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Associados em foco
Cencosud anuncia investimento de US$ 600 milhões em 2026 para reforçar seu ecossistema de retail
A Cencosud apresentou ao mercado financeiro, nesta quarta-feira, dia 14 de janeiro, durante o Cenco Day realizado em Buenos Aires (Argentina), suas perspectivas globais de negócios e o Plano de Investimentos para 2026. Na ocasião, a companhia reafirmou o compromisso com um crescimento rentável, a alocação disciplinada de capital e a inovação em seus principais mercados de atuação. Para 2026, a empresa projeta uma receita consolidada de US$ 18,413 bilhões e um EBITDA ajustado de US$ 1,815 bilhão. As margens devem permanecer em dois dígitos no Chile, Peru e Estados Unidos, impulsionadas por avanços operacionais e pela expansão das operações nesses mercados. Dentro desse cenário, a Cencosud anunciou um plano de investimentos de aproximadamente US$ 600 milhões para 2026, montante semelhante ao aplicado no ano anterior. Cerca de 70% do Capex será direcionado a iniciativas de crescimento, com foco na abertura de novas lojas, reformas, ampliação de centros comerciais e projetos de desenvolvimento imobiliário em terrenos próprios. Ao longo de 2026, a companhia prevê a inauguração de 20 novas lojas em diferentes formatos, somando mais de 42 mil m² de área de vendas. Desse total, 17 serão supermercados, sendo sete unidades da bandeira The Fresh Market, nos Estados Unidos. O plano inclui ainda a continuidade do desenvolvimento e da expansão de shopping centers, que devem adicionar mais de 40 mil m² de Área Bruta Locável (GLA) no período. O restante dos investimentos será destinado ao fortalecimento do Ecossistema Retail, com aceleração da transformação digital, expansão do e-commerce e do negócio de retail media, além do reforço das capacidades logísticas e operacionais, com foco na geração de valor sustentável no longo prazo. “Esses investimentos nos permitirão acelerar nosso crescimento orgânico, fortalecer ainda mais a experiência do cliente e consolidar a proposta de valor da Cencosud em todos os mercados onde atuamos. Com esse plano, reafirmamos nosso propósito de servir de forma extraordinária em cada momento, nosso compromisso com a inovação e a geração de valor sustentável para clientes, colaboradores e investidores, além de uma visão otimista sobre as oportunidades futuras”, afirmou Rodrigo Larraín, CEO da Cencosud. Após a apresentação do Cenco Day 2026 — que ocorreu pela primeira vez em Buenos Aires — participantes e executivos da companhia realizaram visitas ao shopping Unicenter e às lojas Jumbo e Easy em operação na capital argentina.
15/01/2026
Conecta
A IA vai baratear a conta do consumidor e fortalecer as marcas próprias?
A inteligência artificial está deixando de ser uma promessa futurista para se tornar uma engrenagem central na formação de preços, no desenvolvimento de marcas próprias e na tomada de decisão do varejo supermercadista. Mais do que automatizar processos, a IA amplia a capacidade dos varejistas de entender comportamentos, antecipar demandas e reduzir riscos em um ambiente de margens cada vez mais pressionadas. Segundo Wesley Bean, diretor de operações da Engage3, a grande virada está na profundidade da leitura dos dados de consumo. “Durante anos, a gente só passava o cartão fidelidade para ganhar um dólar de desconto naquela lata de milho. Hoje, quando analisamos esses dados de forma mais profunda, percebemos que não se trata apenas de uma lata de milho, mas de uma combinação de atributos nutricionais que ajudam a contextualizar o estilo de vida do cliente”, afirma. Para ele, esse nível de análise permite inferir hábitos como prática de atividades físicas, tipos de dieta e até potenciais riscos de saúde — informações valiosas para decisões de sortimento, precificação e personalização de ofertas. Precificação mais inteligente e menos reativa Com modelos preditivos mais sofisticados, a IA passa a apoiar estratégias de preço que vão além da simples reação ao concorrente. Ao cruzar dados de comportamento, elasticidade, histórico de compra e contexto de consumo, os supermercados conseguem ajustar preços com mais precisão, protegendo margem sem perder competitividade. “Do ponto de vista da ciência da decisão, essa integração e a precisão das análises preditivas só tendem a aumentar”, destaca Bean. Esse avanço também impacta diretamente a dinâmica promocional. Em vez de descontos genéricos, a tecnologia permite ofertas mais direcionadas, relevantes e sustentáveis financeiramente, reduzindo desperdícios e melhorando o retorno sobre investimento promocional. IA como motor das marcas próprias No desenvolvimento de marcas próprias, o impacto é ainda mais estratégico. Bean explica que a análise preditiva já permite simular o potencial de sucesso de um produto antes mesmo de ele chegar às gôndolas. “Conseguimos construir o perfil de um produto e inferir seu desempenho considerando atributos como qualidade, rotulagem e design da embalagem. Isso é fundamental, porque lançar um produto é caro, especialmente se ele não performar bem nos primeiros 90 a 120 dias”, afirma. Com esse apoio, o varejo supermercadista reduz riscos, acelera o time-to-market e aumenta as chances de sucesso das linhas próprias, que seguem ganhando