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Saúde mental e NR-1: está aberta a agenda do Conselho de RH ASSERJ 2026
O primeiro Conselho de RH de 2026 da ASSERJ aconteceu nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, com o tema “Saúde Mental no Trabalho – responsabilidade, prevenção e segurança jurídica no contexto da NR-1”, reunindo profissionais de Recursos Humanos do varejo supermercadista para discutir as novas exigências legais e os impactos práticos da norma na gestão de pessoas. O encontro abordou as mudanças trazidas pela atualização da NR-1, que passa a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), reforçando a necessidade de uma atuação estruturada das empresas na prevenção de problemas relacionados à saúde mental dos colaboradores. A nova regulamentação surge em um cenário de crescimento dos afastamentos por transtornos mentais no país, especialmente ligados à ansiedade, depressão e síndrome de Burnout, realidade que também impacta empresas com grande interação com o público, como o varejo supermercadista. Segundo a advogada Dra. Barbara Ferrari, especialista em Direito do Trabalho e uma das responsáveis pela apresentação do tema, a nova NR-1 amplia a responsabilidade das empresas e exige um olhar mais estruturado sobre o ambiente de trabalho. “A saúde mental deixa de ser apenas uma pauta de bem-estar e passa a ser também uma questão de responsabilidade legal. A NR-1 exige que as empresas identifiquem e gerenciem os riscos psicossociais de forma estruturada e documentada.” De acordo com a especialista, os riscos psicossociais estão diretamente ligados ao ambiente de trabalho e podem levar ao adoecimento dos colaboradores, especialmente quando há falhas na organização das atividades e na comunicação interna. “Um dos fatores importantes é a falta de clareza nas funções e nas informações. Muitos trabalhadores se sentem inseguros em relação ao futuro e à estabilidade no emprego justamente por não terem orientações claras sobre suas atividades e responsabilidades, o que pode gerar adoecimento.” Barbara Ferrari também destacou que ambientes com insatisfação coletiva podem ampliar os riscos psicossociais. “Às vezes, um ou dois trabalhadores insatisfeitos acabam influenciando todo o grupo. Esse movimento pode contaminar o ambiente de trabalho e aumentar o risco de adoecimento, principalmente quando há falhas na comunicação e na definição das atividades.” Durante o encontro, foram apresentados os principais fatores de risco psicossocial presentes no varejo supermercadista, como o desgaste emocional no atendimento ao público, a sobrecarga em períodos de alta demanda, o trabalho em turnos e as atividades repetitivas. Também foram discutidas medidas preventivas, como treinamentos para o contato com o público, organização adequada das escalas e melhoria na comunicação entre lideranças e equipes. A especialista também destacou que as exigências não se limitam à atualização do PGR, mas envolvem a revisão de outros documentos obrigatórios. “A NR-1 não exige apenas a atualização do PGR. Também será necessário revisar documentos ligados à NR-17, como a avaliação ergonômica preliminar e a análise ergonômica do trabalho, que precisam refletir de forma realista as atividades desempenhadas pelos trabalhadores.” Outro ponto abordado foi o impacto jurídico e financeiro do descumprimento da norma. As multas administrativas podem ultrapassar R$ 20 mil, além do risco de ações civis públicas e processos trabalhistas relacionados a doenças ocupacionais e danos morais. Segundo Barbara Ferrari, os tribunais têm registrado aumento significativo nas ações relacionadas à saúde mental. “Nos últimos anos houve crescimento expressivo de processos envolvendo Burnout, assédio moral e ansiedade, muitas vezes relacionados à sobrecarga de trabalho, metas excessivas e falhas na comunicação dentro das empresas.” Além das exigências legais, o encontro destacou a importância da prevenção, com ações como aplicação de questionários de clima organizacional, treinamento de lideranças, canais de escuta e políticas internas claras para o gerenciamento dos riscos psicossociais. O Conselho de RH da ASSERJ abriu o calendário de atividades da entidade em 2026 com um tema considerado estratégico para o setor, diante das novas exigências regulatórias e da crescente preocupação das empresas com a saúde e a segurança dos colaboradores. Os próximos encontros do Conselho de RH estão previstos para os dias 14 de abril, 16 de junho, 18 de agosto, 15 de setembro e 24 de novembro.
