
Anvisa determina recolhimento de lote de molho de tomate após identificação de vidro

*Atualizado às 14h40
Posicionamento da empresa
A ASSERJ entrou em contato com a Mastromauro Granoro, que, nesta quinta-feira, dia 9 de janeiro, teve o lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, recolhido a pedido da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), após a identificação de pedaços de vidro no produto.
A empresa informou que realizou o recolhimento preventivo de um lote da Passata de Tomate Di Puglia Granoro Dedicato, em embalagens de 500 gramas, lote HP1LM283, após a suspeita de possível presença de fragmentos de vidro. Segundo a empresa, a ocorrência ainda está em fase de verificação pelas autoridades sanitárias italianas, que já foram notificadas.
“O produto envolvido corresponde ao lote HP1LM283, com prazo mínimo de validade até 31 de dezembro de 2026. No Brasil, de acordo com a fabricante, apenas pequenas quantidades desse lote foram comercializadas, e o distribuidor local já foi informado e iniciou o recolhimento do item do mercado, seguindo os protocolos de segurança e controle”, informou a empresa em comunicado.
Saiba mais sobre o caso
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, por meio de resolução, o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, após a identificação de pedaços de vidro no produto.
A medida integra um conjunto de ações sanitárias que incluem a suspensão da comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do lote afetado.
De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada após um alerta emitido pelo RASFF (Sistema Europeu de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), que apontou risco grave à segurança alimentar no produto importado para o Brasil. A agência destaca que a determinação se restringe exclusivamente ao lote LM283.
A ASSERJ orienta que todos os estabelecimentos tomem as providências cabíveis, realizando a imediata retirada do produto das gôndolas, a verificação de estoques, a segregação do lote envolvido e o correto registro do produto, cumprindo integralmente os protocolos de recolhimento, a fim de garantir a segurança dos consumidores e a conformidade com as normas sanitárias vigentes.
“O sistema europeu RASFF é essencial para a rápida identificação e comunicação de riscos graves à segurança de alimentos exportados da Europa para outros países. Sua atuação protege a saúde pública, evita a disseminação de produtos inseguros e reforça o controle sanitário no comércio internacional. No Brasil, segue a orientação para o recolhimento dos lotes afetados pelos estabelecimentos, a fim de evitar sanções por órgãos reguladores”, explica o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça.
Vamos, juntos, garantir a segurança dos nossos consumidores.

