em mobilidade com foco no cliente! Saiba mais
Nas ruas do Brasil, e claro, do Rio de Janeiro, a mobilidade elétrica já faz parte da rotina de milhares de pessoas. Apenas em 2024, foram mais de 177 mil unidades eletrificadas emplacadas, um crescimento de 89% em relação a 2023, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Entre eles, mais de 61 mil são 100% elétricos (BEV) e cerca de 64 mil são híbridos plug-in (PHEV). Ao todo, a frota brasileira de carros elétricos em circulação já ultrapassou 300.000 veículos. E essa revolução sustentável dos transportes também chegou ao varejo supermercadista. É o caso da Hortifruti Natural da Terra (HNT). Pensando na comodidade dos consumidores, a rede inaugurou mais dois pontos de recarga para veículos elétricos nas unidades Botafogo e Jardim Oceânico. Com o apoio da EzVolt, líder em eletromobilidade no Brasil, a iniciativa nasceu de uma visão simples, mas poderosa, de perceber o potencial dos estacionamentos das lojas para além da conveniência, como explica André Verçosa, diretor financeiro da HNT: "Percebi que nossos estacionamentos (já pontos de conveniência) poderiam se transformar em estações de sustentabilidade. Se o cliente vem comprar frutas, tomar um suco e cuidar da saúde, por que não recarregar o carro também?". Tecnologia, sustentabilidade e praticidade no mesmo lugar Os novos carregadores oferecem uma experiência completa, pensada para facilitar o dia a dia do cliente e reforçar o compromisso da marca com o meio ambiente: Carregadores de 14 kW: rápidos, seguros e compatíveis com todos os modelos disponíveis no Brasil; Pagamento via app EzVolt: simples e direto, sem burocracia; Monitoramento 24h: garantindo operação contínua e confiável; Energia limpa: cada recarga representa menos emissões e mais cuidado com o planeta. Mais do que um serviço, os carregadores representam um novo capítulo para o HNT, em um movimento para integrar sustentabilidade, conveniência e inovação em experiências reais e cotidianas para o consumidor. "Na Hortifruti Natural da Terra, estamos sempre olhando para oportunidades que tragam valor não só para o negócio, mas também para a sociedade. A implementação de pontos de recarga para veículos elétricos em nossas lojas é uma ação que une sustentabilidade, conveniência e inovação no dia a dia dos clientes. Para isso, analisamos três fatores principais: localização estratégica, fluxo de clientes com veículos elétricos na região e viabilidade de infraestrutura elétrica. Também avaliamos parcerias com fornecedores de tecnologia e consumo de energia renovável, para que o investimento faça sentido econômico e ambiental. Hoje, mais de 15 lojas já contam com essa estrutura, e o plano é expandir de forma responsável e sustentável", destaca André Verçosa. A proposta é clara: se o cliente já escolhe alimentos frescos, cuida da saúde e busca bem-estar, agora pode também contribuir para um futuro mais sustentável, enquanto faz tudo isso. O diretor financeiro da HNT concluiu: "Esse é um projeto que oferece mais do que um serviço, mas que cria um ambiente no qual cuidar da saúde, da alimentação e do meio ambiente acontecem ao mesmo tempo. Queremos que nossos clientes saibam que estamos pensando no futuro — no futuro deles, do planeta e da mobilidade". O futuro chegou. E está estacionado logo ali.
