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Governo determina retirada de mais duas marcas de azeite do mercado
Atualização (22/05) O governo proibiu, hoje (22), a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de mais duas marcas de azeite: Almazara e Escarpas das Oliveiras. A decisão foi tomada após denúncia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e ação fiscalizatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que publicou a proibição no Diário Oficial da União. A proibição dos novos lotes de Almazara e Escarpas das Oliveiras acontece porque seus produtos têm como embaladora a empresa ORIENTE MERCANTIL IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA (Super Mercado Oriente), cujo CNPJ foi extinto em novembro de 2023, comprometendo a regularidade dos produtos. Relembre o caso A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos azeites das marcas Alonso e Quintas D'Oliveira. A medida foi publicada nesta terça-feira (20), no Diário Oficial da União, após ação conjunta com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). De acordo com as autoridades, os produtos foram classificados como irregulares por apresentarem origem desconhecida e descumprirem diversas normas sanitárias e legais. As principais falhas identificadas incluem: rotulagem inadequada, fora dos padrões exigidos por lei; ausência de registro junto aos órgãos competentes, como o Ministério da Saúde; falta de licenciamento sanitário das instalações de produção. “O varejo precisa estar atento às atualizações dos órgãos reguladores e manter canais abertos com seus fornecedores. Prevenção e vigilância ativa evitam problemas futuros e protegem a credibilidade da loja”, revela o consultor de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça. As investigações começaram em outubro de 2024, quando foram realizadas apreensões dos lotes suspeitos. Na ocasião, o MAPA alertou para os riscos à saúde do consumidor, principalmente pela incerteza quanto à procedência e composição dos produtos. A pasta também esclareceu que há duas marcas com o nome Alonso no mercado brasileiro. Uma delas, de origem chilena e importada pela empresa Agrícola Pobena S.A, está regularizada e não foi alvo das medidas. Já a marca interditada é distribuída pela empresa Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda, cuja origem é considerada indefinida pelas autoridades.
20/05/2025
Por dentro da asserj
Atualizar conhecimento é o segredo para o sucesso! Confira novos cursos gratuitos da Escola ASSERJ!
Se você perdeu a turma de hoje (20/5) do curso Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, um dos mais procurados da Escola ASSERJ, não perca tempo e se inscreva na próxima turma, no dia 27. O conteúdo inclui normas atualizadas de segurança alimentar, higiene pessoal, cuidados no preparo e conservação de alimentos, entre outras recomendações fundamentais. “A segurança dos alimentos começa com o conhecimento. Nosso objetivo é preparar os profissionais do varejo para atuarem com responsabilidade, entendendo a importância da higiene e das boas práticas para a saúde do consumidor”, esclarece Flávio Graça, consultor de Alimento Seguro da ASSERJ. Outra programação muito aguardada, a capacitação Atendente de Adega: Noções básicas de vinho para supermercados está prevista para o dia 26. Voltado para profissionais que atuam com atendimento em adegas e vendas de bebidas, o curso vai apresentar conceitos básicos sobre vinhos, rotulagem, tipos de uvas e orientações sobre harmonização — tudo com foco na excelência no atendimento. A sommelier e colunista da revista Super Negócios, Flávia Medeiros, irá ministrar o curso das 14h às 17h, pela plataforma Zoom. A ESCOLA ASERJ Desde 2015, a Escola ASSERJ vem transformando a realidade de colaboradores e equipes com cursos que aproximam o conhecimento da prática diária nas lojas. O resultado é visível: são mais de 20 mil profissionais capacitados, mais de 500 cursos ministrados e uma rede cada vez mais preparada para os desafios do setor. “A capacitação é o maior investimento que o varejo pode fazer. Por isso investimos na Escola ASSERJ: para levar conhecimento diretamente à ponta, onde ele gera mais impacto. Quando o colaborador cresce, o setor inteiro evolui”, afirma o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz. Com aulas ao vivo e online, a Escola oferece conteúdos que podem ser acompanhados por equipes inteiras diretamente do auditório das lojas, promovendo aprendizado coletivo e engajamento. Atendente de Adega: Noções básicas de vinho para supermercados Data: 26/05/25 Horário: 14h às 17h Local: Plataforma Zoom Facilitadora: Flávia Medeiros Inscrições:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeZg5OFWuCHRBTR36ejRvf6MDV4IdQ7NU3n4txpIY1cQ4eudQ/viewform Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos Data: 27/05/25 Horário: 14h às 17h Local: Plataforma Zoom Facilitador: Flávio Graça Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdahMVThLWxjDh-KimaVJBh7ntb5o92fdBBQDXbcoM1t2IGZQ/closedform
20/05/2025
50+: seu supermercado está realmente preparado para esses consumidores?
Apesar de representarem uma parcela significativa dos gastos com alimentos, produtos de higiene e suplementos — além de passarem mais tempo dentro das lojas — os consumidores com mais de 50 anos ainda são pouco considerados nas estratégias da maioria dos supermercados. “Muitos varejistas estão de olho na próxima geração, sejam os millennials ou a Geração Z”, afirma Carol Bartolo, vice-presidente da BRR Architecture. “Raramente se fala nos consumidores mais velhos, mas esse é um público em expansão. Ignorá-lo é um erro estratégico.” Especialista em projetos de construção e design de lojas, Bartolo acredita que a experiência no ponto de venda pode ser decisiva para conquistar — ou afastar — esse perfil de consumidor. “Uma boa iluminação é essencial — não apenas por uma questão estética ou de segurança, mas porque muitos idosos têm restrições alimentares e precisam ler rótulos com clareza”, diz. O uso de cores contrastantes também faz diferença: tons mais sutis tendem a se tornar menos perceptíveis com o avanço da idade. A mobilidade dentro da loja é outro ponto de atenção. “Existe a ideia de que todos os idosos usam bengalas ou cadeiras de rodas, então se criam corredores largos demais. Sim, é importante garantir espaço livre, mas não é preciso transformar tudo em uma supervia”, pondera. Pensar em soluções práticas também faz parte da inclusão. “Detesto dizer isso, mas às vezes você não quer ficar atrás de um idoso na fila, porque eles podem demorar mais. Um caixa exclusivo, com mais suporte, pode fazer a diferença”, sugere. Bartolo também destaca a importância de transformar o supermercado em um espaço de convivência: “Minha mãe vai ao supermercado para socializar. Ter uma área comunitária ou um refeitório, como algumas redes já oferecem, ajuda muito. Já vi idosos jogando, se reunindo, participando de aulas. Isso enriquece a experiência.” Jeff Weiss, presidente e CEO da Age of Majority — empresa especializada no público acima dos 55 anos — reforça que a tecnologia, quando faz sentido, é bem-vinda. “Compradores mais velhos adoram um bom desconto, e nossa pesquisa mostra que 70% usam cupons digitais. Ao contrário do que muitos pensam, eles não são avessos à tecnologia. Se ela for prática, eles aderem”, afirma. Outro equívoco comum é imaginar que consumidores maduros evitam novidades. “A maioria quer experimentar coisas novas — só precisa de um bom motivo. Quando se trata de alimentação, eles gostam de novas ideias, principalmente quando são variações de clássicos”, explica. Segundo Weiss, uma estratégia eficaz é oferecer degustações no ponto de venda: “Descobrimos que 73% dos adultos mais velhos compraram algo depois de experimentar. Se houver um cupom junto, melhor ainda.” Além da experiência, o conteúdo dos produtos também pesa na decisão de compra. “Geralmente, idosos lidam com mais questões de saúde, então prestam atenção em itens com mais proteína, mais fibras, menos sódio e açúcar. Os varejistas podem facilitar esse processo com uma comunicação mais clara”, completa. Estratégia de varejo Na visão de DeAnn Campbell, estrategista de varejo do AAG Consulting Group, tornar a jornada de compra mais simples e acessível deve ser prioridade. “Muitos varejistas estão reduzindo o sortimento nas lojas para cortar custos, mas isso prejudica a experiência dos idosos. As prateleiras precisam estar sempre bem abastecidas”, alerta. Ela também chama atenção para questões práticas, como a escolha dos carrinhos de compras. “Recentemente, ajudei um senhor com andador que usava o carrinho como apoio. Mas a loja só tinha modelos pequenos. Os carrinhos precisam ser estáveis e leves”, afirma. Outro detalhe que costuma passar despercebido é o som ambiente. “A audição de agudos começa a se deteriorar já a partir dos 40 anos. Música alta nos alto-falantes pode ser um incômodo sério para os mais velhos”, diz. Por fim, Campbell recomenda uma organização mais estratégica dos produtos. “Agrupar itens que costumam ser comprados juntos — como carne e legumes — facilita para quem tem dificuldades para circular pela loja. Algumas redes já colocam produtos em mais de um local, o que ajuda todos os públicos, mas especialmente os idosos.” Em um mercado cada vez mais competitivo, atender bem o público maduro — com empatia, planejamento e inteligência comercial — pode ser a chave para fidelizar consumidores que não apenas compram mais, mas que também valorizam a experiência e o vínculo com a marca.
