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Conselho de Prevenção de Perdas da ASSERJ debate governança, compliance e KPIs
O Conselho de Prevenção e Perdas da ASSERJ se reuniu nesta terça-feira, 17 de novembro, no Recreio dos Bandeirantes, para discutir práticas e desafios da área, com foco em inovação e boas práticas empresariais no setor de prevenção de perdas. O evento contou com a participação de grandes nomes do mercado. O encontro foi marcado pela troca de experiências e a apresentação de cases de sucesso, com o objetivo de promover a melhoria contínua nos processos de prevenção de perdas nas empresas do setor. Importância de personalizar as soluções Durante o evento, William Lodrão, diretor da Abrappe e gestor de prevenção de perdas e riscos do Supermercado Princesa, destacou que o sucesso de um case de prevenção de perdas não pode ser generalizado para todas as empresas. "O que faz sentido para uma empresa pode não ser aplicável para outra. A tecnologia, por exemplo, pode funcionar em uma realidade, mas não em outra. O importante aqui é entender o momento certo de adaptar o modelo de outra empresa para o meu segmento", afirmou. Ele enfatizou também que, para o Rio de Janeiro se tornar uma referência em prevenção de perdas, é preciso ter clareza sobre conceitos como governança, compliance e KPIs, além de investir em inovação e formação de equipes. "Estamos muito motivados com os novos desafios e diretrizes que estão sendo tomadas. O que estamos fazendo aqui é um passo importante para que o Rio de Janeiro seja uma referência, não só em processos, mas também em liderança e verificação. O evento tem sido um sucesso, graças à grande participação e colaboração dos colegas presentes", concluiu Lodrão. Prevenção de Perdas: pilar essencial para o sucesso empresarial William também falou sobre a importância de um controle rigoroso das perdas. "A prevenção de perdas não dá lucro diretamente, mas evita prejuízos. Não adianta vender bem se você não tem controle sobre as perdas", explicou. Ele ressaltou a relevância do trabalho conjunto entre as áreas de vendas e prevenção de perdas. "É fundamental encontrar um equilíbrio entre a venda e o controle de perdas. Se você vende muito, mas perde ainda mais, está fadado ao insucesso", completou. Treinamento: o caminho para o sucesso Ana Cláudia Souza, especialista na área de gestão de estoques e prevenção de perdas do Supermercado Mundial, compartilhou a experiência da empresa, que investe fortemente em treinamento como ferramenta essencial para a prevenção de perdas. "Identificamos que não havia como reduzir perdas sem treinar adequadamente nosso pessoal. Hoje, sou responsável por treinar todas as áreas da empresa, desde o operacional até a alta liderança", contou. Segundo Ana Cláudia, os treinamentos são focados em diversos aspectos, como fiscalização, prevenção de rupturas e inventários. "É importante que todos entendam o que é necessário para prevenir as perdas, seja no estoque, nas vendas ou no dia a dia do supermercado. O sucesso da prevenção de perdas está diretamente ligado ao engajamento e ao conhecimento da equipe", afirmou. O desafio da Prevenção de Perdas no varejo supermercadista Os debates e apresentações realizadas no evento da ASSERJ reforçam a ideia de que a prevenção de perdas é um pilar essencial para o sucesso das empresas do setor de varejo. A implementação de processos claros e eficientes, aliados ao investimento em tecnologia e treinamento, são fundamentais para garantir a competitividade e a sustentabilidade dos negócios. O Rio de Janeiro, como afirmou William Lodrão, tem tudo para se tornar uma referência nacional em boas práticas de prevenção de perdas, oferecendo soluções inovadoras e colaborativas para o mercado.
