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Quando a farmácia muda o supermercado! Achou estranho? ASSERJ te explica
O crescimento acelerado do uso de medicamentos GLP-1 para perda de peso, como Ozempic e Mounjaro, tende a provocar uma mudança estrutural no mix, na estratégia comercial e no comportamento de compra no varejo supermercadista nos próximos anos. Segundo novo relatório da Circana, os lares com usuários desses medicamentos devem responder por 35% de todas as unidades de alimentos e bebidas vendidas até 2030, ante 23% atualmente. Embora esses consumidores adquiram menor volume de produtos, o estudo aponta que eles gastam mais por item, priorizando alimentos e bebidas com atributos funcionais e benefícios à saúde. Para o varejo supermercadista, o dado reforça a necessidade de reavaliar sortimento, precificação, comunicação e gestão de categorias. De acordo com a Circana, medicamentos GLP-1 reduzem o apetite e influenciam escolhas mais intencionais, com foco em proteína, fibras, conveniência, energia e hidratação. Como consequência, produtos ricos em carboidratos e açúcares tendem a perder relevância, reduzindo a atratividade de categorias como refrigerantes tradicionais e snacks ultraprocessados. Consumidor disposto a pagar mais por saúde Um levantamento da ADM citado no relatório mostra que 80% dos consumidores que utilizam GLP-1 estão dispostos a pagar mais por alimentos e bebidas com benefícios adicionais à saúde, enquanto 67% consideram atributos alinhados ao uso desses medicamentos decisivos na escolha de compra. Para o varejo supermercadista, esse comportamento indica oportunidade de ganho de valor, mesmo diante da possível redução de volume. O desafio passa a ser capturar margem por meio de um sortimento mais qualificado, comunicação clara de benefícios e experiência de compra orientada à saúde e à praticidade. “O aumento da popularidade dos medicamentos GLP-1 representa um ponto de inflexão para a indústria de bens de consumo e para o varejo”, afirma Sally Lyons Wyatt, vice-presidente executiva global e principal consultora da Circana. “As prioridades dos consumidores estão evoluindo de forma rápida e profunda.” Indústria já se reposiciona e varejo precisa acompanhar A mudança no perfil de consumo já começa a influenciar a estratégia da indústria. Empresas como Danone e a Nissin vêm reformulando produtos e posicionando marcas para atender consumidores focados em controle de peso e saúde metabólica. Para o varejo supermercadista, esse movimento exige curadoria ativa de portfólio, negociação mais estratégica com fornecedores e atenção às novas narrativas de consumo no ponto de venda e nos canais digitais. Ciclo de uso e abandono amplia complexidade do comportamento Outro ponto relevante para o planejamento do varejo é o caráter cíclico do uso de GLP-1. Segundo a ADM, embora parte dos consumidores mantenha hábitos mais saudáveis após interromper a medicação, 76% recuperam ao menos parte do peso perdido, o que pode levá-los a retomar o uso. Cerca de 65% afirmam que considerariam voltar ao GLP-1 para controlar apetite e saciedade. A Circana estima que metade dos usuários anteriores deve retornar ao medicamento no futuro, criando um consumidor que alterna padrões de compra ao longo do tempo. Diante desse cenário, a recomendação é que o varejo supermercadista aposte em categorias e produtos que aumentem a sensação de saciedade, mantenham apelo saudável e ofereçam valor percebido contínuo, independentemente do estágio de uso da medicação. “A chave para o sucesso será adaptar sortimento, comunicação e marketing à nova mentalidade de saúde desse grupo crescente de consumidores”, conclui Lyons Wyatt.
26/12/2025
Comportamento & tendência
Por que os programas de recompensas viraram peça-chave no varejo supermercadista?
Em um ambiente cada vez mais competitivo, marcado pela pressão sobre margens e pelo aumento dos custos de mídia, o varejo supermercadista busca modelos mais eficientes para impulsionar vendas, fortalecer a fidelização e ampliar o valor do relacionamento com o consumidor final. Eficiência no direcionamento, mensuração clara de resultados e retorno sobre o investimento tornaram-se pilares centrais das decisões estratégicas no B2B supermercadista. Nesse contexto, os programas de recompensas e fidelidade deixam de ser apenas ferramentas promocionais e passam a ocupar um papel estratégico dentro do ecossistema supermercadista. Um levantamento recente da Fetch em parceria com o studioID, do Marketing Dive, mostra que 97% das empresas de varejo já adotam algum tipo de programa de recompensas. Ainda assim, a pesquisa indica que grande parte dessas iniciativas não explora plenamente seu potencial de geração de valor. A maioria dos programas ainda opera com mecânicas tradicionais, como pontos convertidos em dinheiro (66%) e descontos pontuais ou incentivos únicos (58%). Para o varejo supermercadista, esse modelo limita a capacidade de transformar dados de compra em inteligência comercial, relacionamento de longo prazo e diferenciação competitiva no ponto de venda. A evolução desse cenário passa por tratar as recompensas como uma estratégia de funil completo, capaz de atuar desde a atração até a retenção do consumidor, beneficiando tanto o varejo quanto a indústria fornecedora. Redes e marcas que utilizam dados reais de compra para estruturar campanhas personalizadas já observam ganhos mais consistentes em engajamento, recorrência e eficiência promocional. “Quando as recompensas são bem feitas, elas são muito mais do que um incentivo — são uma forma mensurável e escalável de adquirir, reter e criar consumidores para a vida toda de maneira mais eficaz do que os anúncios digitais tradicionais”, afirma Robin Wheeler, chief revenue officer da Fetch. “Programas movidos apenas por descontos ou cupons podem gerar resultados de curto prazo, mas esforços isolados perdem a grande oportunidade de usar recompensas para criar consumidores fiéis à marca”, completa o executivo. Dados, personalização e eficiência no centro da estratégia Para o varejo supermercadista, as plataformas de recompensas — especialmente os aplicativos dedicados — ganham relevância por oferecerem escala, personalização e métricas mais precisas, além de maior aderência às exigências de privacidade de dados. Esses atributos são cada vez mais valorizados em negociações B2B com a indústria, que busca transparência e previsibilidade nos investimentos promocionais. O estudo aponta que, apesar da ampla utilização de mídia digital, 47% dos executivos entrevistados afirmam apenas concordar parcialmente que suas empresas conseguem medir e compreender de forma eficiente o impacto dos investimentos em publicidade. “Medir e compreender de fato o impacto dos investimentos em mídia sempre foi um desafio para os profissionais de marketing — e, no cenário atual, com maior pressão macroeconômica, esse escrutínio sobre os gastos e seus retornos é ainda maior. Nunca foi tão alto o risco de usar mal os recursos destinados à publicidade”, destaca Wheeler. Nesse cenário, o uso de dados de compra para direcionamento preciso de recompensas se consolida como uma vantagem competitiva para o varejo supermercadista, ao permitir ações mais assertivas, redução de desperdícios promocionais e maior alinhamento com a indústria. Do dado à decisão no ponto de venda A migração do uso exclusivo de dados de terceiros para estratégias baseadas em dados próprios (first-party) e dados fornecidos voluntariamente pelos consumidores (zero-party) também impacta diretamente o varejo supermercadista. Programas de recompensas criam um ambiente de troca de valor, no qual o consumidor compartilha informações em troca de benefícios relevantes. “Personalização é crítica para engajamento e retenção. E, para personalizar corretamente, é preciso ter bons dados. A beleza de um programa de recompensas bem estruturado está na troca contínua de valor: o consumidor recebe algo relevante em troca do que compra, com base nas informações que ele mesmo compartilha”, reforça Wheeler. Apesar disso, apenas 45% das empresas afirmam que seus programas de recompensas oferecem recomendações de produtos aos consumidores, o que representa uma oportunidade direta para o varejo supermercadista ampliar vendas cruzadas, aumentar o ticket médio e apoiar estratégias de trade marketing com a indústria. Pressão sobre a mídia tradicional acelera mudanças O estudo também evidencia o desgaste do modelo fortemente dependente de mídia paga em redes sociais e buscadores. Entre os principais desafios citados pelas empresas para 2025 estão o aumento dos custos de publicidade (38%), a instabilidade das plataformas sociais (36%), a dificuldade de atender às expectativas de personalização (35%) e a desvalorização dos cookies (29%). Segundo Wheeler, a perda de sinais de dados está no centro dessas dificuldades. “Você precisa de sinais para gerar recomendações personalizadas, e a desvalorização dos cookies afeta diretamente essa capacidade. Isso torna ainda mais importante a aquisição, gestão e uso transparente dos dados do consumidor”, afirma. Recompensas como alavanca de crescimento sustentável Para o varejo supermercadista, a adoção de uma nova geração de programas de recompensas, baseada em dados de compra em nível de item e campanhas altamente personalizadas, surge como uma resposta direta aos desafios atuais do mercado. Parcerias com plataformas como a Fetch — que capturam mais de 11 milhões de transações por dia — permitem reduzir a dependência de mídia tradicional e aumentar a eficiência das ações promocionais. “Não existe melhor indicador de uma compra futura do que uma compra passada. Temos dados em nível de item, o que nos permite entender não apenas o que foi comprado, mas detalhes como sabor, tamanho da embalagem e outras preferências”, destaca Wheeler. Esse nível de detalhamento fortalece a tomada de decisão no varejo supermercadista, melhora a negociação com a indústria e amplia a capacidade de oferecer experiências mais relevantes ao consumidor. “Quando você torna a experiência simples, transparente e vantajosa, os consumidores continuam voltando. Isso ajuda as marcas a entender exatamente o retorno de cada dólar investido e a construir relações duradouras”, conclui Wheeler. Em um momento de maior racionalização dos investimentos em marketing, os programas de recompensas deixam de ser apenas ações táticas e se consolidam como uma ferramenta estratégica para fidelização, eficiência comercial e crescimento sustentável no varejo supermercadista B2B.
26/12/2025
Associados em foco
Hortifruti Natural da Terra amplia portfólio sazonal e mira aumento de ticket no fim de ano
A Hortifruti Natural da Terra ampliou sua oferta de ceias de fim de ano e reforça uma estratégia cada vez mais relevante no varejo supermercadista: a combinação entre conveniência, curadoria de produtos e antecipação de compras como alavancas para incremento de vendas e fidelização no período mais importante do calendário comercial. A rede passa a oferecer uma nova opção de ceia completa para o Ano Novo, além de mais de 50 itens avulsos entre entradas, pratos principais e sobremesas. A iniciativa permite ao varejo ampliar o ticket médio, estimular compras planejadas e reduzir a pressão operacional nos dias que antecedem as celebrações. As encomendas podem ser feitas pelo site ou diretamente em lojas selecionadas da Hortifruti no Rio de Janeiro. As refeições prontas atendem a uma demanda crescente por praticidade sem perda de qualidade, tendência que vem ganhando força no varejo supermercadista, especialmente em datas sazonais. A Ceia Pra Celebrar, novidade deste ano, serve de três a cinco pessoas e complementa o portfólio para consumidores que preferem soluções completas. Já o modelo de itens avulsos amplia a flexibilidade de compra e favorece estratégias de venda incremental, com opções como bacalhau do chef, tábua de queijos, empadão de frango com requeijão, lasanha vegetariana, cheesecake de cereja e rabanadas recheadas. “O momento de reunir a família e os amigos para uma das refeições mais especiais do ano é uma enorme responsabilidade, e queremos apoiar os clientes que nos escolhem e confiam na nossa marca oferecendo cuidado em cada etapa do processo, da seleção dos ingredientes ao preparo e à entrega, garantindo a qualidade, o frescor e o sabor que cada convidado de sua ceia merece”, afirma Luiz Elisio Mello, CEO da Hortifruti Natural da Terra. Além das ceias, a rede também aposta em um mix estratégico de produtos sazonais, ampliando oportunidades de cross-selling e fortalecimento da marca própria. Entre os destaques estão os panetones exclusivos Natural da Terra, disponíveis nos sabores Frutas Cristalizadas, Gotas de Chocolate, Avelã e Doce de Leite, além de uma linha Zero, alinhada à demanda por produtos com apelo mais saudável. A estratégia se completa com uma curadoria de vinhos nacionais e importados, com rótulos do Brasil, Chile, Argentina e Portugal, e uma seleção especial de pescados — categoria tradicionalmente forte no fim de ano. O destaque é o Bacalhau Gadus Morhua, oferecido em cortes especiais como lombo, lascas e postas, reforçando o posicionamento da rede em qualidade, frescor e especialização. Para o varejo supermercadista, o movimento da Hortifruti Natural da Terra evidencia como a antecipação de pedidos, a diversificação do portfólio e a valorização de soluções prontas podem gerar ganhos operacionais, aumentar o fluxo planejado nas lojas e fortalecer o relacionamento com o consumidor em períodos de alta demanda.
26/12/2025
Por dentro da asserj
ASSERJ deseja Feliz Natal aos seus associados e a todo o setor supermercadista
A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) deseja um Feliz Natal aos seus associados e a todo o setor supermercadista, com uma mensagem de união, resiliência e valorização do varejo supermercadista fluminense. O período natalino, tradicionalmente um dos mais relevantes para o setor supermercadista, também se consolida como um momento de reflexão sobre o papel estratégico dos supermercados na economia e na vida das famílias fluminenses. Presente em todas as regiões do estado, o varejo supermercadista segue como um dos principais geradores de emprego, renda e abastecimento essencial à população. Para o presidente da ASSERJ, nesta época do ano é importante reconhecer o esforço diário de empresários, colaboradores e parceiros do setor. “O Natal vai muito além da vendas, é um momento de agradecer e reconhecer o trabalho incansável de todos que fazem o varejo supermercadista acontecer. Desejo um Feliz Natal, com saúde, união e esperança, a todos os empresários, colaboradores e famílias que constroem diariamente a força do nosso setor. Que 2026 venha com mais oportunidades, crescimento e prosperidade para todos”, afirma o presidente da ASSERJ. A ASSERJ destaca ainda que o Natal representa um período de proximidade com o consumidor, no qual as redes associadas intensificam ações voltadas à experiência de compra, ao abastecimento eficiente e ao atendimento de qualidade, reforçando a confiança construída ao longo do ano.
24/12/2025
Comportamento & tendência
Quem dita as regras do consumo? A nova divisão geracional no varejo supermercadista
Um movimento de reorganização geracional no consumo está redesenhando o desempenho e as estratégias do varejo supermercadista. De acordo com um novo relatório do The Feedback Group, consumidores das gerações Z, Millennials e X estão migrando para formatos que oferecem preços mais agressivos e percepção clara de desconto, enquanto Baby Boomers e a Geração Silenciosa mantêm maior fidelidade aos supermercados tradicionais. A pesquisa, realizada com 1.100 consumidores, aponta que redes que oferecem mais descontos lideram a preferência entre os públicos mais jovens. O dado acende um alerta para o varejo supermercadista tradicional, especialmente no que diz respeito à proposta de valor e à comunicação com essas gerações. Segundo o levantamento, millennials e consumidores da geração X indicaram os supermercados tradicionais como o segundo formato favorito em 2024. Em 2025, no entanto, essa preferência despencou, posicionando o canal próximo ao final do ranking. Para Brian Numainville, diretor do The Feedback Group, o cenário exige atenção imediata. “Está em curso uma reorganização geracional, com consumidores mais jovens optando por outros formatos de compra. Isso obriga o varejo supermercadista a reavaliar como se conecta com um público essencial para sua relevância futura”, afirma. Digital supera o impresso e reforça papel do mobile O estudo também evidencia uma mudança clara nos canais de comunicação promocional. Os anúncios digitais seguem ganhando espaço sobre os folhetos impressos: 52% dos entrevistados afirmam depender de ofertas digitais, enquanto 48% ainda consultam materiais físicos. Além disso, cerca de um terço dos consumidores utiliza smartphones dentro da loja para localizar promoções e comparar preços, reforçando a importância de estratégias omnichannel bem integradas. As redes sociais surgem como uma oportunidade ainda pouco explorada. Embora 88% dos entrevistados utilizem plataformas sociais, apenas 25% afirmam se relacionar com supermercados por esses canais — um gap relevante para ações de engajamento, fidelização e conversão. Satisfação segue alta, mas com pontos de atenção Apesar das transformações no comportamento de compra, o nível de satisfação geral com os supermercados permanece elevado, com nota média de 4,39 em uma escala de um a cinco. Os caixas com atendentes ainda lideram a preferência (4,45), mas o autoatendimento se mantém competitivo, com índice de 4,29, indicando que a convivência entre os dois modelos segue estratégica. Outros atributos bem avaliados incluem qualidade dos alimentos (4,48), limpeza (4,47) e custo-benefício (4,19). A pesquisa também revela que a ruptura de produtos impacta diretamente a experiência: consumidores que não encontraram todos os itens desejados atribuíram nota média de 3,99, contra 4,47 entre aqueles que localizaram tudo o que procuravam. Experiência sensorial impulsiona vendas O relatório destaca ainda o papel crescente da experiência no ponto de venda como alavanca comercial. Elementos como aromas agradáveis, música ambiente e degustações contribuem diretamente para o aumento do ticket médio. Segundo os dados, estímulos olfativos podem gerar alta de 25% nas vendas, enquanto música envolvente e amostras gratuitas elevam os gastos em 35% e até 67%, respectivamente. Escuta ativa e personalização fortalecem fidelização Outro ponto crítico identificado é a escuta do cliente. Apenas 45% dos consumidores afirmam que seus supermercados buscam ativamente feedback, embora 59% se sintam valorizados pelas lojas onde compram com mais frequência. Para Doug Madenberg, diretor de escuta do The Feedback Group, a conexão emocional e a personalização são decisivas: “Experiências sensoriais, interações positivas, reconhecimento individual e a percepção de que o supermercado está ouvindo o cliente impactam diretamente a fidelização e o aumento dos gastos. O varejo que fechar essa lacuna tende a construir relações mais sólidas e alcançar desempenho superior.”
24/12/2025
Indústria em cena
Kraft Heinz anuncia novo CEO em meio à reestruturação da companhia
A Kraft Heinz, detentora de marcas como Heinz, Kraft e Philadelphia, anunciou a nomeação de Steve Cahillane, ex-presidente da Kellogg, como novo CEO da companhia. A chegada do executivo ocorre em um momento estratégico, marcado pelo processo de divisão da empresa em duas companhias independentes. Cahillane assume o cargo em 1º de janeiro, substituindo Carlos Abrams-Rivera, que permanecerá como consultor até março para apoiar a transição. Aos 60 anos, o executivo liderou a Kellogg durante sua separação corporativa em 2023 e seguiu à frente da Kellanova até sua venda para a Mars, concluída neste ano por aproximadamente US$ 36 bilhões. “É uma honra me juntar à Kraft Heinz como CEO em um momento tão crucial e empolgante”, afirmou Cahillane em comunicado. “Dediquei minha carreira à construção de marcas, e a oportunidade de fazer isso com o portfólio icônico da Kraft Heinz é a realização de um sonho.” A decisão de dividir as operações da companhia foi anunciada em setembro, dez anos após a megafusão liderada por Warren Buffett, em parceria com a gestora 3G Capital, dos empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira.
24/12/2025
Por dentro da asserj
Escola ASSERJ capacita 2,8 mil profissionais e soma 7,2 mil horas-aula em 2025
A Escola ASSERJ encerra 2025 com resultados expressivos que reforçam seu papel como um dos principais pilares de desenvolvimento humano e profissional do setor supermercadista fluminense. Ao longo do ano, a Associação manteve um panorama consistente de ações voltadas para Treinamento e Desenvolvimento, alinhadas às demandas operacionais, estratégicas e de relacionamento com o consumidor. No total, a ASSERJ ofertou 936 horas de cursos internos, realizados em diferentes instituições, refletindo um investimento contínuo no aprimoramento técnico e comportamental das equipes. O volume resultou em uma média de 34,7 horas de capacitação por colaborador, índice considerado robusto para o fortalecimento das competências necessárias à atuação no setor. “A Escola ASSERJ é uma ferramenta essencial para preparar profissionais mais qualificados, engajados e alinhados com as transformações do setor supermercadista. Nosso foco vai além do treinamento técnico: buscamos desenvolver pessoas que impactem positivamente os resultados das redes associadas e a experiência do consumidor”, afirma Michelle Rodrigues, gerente de Gestão de Pessoas da ASSERJ. Engajamento elevado e alto aproveitamento De forma geral, o índice de aproveitamento dos treinamentos da Escola ASSERJ superou 90%, indicador que evidencia a aderência dos temas, a qualidade dos fornecedores e o comprometimento dos participantes. “Esse resultado mostra que estamos no caminho certo, oferecendo conteúdos que dialogam diretamente com a realidade do varejo supermercadista e com as necessidades do dia a dia das operações”, complementa Michelle. Escola ASSERJ: números que traduzem impacto Em 2025, a Escola ASSERJ ampliou significativamente seu alcance junto aos profissionais do setor. Ao todo, foram realizados: 9 cursos 38 turmas 2.800 alunos inscritos 2.200 concluintes 7.200 horas-aulas 3 cursos em parceria com a indústria (Buaiz Alimentos e Sadia) NPS de 92%, refletindo alto nível de satisfação dos participantes A diversidade dos temas reforçou o compromisso da Escola ASSERJ com a formação prática e estratégica, abordando desde áreas operacionais até experiência do cliente e vendas especializadas. Entre os destaques de 2025 estão cursos como Atendente de Adega, O Poder do Açougue, Como valorizar o FLV, Postura vocal para locutores de supermercado, Panificação, Confeitaria, além de capacitações em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e formações em parceria com a indústria. Olhar para o futuro Para 2026, a ASSERJ já projeta a oferta de mais de 1.000 horas de cursos, mantendo o foco na continuidade do desenvolvimento das equipes, no fortalecimento das competências estratégicas e na sustentação dos resultados institucionais. “Capacitar é investir no futuro do setor. A Escola ASSERJ seguirá evoluindo, ampliando parcerias e oferecendo conteúdos cada vez mais conectados com inovação, eficiência operacional e experiência do cliente”, conclui Michelle Rodrigues.
