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Quer conhecer a fábrica da Chinezinho? A ASSERJ te mostra!
A ASSERJ visitou, nesta terça-feira (26), a fábrica da Chinezinho, tradicional marca fluminense do setor alimentício, em Valença (RJ). A unidade, que hoje possui 10 mil m², será ampliada para 15 mil m² até o final do ano. O investimento busca aumentar a capacidade produtiva e acompanhar a crescente demanda do varejo no estado, responsável por cerca de 80% do faturamento da companhia. “Atuamos com um portfólio amplo, com mais de 600 SKUs distribuídos entre diversas categorias: molhos, cereais, condimentos, especiarias, farináceos, elaborados, snacks, chás, entre outros”, afirmou Isis Corrêa, diretora industrial da empresa. Com mais de 50 anos de atuação, a Chinezinho consolidou uma estrutura sólida no Rio de Janeiro: são duas fábricas em Valença e Vassouras, além de escritório corporativo e transportadora na capital. O grupo reúne mais de 600 colaboradores diretos e cerca de 800 profissionais quando contabilizados os prestadores de serviço. “Essa presença sólida nos permite não apenas gerar empregos e movimentar a economia regional, mas também fortalecer parcerias com fornecedores locais e investir continuamente em inovação e qualidade”, destacou Corrêa. O portfólio da marca também reflete a sazonalidade do consumo: ervilha e canjica no inverno, canela e grão-de-bico no período natalino. Os molhos representam entre 30% e 40% das vendas totais. Mais do que resultados financeiros, Isis Corrêa reforça o vínculo da Chinezinho com o consumidor fluminense. “Somos uma empresa nascida e enraizada no Rio de Janeiro, que cresceu acompanhando os hábitos e o estilo de vida dos fluminenses. Por isso, carregamos conosco não só a responsabilidade de oferecer alimentos de confiança, mas também o orgulho de representar o estado em outros mercados do Brasil.” Com a expansão em Valença, a Chinezinho reafirma sua estratégia de aliar tradição e inovação, ampliando sua capacidade produtiva sem perder o DNA fluminense que a consolidou como referência nos setores alimentício e supermercadista nacional. A edição de setembro da revista Super Negócios trará uma reportagem especial detalhando os bastidores e os próximos passos da empresa.
26/08/2025
ALAS discute o crescimento do Hard Discount nas Américas. ASSERJ te conta tudo em primeira mão!
A Associação das Américas de Supermercados (ALAS) promoveu nesta terça-feira, 26 de agosto, mais uma edição do ALAS Conecta, um ponto de encontro estratégico, que reúne líderes e especialistas que transformam o setor supermercadista nas Américas, reforçando a importância do intercâmbio de experiências para o fortalecimento do nosso segmento em nível continental. Desta vez, as discussões foram dedicadas a um modelo que teve pouca aderência no mercado brasileiro: o Hard Discount. Esse posicionamento de negócio tem se expandido rapidamente em diversos países. Foram apresentados modelo de operação, diferenciais e o potencial de crescimento em mercados emergentes, além do espaço para debates sobre tendências e oportunidades de expansão. Hard Discount: o que é? O Hard Discount é um formato focado em oferecer produtos de qualidade a preços significativamente baixos, com uma operação de baixo custo e sortimento muito limitado, principalmente quando comparado aos modelos que temos no varejo supermercadista fluminense. A manutenção rigorosa das regras do modelo, disciplina operacional e volume de compras são os fatores basilares desse posicionamento. Enquanto redes tradicionais de supermercados oferecem maior variedade, serviços e experiência de compra mais abrangente, o Hard Discount foca na eficiência e rapidez, com operações enxutas. A estratégia desse modelo inclui: Preços baixos: obtidos por compras em grande volume e eficiência operacional; Baixo custo de operação: lojas simples, com autosserviço e quase nenhum serviço adicional; Mix limitado: número reduzido de produtos, priorizando giro rápido; Marcas próprias: predominância de marcas próprias, garantindo margem de lucro; Foco em produtos básicos: itens de necessidade diária do consumidor. Hard Discount: case Colômbia Na exposição apresentada no ALAS Conecta, conduzida por Erik Morales, líder de experiência do consumidor para o varejo andino da NielsenIQ, e Ginna Rodríguez, líder de cluster para o varejo andino da NielsenIQ, o foco