18/11/2025
Economia
Setembro de recuperação: varejo fluminense enfrenta desafios, mas supermercados se recuperam
O cenário enfrentado pelo varejo fluminense como um todo é desafiador. Apesar disso, os supermercados no Rio de Janeiro demonstram movimento de recuperação. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC/IBGE), divulgados na última quinta-feira, 13 de novembro, mostram que, em setembro de 2025, a receita dos supermercados do nosso estado se manteve estável, com tímida queda de 0,1% em termos reais, já descontada a inflação, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Apesar da leve baixa registrada no nono mês do ano, no acumulado de janeiro a setembro, os supermercados apresentaram alta de 0,9%, enquanto no somatório dos últimos 12 meses o avanço chegou a 1%, em ambos os casos já descontada a inflação. Vale mencionar ainda que a retração do nosso setor foi uma das mais baixas do comércio varejista fluminense em setembro (na comparação com o mesmo período de 2024), em um mês marcado por quedas em diversas atividades mapeadas. "Os dados divulgados pelo IBGE reforçam aquilo que temos acompanhado de perto, mesmo em um cenário macroeconômico desafiador para o varejo fluminense, o setor supermercadista do Rio de Janeiro demonstra resiliência, capacidade de reação e compromisso com o consumidor. Ou seja, seguimos num movimento consistente. Isso mostra a força do nosso setor, que permanece firme, investindo, abrindo lojas, inovando e garantindo abastecimento e preços competitivos para as famílias. Seguimos trabalhando ao lado dos associados, do Poder Público e de toda a cadeia produtiva para fortalecer ainda mais esse ritmo. O Rio de Janeiro precisa de um varejo forte, e os supermercados têm cumprido seu papel nesse processo", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS).
17/11/2025
Comportamento & tendência
Atualidades
Consumo de bebidas alcoólicas: após casos de metanol, supermercados reforçam papel de canal seguro
Os recentes casos de contaminação por metanol em bebidas alcoólicas falsificadas provocaram uma mudança imediata no comportamento de compra dos consumidores. A ampla repercussão na mídia acendeu um alerta entre os consumidores, afetando diretamente o desempenho da categoria no varejo supermercadista. O fato, porém, reforçou um outro traço do nosso segmento junto ao cliente: o reconhecimento como um canal seguro de compra. Segundo levantamento da Rock Encantech, realizado entre 27 de setembro e 19 de outubro, as reduções foram expressivas, principalmente entre a subcategoria dos destilados. Segundo Fernando Gibotti, vice-presidente de Inteligência e Mercado da Rock Encantech, o momento exige atenção redobrada do setor supermercadista: "Diante dos casos de contaminação por metanol, há uma queda momentânea de confiança do consumidor. Para o varejo, o momento exige transparência ativa e reforço da credibilidade: mais do que preços atrativos, é essencial comunicar a origem garantida das bebidas, com fornecedores certificados e processos auditáveis. Internamente, manter o controle rigoroso das informações de procedência facilita respostas rápidas em caso de fiscalização e fortalece a segurança operacional". Supermercado: porto seguro do consumidor Apesar dos números impactados por uma maior precaução do consumidor, o fator credibilidade pode ser destacado sobre os supermercados, especialmente quando se fala de consumidores fidelizados. Nos supermercados, a queda de faturamento e volume da categoria foi menor do que em outros canais, reforçando que o cliente percebe o varejo supermercadista como o canal mais confiável para realizar suas compras, especialmente em momentos de incertezas sobre produtos. A análise demográfica referenda essa conclusão. Consumidores acima de 40 anos reduziram o gasto médio, mostrando cautela. Porém, o público mais jovem, entre 19 a 39 anos, adotou postura distinta, com leve queda no gasto médio, mas um aumento na quantidade de itens por compra. "Esse comportamento sugere que o público mais jovem passou a considerar o supermercado um ambiente mais seguro para adquirir bebidas, optando por produtos mais acessíveis, como bebidas mistas e cervejas. Isso explica o aumento de volume sem impacto expressivo no ticket-médio", analisa Fernando Gibotti. Black Friday: momento de impulsionar a retomada Mesmo com o cenário adverso, a categoria de bebidas segue como uma das mais estratégicas para as grandes datas promocionais. Na Black Friday do ano passado, em comparação com a de 2023, por exemplo, os destilados representaram 13% do faturamento da cesta típica, com crescimento de 13% em faturamento e 46% em volume, enquanto as cervejas tradicionais tiveram participação ainda maior, de 33% do faturamento, com salto de 49% em valor e 62% em volume, de acordo com dados da Rock Encantech. Para Fernando Gibotti, aproveitar a sazonalidade será decisivo para o varejo supermercadista, principalmente nas lojas físicas: "Com a confiança abalada, a loja física ganha ainda mais relevância como âncora de credibilidade. É uma excelente oportunidade para reforçar junto ao cliente, de forma clara e visível, que o supermercado onde ele compra diariamente é um ambiente seguro e confiável. Assim, aceleramos a recuperação da categoria e fortalecemos a marca no período que antecede as principais datas do varejo".
