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Como a Airfryer influência o varejo supermercadista? ASSERJ explica
Nos últimos anos, a Airfryer se tornou uma febre no país. Com a explosão de comercialização, na busca por praticidade e alimentação equilibrada, o eletrodoméstico invadiu os lares brasileiros, passando a ser um item essencial nas cozinhas. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletrônicos (Eletros), as vendas do aparelho cresceram 32% em 2024, totalizando 57 milhões de unidades negociadas. Um levantamento Kantar também confirma essa evolução. De acordo com a pesquisa, 44% dos lares brasileiros já contam com o item. Mas como isso impacta o varejo supermercadista? Nova realidade já movimenta a indústria Esse cenário já gera reações na indústria. Focando no novo hábito dos consumidores, diversas marcas estão lançando produtos voltados especificamente para a Airfryer, aproveitando a popularização do eletrodoméstico. A Dr. Oetker, por exemplo, lançou a primeira linha de bolos para Airfryer do Brasil, com sabores como Chocolate, Laranja e Brownie, prometendo bolos prontos em até 18 minutos. "É a primeira linha de misturas para bolo com preparo exclusivo na Airfryer. Mais praticidade, sabor e inovação para o dia a dia dos consumidores. Esse é mais um passo da Dr. Oetker para acompanhar as novas tendências e oferecer soluções que facilitam a vida sem abrir mão da qualidade", destaca Wagner Faria, supervisor de vendas e distribuição da Dr. Oetker. Marcas de alimentos congelados também seguem essa tendência. A McCain criou a linha McCain Airfryer, com quatro versões de batatas, que já somam 30% das vendas da companhia no varejo, com projeções de subida para 50% nos próximos anos. Já a Seara, oferece proteínas e refeições completas para preparo no eletrodoméstico (além de lançar sua própria Airfryer em parceria com a Mondial). Além disso, marcas da categoria de limpeza também estão atentar para explorar as oportunidades. A Limppano lançou a primeira esponja especialmente desenvolvida para Airfryer, garantindo limpeza eficiente sem danificar o equipamento. "Na última Black Friday, foram vendidas 39 Airfryer, por minuto na Shopee. Produto que invadiu os lares brasileiros, e também as receitas na internet", frisa Henrique Lopes, gerente comercial regional da Limppano. Atenção, varejista! Não perca a oportunidade! O crescimento da Airfryer abre uma grande janela de possibilidades de negócios para o varejo supermercadista. Portanto, é importante estratégia nas ações para aproveitar o momento de alta do eletrodoméstico, tais como: Cross-sell: combinar alimentos, utensílios e produtos de limpeza específicos para Airfryer, podendo até criar seções exclusivas, ampliando a conveniência do cliente e podendo também aumentar o ticket médio; Ativações em PDV: destacar produtos compatíveis com o eletrodoméstico, com comunicação clara sobre tempo de preparo e benefícios; Cross-merchan: posicionar snacks, proteínas congeladas e bolos próximos a bebidas ou itens de café da manhã, incentivando consumo em ocasiões práticas e rápidas e as compras por impulso; Degustação: incentivar a experimentação em loja de produtos prontos para Airfryer, aumentando visibilidade e engajamento do consumidor; Campanhas digitais: promover ações nos canais digitais com vídeos de receitas, instruções de preparo e dicas de limpeza. A Airfryer pode ser mais que um eletrodoméstico para o varejo supermercadista. Ela pode se transformar em uma alavanca de vendas, impulsionando diversas categorias do seu mix. Além disso, pode ser uma nova forma de gerar valor junto ao consumidor, aumentando as chances de fidelização e expansão do seu negócio. A ASSERJ reforça: acompanhar as transformações socioculturais é fundamental para que nosso setor siga relevante e seja cada vez mais moderno, competitivo e alinhado às tendências e hábitos de consumo. E estabelecer parcerias estratégicas com a indústria é fundamental para garantir o sucesso de vendas!
27 de August, 2025
Indústria em cena
Nasce uma gigante global do café! Vem saber quem é!