18/11/2025
Conecta
Reconquistar clientes: ação estratégica para faturar e fidelizar
Um desafio constante para qualquer supermercadista é conquistar novos consumidores, ainda mais considerando o mercado extremamente competitivo. Porém, um plano específico tem um potencial enorme: reconquistar os inativos. Recuperar esses clientes e fidelizá-los pode ser mais estratégico do que apostar em um novo público, porque esses consumidores já tiveram contato com a marca e, em algum momento, confiaram na proposta de valor da empresa. E os dados corroboram essa afirmação. Segundo levantamento da Rock Encantech, 11% dos consumidores tendem a desaparecer a cada três meses. Por outro lado, 65% do faturamento de uma loja pode vir de clientes-chave, desde que estejam fidelizados. Quem são os clientes inativos? Antes de pensar em ações de recuperação, é essencial compreender quem são os clientes inativos da loja. De forma geral, são considerados inativos aqueles consumidores que pararam de interagir com a marca dentro de um período fora do padrão esperado de recompra. No varejo supermercadista, não existe um padrão único, já que o tempo de inatividade varia conforme a categoria e o ciclo de compra. Por isso, o critério de inatividade deve considerar o histórico da base de clientes e o ticket-médio. Ou seja, compreender os motivos do afastamento do consumidor e traçar estratégias de reconquista é fundamental. Um dos principais erros, é tratar o cliente inativo como um número perdido, e não como um relacionamento interrompido, como explica Anderson Ozawa, CEO da AOzawa Consultoria: “Esta visão muda todo o jogo. É necessário parar com a tática de mandar ofertas genéricas e frias, com a premissa de que a inatividade do cliente é causada por preço. Na verdade, o problema é conexão”. “Outro erro recorrente é a ausência de uma estratégia contínua de reativação. A maioria dos supermercadistas faz campanhas pontuais, reativas, sem diagnóstico prévio e no final, gera apenas ruído e não um resultado efetivo com os clientes. A estratégia de reengajamento exige inteligência emocional e constância estratégica, não desespero promocional”, complementa Anderson Ozawa. Valéria Rodrigues, CEO da Shopper Experience, também destaca: “O varejo supermercadista tem oportunidade, através de cadastro e monitoramento de transações, analisar dados e criar estratégias de reativação e fidelização. Compreender quais são os hábitos de compra e cesta de seus clientes permite construir análise de dados transacionais identificando recorrência de compra e abandono. Segmentar a base de clientes e oferecer produtos relevantes para cada perfil será fundamental para o resgate”. Por que vale investir na recuperação? Investir na retenção e na recuperação de consumidores é mais eficiente do que focar apenas na aquisição de novos clientes. Clientes fidelizados tendem a apresentar ticket médio mais elevado, além de já possuírem um histórico de relacionamento, o que facilita a criação de ofertas relevantes e personalizadas. Outro fator importante é o aspecto emocional: consumidores recuperados costumam ser mais leais, pois percebem o esforço da marca em reconquistá-los. No cenário atual do varejo, marcado por alta competitividade e custos crescentes de mídia digital, deixar de investir em estratégias de recuperação significa perder oportunidades valiosas de receita e engajamento. Porém, é preciso cuidado com a solução adotada e a forma de se comunicar. “Não há uma solução única. O importante é estabelecer a multicanalidade no contato com seus clientes, criar uma régua de comunicação consistente e identificar para cada perfil e objetivo de comunicação o canal mais eficaz”, ressalta Valéria Rodrigues. Anderson Ozawa enfatiza: “O segredo não é o canal, mas a intenção da mensagem utilizada. Atualmente, o cliente percebe rapidamente quando é chamado por cuidado, e não por algoritmo, de forma generalista”. Também é preciso ter cuidado com o “limite” de cada cliente, alerta Anderson Ozawa: “O respeito é a fronteira entre insistência e incômodo. O cliente precisa ter opção de escolha, como por exemplo, decidir com que frequência e por quais canais querem ser contatado. Marcas maduras entendem o ‘não’ como parte do processo e utilizam este dado para melhorar seu relacionamento com o cliente. Forçar contato é sinal de desespero, de venda a qualquer custo e por outro lado, esperar o tempo do cliente é sinal de inteligência relacional, que é mandatória hoje nas estratégias de conexão com os clientes”. Valéria Rodrigues completa: “Importante monitorar os sinais de desinteresse (não abertura de mensagens) e construir uma régua de relacionamento que seja adequada em formato e conteúdo (informações relevantes)”. O papel do CRM na reconquista O CRM (Customer Relationship Management) é uma ferramenta essencial nesse processo. Nele ficam armazenados dados como frequência de compras, categorias preferidas, canais de interação e informações demográficas. Com esses dados, o varejista pode mapear clientes inativos, segmentar perfis e desenvolver campanhas personalizadas. Um CRM bem estruturado transforma dados em inteligência de relacionamento, permitindo uma atuação mais proativa e assertiva. “Programas de fidelidade integrados ao CRM da empresa, criam a sensação de continuidade, onde o cliente percebe que sua história e seus benefícios não foram esquecidos e sim, fazem parte da sua conexão positiva com o supermercadista. Os programas de fidelidade devem representar mais do que acúmulo de pontos, uma vez que seu objetivo deve ser o reconhecimento e relacionamento