17/11/2025
Comportamento & tendência
Como as novas gerações estão redefinindo a venda de frutos do mar nos supermercados
A evolução do perfil dos consumidores de frutos do mar tem tornado a comercialização cada vez mais complexa. Um público mais jovem e multicultural vem estabelecendo novos padrões de compra, criando um ambiente mais dinâmico e desafiador para o varejo supermercadista. O envelhecimento da geração baby boomer (nascidos entre 1946 e 1964) e o crescimento do número de consumidores jovens e diversos estão transformando o interesse por espécies específicas e redefinindo as estratégias de venda. “Pessoas fazem a diferença e determinam os melhores resultados”, afirma Rick Stein, vice-presidente de alimentos frescos da FMI — The Food Industry Association. Segundo o relatório The Power of Seafood 2025, mais da metade dos consumidores frequentes de frutos do mar pertence à Geração Z (1997–2012) ou aos millennials (1981–1996). Além disso, 41% têm maior probabilidade de fazer parte de minorias — especialmente hispânicos (20%) e negros (18%) — do que o consumidor médio. Já os baby boomers e a Geração X (1965–1980) compõem a maior parte dos consumidores ocasionais. Um estudo da McKinsey & Company reforça que o comportamento da Geração Z representa uma das maiores oportunidades do mercado. A consultoria prevê que esse grupo será não apenas o maior, mas também o mais rico da história. A renda média de um membro da Geração Z de 25 anos é de US$ 40 mil — 50% maior, ajustado pela inflação, do que a de um baby boomer na mesma idade. Além disso, seus gastos crescem duas vezes mais rápido que os das gerações anteriores e devem ultrapassar os dos boomers globalmente até 2029. Oportunidades em expansão O estudo aponta que 58% da Geração Z consome frutos do mar regularmente, e esse grupo é mais propenso a reduzir o consumo de carne vermelha. No último ano, 31% dos jovens consumidores aumentaram o consumo de frutos do mar — percentual maior que o da população geral (27%). As reduções, por outro lado, estão ligadas a fatores como preço, inflação, busca por variedade e aumento no consumo de outras proteínas. Para Stein, o varejo pode estimular o consumo oferecendo refeições prontas, opções ready-to-cook, ready-to-eat e produtos para levar. Essas soluções atendem ao ritmo acelerado do público mais jovem e seu interesse por conveniência. Demonstrações culinárias, receitas e conteúdo educativo — tanto nas lojas quanto nos canais digitais — também ajudam a criar confiança e fidelidade. Além disso, receitas com sabores globais e maior diversidade de espécies tendem a atrair consumidores multiculturais, enquanto práticas de fornecimento ético reforçam o apelo entre jovens preocupados com sustentabilidade. “A sustentabilidade permanece uma prioridade, especialmente entre a Geração Z e os millennials”, destaca Stein. Desafios a superar Para maximizar as vendas, é crucial enfrentar a percepção de que frutos do mar são caros. “Apesar de os consumidores reconhecerem os benefícios à saúde, muitos ainda enxergam os frutos do mar como uma proteína de luxo”, afirma Stein. Ele defende que o varejo deve reposicionar o valor da categoria, evidenciando versatilidade, prazer gastronômico e seu papel em uma dieta equilibrada. Outro ponto essencial é manter o foco na qualidade, principal fator de decisão dos consumidores. Pesquisas da FMI mostram que eles estão dispostos a pagar mais quando percebem benefícios reais, como praticidade, saúde e experiência de consumo. A importância do público-alvo “Varejistas criam clientes mais engajados e fiéis quando ajustam sortimento, comunicação e experiência às necessidades específicas de cada grupo”, reforça Stein. Os consumidores frequentes buscam informações detalhadas sobre origem, nutrição e preparo, enquanto os ocasionais preferem orientações simples e diretas. Ferramentas digitais, como QR Codes com informações completas, podem facilitar esse processo, assim como equipes bem treinadas no setor de pescados. Mensagens enviadas por aplicativos e sites também ajudam a popularizar receitas, dicas culinárias e conteúdos sobre sustentabilidade, tornando a categoria mais acessível. “Há uma grande oportunidade para comunicar todo o valor dos frutos do mar, tanto nos canais digitais quanto nas lojas”, afirma Stein. “Quando os varejistas conseguem transformar a percepção de ‘produto de luxo’ para ‘item essencial do dia a dia’, o engajamento cresce em toda a categoria.”
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