Produto essencial no dia a dia dos brasileiros e um dos itens mais vendidos no varejo supermercadista, o café acaba de ganhar um novo gigante mundial. A americana Keurig Dr Pepper (KDP) anunciou a compra da holandesa JDE Peet’s, dona de marcas como Pilão e Caboclo, em uma transação de € 15,7 bilhões (US$ 18,4 bilhões). O acordo consolida a posição da companhia no setor de cafés e estabelece um concorrente direto para a Nestlé, líder global do segmento. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, a operação prevê que, a partir de 2026, a KDP será dividida em duas empresas independentes: uma dedicada exclusivamente ao mercado de cafés e outra voltada para refrigerantes. Estratégia de fortalecimento no setor de cafés Conhecida mundialmente por marcas de refrigerantes como Dr Pepper e 7Up, a Keurig Dr Pepper vinha enfrentando dificuldades na divisão de cafés, pressionada pela concorrência e pela alta do preço dos grãos. A aquisição da JDE Peet’s representa, segundo o CEO da companhia, Tim Cofer, uma “oportunidade excepcional para criar um gigante global do café”. Analistas avaliam que a cisão planejada entre cafés e refrigerantes permitirá que cada unidade de negócios atue com maior foco, eficiência e capacidade de investimento. Impacto no mercado brasileiro O Brasil, maior produtor mundial e um dos principais consumidores de café, tem papel central nessa disputa. Marcas tradicionais como Pilão e Caboclo, já líderes nas gôndolas do varejo supermercadista brasileiro, passam agora a integrar o portfólio de uma multinacional com maior poder de escala e investimento. "A expectativa é que a competição mais acirrada estimule inovação em produtos, estratégias de marketing mais agressivas e melhorias logísticas", analisa o consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo. Disputa com a Nestlé A nova operação de café da KDP deve atingir US$ 16 bilhões em vendas anuais, enquanto a Nestlé registrou US$ 28,7 bilhões em 2024 apenas no segmento de cafés. Embora a diferença ainda seja significativa, a aquisição fortalece a posição da Keurig Dr Pepper, que aposta na diversidade de seu portfólio e no apelo de marcas regionais, como o Pilão no Brasil, para ganhar espaço em diferentes nichos de mercado. Enquanto a Nestlé mantém a liderança em cafés solúveis, cápsulas e linhas premium, a nova gigante surge com a promessa de ampliar a disputa também no segmento de cafés tradicionais e em grãos.
27 de August, 2025
Conecta
Cross sell: como essa estratégia pode ajudar a aumentar o ticket médio?
No competitivo setor supermercadista, encontrar estratégias que ampliem as vendas sem elevar os custos de aquisição de clientes é um desafio constante. Uma prática que vem ganhando cada vez mais espaço nesse cenário é o cross sell, ou venda cruzada, técnica que consiste em oferecer ao consumidor produtos complementares no momento da compra, agregando valor à experiência e aumentando o ticket médio. Segundo Lucas Sousa, gerente comercial da GestãoClick, especializada em soluções tecnológicas de gestão empresarial para micro e pequenas empresas, essa é uma das abordagens mais eficientes para impulsionar os resultados. “Na prática, com uma boa estratégia de venda cruzada, é possível vender mais sem precisar conquistar novos consumidores. Isso torna a abordagem eficiente e econômica, especialmente quando apoiada por ferramentas que automatizam o processo. O segredo está em conhecer bem o cliente e apresentar opções realmente relevantes”, afirma. No varejo supermercadista, a venda cruzada pode ser aplicada de diferentes formas e canais, tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. Quando um consumidor coloca carvão no carrinho, por exemplo, oferecer sal grosso ou temperos para churrasco torna a experiência mais conveniente e aumenta a percepção de valor. O mesmo vale para quem compra massas: sugerir molho de tomate ou queijo ralado é uma oportunidade de venda simples, prática e eficiente. “O primeiro passo é entender quem é o seu consumidor. Analise o histórico de compras, preferências e necessidades. A personalização aumenta muito as chances de aceitação”, orienta Sousa. A tecnologia é