foi o cenário do modelo na Colômbia, país das Américas com crescimento de destaque no segmento de Hard Discount. "Ao analisarmos o país que ilustra como pode se consolidar um Hard Discount em uma região como a nossa, vemos a Colômbia, que nos dá essa radiografia que mostra o desenvolvimento que pode ter. Mas ainda se percebe que esta região está em crescimento, com muitas oportunidades de desenvolvimento em torno do Hard Discount, em relação ao que pode ser visto em outros países que já têm esse modelo há mais tempo na Europa. Portanto, é um mercado que ainda oferece muitas oportunidades. Mais de 15 anos após sua abertura, de 2009 a 2024, podemos ver claramente como o Hard Discount se desenvolveu. Em 2018 estava em 8,4%, hoje já está em torno de 21%. Nesse contexto de crescimento desse canal a indústria cresce, mas o canal tradicional e as redes são os principais atores onde ocorre migração. A cobertura que os Hard Discounts alcançam na Colômbia é quase igual à do canal tradicional, que é muito forte e consolidado no país. Isso demonstra o desenvolvimento desse tipo de canal na região", destacou Erik Morales. Ginna Rodríguez complementou: "É relevante comentar algo. O contexto na Colômbia, que pode ser similar em outros países da América Latina, é que esse canal 'down the trade', ou seja, o conjunto entre canal tradicional, independente e de bairro, tem grande peso nesses mercados, pois culturalmente o consumidor está muito propenso a realizar compras nesses canais. Quando chega o canal de discounters, cria uma disrupção. No início, havia dúvida se esse canal iria canibalizar. A resposta é não. O consumidor é multicanal, ou, como se diz em muitos fóruns, é infiel de certa forma na escolha do local de compra, e há espaço para todos. Isso quer dizer que há espaço para um canal de desconto em desenvolvimento, mas também para os modelos tradicionais, que permanecem na mente do consumidor". Erik Morales prosseguiu: "A Colômbia já está avançada nessa dinâmica do canal, não falamos mais de uma primeira fase de penetração e expansão. Já há outras camadas que impulsionam o crescimento do canal, passando a um 'desconto 2.0', que vai além da proposta de valor e sortimento, inclusive no tamanho dos pontos de venda. Em outros países, a curva ainda está em etapa preliminar, mas por causa da experiência avançada da Colômbia, países como Peru e Equador provavelmente seguirão um caminho mais acelerado. A evolução dos pontos de venda de Hard Discount, de janeiro de 2020 a dezembro de 2024, na Colômbia, é impressionante: de 1.000 para 5.500 pontos de venda. Há estratégias de preço e proximidade, penetrando regiões onde não havia canal moderno". "Quando analisamos penetração e gasto das famílias nos diferentes canais na Colômbia, vemos que o Hard Discount segue crescendo em penetração e gasto, com volume de gasto importante. A lealdade aos discounters está em 28%, marcada por compras repetitivas. Mas, como já dissemos, o shopper agora tem mais alternativas e se move dentro dessas alternativas. É um marco competitivo bem interessante. Mas também vemos que os canais tradicionais estão muito consolidados", explicou em sequência o líder de experiência do consumidor da NielsenIQ. Morales concluiu: "Os compradores do Hard Discount podem ser segmentados em 'light', 'medium e 'heavy'. Os 'light' têm menor gasto (15%) e penetração (48%), comportamento menos leal e frequência mais distanciada. 'Medium' e 'heavy' apresentam frequência maior, sendo o heavy com ticket médio duas vezes maior que light. Quanto às categorias, cestas de higiene, bebidas, alimentos e cuidado pessoal são as mais importantes. Higiene é sensível ao preço e marcas próprias penetraram significativamente. Produtos alimentícios têm barreiras adicionais para troca de qualidade por preço. No pareto das 15 categorias de venda do Discounter, 17% não pertencem às cadeias e 24% do gasto são de marcas comerciais. Fabricantes já produzem SKUs específicos para discounters. Com o tempo, há expansão do portfólio, incluindo categorias como pet e dermocosméticos, começando a oferecer perecíveis como carne e algumas frutas, aumentando o ticket médio. A estratégia inicial foca em cobertura massiva de pontos de venda, e depois se concentra em rentabilizar o tráfego aumentando o ticket". Cenário no Brasil Apesar do crescimento registrado em diversas nações das Américas, o