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Começa hoje a Semana da Oportunidade de Emprego Guanabara
Até sexta-feira (12), candidatos podem se inscrever nas mais de 400 vagas de emprego disponíveis O setor supermercadista é um dos que mais emprega no varejo fluminense. Para se ter uma ideia do nosso potencial, no mês de fevereiro, pela primeira vez em três anos, o setor teve mais entradas de emprego do que saídas com a abertura de 327 postos de trabalho com carteira assinada. E não para por aí! A rede Supermercados Guanabara, composta por 26 lojas, realiza a Semana da Oportunidade de Emprego Guanabara. De hoje até sexta-feira (12). São mais de 400 vagas disponíveis como Fiscal de Salão, Operador de Câmara Fria, Operador de Caixa, Repositor e muito mais. Os locais para a inscrição são: unidades da Universidade Estácio Maracanã (R. Morais e Silva, 40), Nova Iguaçu (R. Oscar Soares, 1466) e Campo Grande (Estrada do Mendanha, 555). É preciso levar RG, CPF, CNH (vagas de motorista e operador de empilhadeira), CTPS digital, título de eleitor, comprovantes de residência e de escolaridade, certidão de nascimento, certidão de casamento, certificado de reservista (se aplicável) e currículo atualizado impresso. Não deixe esta chance escapar!
10/04/2024
Álcool 70%: varejistas seguem na corrida para se desfazer do estoque
O prazo final para zerar os frascos de álcool restantes é 29 de abril Com a volta da proibição da venda de álcool 70% na forma líquida, determinada em 31 de dezembro do ano passado, o varejo tem até o dia 29 para se desfazer do estoque do produto. Adotada sob a justificativa de que a versão líquida é altamente inflamável, representando um risco em especial para crianças, a medida é polêmica e pesa no bolso do consumidor. O custo do produto em gel é bem maior do que o líquido e demanda mais tempo na fabricação. O coordenador de Planejamento e Controle de Produção da Álcool Montenegro, Matheus Rangel, afirma que “o impacto da proibição é gigantesco e até difícil para nós mensurarmos”. Ele explica que o custo do produto em gel é bem maior: “O gel precisa de outros insumos como espessantes, desnaturantes e neutralizantes. Essas matérias-primas são importadas e zelamos pela qualidade do nosso produto. Não abrimos mão dessa prestação de serviço de alto nível”. O custo de fabricação também é mais elevado. Devido à viscosidade do gel, são necessários mais processos de manipulação e equipamentos mais caros porque as bombas para fluidos viscosos são mais complexas do que as da forma líquida cuja densidade teoricamente é similar à da água. Rangel acrescenta que: “Além desses custos operacionais, a máquina de envase funciona de modo mais lento. Não há dúvida de que a produtividade é dobrada para o álcool líquido. Para você ter uma ideia: a cada hora, em média, eu produzo 400 caixas. Na linha de gel, são apenas 180/200 por hora e isso se reflete lá no final. Temos esses impactos que acabam onerando o produto”. A empresa já produzia o álcool 70% em gel antes da crise sanitária da Covid-19, porém com uso específico, somente para atender segmentos de assistência à saúde. A venda era pequena, lembra Rangel. “Assim que a Anvisa liberou o produto, ele rapidamente se tornou o nosso carro-chefe. Em poucos meses, o faturamento da empresa era basicamente 80% com a venda de álcool na forma líquida. Isso foi até o fim do ano de 2020. Nos anos seguintes, a venda começou a declinar vivemos um momento de estabilidade e a venda de álcool 70 na forma líquida passou a representar 60% do faturamento”, comentou. Depois desse período, as vendas despencaram e são poucos segmentos que ainda compram o produto. A Montenegro, então, lançou o álcool bactericida. Trata-se de álcool 46% com outros componentes químicos para ter a função desinfetante. “Nós discordamos da proibição mesmo sabendo que o produto em gel tenha um teor de ação mais elevado. Nós não ouvimos relatos de acidentes nem de casos de pessoas com problemas de alcoolismo. O produto foi essencial para a contenção do vírus da COVID-19 e poderia ser em outros casos de doença porque é versátil, polivalente e o consumidor gosta já se acostumou. Tivemos quatro anos de uso com resultado positivo”, concluiu. Liberação na pandemia Proibido desde 2002 no Brasil, o comércio de álcool 70% na forma líquida foi liberado temporariamente durante a crise sanitária da Covid-19. Na ocasião, a articulação da ASSERJ junto aos órgãos reguladores conseguiu autorização para a venda do produto, trazendo tranquilidade à população num momento de grande incerteza e escassez. Neste sentido, agradecemos o apoio da Anvisa e do deputado federal Luiz Antonio Teixeira Junior (PP-RJ), conhecido como Dr. Luizinho, que, na época, coordenou a Comissão do Coronavírus da Câmara dos Deputados e teve papel fundamental para viabilizar a liberação. Foi graças à atuação da Comissão que a Anvisa voltou a permitir a venda de álcool 70 líquido nos mercados, num momento em que o preço do álcool em gel chegou a aumentar em mais de 600%.
10/04/2024
Cacau brasileiro ganha destaque no mercado internacional
Com a seca observada na Costa do Marfim, a colheita do fruto na África deverá ser prejudicada Os produtores brasileiros de cacau começaram o mês com motivos para comemorar. Foi registrada nova alta nos contratos do fruto, com os lotes para maio novamente a US$ 10 mil a tonelada. Segundo fontes do Zaner Group, a seca na Costa do Marfim deve prejudicar a safra intermediária que deve ficar entre 400 mil a 500 mil toneladas, abaixo das 600 mil do ano passado. O governo do país africano chegou a solicitar aos compradores para adiar os pedidos, criando oportunidades para os produtores brasileiros aumentarem a participação no mercado internacional. Neste cenário em que as cotações do cacau têm batido recordes dia após dia nas bolsas internacionais, gigantes chocolateiras que atuam no Brasil começam a ver os resultados de programas de revitalização e estímulo à cultura implementados por elas no país para aumentar a oferta. Multinacionais como Cargill e Nestlé têm investido em programas de revitalização e estímulo ao cultivo no Brasil. O fato de ser produzido de forma sustentável coloca o país em uma posição de vantagem em relação ao cacau de outros países. Cerca de 80% da produção brasileira de cacau tem origem agroflorestal, o que gera benefícios ambientais, minimiza mudanças climáticas e conserva a biodiversidade.
10/04/2024
Vitória memorável da ASSERJ: Projeto de Lei do ROT aprovado!
Depois de muitas discussões, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou o PL que dispensa o Regime Optativo de Tributação (ROT-ST) para o varejo Com a aprovação pela Alerj, o Projeto de Lei aguarda a sanção do governador Cláudio Castro para se tornar lei. O objetivo do regime optativo é dispensar o pagamento do tributo correspondente à complementação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) retido por substituição tributária. Esta complementação acontece nos casos em que o preço praticado ao consumidor final é superior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. Só poderão aderir ao regime os contribuintes que firmarem compromisso de não exigir a restituição decorrente de realização de operações a consumidor final com preço inferior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. A substituição tributária foi criada para facilitar a arrecadação do ICMS. Trata-se de uma retenção antecipada do imposto, baseada em previsão de arrecadação, que é cobrada somente do primeiro contribuinte da cadeia produtiva de um determinado produto.
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