Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Atualidades
Tempo e temperatura: a abordagem estratégica para ampliar a vida útil do hortifrúti
No varejo supermercadista, o risco de perdas ainda paira como um dos maiores desafios na operação de frutas, legumes e verduras. Mesmo com a evolução de tecnologias e métodos ao longo da cadeia de abastecimento, a preservação da qualidade dos produtos segue diretamente ligada à gestão rigorosa de tempo e temperatura — fatores decisivos para sustentar a vida útil e reduzir o desperdício nas lojas. Especialistas apontam que, mais do que transportar produtos, o varejo precisa administrar tempo utilizável de prateleira. “Frutas e hortaliças não apenas se deslocam pela cadeia de suprimentos, elas se degradam ao longo dela. Cada minuto e cada variação de temperatura reduzem a vida útil disponível para venda”, afirma Peter Bolstorff, fundador e CEO da InspireSCE , consultoria especializada em supply chain. Segundo ele, operações eficientes são aquelas desenhadas para proteger tempo, temperatura e pontos de contato, do campo até a gôndola. Esse cuidado é ainda mais crítico no hortifrúti, categoria com o menor ciclo de vida entre os alimentos frescos. Diferentemente de carnes e laticínios, que podem manter qualidade por semanas sob refrigeração adequada, muitos produtos hortifrutigranjeiros começam a perder valor comercial poucas horas após a colheita. Falhas no controle térmico — inclusive antes do transporte — têm impacto direto: atrasos no pré-resfriamento podem reduzir de dois a três dias da vida útil do produto, elevando significativamente o risco de perdas no varejo. Cadeia fria, planejamento e execução no PDV Outro ponto de atenção para o varejo supermercadista está na falsa premissa de que toda a cadeia possui a mesma capacidade de manutenção da cadeia fria. Tratar o hortifrúti como um item de centro de loja, planejar promoções sem alinhamento logístico ou desconsiderar a condição real do produto ao chegar à loja são erros comuns que ampliam o índice de quebra. Bolstorff cita o caso de uma promoção de abacate que fracassou porque os produtos chegaram às lojas com apenas dois a três dias de vida útil restante. Após um trabalho conjunto entre varejistas e parceiros logísticos, com melhor planejamento e execução, as perdas promocionais caíram em dois dígitos percentuais. A complexidade da categoria também impõe desafios adicionais: frutas e hortaliças respiram, amadurecem, sofrem danos físicos e são altamente sensíveis ao etileno e a variações térmicas. Monitoramentos com sensores em pallets de folhosos, por exemplo, revelaram oscilações de até 10 graus durante carga e descarga — o suficiente para reduzir pela metade o tempo de frescor percebido pelo consumidor. Nesse cenário, práticas como o modelo FEFO (First Expired, First Out), aliado ao uso de inteligência artificial para otimizar rotas, tempos de colheita e transporte, vêm ganhando espaço no varejo supermercadista. Em um dos casos citados, a redução do tempo entre colheita e resfriamento de 90 para menos de 30 minutos resultou em uma queda de 40% nas reclamações relacionadas a folhosos.
18/12/2025
Comportamento & tendência
Fim de ano: da expectativa ao cuidado! Saiba quais produtos exigem mais atenção às perdas
Dezembro e as festas de fim de ano são o período mais aguardado do ano por qualquer supermercadista. Porém, paradoxalmente, também é uma das datas mais desafiadoras. Principalmente em relação ao cuidado com perdas. A alta no fluxo de loja e no giro de produtos e o aumento da pressão sob a operação ascendem um alerta para furtos, fraudes e erros operacionais que, historicamente, crescem durante a sazonalidade e impactam diretamente nos resultados. "O final de ano traz mais consumidores para dentro das lojas, mais pressa e mais pontos cegos na operação. É o ambiente perfeito para furtos e falhas no registro de produtos", alerta Hailton Santos, diretor Comercial da Sesami. Segundo dados da Sesami, itens de alto valor agregado, como carnes, café, azeite e bebidas alcoólicas, concentram a maior parte das perdas, podendo chegar a 45% do total. Desse índice, preocupação ainda maior é despertada pelas bebidas, que respondem por cerca de 15%. Pontos de cuidado Hailton Santos revela que práticas cada vez mais criativas de ocultação de mercadorias durante a alta temporada têm surgido, o que reforça a necessidade da vigilância constante de todo o time de loja: "Com o fluxo elevado e a operação sobrecarregada, o colaborador não consegue analisar o carrinho com profundidade. Um movimento rápido, um gesto quase imperceptível, e o furto acontece". Além das fraudes intencionais, a categoria de bebidas, novamente com destaque especial para as cervejas, concentra outro ponto crítico: os erros de contagem no checkout. Packs de latas ou garrafas são frequentemente registrados de forma equivocada, seja porque o cliente informa uma quantidade menor do que está levando, seja porque a operadora esquece de multiplicar o número de unidades. "Com filas grandes e pressão por agilidade, a conferência acaba sendo feita no automático. Muitas vezes, o que está sob o pack nem é percebido", ressalta o diretor Comercial da Sesami. Ferramentas como o Fiscal Remoto, adotado por associados da ASSERJ, é uma ótima forma de controlar essa questão (CLIQUE AQUI E LEIA TUDO SOBRE A TECNOLOGIA NA REVISTA SUPER NEGÓCIOS) Prevenção: o passo essencial Hailton Santos explica que o aumento das perdas no fim do ano está sustentado em dois pilares, furtos e erros operacionais, intensificados por cansaço das equipes, alto fluxo e processos acelerados. Diante desse cenário, a recomendação é clara: investir em prevenção moderna e integrada. Monitoramento inteligente, análise de comportamento de compra e ferramentas que tragam mais visibilidade à frente de caixa são fundamentais para reduzir riscos. "O Natal é o período de maior faturamento do varejo, mas também o de maior exposição. Com tecnologia e processos bem ajustados, é possível proteger a operação e garantir resultados mais saudáveis", conclui o diretor Comercial da Sesami.