uma aliada essencial nesse processo. Sistemas de gestão empresarial (ERP) e ferramentas de relacionamento com clientes (CRM) permitem acompanhar o comportamento de compra, controlar estoques e até automatizar sugestões de venda. “Essas ferramentas ajudam a indicar, no momento certo, quais produtos devem ser oferecidos em conjunto. No e-commerce, por exemplo, o sistema pode sugerir automaticamente itens que costumam ser comprados juntos, de acordo com o histórico do cliente”, detalha. Mas a tecnologia sozinha não basta. O atendimento humano também é peça-chave para que a prática funcione. “É importante ter equipes preparadas para identificar oportunidades de cross sell e apresentar os produtos certos, no tom certo. O objetivo não é empurrar mais itens, mas mostrar soluções que agreguem valor. Quando isso acontece, a venda cruzada é bem recebida pelo consumidor”, reforça o gerente comercial. Outro ponto fundamental é o monitoramento constante. Avaliar indicadores como ticket médio, taxa de aceitação das sugestões e produtos mais vendidos em conjunto permite ajustar a estratégia e torná-la escalável. “É preciso analisar os resultados e, a partir deles, refinar a prática. Isso garante consistência e aumenta a segurança para expandir a aplicação da técnica”, completa. Mais do que aumentar as vendas, o cross sell melhora a experiência do consumidor. Ao encontrar no supermercado todos os itens necessários para uma ocasião específica — seja um churrasco, um café da manhã ou uma festa de aniversário — o cliente percebe que a empresa entende suas necessidades e facilita sua rotina. “Quando bem aplicada, a venda cruzada melhora a experiência de compra, porque o cliente percebe que a empresa entende suas necessidades e facilita sua rotina. É isso que transforma a técnica em uma vantagem competitiva para o varejo supermercadista”, destaca Lucas Sousa. O que é cross-sell? O cross-sell é uma técnica de venda cruzada. Ou seja, é oferecido um ou mais produtos complementares ao que o cliente está procurando. Um exemplo prático disso é quando um consumidor deseja comprar um tablet e o vendedor oferece um cartão de memória expansível, um par de fones de ouvido e, inclusive, um teclado portátil. “Tudo isso é feito pensando em como o indivíduo vai utilizar o item desejado no cotidiano. Dessa forma, busca-se proporcionar mais facilidade, usabilidade e praticidade para ele. Portanto, além de ampliar o valor final de cada venda, aumenta-se a satisfação do cliente”, explica Lucas Sousa.
27 de August, 2025
Economia
Escala 6X1 do CLT: agosto tem movimentação no Congresso. Venha saber!
Neste mês de agosto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/25, que trata da escala 6x1 (modelo usual na indústria e comércio), em que os profissionais com carteira assinada trabalham seis dias consecutivos da semana e têm um descanso semanal, totalizando as 44 horas laborais, voltou a ser debatida no Congresso Nacional. Foi instalada a subcomissão, vinculada à Comissão de Trabalho, que discutirá o texto da PEC. A relatoria ficará a cargo do deputado Luiz Gastão (PSD-CE). Um parecer deve ser apresentado em até 90 dias, ou seja, em meados de setembro, após os debates do colegiado. A PEC 8/25 ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) quanto à sua legalidade, juridicidade e constitucionalidade. Se aprovado, o texto final também passará pelo crivo de uma comissão especial, que será instalada futuramente, para, somente após todas essas etapas, ser votada em dois turnos pelo Plenário da Câmara. O modelo foi testado e aprovado por algumas empresas brasileiras, dentro do projeto da organização 4 Days Week Brasil, mas especialistas destacam que seu sucesso pode se limitar a algumas áreas de atuação, e que é preciso cautela nos argumentos. Isso porque os custos da empresa podem aumentar com a contratação de mais trabalhadores para suprir as folgas extras e também os encargos sociais destas contratações. "É muito difícil se não houver um incentivo fiscal" O diretor do Grupo Adonai, Ronaldo Leal, concorda que a redução da jornada de trabalho traria benefícios para os trabalhadores como uma boa saúde mental e