relevância como instrumento de diferenciação, fidelização e melhoria de margem. Tecnologia, pessoas e nova liderança de loja Para Wesley Bean, o avanço da IA também redefine o papel da liderança nas lojas. A tecnologia passa a liberar tempo operacional e oferece uma leitura mais clara do que acontece no ponto de venda. “Ela ajuda a entender melhor o que está acontecendo financeiramente dentro da loja, como orientar funcionários no momento certo e, principalmente, devolver ao gerente de loja a possibilidade de estar mais presente no chão de loja, como antigamente”, observa. Esse movimento, segundo ele, exige novas competências e uma revisão das práticas de gestão de pessoas. “Você precisará de uma estrutura organizacional muito diferente no futuro. Assim como a tecnologia precisa inovar, o RH também precisa ser disruptivo para extrair valor real dessas ferramentas analíticas avançadas”, completa. O cliente continua sendo a variável central Com passagem pelo Walmart, Bean reforça que o varejo sempre foi, na essência, um negócio orientado por tecnologia, ainda que isso nem sempre seja visível para o consumidor. “O Walmart é uma das empresas de TI mais sofisticadas do planeta. Existe um ciclo virtuoso de investimento tecnológico que continua gerando dividendos”, afirma. Mesmo com todo o avanço da IA, ele lembra que o cliente segue sendo a variável mais difícil de controlar e a mais importante. “O cliente vai te dizer se você acertou ou errou, porque ele vota com a carteira.” É justamente nesse ponto que a inteligência artificial se consolida como aliada estratégica: não para substituir decisões humanas, mas para torná-las mais rápidas, informadas e conectadas à realidade do consumo.
14/01/2026
Atualidades
NRF termina com foco no "backoffice" e na experiência do consumidor
O terceiro e último dia da NRF 2026 consolidou um movimento que vinha se revelando desde o início da feira: foco em aplicações reais, mensuráveis e urgentes da inteligência artificial para a gestão dos negócios, o chamado "backoffice". A IA deixou de ser um diferencial para se firmar como algo essencial nas decisões estratégicas no varejo. Para Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da ALAS, a NRF foi emblemática justamente por colocar o setor diante de escolhas práticas. “A NRF termina mostrando que não existe mais espaço para tecnologia como vitrine. O varejo precisa contar com a maturidade operacional dos sistemas autônomos. Ou seja: eficiência acima do discurso". IA como infraestrutura do negócio A sessão AI-Powered Grocery, considerada uma das mais relevantes de toda a programação, trouxe casos concretos de uso da inteligência artificial para três pilares críticos do setor: margem, prevenção de perdas e fidelização. Ferramentas de precificação dinâmica, redução de desperdício, visão computacional no self-checkout e personalização avançada deixaram claro que a IA passa a operar como infraestrutura invisível do varejo. “O grande recado é que a inteligência artificial não é mais um projeto paralelo. Ela se tornou parte do motor do negócio. Quem não integrar isso à operação vai perder competitividade rapidamente”, destacou Queiróz. Omnicanalidade: menos discurso, mais conta no papel Outro ponto alto do dia foi o New Omnichannel Playbook for Grocery, que abordou os desafios reais de fazer o omnichannel funcionar em um setor de margens apertadas e produtos perecíveis. Fulfillment, picking em loja, micro-fulfillment centers e a busca pelo break-even ganharam uma abordagem mais honesta e menos romantizada. Automação e robótica: necessidade operacional A pauta de robôs e automação em foodservice e operações de loja também avançou em maturidade. A escassez de mão de obra, os custos crescentes e a busca por consistência colocaram a robótica como resposta pragmática, e não mais como curiosidade tecnológica. O consumidor nativo em IA muda tudo Encerrando o dia, a provocação de Jason Goldberg sobre o AI Native Consumer trouxe um olhar mais radical para o futuro do consumo. A ideia de que algoritmos passam a mediar descoberta, decisão e fidelidade acendeu um alerta importante para marcas e varejistas. “Quando a IA passa a recomendar, comparar e até comprar pelo consumidor, o jogo muda completamente. O desafio do varejo será continuar relevante quando a relação deixa de ser direta e passa a ser mediada por sistemas inteligentes”, refletiu o presidente da ASSERJ. O futuro é agora A NRF terminou com diversas conclusões para o varejo, mas, talvez, a mais essencial seja: enquanto a tecnologia avança nos bastidores operacionais, o humano segue como diferencial no contato com o consumidor. Afinal, o varejo é feito de pessoas e para pessoas. "Para quem você é essencial? Por que você é importante? O que você resolve?". Essas três perguntas são a chave para responder se você é autêntico e essencial para o consumidor, ou se será só mais um na aba de pesquisas. Ao mesmo tempo em que nos apresentou o desenvolvimento tecnológico nos bastidores das operações, a NRF também reforçou a necessidade de criar para o consumidor um senso de pertencimento e de cuidado por parte da marca que o conhece. Como? Por meio de experiências reais, autênticas e personalizadas, não apenas com conceitos repetidos. Isso é a construção da cultura do negócio.
