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Economia
Reforma Tributária já começou: o que muda na prática e como sua rede supermercadista deve agir
O varejo supermercadista brasileiro entra em uma nova fase de adaptação à Reforma Tributária, diante de atualizações normativas recentes e de movimentos já adotados por grandes indústrias fornecedoras. As mudanças trazem impactos diretos nas relações comerciais B2B e exigem atenção redobrada às obrigações acessórias ligadas ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). As novas regras passam a produzir efeitos a partir de 1º de janeiro de 2026, ainda que, em um primeiro momento, a apuração desses tributos tenha caráter apenas informativo. Obrigatoriedade de IBS e CBS na NF-e é prorrogada A Nota Técnica nº 2025.002-RTC – versão 1.35 adiou o início da obrigatoriedade de informar IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos, como NF-e e NFC-e, em ambiente de produção. Com isso, a exigência passa a valer a partir do primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos do IBS e da CBS. Na prática, a atualização afasta o risco de rejeição da emissão de notas fiscais exclusivamente pela ausência dessas informações no XML dos documentos. Segundo a advogada da ASSERJ e especialista em direito tributário aplicado ao varejo supermercadista, Dra. Ana Paula Rosa, a prorrogação traz um alívio operacional, mas não deve ser vista como um adiamento estratégico. “Esse período inicial sem penalidades é importante para reduzir impactos imediatos, mas não elimina a necessidade de adequação. As empresas precisam usar esse tempo para ajustar sistemas, processos e contratos, porque a exigência virá de forma definitiva”, alerta. Além disso, o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1, de 22 de dezembro de 2025, estabeleceu que, até esse mesmo prazo, não haverá aplicação de penalidades pela falta de preenchimento dos campos relativos ao IBS e da CBS em documentos fiscais eletrônicos, como NF-e, NFC-e, NFS-e e CT-e. O texto também assegura que, nesse período, será considerado atendido o requisito legal para a dispensa do recolhimento da alíquota-teste do IBS e da CBS, conforme previsto na Lei Complementar nº 214/2025. Outro ponto relevante é que, durante todo o ano de 2026, a apuração do IBS e da CBS terá caráter meramente informativo, sem efeitos tributários, desde que as obrigações acessórias sejam devidamente cumpridas. Período de adaptação exige adequação de sistemas e processos Apesar da suspensão temporária de penalidades, o cenário exige preparação imediata. Para a Dra. Ana Paula Rosa, o maior risco está na falsa sensação de segurança. “A ausência de penalidade não significa ausência de obrigação. O contribuinte que não se preparar agora pode enfrentar dificuldades operacionais, fiscais e até comerciais quando o período de tolerância acabar”, destaca. Empresas do varejo supermercadista devem aproveitar o período para: Ajustar sistemas de emissão de documentos fiscais; Atualizar cadastros, códigos e classificações tributárias; Alinhar processos internos com fornecedores, distribuidores e parceiros comerciais. Verbas comerciais passam a exigir documento fiscal Outro movimento que vem ganhando força no mercado é a mudança de postura de grandes indústrias fornecedoras, que já estão comunicando a exigência de emissão de documento fiscal eletrônico para o pagamento de verbas comerciais a partir do início de 2026. A exigência decorre da Emenda Constitucional nº 132/2023 e da Lei Complementar nº 214/2025, que ampliaram o conceito de incidência tributária. Pela nova legislação, toda operação com contraprestação caracteriza uma operação onerosa sujeita ao IBS e à CBS, devendo ser formalizada por documento fiscal. De acordo com a especialista, essa mudança altera de forma relevante a dinâmica comercial entre indústria e varejo. “Verbas comerciais, ações de trade marketing e bonificações passam a ser tratadas, de forma mais clara, como operações tributáveis. Isso exige emissão de nota fiscal, em especial a NFS-e, e um cuidado maior na formalização dessas operações”, explica Ana Paula Rosa. Responsabilidade solidária reforça necessidade de formalização A legislação também reforça os riscos para toda a cadeia econômica. O artigo 24, inciso I, da Lei Complementar nº 214/2025, prevê responsabilidade solidária pelo pagamento do IBS e da CBS quando houver operações não acobertadas por documento fiscal idôneo. Segundo a advogada, esse ponto merece atenção especial do varejo supermercadista. “A responsabilidade solidária amplia o risco fiscal. Se uma operação não estiver corretamente documentada, todos os envolvidos na cadeia podem ser responsabilizados, o que reforça a necessidade de controles rigorosos e alinhamento contratual”, afirma. Preparação será decisiva para reduzir riscos fiscais Diante do novo cenário, a recomendação é que empresas do varejo supermercadista avaliem, junto às áreas fiscal, contábil e jurídica, o correto enquadramento das verbas comerciais, revisem contratos e políticas internas e preparem seus sistemas para atender às exigências do IBS e da CBS. “A Reforma Tributária avança de forma gradual, mas seus impactos nas relações comerciais B2B já são concretos. A preparação antecipada será decisiva para garantir segurança jurídica, previsibilidade fiscal e equilíbrio nas negociações entre indústria e varejo”, explica Ana Paula Rosa.
29 de December, 2025
Atualidades
Leite entra em 2026 com risco de recomposição de preços
Após um ano marcado por forte volatilidade, o mercado de leite inicia 2026 com sinais de maior estabilidade, mas ainda sob pressão. A queda acumulada de 18,1% nos preços pagos ao produtor em 12 meses até outubro tende a frear o ritmo de produção, o que pode alterar o equilíbrio entre oferta e demanda ao longo do próximo ano — movimento que merece atenção do varejo supermercadista. Analistas avaliam que, apesar da demanda interna seguir relativamente firme, a redução dos preços ao produtor e o achatamento das margens devem levar os pecuaristas a conter investimentos, o que limita a expansão da produção. Esse cenário abre espaço para ajustes graduais nos preços ao longo da cadeia, com possíveis reflexos no custo de aquisição do leite e derivados para o varejo. Segundo Natália Grigol, pesquisadora do Cepea, os valores pagos ao produtor estão nos níveis mais baixos desde 2021. “O setor deve iniciar o ano com mais cautela e margens limitadas, o que tende a desacelerar investimentos e reduzir o ritmo de crescimento da produção”, afirma. Produção cresce menos e muda dinâmica de preços A projeção do Cepea é que a captação industrial de leite cresça entre 2% e 2,5% em 2026, após um avanço próximo de 7% em 2025. Para o varejo supermercadista, essa desaceleração sinaliza um possível ponto de inflexão no comportamento dos preços, especialmente em um contexto de consumo interno mais moderado, influenciado pelo crescimento econômico estimado em torno de 2%. Em 2025, a combinação de custos mais baixos — com destaque para o milho — estimulou investimentos em nutrição do rebanho e elevou a produção. Para 2026, o cenário é diferente. “O produtor começa o ano com preços mais baixos e margens comprimidas, o que naturalmente reduz o ritmo de expansão”, explica Juliana Pila, analista da Scot Consultoria. Pressão na origem contrasta com excesso de oferta Apesar da perda de rentabilidade no campo, especialistas evitam classificar o momento como crise. Para Valter Galan, sócio da Milkpoint, o principal desafio está no descompasso entre oferta e demanda. “A produção cresce cerca de 7%, enquanto a demanda avança perto de 2%. Isso gera excesso de leite e pressiona os preços ao longo da cadeia”, avalia. Para o varejo supermercadista, esse desequilíbrio ajuda a explicar a manutenção de preços mais competitivos nas gôndolas em 2025, mas também indica que esse cenário pode não se sustentar no médio prazo caso a produção desacelere mais fortemente. Importações seguem no radar do setor O debate sobre importações de lácteos também segue relevante. Embora os volumes tenham recuado 13,2% em 12 meses até novembro, segundo a Embrapa, os produtos importados ainda representam cerca de 10% da produção nacional, o dobro do registrado há três anos. Medidas estaduais, como a restrição à reconstituição de leite em pó importado para venda como leite fluido, ajudam a reduzir a pressão sobre os preços, mas não resolvem o desequilíbrio estrutural. O que o varejo deve observar em 2026 Para o setor supermercadista, o cenário exige atenção redobrada à gestão de preços, negociação com a indústria e planejamento de promoções. A tendência é de um primeiro semestre ainda marcado por preços pressionados, seguido por possível recomposição gradual, dependendo do comportamento da produção e do consumo. Em um ambiente de margens apertadas para toda a cadeia, eficiência, previsibilidade e leitura de mercado serão fundamentais para preservar competitividade e rentabilidade no varejo supermercadista ao longo de 2026.
29 de December, 2025
Comportamento & tendência
Bebidas alcoólicas em 2026: como as novas tendências impactam o varejo supermercadista
O mercado de bebidas alcoólicas caminha para 2026 sustentado por quatro grandes pilares: saúde, inovação, nostalgia e funcionalidade. Para o varejo supermercadista, esse movimento representa uma mudança clara no perfil de consumo e, principalmente, na forma de estruturar sortimento, comunicação e estratégias de exposição no ponto de venda. O consumidor está mais informado, atento à composição dos produtos e disposto a consumir com mais consciência, mas sem abrir mão da experiência, da conveniência e do valor percebido. Além disso, o calendário de 2026, impulsionado pela Copa do Mundo e por uma sequência de feriados prolongados, tende a aumentar o consumo em ocasiões sociais, reforçando a relevância das bebidas alcoólicas como categorias-chave para geração de fluxo, incremento de ticket médio e ações sazonais no varejo supermercadista. É nesse cenário que a Missiato Indústria e Comércio Ltda., com mais de 60 anos de atuação, mapeia tendências e caminhos estratégicos para o canal. Consumo consciente redefine sortimento e exposição Entre as principais tendências está o chamado “Zebra Striping”, conceito identificado pela Euromonitor International, que descreve o hábito de intercalar bebidas alcoólicas e não alcoólicas em uma mesma ocasião. Para o varejo supermercadista, esse comportamento amplia a necessidade de um sortimento equilibrado, com opções mais leves, funcionais e de menor teor alcoólico, posicionadas de forma estratégica nas gôndolas e ilhas promocionais. Esse movimento dialoga diretamente com dados da Mordor Intelligence, que apontam que o mercado global de bebidas saudáveis deve crescer, em média, 3,49% ao ano entre 2025 e 2030. Para os supermercadistas, trata-se de uma oportunidade clara de ampliar a participação de produtos com apelo de saúde, baixo teor calórico e diferenciais funcionais, capturando novos perfis de consumidores e aumentando a recorrência de compra. Quando a compra vira experiência no ponto de venda No varejo supermercadista, a decisão de compra deixou de ser apenas racional e passou a ser altamente influenciada pela experiência. O consumidor pesquisa, compara, avalia embalagem, preço e proposta de valor antes de colocar o produto no carrinho. Segundo estudo da Two Sides Brasil, as embalagens influenciam a decisão de compra em 99% dos casos, sendo um fator frequente ou constante para mais de 70% dos consumidores. Para João Paulo Modulo, Head de Marketing da Missiato, o design das embalagens deixou de ser apenas funcional e passou a ser um ativo estratégico para a indústria e para o varejo. “No ponto de venda, a embalagem é o primeiro contato com o consumidor. Quando o visual comunica identidade, propósito e pertencimento, ele gera conversão. É o que acontece com Corote, uma marca que se tornou sinônimo de categoria, facilitando a decisão de compra e fortalecendo a performance no varejo”, destaca. RTDs ganham espaço e fortalecem a conveniência Os drinks RTDs (Ready To Drink) seguem como uma das categorias de maior potencial para o varejo supermercadista em 2026. A combinação de praticidade, sabor e padronização de qualidade atende tanto ao consumidor que busca conveniência quanto à operação do varejo, que se beneficia de produtos com alta rotatividade, fácil exposição e apelo imediato. De acordo com a Fortune Business Insights, o mercado global de RTDs movimentou US$ 732,49 bilhões em 2023 e deve alcançar US$ 1.227,81 bilhões até 2032, com CAGR de 6,06%. Esse crescimento reforça o papel da categoria como estratégica para ações promocionais, ativações sazonais e ganho de espaço nas gôndolas. Portfólio alinhado às demandas do varejo supermercadista Atenta a esse cenário, a Missiato apresenta um portfólio alinhado às tendências de 2026 e às necessidades do varejo supermercadista. A linha Corote Drinks ICE Ultra, pioneira no Brasil, atende à demanda por bebidas mais leves, com 3% de teor alcoólico, 40% menos calorias e açúcar e zero glúten, nos sabores Limão e Lichia Dream. A proposta facilita a entrada da categoria em novos momentos de consumo e amplia o público-alvo no ponto de venda. A marca também aposta no Corote Combo, coquetel alcoólico gaseificado de 1 litro e 8% de teor alcoólico, desenvolvido para atender o público dos tradicionais “copões”, com sabores como Gin Melancia, Combo Vodka, Combo Whisky e Gin Tropical. Já a linha Corote Sabores amplia o sortimento com opções elaboradas com vodka tridestilada e aromas naturais, oferecendo variedade e fortalecendo a gestão de categoria no varejo. Inovação orientada por dados e performance A inovação no mercado de bebidas alcoólicas vai além do lançamento de novos produtos. Ela envolve tecnologia, eficiência logística, personalização do portfólio e estratégias integradas entre indústria e varejo. Para 2026, a tendência é oferecer soluções que combinem giro, margem e experiência de compra. “O varejo supermercadista terá um papel ainda mais estratégico na construção dessas tendências. Produtos com apelo funcional, estética atrativa e fácil compreensão no ponto de venda serão decisivos para capturar o consumidor. O próximo ano será marcado por drinks criativos, refrescantes e com forte apelo visual, que unem nostalgia, inovação e conveniência”, conclui João. Na revista Super Negócios de janeiro você vai conferir uma matéria completa sobre esse nova tendência de consumo! Fique atento!
29 de December, 2025
Indústria em cena
Santa Helena Alimentos nomeia Sérgio Mobaier como novo CEO
A Santa Helena Alimentos, com sede em Ribeirão Preto, anunciou Sérgio Mobaier como seu novo CEO. O executivo assume a liderança com a missão de dar continuidade à estratégia de crescimento sustentável da companhia, acelerar iniciativas de inovação e fortalecer o portfólio de marcas. Com mais de três décadas de experiência nos setores de alimentos e bens de consumo, Mobaier construiu uma carreira sólida em empresas nacionais e multinacionais como Sadia, Marfrig, JBS/Seara, BRF, Catupiry e Queijos Regina, onde atuou em diferentes posições executivas, incluindo a de CEO. Engenheiro de Alimentos formado pela Unicamp, o novo CEO possui MBAs pela USP, Fundação Dom Cabral e Kellogg School of Management (EUA). É reconhecido por sua atuação em inovação, transformação cultural, governança orientada a resultados e desenvolvimento de equipes de alta performance. Segundo Renato Fechino, presidente do Conselho de Administração da Santa Helena, a chegada de Mobaier inaugura uma nova fase para a empresa. “A chegada de Mobaier marca um novo capítulo da Santa Helena. Ele reúne visão estratégica consistente e um olhar voltado à inovação, alinhado ao nosso momento atual e fundamental para impulsionar o crescimento da companhia. Tenho plena confiança de que ele dará continuidade ao legado construído nos últimos anos, fortalecendo ainda mais nossas marcas e nossa cultura”, afirma.
29 de December, 2025
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