aumento na produtividade, mas que isso exigiria um aumento no número de funcionários, o que poderia gerar um impacto significativo nos custos das empresas, especialmente considerando as baixas margens de lucro do setor. Para que a jornada proposta seja viável, ele enumera, é necessário implementar incentivos fiscais que compensem as empresas pelos custos adicionais, e de um acordo entre sindicatos, empresas e governo: “É tão bacana pensar nessa questão holística do ser humano, mas para o varejo é muito difícil se não houver um incentivo fiscal. Acho que é possível, mas não é uma coisa para médio prazo. Tem que haver compensações para todas as naturezas.” Para o economista Roberto Gianetti, da Universidade de São Paulo (USP), incentivos fiscais devem ser temporários e destinados a objetivos específicos, sem criar dependência das empresas em relação ao governo. “O governo não produz, ele arrecada, e isso vem dos produtores. Pensar que o governo pagará para manter empregos é um equívoco”, disse, destacando que é crucial preservar recursos públicos para áreas como a Previdência. “Precisamos continuar avançando na reforma da Previdência, pois a estrutura demográfica do Brasil exige soluções financeiras sólidas para o futuro.” Gianetti, ex-diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), enfatiza que o mercado de trabalho está em uma "transição trabalhista" global impulsionada pela automação e inteligência artificial. Esse fenômeno exige que empregadores e trabalhadores adaptem-se a novas demandas de produtividade e ajustes nas jornadas. Segundo ele, ajustar o modelo 6x1, entre outros, pode preservar empregos e garantir que o aumento de produtividade permita remunerações mais estáveis ou até maiores. O economista também alerta os empresários para a importância de manter um ambiente de trabalho saudável e respeitoso. "Empresas que buscam economizar abruptamente, como algumas grandes redes de varejo, acabam sofrendo perda de qualidade no ambiente interno e na motivação dos funcionários", pondera. Para Gianetti, o equilíbrio entre empregadores e empregados é fundamental para lidar com a transição trabalhista de forma justa e saudável. Ele defende que essa transformação nas relações de trabalho, impulsionada pela automação e novas tecnologias, deve ocorrer sem que uma das partes tire vantagem excessiva ou sofra prejuízos significativos. O economista acredita que, com responsabilidade e equilíbrio, é possível preservar a qualidade do emprego e a remuneração justa, garantindo uma adaptação benéfica para todos. Custo de soluções ainda são barreiras no Brasil Autor do livro “Vivendo o varejo americano", Roberto James argumenta que a implementação imediata do fim da escala 6x1 no varejo e na indústria brasileira enfrentaria desafios significativos, principalmente por fatores econômicos e tecnológicos. Ele aponta que, embora existam tecnologias avançadas para automatizar processos em supermercados e indústrias, como câmeras, softwares e sistemas de autoatendimento, a disseminação e o custo dessas soluções ainda são barreiras no Brasil. “A mão de obra no Brasil é relativamente barata, o que torna a substituição por máquinas e sistemas automatizados economicamente inviável para muitas empresas, especialmente no curto prazo", ele afirma. Apesar dos desafios iniciais, James acredita que a automatização traria benefícios significativos para o varejo e a indústria no longo prazo, como aumento da eficiência, redução de custos e melhoria da experiência do cliente. Ele destaca que setores como o atendimento em caixas de supermercados e a logística em centros de distribuição são os mais propensos a serem automatizados devido à existência de tecnologias já maduras. Mas observa que a transição para um modelo mais automatizado exige um planejamento cuidadoso e investimentos significativos em tecnologia e treinamento de funcionários. É importante que o varejo supermercadista esteja atento a essas possíveis mudanças para estudar a melhor forma de se preparar para um novo cenário. E também que todos os setores envolvidos estejam abertos a discussões.
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