13/01/2026
Comportamento & tendência
3 maneiras dos supermercados aumentarem a fidelidade do cliente por meio da experiência na loja
Em um cenário de consumo cada vez mais seletivo, a experiência dentro da loja voltou a ocupar papel central na estratégia do varejo supermercadista. Dados recentes mostram que 88% dos consumidores preferem fazer compras de supermercado presencialmente, reforçando a importância de ambientes atrativos, funcionais e capazes de gerar conexão emocional com o shopper. Para Nicole Hudson, diretora de canais alternativos da KeHE Distributors, esse movimento exige uma mudança clara de mentalidade por parte dos varejistas. “Os consumidores não vão às lojas apenas para repor itens. Eles esperam experiências envolventes, convenientes e memoráveis. Quem entende isso consegue não só atrair, mas fidelizar”, afirma. Com mais de 20 anos de experiência no setor, Hudson aponta três pilares essenciais para transformar a loja física em uma alavanca de fidelização: curadoria de sortimento, uso inteligente da tecnologia e renovação do ambiente de compra. Sortimento estratégico: variedade que gera conexão A ampliação e qualificação da seleção de produtos é um dos primeiros caminhos para fortalecer o vínculo com o consumidor. Produtos locais, artesanais, naturais e orgânicos ganham relevância ao oferecer não apenas qualidade, mas também propósito e identificação. “Os clientes querem se conectar com produtos que tenham história, que representem a comunidade e transmitam valores. Isso cria um sentimento de pertencimento que nenhuma promoção isolada consegue gerar”, destaca Hudson. Segundo a Associação da Indústria Alimentícia (FMI), 83% dos varejistas veem os produtos locais como um diferencial competitivo, e 58% consideram essa estratégia altamente bem-sucedida. A lógica também se aplica às marcas próprias, que ganham espaço como ferramenta de fidelização e margem. Metade dos consumidores afirma comprar mais marcas próprias do que nunca, impulsionados pela percepção de custo-benefício e qualidade equivalente às marcas tradicionais. Além disso, tendências como sabores internacionais e culinárias regionais têm atraído especialmente as gerações mais jovens. “Oferecer produtos internacionais ao lado de opções nacionais permite que o consumidor explore novos sabores sem sair de um ambiente familiar”, explica a executiva. Tecnologia como aliada da personalização e da conveniência Outro fator decisivo para a fidelização é o uso da tecnologia para tornar a jornada de compra mais fluida e personalizada. Pesquisas da Deloitte indicam que sete em cada dez executivos do varejo esperam implementar soluções de inteligência artificial para personalizar ofertas e melhorar a experiência do consumidor. “Tecnologia não é só inovação é conveniência. Listas inteligentes, autoatendimento e ofertas personalizadas tornam a compra mais simples e relevante”, afirma Hudson. Dados da PYMNTS mostram que 66% dos consumidores preferem caixas de autoatendimento, enquanto sistemas de gestão de estoque mais eficientes ajudam a reduzir rupturas, um dos principais fatores de insatisfação no varejo supermercadista. Mesmo ferramentas tradicionais, como cupons, ganham nova vida com o apoio da tecnologia. “Quando combinamos dados, personalização e promoções inteligentes, conseguimos gerar valor real para o cliente e para o negócio”, completa. Ambiente de loja: quando o layout conta uma história A experiência também passa pelo espaço físico. Displays interativos, degustações e demonstrações culinárias estão entre as estratégias mais citadas por executivos do varejo para engajar consumidores em 2025. No entanto, Hudson reforça que nenhuma ativação funciona sem uma equipe bem treinada. “O atendimento é o elo entre o produto e a experiência. Funcionários que conhecem o sortimento transformam a visita à loja em algo memorável”, diz. Planogramas bem estruturados, corredores intuitivos e merchandising estratégico são peças-chave nesse processo. “Um bom planograma precisa funcionar como uma boa narrativa: clara, lógica e envolvente”, compara. Pontas de gôndola e refrigeradores bem posicionados, com produtos de alta demanda e compra por impulso, ajudam a acelerar decisões e aumentam o ticket médio. Colaboração como motor da fidelização Para Nicole Hudson, o futuro da fidelização passa pela colaboração entre varejo supermercadista e distribuidores. “Quando trabalhamos juntos, conseguimos inovar, acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor e otimizar a operação. A fidelidade é construída todos os dias, na soma de pequenas experiências bem executadas.” Com sortimento relevante, tecnologia aplicada de forma estratégica e ambientes de loja bem planejados, o varejo supermercadista transforma a experiência presencial em um ativo competitivo e a fidelização deixa de ser consequência para se tornar estratégia.
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