23/12/2025
Economia
2026 deve consolidar queda da inflação e dos juros e redesenhar estratégias de crédito no varejo supermercadista
As projeções econômicas para 2026 indicam um cenário de maior previsibilidade macroeconômica, com expectativa de desaceleração da inflação e trajetória mais consistente de queda dos juros. Para o varejo supermercadista, esse ambiente tende a ir além de um simples alívio financeiro: ele redefine decisões de crédito, investimento, expansão e gestão de caixa. A leitura predominante do mercado é que o Banco Central vem conseguindo ancorar expectativas, fator considerado essencial para setores intensivos em capital, como o varejo supermercadista, que depende de crédito estruturado, renegociação de prazos, investimentos em tecnologia, logística e expansão física. “No mercado de crédito, previsibilidade é tão importante quanto taxa. As projeções para 2026 reforçam a confiança no Banco Central justamente por indicarem consistência na condução da política monetária”, avalia Pedro Da Matta, CEO da Audax Capital. Segundo ele, esse ambiente favorece operações de crédito estruturado, renda fixa e capital privado — instrumentos cada vez mais utilizados por empresas fora do sistema bancário tradicional. Planejamento de médio prazo ganha força Para redes supermercadistas, a previsibilidade apontada pelo Boletim Focus permite retomar o planejamento de médio prazo, algo que ficou comprometido nos últimos anos diante da volatilidade de juros, inflação e consumo. “As projeções para 2026 ajudam a consolidar a confiança do mercado no Banco Central porque reduzem incertezas e permitem planejamento de médio prazo”, destaca João Kepler, CEO da Equity Group. Ele ressalta que esse cenário influencia diretamente decisões de investimento, valuation e apetite ao risco, pontos críticos para empresas em expansão ou em processo de profissionalização. No varejo supermercadista, esse movimento tende a se traduzir em decisões mais criteriosas sobre abertura de lojas, retrofit de unidades, automação de processos, investimentos em prevenção de perdas e fortalecimento da cadeia logística. Crédito mais técnico e seletivo Outro efeito direto do cenário projetado para 2026 é a mudança na lógica do crédito. Com juros ainda elevados, mas em trajetória de queda e com maior previsibilidade, o mercado passa a operar com mais racionalidade e análise de risco. “O Boletim Focus reforça a credibilidade do Banco Central ao reduzir ruídos que poderiam gerar volatilidade excessiva. Para o universo de FIDCs, essas projeções são fundamentais, pois impactam diretamente a formação de taxas e a avaliação de risco de crédito”, explica Edgar Araújo, CEO da Azumi Investimentos. Para o varejo supermercadista, isso significa mais acesso a alternativas como FIDCs, securitização de recebíveis e estruturas híbridas de funding, especialmente para redes de médio porte que buscam reduzir dependência do crédito bancário tradicional. Decisões de investimento mais disciplinadas O ambiente de maior previsibilidade também influencia o comportamento de investidores e gestores, que passam a olhar menos para movimentos de curto prazo e mais para fundamentos estruturais. “As expectativas para 2026 ajudam a sustentar a credibilidade do Banco Central ao sinalizar continuidade no combate à inflação e compromisso com estabilidade macroeconômica”, afirma Leandro Turaça, sócio-gestor da Ouro Preto Investimentos. Segundo ele, essas projeções impactam diretamente decisões de alocação, revisão de carteiras e estratégias para o próximo ciclo econômico. No contexto do varejo supermercadista, essa mudança tende a favorecer empresas com governança mais sólida, dados financeiros organizados, controle de margens e visão clara de crescimento sustentável. O que esperar para 2026 no varejo supermercadista Na prática, o cenário projetado aponta para um setor que entra em 2026 mais cauteloso, porém mais estratégico. Entre as principais tendências estão: Revisão das estruturas de capital, com busca por crédito mais eficiente e alinhado ao fluxo de caixa; Maior seletividade em investimentos, priorizando eficiência operacional e retorno claro; Planejamento financeiro mais robusto, com foco em previsibilidade e disciplina; “Quando há previsibilidade macro, o mercado consegue estruturar operações mais eficientes e sustentáveis”, resume Pedro Ros, CEO da Referência Capital. Para ele, o encerramento do ano é o momento em que empresas revisam rotas, ajustam estratégias e se preparam para atravessar o próximo ciclo com mais clareza e menos improviso. Para o varejo supermercadista, 2026 não deve ser marcado por euforia, mas por decisões mais técnicas, estratégicas e sustentáveis, um movimento que tende a separar redes bem estruturadas daquelas que ainda operam sem planejamento financeiro consistente.
23/12/2025
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