17/12/2025
Economia
Outubro de retomada: varejo supermercadista volta a subir
O setor supermercadista recuperou fôlego em outubro, demonstrando força de recuperação. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC/IBGE), mostram que, no 10º de 2025, a receita dos supermercados do nosso estado voltou a subir após duas quedas, com alta de 0,7% em termos reais, já descontada a inflação, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com a elevação, no acumulado de janeiro a outubro, os supermercados apresentam crescimento de 1,1%, já descontada a inflação, na comparação com o mesmo intervalo de 2024. "Os dados divulgados pelo IBGE reforçam aquilo que temos acompanhado de perto, mesmo em um cenário desafiador, o varejo supermercadista do Rio de Janeiro segue resiliente e robusto, com capacidade de reação e mantendo seu compromisso com o consumidor. Ou seja, seguimos em um movimento consistente de fortalecimento, inovando e garantindo abastecimento e preços competitivos para milhões de famílias”, destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS). “Vamos continuar trabalhando ao lado dos associados, do Poder Público e de toda a cadeia produtiva para que esse índice suba ainda mais. O Rio de Janeiro precisa de um varejo forte, e os supermercados têm cumprido seu papel nesse processo", finaliza Fábio Queiróz.
17/12/2025
Comportamento & tendência
Fátima Merlin: por que o básico bem feito é a verdadeira inovação no supermercado
Em um cenário em que o varejo se vê cada vez mais seduzido por telas, inteligência artificial e experiências imersivas, uma constatação ganha força entre especialistas e consumidores: o futuro da loja passa menos pela tecnologia ostensiva e mais pela eficiência do essencial. Para Fátima Merlin, especialista em varejo e comportamento do shopper, a equação é direta. “A loja do futuro não é a mais tecnológica. É a que faz o básico, muito bem feito”, afirma. Estudos anuais conduzidos pela especialista reforçam essa percepção. Segundo ela, quando questionado sobre o que espera da loja do futuro, o shopper não descreve ambientes futuristas ou soluções mirabolantes, mas sim uma operação funcional e sem atritos. “O shopper diz que a loja do futuro é uma loja prática, fácil, resolutiva, em que ele encontre o que foi buscar, entre e saia rapidamente, que facilite seu processo de escolha, decisão e compra, com segurança”, explica. Essa expectativa se traduz em uma jornada sem fricções, sem confusão e sem perda de tempo, atributos que, embora pouco glamourosos, definem a verdadeira excelência operacional. “Isso não é nada sofisticado. Isso é o básico bem feito”, resume Fátima. Na prática, o básico envolve sortimento coerente, categorias bem organizadas, preços claros, produtos disponíveis, comunicação simples e equipes alinhadas. Pode parecer trivial, mas não é. “Por incrível que pareça, ainda é raro encontrar esse nível de consistência no varejo. E justamente por isso ele é extremamente valioso”, destaca. Quando esse fundamento falha, o custo não fica com a operação, ele é transferido para o cliente. O shopper passa a procurar mais, interpretar informações, comparar opções, perguntar à equipe e, muitas vezes, desistir. O efeito é direto sobre os indicadores do negócio. “Esforço gera frustração, frustração gera desistência e desistência impacta vendas, margem e fidelidade”, pontua a especialista. Para Fátima Merlin, a verdadeira loja do futuro não exige que o consumidor “decifre” o ponto de venda. Ela nasce a partir dele. “A loja precisa ser pensada a partir dos objetivos do shopper, dos seus momentos de consumo, da sua pressa e da sua lógica”, afirma. É essa inversão de perspectiva que diferencia operações modernas de iniciativas apenas esteticamente inovadoras. Nesse contexto, tecnologia, dados e IA seguem sendo ferramentas estratégicas, mas com um papel bem definido. “Elas são fundamentais como meios, não como fim. Servem para viabilizar o básico bem executado em escala: decisões melhores de mix, menos rupturas, planogramas que fazem sentido e jornadas mais fluidas”, explica. Ao final, a inovação que realmente importa é quase silenciosa. Não chama atenção pelo excesso, mas pelo respeito ao tempo do cliente. “Talvez o maior sinal de modernidade seja quando o shopper sai da loja pensando: ‘foi fácil’”, conclui Fátima Merlin. No balanço final, a mensagem é clara para o varejo: loja bonita não sustenta resultados sozinha. Já a consistência operacional, com todos os “Ps” conectados e funcionando — continua sendo o ativo mais seguro para vender mais, melhor e com fidelidade.
17/12/2025
1
...
19
20
21
...
779
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 77 to 80 of 3,115 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
20
Page
21
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
22
Page
23
Page
24
Page
25
Page
26
Page
27
Page
28
Page
29
Page
30
Page
31
Page
32
Page
33
Page
34
Page
35
Page
36
Page
37
Page
38
Page
39
Page
40
Page
41
Page
779
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden