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Atualidades
ASSERJ alerta para impactos operacionais e jurídicos da Lei 11.077/2025 sobre produtos “similares”
A Lei nº 11.077/2025, sancionada no Estado do Rio de Janeiro, no dia 26 de dezembro, impõe ao varejo supermercadista uma série de obrigações relacionadas à forma de exposição de produtos considerados “similares”, com impactos diretos na operação das lojas. A norma estabelece que, no prazo de 60 dias a partir de sua publicação, fica proibida a exposição conjunta de produtos “similares” e “originais”, exigindo a segregação física de gôndolas e a adoção de sinalização obrigatória ao consumidor. De acordo com a advogada da ASSERJ e especialista em direito tributário aplicado ao varejo supermercadista, Dra. Ana Paula Rosa, a lei traz um ponto sensível logo em sua base conceitual. “O texto legal adota uma definição aberta e subjetiva do que seriam ‘produtos similares’, utilizando expressões como ‘produtos tradicionalmente conhecidos’ e itens que ‘podem induzir o consumidor’, o que gera elevada insegurança jurídica para o setor”, avalia. Embora apresente um rol exemplificativo de produtos, incluindo blends de manteiga e margarina, compostos lácteos, misturas de óleos com azeite e pós para bebidas tipo café, a especialista ressalta que o alcance da norma pode ser ampliado conforme a interpretação dos órgãos fiscalizadores. “Não se trata de uma lei voltada à qualidade sanitária dos produtos, mas sim à forma de exposição e organização comercial, o que interfere diretamente em práticas consolidadas do varejo supermercadista”, explica. No campo operacional e logístico, os impactos são considerados relevantes. Segundo Dra. Ana Paula, a norma impõe a necessidade de uma reorganização completa de layout de lojas, gôndolas e planogramas, além de reduzir a eficiência da exposição por categoria, contrariando estratégias amplamente adotadas pelo varejo. “Em lojas de pequeno porte, com espaço físico limitado, o cumprimento integral da lei se torna ainda mais complexo”, destaca. Do ponto de vista econômico, a advogada chama atenção para o aumento inevitável de custos. “Haverá despesas adicionais com sinalização, possíveis reformas, reestruturação de layout e treinamento de equipes. Além disso, produtos alternativos e mais acessíveis tendem a perder visibilidade, o que afeta a concorrência e a estratégia de mix e preços”, afirma. Segundo ela, esse cenário pode impactar diretamente o consumidor de menor renda, uma vez que os custos operacionais tendem a ser repassados ao preço final dos produtos. No aspecto jurídico e regulatório, os riscos também são elevados. “Conceitos normativos vagos abrem margem para autuações arbitrárias, aumentam a insegurança jurídica e estimulam a judicialização em massa”, analisa Dra. Ana Paula. Ela também aponta a desproporcionalidade das sanções previstas, que incluem multas elevadas e até a possibilidade de cassação do alvará de funcionamento, como fator que amplia o risco regulatório da atividade supermercadista. Durante a tramitação do projeto, a ASSERJ apresentou à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro um ofício de veto total, apontando inconstitucionalidades formais e materiais, ofensa ao direito à informação, violação à liberdade econômica, desproporcionalidade e ausência de fundamentação técnica. “O projeto chegou a ser vetado integralmente pelo governador, com base nos argumentos apresentados pela associação. No entanto, o veto foi derrubado em plenário pelo presidente interino da ALERJ, resultando na publicação da lei”, relembra a especialista. Diante desse cenário, a ASSERJ já se movimenta no campo jurídico. “Considerando os fortes fundamentos para o reconhecimento da inconstitucionalidade do texto normativo, estamos providenciando medida judicial com pedido de suspensão liminar imediata das restrições impostas pela Lei nº 11.077/2025”, conclui Dra. Ana Paula Rosa.
06 de January, 2026
Indústria em cena
Ambev projeta Copa de 2026 como ciclo ampliado de vendas para o varejo supermercadista
Em teleconferência recente com analistas, o CEO da AB InBev, Michel Doukeris, destacou a Copa do Mundo de 2026 e o clima mais quente nas Américas como vetores relevantes para o crescimento do consumo de bebidas. Para o varejo supermercadista, o cenário aponta para maior giro em categorias como cervejas, refrigerantes, snacks e itens de conveniência, além de oportunidades concretas de elevação do ticket médio nos dias de jogos. Segundo Leandro Mendonça, diretor de eventos e experiências da Ambev, o principal diferencial desta edição do Mundial é o fator tempo. “A Copa não é apenas um pico de vendas. Ela pode reescrever o calendário de consumo e ampliar a base de consumidores também no pós-evento”, afirma. Para o executivo, o desafio está em garantir que as marcas estejam conectadas à experiência brasileira de assistir aos jogos — algo que passa diretamente pelo ponto de venda e pela execução no varejo. Outro ponto relevante para o planejamento das redes supermercadistas é a definição dos horários das partidas. Para atender aos fusos dos países-sede e evitar o calor extremo, a Fifa distribuiu os jogos em até 12 horários diferentes, priorizando partidas noturnas para a audiência sul-americana. Na prática, isso tende a favorecer compras de reposição, consumo imediato e operações de conveniência, tanto nas lojas físicas quanto nos canais digitais. Portfólio segmentado amplia oportunidades no ponto de venda A estratégia da Ambev para a Copa do Mundo de 2026 passa por uma segmentação clara do portfólio, o que abre espaço para ações coordenadas com o varejo supermercadista ao longo de todo o período do evento. Cada marca assume um papel específico dentro da jornada de consumo. De acordo com Leandro Mendonça, a Brahma será posicionada como protagonista da celebração nacional, reforçando seu vínculo histórico com o futebol brasileiro. A campanha “Tá Liberado Acreditar”, criada pela Africa Creative, estreou durante o sorteio dos grupos e traz o técnico Carlo Ancelotti convidando a torcida a acreditar no hexa. Já a Budweiser, patrocinadora global da Copa, atua no território da experiência internacional, explorando conexões com entretenimento e música. A Flying Fish, cerveja saborizada e lançamento mais recente da companhia, reforça a estratégia de inovação e ampliação de público. Completando o portfólio, o Guaraná Antarctica trabalha o atributo da brasilidade, ampliando ocasiões de consumo além da cerveja. “Um dos nossos grandes trunfos é a pluralidade do portfólio. Temos uma marca adequada para cada momento e perfil de torcedor, o que nos permite ocupar diferentes espaços de celebração sem canibalização”, explica Mendonça. Com uma Copa mais longa, horários variados e forte apelo emocional, o Mundial de 2026 se desenha como uma oportunidade estratégica para o varejo supermercadista planejar sortimento, exposição, abastecimento e ações promocionais com maior antecedência, transformando o evento em um ciclo ampliado de vendas — e não apenas em um pico pontual de consumo.
06 de January, 2026
Comportamento & tendência
O que muda nos setores de laticínios, frios e panificação em 2026
Em 2026, o desafio do varejo supermercadista e de seus fornecedores seguirá sendo o mesmo — porém em um cenário ainda mais complexo: antecipar o comportamento do consumidor e responder rapidamente às mudanças de hábito, sem comprometer margens, operação e abastecimento. Para os departamentos de laticínios, delicatessen e panificação, essa equação exige olhar além das gôndolas e compreender as atitudes que influenciam as decisões de compra. Foi com esse objetivo que revelamos a análise estratégica da vice-presidente de Relações com a Indústria e Educação da International Dairy Deli Bakery Association (IDDBA), Heather Prach, sobre as tendências que devem moldar o consumo em 2026 no setor. A especialista destacou três atitudes centrais do consumidor: simplificação da decisão de compra, busca por conforto e confiança nos produtos escolhidos. Para o supermercadista fluminense, essas atitudes representam oportunidades claras de diferenciação, tanto na indústria quanto no ponto de venda. Atitudes duradouras geram impactos de longo prazo Embora o início do ano costume estimular mudanças temporárias de comportamento, como foco em saúde e bem-estar, Heather Prach ressalta que as atitudes mais relevantes para o varejo são aquelas que permanecem estáveis ao longo do tempo. Entre elas, estão a necessidade de praticidade, segurança e conforto emocional. O consumidor atual vive sob pressão de agendas cheias, custos elevados e excesso de informação. Nesse contexto, o alimento deixa de ser apenas funcional e passa a desempenhar um papel emocional. “As pessoas estão exaustas de pensar todos os dias no que vão comer. Elas querem reduzir esse desgaste mental”, afirma Prach. Para varejistas e fornecedores, isso reforça a importância de soluções que unam conveniência, clareza e valor percebido, sem elevar a complexidade operacional. Simplificar a decisão é gerar valor no ponto de venda A fadiga de escolha é um fator cada vez mais presente no comportamento do shopper. Quanto mais simples for a decisão, maior a chance de conversão. Kits de refeição, produtos prontos para consumo, combos inteligentes e sortimentos bem curados ganham protagonismo. “Quando tudo já vem organizado e pensado, o consumidor deixa de começar do zero”, explica Prach. Para o varejo supermercadista, isso significa investir em merchandising funcional, sinalização clara e sortimento estratégico, reduzindo o excesso de opções e aumentando a rotatividade. Conforto emocional impulsiona categorias tradicionais Laticínios, frios e panificação sempre tiveram forte apelo emocional. Em 2026, esse atributo segue relevante, mas com uma atualização importante: o consumidor busca conforto sem abrir mão de qualidade, identidade e personalização. A nostalgia continua sendo um ativo poderoso, mas agora acompanhada de inovação moderada. “As pessoas querem se orgulhar do que servem. Querem sentir que participaram da criação”, destaca Prach. Para o varejo supermercadista, isso se traduz em oportunidades para linhas artesanais, edições especiais, produtos com storytelling e experiências de compra mais humanas, especialmente nos setores de produção própria e serviços de balcão. Confiança deixou de ser diferencial e virou pré-requisito Outro ponto central para 2026 é a confiança. O consumidor está mais atento à composição dos produtos, à procedência dos ingredientes e à transparência das informações. Rótulos claros, ingredientes reconhecíveis e processos menos industrializados deixaram de ser tendência e passaram a ser exigência. “Produto limpo hoje é o mínimo. É uma expectativa básica”, afirma Prach. No varejo supermercadista, isso reforça a necessidade de alinhamento entre indústria e varejo, garantindo comunicação clara, padronização de informações e sinalização eficiente no ponto de venda, fatores que impactam diretamente a decisão de compra e a fidelização. Estratégia integrada para departamentos periféricos Quando analisadas em conjunto, as atitudes de simplificação, conforto e confiança oferecem um guia estratégico para os departamentos de laticínios, delicatessen e panificação. O varejo supermercadista que souber traduzir essas demandas em sortimento, exposição e serviços estará melhor preparado para um consumidor mais exigente — e menos disposto a perder tempo. Como resume Heather Prach: “Os consumidores querem honestidade, praticidade, funcionalidade e diversão, com um toque de sofisticação acessível, conforto e conveniência”. Para varejistas e fornecedores, alinhar-se a essas expectativas não é apenas acompanhar tendências — é construir relevância e competitividade em um mercado cada vez mais dinâmico.
06 de January, 2026
Economia
Cesta básica no Rio: dezembro aponta alta nos preços. ASSERJ analisa
O ano de 2025 encerrou o ano com alta no valor da cesta básica no Rio de Janeiro. Apesar da curva descendente apontada durante boa parte do segundo semestre, dezembro fechou em subida. De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no último mês do ano, a inflação nos preços foi de 1,03% na cidade, na comparação com novembro. A alta de dezembro representa uma interrupção de um período de alívio para o orçamento das famílias cariocas. No 12º mês do ano, seis dos 13 produtos que compõem a cesta tiveram subida nos preços médios. Registraram alta: batata (24,10%); banana (3,42%); feijão preto (1,17%); carne bovina de primeira (1,15%); manteiga (0,80%); e pão francês (0,40%). Por outro lado caíram: tomate (-5,13%); leite integral (-3,40%); açúcar refinado (-2,02%); óleo de soja (-1,62%); arroz agulhinha (-1,62%); café em pó (-0,59%); e farinha de trigo (-0,20%). O presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), Fábio Queiróz, destaca: “Apesar de o segundo semestre ter mostrado sinais de alívio para o orçamento das famílias, a alta registrada em dezembro acende um alerta importante. O fim de ano concentra maior demanda e pressiona alguns itens essenciais, o que reforça a necessidade de planejamento e atenção contínua por parte do varejo supermercadista.” Encerramento do ano com alta: atenção ao cenário para o varejo supermercadista Em nível nacional, 17 das 27 capitais brasileiras registraram alta na cesta básica em dezembro. O resultado de alta geral no último mês de 2025 foi muito impacto pelo aumento da demanda no fim de ano, o que não significa um movimento obrigatoriamente sequencial. Uma eventual volta da curva de baixas, porém, também não quer dizer que a atenção do varejo supermercadista não precise estar direcionada para os diversos fatores que podem influenciar os preços para a sequência de 2026. “O cenário para 2026 exige leitura cuidadosa de custos, comportamento do consumidor e dinâmica de oferta. Mesmo em períodos de possível desaceleração, o varejo supermercadista precisa manter estratégias bem alinhadas para equilibrar competitividade, abastecimento e rentabilidade.”
06 de January, 2026
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