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Vitória memorável da ASSERJ: Projeto de Lei do ROT aprovado!
Depois de muitas discussões, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou o PL que dispensa o Regime Optativo de Tributação (ROT-ST) para o varejo Com a aprovação pela Alerj, o Projeto de Lei aguarda a sanção do governador Cláudio Castro para se tornar lei. O objetivo do regime optativo é dispensar o pagamento do tributo correspondente à complementação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) retido por substituição tributária. Esta complementação acontece nos casos em que o preço praticado ao consumidor final é superior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. Só poderão aderir ao regime os contribuintes que firmarem compromisso de não exigir a restituição decorrente de realização de operações a consumidor final com preço inferior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. A substituição tributária foi criada para facilitar a arrecadação do ICMS. Trata-se de uma retenção antecipada do imposto, baseada em previsão de arrecadação, que é cobrada somente do primeiro contribuinte da cadeia produtiva de um determinado produto.
09/04/2024
Redes associadas da ASSERJ estão entre as 10 maiores marcas do setor supermercadista do Brasil
Estudo da Associação Brasileira de Supermercados elencou as marcas mais valiosas do varejo supermercadista O Ranking Abras, elaborado pela instituição de mesmo nome e que representa o setor a nível nacional, divulgou na segunda-feira, 8 de abril, um estudo completo sobre as movimentações do varejo supermercadista no último ano. Além disso, foi publicada uma lista com as 30 marcas mais valiosas da categoria. Cerca de três marcas filiadas a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, ASSERJ, estão no top 10 do ranking nacional: Grupo Carrefour (1º lugar), Grupo Pão de Açúcar (4º lugar) e Cencosud (8º lugar). “Estar mais uma vez no topo do Ranking Abras é um motivo de muito orgulho. O ano de 2023 foi de trabalho intenso, mas conseguimos superar os desafios e conquistar resultados positivos que consolidam a nossa posição como líder no setor. Seguiremos desenvolvendo iniciativas que tenham o cliente no centro das nossas decisões e que tenham sinergia com todo ecossistema do Grupo”, celebra Stéphane Maquaire, CEO do Grupo Carrefour Brasil. Segundo a NielsenlQ, parceira do Departamento de Economia e Pesquisa da Abras, foi constatado que o setor teve mais um ano de crescimento alcançando um faturamento de R$ 1 trilhão, por meio da operação de todos os formatos e canais de distribuição (supermercado convencional, hipermercado, atacarejo, mercado de vizinhança, loja de conveniência e contêiners em condomínios). Segundo o consolidado, esse resultado representou 9,2 % do Produto Interno Bruto, o PIB, em 2023. O setor ainda gerou cerca de 5,5 milhões de empregos diretos e indiretos, reflexo da expansão em relação ao número de lojas, passando de 94.706 para 96.282 unidades gerais. Ranking Abras Segundo o novo ranking da Abras, houve mudanças entre as 30 maiores empresas do setor supermercadista brasileiro. O levantamento considerou a amostra proveniente de empresas que se dispuseram a participar da pesquisa em 2024 e que, nesta edição, ampliou o número de marcas para 1.251 empresas analisadas. O ranking brasileiro teve o Carrefour liderando pela 8ª vez o ranking da Abras, movimentando cerca de R$ 115,5 bilhões em 2023. Em seguida o ASSAI Atacadista, no segundo lugar com R$ 73 bilhões e o Grupo Mateus, em terceiro, com R$ 30,5 bilhões. Confira o ranking: 2024 Empresa Sede Faturamento (R$) 1 GRUPO CARREFOUR BRASIL SP 115.458.000.000 2 ASSAÍ ATACADISTA SP 72.785.000.000 3 GRUPO MATEUS MA 30.245.569.000 4 GPA SP 20.617.000.000 5 SUPERMERCADOS BH MG 17.388.297.482 Total 5 Maiores 256.493.866.482 6 GRUPO MUFFATO PR 15.658.436.442 7 GRUPO PEREIRA SP 13.196.102.780 8 CENCOSUD BRASIL SP 11.180.952.960 9 MART MINAS ATACADO E VAREJO & DOM ATACADISTA MG 9.436.803.936 10 GRUPO KOCH HIPERMERCADO SC 7.996.860.000 Total 10 Maiores 313.963.022.600 11 DMA DISTRIBUIDORA S.A (Epa, Brasil Atacarejo e Mineirão Atacarejo) MG 7.994.196.464 12 ZAFFARI SUPERMERCADOS RS 7.660.000.000 13 TENDA ATACADO SP 6.971.526.404 14 COSTA ATACADÃO DF 6.807.741.023 15 SAVEGNAGO SUPERMERCADOS SP 6.092.335.054 16 SONDA SUPERMERCADOS SP 5.159.283.793 17 ATACADÃO DIA A DIA DF 5.102.663.114 18 DIA BRASIL SP 4.870.715.105 19 PLURIX SP 4.708.542.000 20 GRUPO LÍDER PA 4.644.379.929 Total 20 Maiores 373.974.405.486 21 NOVO ATACAREJO PE 4.634.465.490 22 GRUPO ABC MG 4.487.372.006 23 COMERCIAL ZAFFARI RS 4.401.683.514 24 ATACADÃO ATAKAREJO BA 4.309.729.161 25 GRUPO AMIGÃO PR 4.207.067.841 26 GRUPO SUPERNOSSO MG 4.142.533.345 27 GRUPO BAHAMAS MG 4.013.175.854 28 ROLDÃO ATACADISTA SP 3.897.252.150 29 GIASSI SUPERMERCADOS SC 3.757.829.855 30 ANGELONI SC 3.517.175.756 Total 30 Maiores 415.342.690.458
09/04/2024
Economia
Rio deixa de ter a cesta básica mais cara do Brasil; veja os números
