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Self Checkout: Supemercados procuram inovação no atendimento mais ágil
A modalidade de autopagamento está crescendo nas redes de supermercados e pode ser uma das grandes tendências do setor para a próxima década Tem crescido no segmento supermercadista a necessidade de investimento em Customer Experience, ou seja, a experiência do cliente na jornada de compras. Entre elas, a oportunidade do cliente agilizar o pagamento de suas compras, evitar filas e aproveitar serviços oferecidos por supermercados que investem nesse conceito. O Self checkout tem conquistado destaque nos últimos anos no Brasil. A modalidade já é considerada um sucesso nos Estados Unidos, onde em 2021 chegou a 85% de aprovação nas redes de super e hipermercados do pais, segundo o estudo 'The State of Self-Checkout Experiences". A pesquisa ainda demostra que, se um supermercado oferece as duas opções de pagamento: a tradicional e a self checkout, cerca de 60% dos consumidores possuem a tendência de optar pela segunda alternativa. Provando uma mudança de comportamento que deverá seguir nas próximas décadas. No Brasil, grandes varejistas como a Americanas e o Grupo Pão de Açúcar foram as pioneiras na modalidade ainda em meados de 2022. Atualmente, redes como Supermarket, Prezunic, Zona Sul Supermercados e outros estão aderindo ao movimento. O que é o Self Checkout? [caption id="attachment_29800" align="alignleft" width="300"] Self Checkout do Pão de Açúcar[/caption] Também conhecido como 'autoatendimento', a tecnologia foi adotada inicialmente pelas empresas do varejo de roupas como as gigantes Renner e Riachuelo, ainda em 2021. Durante as restrições impostas pela pandemia da covid-19, seu uso acabou se tornando popular. No ano seguinte, os supermercados aderiram a essa prática que existe nos Estados Unidos desde 2018 com as gigantes Walmart e Makro. Atualmente, tem sido a grande saída para fugir das longas filas de compras que existem nos caixas tradicionais, inclusive, nos de 15 ou 20 volumes que, teoricamente, deveriam andar mais rápido. Segundo um levantamento da consultoria McKinsey, o Self Checkout seguirá sendo usado por 79% dos consumidores que já utilizaram essa modalidade. Em um estudo recente da Croma Marketing Solutions, cerca de 60,4% dos brasileiros preferem o autoatendimento. Benefícios do Self Checkout Há de se ponderar sobre a necessidade do seu estabelecimento para a implementação do Self Checkout. Além de estudar as variáveis como espaço físico, custo operacional, treinamento de time e softwares, uma estação de autoatendimento com 4 caixas sai em média por 400 mil reais de investimentos. Porém, os resultados são, em grande maioria, positivos: Diminui custos operacionais: com uma estação possuindo 4 caixas de autoatendimento é necessário apenas um operador para monitoramento Reduz tempo de espera: o principal motivo da existência do Self-Checkout é a demora no atendimento. Por ser rápido e autônomo, o cliente terá uma melhor experiência Equipamento versátil: produtos que não possuem código de barras, como legumes e frutas, são registrados com a própria balança do caixa, acelerando o processo Customer experience: cada vez mais, os clientes exigem mais do que uma venda, eles querem uma boa experiência. Oferecer agilidade, autonomia e atendimento personalizado são grandes apostas para fidelizar o consumidor Espaço físico: considerado o grande desafio do Self-Checkout, o domínio do espaço físico passa por colocar a sua estação de autoatendimento localizada estrategicamente para se tornar a 'prioridade' do cliente.
21/02/2024
Armadilha luminosa para insetos: como usar adequadamente
Consultor da ASSERJ dá dicas para o uso correto das armadilhas luminosas As armadilhas luminosas fazem parte do manejo integrado de pragas urbanas e servem para mapear os pontos de ocorrência de insetos voadores como moscas, mosquitos, mariposas, besouros, dentre outros. O uso adequado é fundamental para garantir a eficácia no monitoramento e controle desses insetos, especialmente em indústrias de alimentos, bebidas, insumos e embalagens, que necessitam cumprir as normas de qualidade. O consultor técnico de Segurança Sanitária da ASSERJ, Flávio Graça, explica que “é comum identificar erros no uso desta armadilha, como a instalação do aparelho em alturas ou locais inadequados e a utilização de modelos incompatíveis com o problema a ser solucionado. O uso errado atrai insetos para o local que deveria ser protegido; provoca falhas no monitoramento; tem baixa atratividade de moscas e outros insetos voadores; e demora para capturá-los”. É importante lembrar que as moscas podem colocar em risco a saúde dos consumidores e comprometer seriamente a reputação da marca, trazendo grandes prejuízos para a empresa. Flávio Graça apresenta dicas preciosas para utilização das armadilhas luminosas como nunca instalar as armadilhas: Em frente a porta ou janelas porque a luz UV emitida pela armadilha pode atrair os insetos voadores de fora para dentro. Isso aumentaria a quantidade de insetos na área interna que deveria ser protegida, gerando riscos maiores de contaminação de alimentos, embalagens, equipamentos e outros produtos. Na passagem de pessoas ou empilhadeiras, pois em locais estreitos, corredores de acesso de funcionários, antessalas e áreas de passagem de empilhadeiras, o equipamento pode atrapalhar a circulação de pessoas ou máquinas. Isso pode ocasionar acidentes, quedas da armadilha e ainda dificultar a substituição das peças de reposição como as lâmpadas UV. Próximas a alimentos porque quando a armadilha está muito próxima ou em cima dos alimentos, ela também irá atrair os insetos voadores, aumentando muito o risco de contaminação. O ideal é manter uma distância segura entre a armadilha e o alimento de no mínimo três metros. Na direção de correntes de ar, pois é contraindicado o uso de ventiladores em ambientes de fabricação e manipulação de alimentos, mas alguns comércios, como açougue e supermercados, ainda fazem este uso. Se a armadilha estiver instalada na direção de correntes de ar ou dutos de ventilação, os insetos podem ser jogados pelo vento contra os alimentos, máquinas ou superfícies. O fluxo de ar ainda pode atrapalhar a trajetória dos insetos voadores e impedir sua captura na placa adesiva. Próxima de outras fontes de luz, pois as lâmpadas UV-A são consideradas ideais para atração de insetos fotossensíveis. Porém, instalá-las muito próximas a outras fontes de luz pode gerar uma concorrência entre as fontes e dividir a atração dos insetos. Isso ocorre porque as lâmpadas convencionais também exercem uma pequena atração sobre os insetos. Não instale armadilha luminosa fora do alcance de voo da praga-alvo, pois isso faz com que ela fique voando por mais tempo dentro do ambiente e demore mais para ser capturada na placa adesiva. A maioria dos insetos, a altura recomendada é entre 1,50 e 1,80 metros. Importante lembrar de fazer a limpeza periódica das armadilhas luminosas e usar sempre da maneira mais eficaz.