individualizado. Para estes casos, a reativação ocorre quando o cliente sente que ainda é parte de algo, não um dado arquivado que é acessado apenas nos momentos em que o varejista precisa vender mais, como finais de semana e épocas sazonais”, salienta Anderson Ozawa. Estratégias para reconquistar clientes Uma vez identificados os clientes inativos, o varejo pode colocar em prática diferentes ações para reaproximá-los, com foco em alguns pontos específicos. Valéria Rodrigues frisa: “Para compreender a melhor abordagem emocional ou gatilhos para reconquista, é fundamental conhecer através de pesquisa o perfil de seu cliente. Compreender, além de seus hábitos de compra, os seus valores e expectativas em relação ao varejo supermercadista é fundamental. Como exemplo, diferentes gerações e classes sociais tem expectativas especificas e demandam abordagens únicas. Algumas abordagens como reconhecimento do cliente e valorização; oferta de benefícios exclusivos e humanização da relação costumam ter efeitos positivos em diferentes perfis de clientes”. “Quando o assunto é relacionamento com cliente, cuidado é o novo diferencial competitivo. O cliente volta quando percebe que foi lembrado com propósito, e não com planilha, de uma forma automatizada e robótica. A percepção de cuidado reconstrói a confiança do cliente e reduz o atrito emocional, pois no fundo, o cliente quer sentir que a marca o conhece de verdade e mais do que isso, que se importa”, finaliza Ozawa. 1. Campanhas de e-mail O e-mail continua sendo uma ferramenta eficaz de reengajamento. Mensagens personalizadas e acolhedoras ajudam a despertar o interesse do consumidor. “As campanhas de reconquista devem ativar emoções nos clientes, não só descontos. De acordo com estudos, os gatilhos mais poderosos são pertencimento, nostalgia e exclusividade, onde mensagens como ‘Sentimos sua falta’ ou ‘Você faz parte da nossa história’ despertam memória afetiva. Esta estratégia é muito mais eficaz que “volte e ganhe 10%”. Novamente, o cliente retorna quando sente que a marca o reconheceu, não quando o pressionou. Essa sutil diferença faz toda a diferença”, evidencia Anderson Ozawa. 2. Ofertas exclusivas e personalizadas Clientes inativos precisam de um incentivo real para voltar. Descontos exclusivos e condições diferenciadas são estratégias poderosas, desde que baseadas em dados reais de consumo. Mais do que oferecer o menor preço, a ideia é criar uma sensação de valorização e privilégio, reforçando o vínculo com a marca. 3. Automação baseada em comportamento A automação, apoiada por inteligência artificial, permite criar fluxos automáticos que reagem ao comportamento do cliente. Por exemplo: se o cliente não compra há 45 dias, o sistema pode enviar um cupom de desconto válido por sete dias. Caso ele não utilize, uma segunda oferta pode ser disparada, com condições ainda mais atrativas. Essa abordagem garante consistência e agilidade, sem perder oportunidades. “O ideal é a combinação destes tipos de automação com objetivos distintos e complementares: baseadas em comportamento e em tempo. As de comportamento tendem a ter taxa de abertura maior desde que tenham conteúdo relevante para o cliente alvo. Isto é possível através da observação de seu histórico de compra e estruturação de mensagens direcionadas para call to action. Já as baseadas em tempo podem ser uteis para dar suporte à criação da régua de relacionamento trazendo consistência ao fluxo”, explica Valéria Rodrigues. Anderson Ozawa completa: “Buscar o equilíbrio é fundamental. A automação é o cérebro, o racional e a humanização são o coração, o sentimento. O equilíbrio está em usar dados para personalizar (emoção), não padronizar (racional). A tecnologia deve ter como objetivo disponibilizar tempo para que as pessoas possam atender melhor, e não significa substituí-las. O cliente percebe quando há sentimento por trás da mensagem e é justamente isso o que diferencia marketing de relacionamento de marketing automático. Devemos sempre lembrar que é sobre um ser humano se relacionando com outro ser humano, com o processo operacionalizado por uma automação”. 4. Análise preditiva Entender por que o cliente deixou de comprar é parte fundamental do processo. A análise preditiva, apoiada em IA, ajuda a identificar padrões que levam à inatividade. Entre os motivos mais comuns estão: Problemas na experiência de compra; Atração por ofertas da concorrência; Mudanças no perfil de consumo. 5. Monitore resultados Com esses insights, o varejista pode ajustar estratégias e corrigir falhas internas, tornando o relacionamento mais alinhado às expectativas do consumidor. Mas é preciso acompanhamento para confirmar a efetividade das estratégias, reforça Valéria Rodrigues: “Importante monitorar a taxa de reativação, clientes que voltaram a comprar ou interagir, sua frequência de compra, ticket médio, engajamento com a comunicação (abertura, cliques) e NPS. Além destes indicadores nesta amostra de clientes inativos a serem reconquistados, é importante observar atentamente os sinais de abandono ou inativação na base geral com objetivo de comparar com os índices históricos e analisar sinais de diminuição nas taxas de inatividade”. Reconquistar é uma oportunidade Clientes inativos não devem ser vistos como perdas definitivas, mas sim como oportunidades de reconquista e fidelização. Com o apoio da tecnologia, do CRM e de estratégias bem direcionadas, o varejo pode transformar antigos clientes em defensores da marca, fortalecendo o relacionamento e impulsionando os resultados.
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