Consolidados de março apontam para a primeira redução no valor da cesta básica na capital fluminense Segundo o levantamento feito pela Future Tank, consultora econômica da ASSERJ, com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), na última segunda-feira, 8, o preço da cesta básica no Rio de Janeiro teve uma queda de 2,5% em comparação ao mês de fevereiro. Essa é a primeira retração no valor em seis meses, no Estado. Agora, a cesta básica passa a custar R$ 812,25, caindo para o segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo, que lidera com R$ 813,26. Segundo o Dieese, cerca de 10 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, tiveram um aumento em seu preço final. As maiores altas foram registradas em Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%), Natal (4,49%) e Aracaju (3,90%). Os principais auxiliares na deflação do preço dos produtos da Cesta Básica vieram do agro, com destaque para o óleo de soja, que está operando em excesso no campo, a carne bovina, que vem frustrando os números da exportação e obrigando a queda do preço no mercado interno e o arroz agulhinha, cujo avanço da colheita e o aumento da importação evitaram que o aumento chegasse ao consumidor. Por outro lado, a banana vem enfrentando uma maior demanda com menor oferta e o café, onde o volume de exportação tem subido bastante, vive com a incerteza sobre a safra de 2024/25. Ambos, contiveram a queda no valor da cesta básica. Em comparação com o cenário nacional, o preço final da cesta cresceu em março (+0,7%), impactado pela inflação de 10 das 17 capitais pesquisadas. No primeiro trimestre do ano, o conjunto dos alimentos básicos do Rio de Janeiro acumulou uma inflação de 10%, bem acima da média de 6,4%.
09/04/2024
Royal aposta firme no retail media com a grande indústria
No recém-inaugurado Hipercenter Royal, corredores são tomados por retail media de grandes parceiros da indústria Principal tendência discutida na NRF 2024, a maior feira de varejo do mundo, e presente nas palestras do Convenção das Américas de Supermercados na 34ª SRE Trade Show, o retail media começa a ganhar espaço nas redes do setor, no sul do Rio de Janeiro. No Hipercenter Royal, inaugurado em 15 de março, no coração da cidade de Volta Redonda, a grande aposta do marketing do grupo de varejo supermercadista com raízes japonesas é criar negócios a partir do retail media, mirando uma nova ponte entre o consumidor e o produto. "Com a criação desses painéis, construímos uma nova ponte de trade com a indústria", afirmou o diretor comercial do Grupo Royal, Egberto Chokyu. Os corredores do novo supermercado estão recheados com retail media, são mais de 15 pontos de publicidade digital espalhados por todos os setores da loja. O conceito não fica apenas dentro: logo na entrada, um imenso telão recepciona os visitantes. A história por trás do retail media, no Royal, surgiu da necessidade de uma grande empresa alimentícia ser mais assertiva com o consumidor. “Este fornecedor precisava alavancar suas vendas e comunicar de maneira diferente com nossos clientes. Saímos da zona de conforto e criamos novas ferramentas", afirma o diretor. Após um estudo, o Royal passou a entender que a indústria precisava se relacionar mais e melhor com o cliente. "A indústria não quer apenas conversar sobre números, ele quer entender o público, saber mais informações. Ele quer ações de trade, ele quer entrar no jogo e marcar território", explica Egberto. Por isso, o Royal realizou uma pesquisa já visando uma solução: o retail! O fenômeno do retail media não é algo temporário, segundo um levantamento da Newtail, empresa especializada no ramo, cerca de 79% das agências de marketing no Brasil já atuam com um braço voltado para esse conceito, e 75% das empresas varejistas que não a adotaram ainda, planejam estudar o conceito em até um ano. Eduardo Ritti, especialista em trade marketing e quem executou o retail media no Royal, pontua que a estratégia por trás do conceito é emplacar o mapeamento do comportamento do cliente diante de outras marcas, outras localidades e principalmente outros produtos. "Isso é uma joia para o fornecedor", enfatiza. "Estamos tendo uma aproximação muito forte com os fornecedores desde o último ano, tanto no canal on quanto o off, mas principalmente o 360º com o cliente, fazendo com que ele sinta a necessidade da marca no streaming, no anúncio tradicional, na rede social e em outros canais", diz Ritti, ao revelar que uma das grandes sacadas do Royal foi não ficar apenas no digital. "Temos adesivos colocados na esteira de compras, em locais estratégicos que o olhar do consumidor procura", completou. No entendimento do Royal, o retail media deve ser 360º, outro conceito do marketing para conteúdos destinados a vários canais. Assim, o produto passará pela promoção, divulgação e em ações de trade com resenhas feitas pelo supermercadista ou formadores de opinião, ajudando tanto o cliente a conhecer o produto quanto o fornecedor a entender sobre o consumo. A indústria passará a usar os supermercados como uma verdadeira 'universidade' para aprimorar as suas estratégias com a grande massa. Entretanto, para se tornar rentável ao varejo, o 'pedágio' é pago com publicidade do produto feito em larga escala em setores estratégicos do mercado.
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