25/02/2026
Comportamento & tendência
Higiene vira motor de vendas no varejo supermercadista
Os produtos de higiene básica continuam sendo a base da cesta de compras dos brasileiros quando o assunto é higiene e beleza. Itens de uso cotidiano, como desodorantes, sabonetes e produtos de higiene bucal, aparecem entre os mais consumidos, reforçando o papel essencial dessas categorias no varejo supermercadista. De acordo com o estudo Panorama do Consumo de Higiene e Beleza no Brasil, mais de 80% dos consumidores costumam comprar desodorantes, produtos de higiene bucal e sabonetes regularmente. Em contraste, apenas 41% afirmam ter o hábito de adquirir maquiagem, indicando que os itens básicos ainda predominam nas compras mensais. O tipo de produto é determinante na escolha do canal de compra para 84% dos consumidores. Entre os itens de reposição frequente, a preferência recai majoritariamente sobre as lojas físicas. Na categoria de higiene bucal, por exemplo, 68% dos consumidores compram exclusivamente nesse formato. Os supermercados aparecem como os principais destinos nessas ocasiões. “Os supermercados têm se consolidado cada vez mais como destinos importantes para a compra de produtos de higiene. O consumidor valoriza a praticidade de encontrar tudo em um só lugar, e o varejo supermercadista vem ampliando o sortimento e a visibilidade dessas categorias para atender a essa demanda crescente”, afirma Juliana Terra, do Marketing do Adonai. Dentro do varejo supermercadista, algumas categorias de beleza têm se destacado como importantes motores de crescimento. Segundo Ricardo Zuccollo, vice-presidente de Vendas da Unilever Brasil, os maiores avanços vêm dos segmentos de cuidados com o cabelo e higiene pessoal. “Os maiores motores são cuidados com o cabelo e higiene pessoal, seguidos de cuidados com a pele corporal. Cabelo cresce impulsionado pela ampliação das rotinas — máscaras, tratamentos e leave-ins — e pela personalização por necessidade. Em higiene pessoal, sabonetes líquidos e corporais premium vêm ganhando espaço relevante. Essas categorias ampliam o ticket médio e a frequência de compra”, afirma. Além do sortimento, a forma como os produtos são apresentados também influencia diretamente os resultados. Em uma categoria marcada pelo apelo visual e pela experimentação, a exposição no ponto de venda pode ser decisiva para a conversão. “A exposição no ponto de venda tem um papel central. Beleza é uma categoria altamente visual e aspiracional. Boa exposição, blocagem por marca e por necessidade, materiais de comunicação claros e ilhas temáticas elevam a conversão e estimulam a experimentação. Estudos de shopper mostram que as decisões são tomadas majoritariamente no ponto de venda, especialmente no supermercado”, destaca Zuccollo. Nesse cenário, a combinação entre categorias de alta reposição, como higiene básica, e produtos de maior valor agregado, como tratamentos capilares e sabonetes premium, tem se mostrado estratégica para impulsionar resultados no varejo supermercadista. Ao mesmo tempo, a integração entre pesquisa online e compra presencial reforça a necessidade de o setor investir em informação, exposição eficiente e experiência de compra.
25/02/2026
Economia
Estabilidade econômica traz cautela e planejamento ao varejo supermercadista; entenda!