modelo de Hard Discount pode enfrentar obstáculos diferentes no Brasil, como explica Ginna Rodríguez: "Esse padrão não se limita à realidade colombiana, mas se repete na América Latina, exceto em alguns países como o Brasil, onde a estrutura é diferente e o canal 'pague e leve' tem papel importante, voltado a consumidores que buscam economia por volume. Nos demais países, a dinâmica é mais próxima do observado na Colômbia". No Brasil, o modelo de Hard Discount ainda não se mostra atraente para os consumidores. O hábito de consumo local e de preferência consolidada, além da necessidade de adaptação cultural e operacional ao comportamento do consumidor, torna o segmento dinâmico, com necessidade de adaptações aceleradas, mas que só adota novos modelos se estiverem aliados a retorno perceptível e aos costumes locais. Por exemplo, o formato de atacado passou a mesclar características do varejo, criando o modelo de atacarejo, o que mostra que as especificidades do consumidor brasileiro são fortes. "Atacado, atacarejo, supermercado e hipermercado são posicionamentos que respeitam os costumes e hábitos locais. Isso é a maior prova de que é o consumidor quem manda no nosso negócio. Nem sempre o que acontece no exterior se reproduz aqui, pois temos um DNA próprio e uma capacidade de observação diferenciada. O varejo brasileiro observa o retorno do consumidor e se transforma rapidamente. Por atender diretamente o cliente, consegue escutar suas demandas com agilidade e ajustar o modelo de operação em velocidade muito rápida. No Brasil, o que prevaleceu até agora foi o modelo de atacarejo e as redes regionais, que continuam fortes. Mas isso não é definitivo, já houve momentos de hipermercado e outras tendências. O mercado está sempre em evolução", frisa Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e 1º vice-presidente da ALAS. Ainda no cenário brasileiro, neste ano, a varejista russa Svetofor, com a bandeira Vantajoso, planeja entrar no mercado com um Ultra-Hard Discount, oferecendo operação ainda mais enxuta, com menos de 2.000 itens, produtos expostos em caixas e paletes, priorizando marcas próprias e pequenos produtores. O plano inicial, a priori, era abrir 15 unidades no estado de São Paulo até o final do ano. Características específicas do Brasil (e do Rio de Janeiro) I - Preferência histórica: o brasileiro possui hábitos de compra muito enraizados e em modelos já consolidados, que atendem às necessidades de preço e conveniência. Com experiências sólidas, o cliente não enxerga motivação para migrar de modelo; II - Adaptação ao comportamento: o Hard Discount, apesar de sua evolução na América Andina, é um modelo desenvolvido na Europa e nos EUA, onde o consumidor está mais acostumado a lojas menores e mix reduzidos, por exemplo. No Brasil, o consumidor aprecia a variedade nas gôndolas, além do atendimento oferecido em loja e da experiência de compra, criando uma barreira de difícil transposição para outros negócios. Especificamente no Rio de Janeiro, o tradicional modelo de lojas regionais ocupam ainda um papel central no imaginário popular, construído através da proximidade e da confiança; III - Alta competitividade: ainda que ofereça grandes descontos, o Hard Discount encontraria, no contexto fluminense, além de concorrentes consolidados, negócios que já oferecem preços baixos; Em resumo, ainda que em alta crescente em diversos mercados, com resultados de relevância, o Hard Discount viveria, no Brasil, e no estado do Rio de Janeiro, uma necessidade de adaptação de modelo, que talvez impacte no tempo de maturação do negócio. ASSERJ e ALAS: a importância da atualização para o varejo supermercadista Para o varejo supermercadista do estado Rio de Janeiro, eventos como o ALAS Conecta são essenciais. Acompanhar tendências internacionais, entender modelos inovadores de operação e analisar experiências de outros mercados permite que identifiquemos oportunidades, aprimoremos estratégias e, principalmente, nos preparemos frente à concorrência. A ASSERJ segue atenta a toda troca de conhecimento possível, para fortalecer nossa rede de associados, criando uma base sólida e preparada para desafios, garantindo que o varejo fluminense siga em constante evolução, oferecendo valor e cada vez mais presença na vida dos consumidores.
26/08/2025
Estratégia global da KitKat tem o Brasil como pioneiro na ativação. Vem saber!