19/05/2025
Ruptura: 5 práticas de especialista pra você aplicar no seu negócio!
Este é um dos maiores desafios enfrentados pelos supermercados. De acordo com a Neogrid, empresa especializada em inteligência da cadeia de suprimentos, a taxa média de ruptura no varejo brasileiro gira em torno de 11%. Esse índice afeta diretamente as vendas, compromete a experiência do consumidor e pode até prejudicar a fidelização à marca. Para o fundador da InsightQuote, Will Schneider, o controle da ruptura exige uma atuação coordenada entre tecnologia, planejamento e gestão de fornecedores. “O consumidor não perdoa quando procura um produto básico e não encontra. Ele pode migrar para outro supermercado na próxima compra. Por isso, controlar o estoque com precisão e agir de forma preventiva é essencial”, afirma. Um dos primeiros passos nesse processo, segundo o especialista, é acompanhar os níveis de estoque em tempo real. Softwares de gestão conectados ao ponto de venda e integrados a leitores de código de barras permitem rastrear a saída dos produtos, gerar alertas quando os estoques estão baixos e automatizar processos de reposição. Segundo estimativas do setor, o mercado global de sistemas de controle de estoque deve atingir US$ 6 bilhões até 2032, refletindo a crescente digitalização do varejo. Mas acompanhar o que está nas prateleiras não é suficiente. Schneider ressalta que também é preciso antecipar o que o consumidor vai procurar. Por isso, investir em previsão de demanda é uma prática estratégica. "A análise de dados históricos de vendas, sazonalidade e comportamento do consumidor permite manter estoques equilibrados e evitar tanto a falta quanto o excesso de produtos. Entender quais produtos giram mais e quando é o primeiro passo para não errar na compra ou reposição”, explica Will Schneider. Outro ponto fundamental é estabelecer parcerias com fornecedores confiáveis. Atrasos frequentes, dificuldades de comunicação e problemas na devolução de produtos são algumas das causas mais comuns de ruptura ligadas a falhas na cadeia de suprimentos. “Trabalhar com fornecedores comprometidos e preparados para atender à demanda máxima é tão importante quanto ter uma boa previsão de vendas”, pontua Will Schneider. "Ainda assim, mesmo com planejamento e bons parceiros, imprevistos acontecem. Por isso, é fundamental que os supermercados tenham um plano de contingência. Ter fornecedores alternativos mapeados e processos internos prontos para reagir a situações como greves, desastres naturais ou mudanças regulatórias ajuda a reduzir o impacto de eventos que fogem ao controle. A estruturação desse plano deve considerar critérios como qualidade, capacidade produtiva, reputação e prazos de entrega dos parceiros substitutos", afirma o especialista. Por fim, Schneider frisa que a otimização dos processos internos também tem papel decisivo na prevenção de rupturas. Automatizar tarefas operacionais, manter o inventário sempre atualizado, controlar faturas com fornecedores e garantir que a movimentação de mercadorias entre centros de distribuição e lojas aconteça sem falhas são medidas que ajudam a manter as gôndolas abastecidas. “Não adianta ter um estoque cheio no depósito e gôndolas vazias por falta de reposição interna. A ruptura também nasce de falhas operacionais e pode ser contida com treinamento e automação”, reforça Schneider. Ao adotar essas cinco práticas — controle em tempo real, previsão de demanda, parcerias confiáveis, plano de contingência e eficiência interna — o supermercado consegue reduzir perdas, melhorar a experiência do cliente e fortalecer sua posição competitiva no mercado. Afinal, evitar a ruptura não é apenas uma questão logística: é também uma estratégia de negócio.
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