21/02/2024
Por dentro da asserj
O RH do seu supermercado está preparado para lidar com os desafios de recrutamento e seleção?
A questão foi tema da primeira Reunião do Conselho de RH da ASSERJ, que contou com a palestra da consultora Marilene Fernandes Dando o pontapé inicial das trocas e aprendizados em 2024, a primeira Reunião do Conselho de RH da ASSERJ, realizada nesta terça (20), pelo Zoom, explorou o desafio de recrutar e selecionar profissionais para o setor. Com alta rotatividade, principalmente em funções que lidam diretamente com o público, o setor supermercadista vive o dilema de selecionar colaboradores que se comprometam com os valores organizacionais e que permaneçam no emprego. Para abordar o tema e apresentar estratégias de seleção, a ASSERJ convidou a palestrante e consultora de RH, Marilene Fernandes, que ressaltou a técnica da entrevista por competência baseada em valores. A especialista citou quatro grandes pensadores, filósofos e administradores: Mario Sergio Cortella, Peter Drucker, Vicente Falconi e Sam Walton (fundador da Walmart) para exemplificar a importância dos valores na cultura organizacional. Fernandes lembrou que “é preciso ter cuidado ao recrutar operadoras de caixa, por exemplo, que precisam de competências de gestão de crise, empatia e relacionamento pessoal. A dica é selecionar por competências baseada em valores. A melhor forma de prever o comportamento de uma pessoa é olhar para o seu passado”. Ao responder à coordenadora de RH dos Supermercados Guanabara, Suelen Maia, sobre os casos específicos de primeiro emprego e jovem aprendiz, a consultora sugeriu “perguntar sobre vida pessoal, constituição familiar e interações na vida estudantil porque o candidato está em formação. Uma vez contratado, o RH deve apoiar a construção da base de valores para jovens no início de carreira”. Na abertura da reunião, a gerente de Gente e Gestão da ASSERJ, Adriana Lima, lembrou que o calendário da Escola ASSERJ está disponível no site com a programação anual. Ela contou que o curso de açougue, realizado neste mês, registrou recorde de inscrições e avisou que estão abertas as inscrições para o curso inédito “Sommelier de Adega”. Na sequência, Aline Freire, da equipe Comercial da ASSERJ, fez uma breve apresentação da SRE Trade Show e reforçou as inscrições gratuitas para os associados. A reunião contou com a presença das 30 pessoas inscritas - sucesso total!
20/02/2024
A ASSERJ repudia qualquer forma de racismo
A notícia de uma briga na fila de um supermercado em Nova Iguaçu, que terminou em crime de racismo e viralizou na internet, levanta a importância da capacitação de funcionários para atuar em situações deste tipo É extremamente importante que treinamentos e programas de sensibilização, com análise de casos reais, auxiliem na tomada de decisão e influenciem na atitude dos colaboradores diante dessas ocorrências até a chegada da força policial. Após o emblemático caso da morte de João Alberto Silveira na loja do Carrefour, em Porto Alegre, em 2021, entidades antirracistas exigiram a implementação de medidas educativas na empresa, como a inclusão de afrodescendentes no Conselho de Administração e a criação de comitês integrados por pessoas negras para tratar de temas relacionados à diversidade. Nos últimos dois anos o Carrefour assumiu a responsabilidade de fazer uma transformação de dentro para fora no combate ao racismo estrutural no país, com investimento de mais de R$ 115 milhões na área de educação. Todos os colaboradores são constantemente capacitados para uma postura antirracista e foi firmada uma parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares para criação do primeiro curso de nível superior para formação de profissionais na área de segurança visando combater o racismo. Com o objetivo de conscientizar colaboradores, clientes e a sociedade com campanhas pontuais que abordam pautas como inclusão, homofobia e racismo, entre outras, a ASSERJ criou o SENSIBILIZA ASSERJ. Racismo é crime É dever de todos impedir e denunciar casos de racismo. Apelidos, ofensas, desprezo a costumes e hábitos, cânticos seja no supermercado, na loja ou no trabalho, evidente ou não, racismo é crime e não deve ser normalizado. A vítima tem o direito de denunciar qualquer forma de ultraje, constrangimento e humilhação. Caso seja vítima de racismo, injúria racial ou qualquer outra forma de discriminação, o Núcleo de Combate ao Racismo e à Discriminação Étnico-racial (Nucora) da Defensoria Pública do ERJ presta assistência jurídica integral, por meio de ações e atividades relativas à proteção dos direitos humanos. O Nucora está localizado na Avenida Rio Branco, 147 - 12° Andar, sala 1501, Centro.
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