A redução da previsão de inflação para 2026 para 3,91%, segundo o Boletim Focus do Banco Central, reforça um cenário de relativa estabilidade econômica no país. A estimativa permanece dentro do intervalo considerado adequado pelo Conselho Monetário Nacional e sinaliza um ambiente menos pressionado para os preços ao consumidor. Para o varejo supermercadista, a perspectiva representa um indicativo positivo, embora o início do ano ainda seja marcado por custos elevados em itens essenciais. Apesar da leve melhora nas projeções, despesas como energia elétrica e combustíveis continuam pressionando a cadeia de abastecimento, impactando diretamente os custos operacionais das lojas e a logística de distribuição. Esses fatores mantêm a atenção do setor voltada para a gestão de despesas e para a preservação das margens. Como instrumento de controle da inflação, o Banco Central mantém a taxa básica de juros em patamar elevado, com a Selic atualmente em 15% ao ano. Embora o mercado financeiro projete a possibilidade de queda gradual dos juros ao longo do ano, caso o cenário de estabilidade se confirme, o crédito segue caro no curto prazo, o que exige planejamento financeiro mais rigoroso por parte das empresas. O ambiente econômico também aponta crescimento moderado. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 é de alta de 1,82%, indicando expansão sem grandes oscilações. Esse ritmo tende a sustentar o consumo, ainda que de forma cautelosa, com consumidores mais atentos a preços, promoções e marcas com melhor relação custo-benefício. Além dos fatores internos, o cenário internacional adiciona elementos de incerteza que podem influenciar o desempenho das empresas brasileiras. Segundo Pedro Ros, CEO da Referência Capital, medidas como a imposição de tarifas comerciais aumentam a volatilidade e podem afetar setores exportadores. “A medida eleva o grau de incerteza externa e pode reduzir a competitividade de alguns setores brasileiros no curto prazo, pressionando margens e decisões de investimento. No agregado, o impacto sobre o PIB tende a ser moderado, mas o canal de confiança pode amplificar efeitos setoriais. Em momentos assim, o crédito estruturado costuma avançar por oferecer previsibilidade e soluções sob medida para empresas que precisam ajustar fluxo de caixa e reorganizar passivos.” Na avaliação de Gustavo Assis, CEO da Asset Bank, o cenário de maior incerteza reforça a necessidade de planejamento financeiro e de soluções de financiamento mais estruturadas. “A imposição de tarifas amplia o nível de incerteza externa e pode afetar diretamente empresas exportadoras, pressionando margens e fluxo de caixa. Embora o efeito sobre o PIB brasileiro deva ser moderado no agregado, o impacto setorial pode ser relevante. Nesse cenário, o crédito estruturado tende a ganhar espaço porque oferece alternativas mais flexíveis e customizadas de financiamento, especialmente para empresas que precisam reorganizar capital de giro ou mitigar riscos comerciais.” Para o varejo supermercadista, o conjunto de fatores aponta um cenário de estabilidade com desafios. Inflação sob controle tende a preservar o poder de compra das famílias, mas custos operacionais ainda elevados e juros altos exigem eficiência na gestão, negociação com fornecedores e atenção ao fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, a previsibilidade econômica pode favorecer decisões de investimento mais seguras ao longo do ano, especialmente se o ciclo de queda dos juros se confirmar.
24/02/2026
Comportamento & tendência
O papel estratégico do gestor de prevenção de perdas no varejo supermercadista
Em um cenário cada vez mais desafiador para o varejo supermercadista, o gestor de prevenção de perdas assume uma função estratégica na proteção dos ativos e na sustentabilidade das operações. Independentemente da área a que esteja subordinado na estrutura organizacional, esse profissional é responsável por garantir a segurança das lojas, reduzir desperdícios e minimizar riscos operacionais, contribuindo diretamente para a eficiência do negócio. O trabalho envolve uma ampla gama de atividades, que vão desde o monitoramento de sistemas de segurança, como câmeras e antenas eletrônicas, até a implementação de estratégias para prevenção de furtos internos e externos. Também fazem parte das atribuições a condução de investigações de incidentes, auditorias de processos operacionais, treinamento das equipes e análise de dados para identificação de vulnerabilidades e oportunidades de melhoria. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas, Carlos Eduardo Santos, o papel do gestor vai muito além do controle de ocorrências. “O profissional de prevenção de perdas precisa atuar de forma integrada com toda a empresa, ajudando a construir processos mais seguros e eficientes e reduzindo riscos operacionais”, afirma. Entre as responsabilidades do gestor estão ainda a avaliação de riscos, a implementação de tecnologias de segurança e o trabalho conjunto com áreas como operações, recursos humanos e jurídico. A atuação também inclui a elaboração de relatórios gerenciais e a definição de planos de ação para reduzir perdas e melhorar os resultados. Outro aspecto fundamental é a disseminação da cultura de prevenção dentro das organizações. Segundo Carlos Eduardo Santos, esse é um dos principais desafios da área. “O gestor de prevenção de perdas deve ser um propagador dessa cultura dentro da empresa, envolvendo todas as áreas e mostrando que prevenir perdas é responsabilidade de todos”, destaca. Nesse contexto, o profissional de prevenção de perdas deixa de ser apenas um agente de controle para se tornar um elemento essencial da gestão moderna do varejo supermercadista. Ao integrar tecnologia, processos e pessoas, o gestor contribui para criar ambientes mais seguros, operações mais eficientes e resultados mais sustentáveis.
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