A marca KitKat, da Nestlé, acendeu o sinal verde e deu a largada no lançamento da campanha "Break da Torcida". A iniciativa, parte da estratégia global da marca como chocolate oficial da Fórmula 1, tem o Brasil como país pioneiro para a ativação, reforçando a conexão com os mais jovem e a crescente retomada da evolução do público do automobilismo. O objetivo da ação é aproximar a experiência do universo das corridas à rotina dos consumidores. Com uma mecânica simples, premiações atrativas e forte apelo emocional, a campanha pretende transformar o "break" tradicional da KitKat em um momento memorável, mas agora com o ronco dos motores ao fundo. A campanha também chancela o início da parceria da marca com o jovem piloto brasileiro Gabriel Bortoleto, novo embaixador da KitKat. A aposta em Bortoleto, considerado uma das maiores promessas da modalidade, busca trazer a autenticidade que a marca deseja transmitir ao novo público. Promoção focada em hábitos de consumidor As escolhas da KitKat pela Fórmula 1 como plataforma de comunicação e do Brasil como país escolhido não são à toa. Segundo a Liberty Media, no final de 2023, a média de idade dos fãs da modalidade caiu de 36 para 32 anos. Enquanto isso, o crescimento do público de até 25 anos foi de 21%, entre 2021 e 2022. Já entre os fãs de até 35 anos esse salto é de 44%, entre 2018 e 2022. Os números comprovam que a categoria vem se consolidando como uma preferência da Geração Z. Além disso, em 2024, o Grande Prêmio de Interlagos, em São Paulo, bateu o recorde de público na história da Fórmula 1 no Brasil, com mais de 291 mil pessoas ao longo do evento, sendo 110 mil apenas no domingo de corrida. A promoção "Break da Torcida" vai até 29 de setembro, com abrangência em todo o território nacional. Para participar, o consumidor precisa adquirir três produtos da marca KiktKat e cadastrar o cupom fiscal no site da campanha. Os prêmios são divididos em três categorias: prêmios instantâneos (bonés, camisetas e garrafas térmicas personalizadas); prêmios intermediários (cinco pares de ingressos para arquibancadas cobertas no GP de São Paulo de Fórmula 1, com kits personalizados da torcida); e prêmio final (experiência VIP no Paddock Club, com acesso exclusivo durante os três dias de evento, todas as despesas pagas, kit premium da marca e um Meet & Greet com o piloto Gabriel Bortoleto). Liberato Milo, vice-presidente sênior chefe de Confeitaria, Sorvetes, Bebidas de Cacau e Lanches Permitidos da Nestlé Global, destaca: "Estamos empolgados em lançar nossa primeira campanha com Gabriel Bortoleto, embaixador da marca KitKat e um dos jovens talentos mais promissores do automobilismo global do Brasil. Este é um momento poderoso para a marca, no Brasil. Como o chocolate oficial da Fórmula 1, a KitKat está aproveitando a paixão e a energia das corridas para se conectar com uma nova geração de consumidores. Gabriel transmite essa energia com autenticidade e propósito, fazendo dele o parceiro ideal para levar essa mensagem adiante. A campanha prepara o terreno para nossa presença no Grande Prêmio de São Paulo, em novembro. Este é apenas o começo de uma jornada para aprofundar nossa conexão com os consumidores e levar a experiência da marca ainda mais perto das pistas" "Essa campanha é um passo importante na nossa estratégia como marca. Faz parte de um plano 360º, com grandes investimentos de mídia, presença na TV aberta, ativações nos pontos de venda e conteúdos exclusivos nas redes sociais. Também é reflexo de uma parceria que aposta no potencial da Fórmula 1. Desde o início, tivemos o Gabriel Bortoletto como embaixador da marca e ver seu talento sendo destaque nas pistas tem sido motivo de orgulho para todo o Brasil, principalmente pra gente! Além disso, a parceria fortalece nossa conexão com o público jovem, impulsionada pela presença online e pelo interesse em conhecer os bastidores das corridas", explica Patrício Torres, vice-presidente da divisão de Chocolates e Biscoitos da Nestlé Brasil. Campanha reforça: o varejo precisa estar atento às tendências de comportamento A nova campanha da KitKat é mais um exemplo que evidencia como o varejo supermercadista e as marcas devem estar cada vez mais atentas ao comportamento e hábitos dos consumidores. O alinhamento entre produtos, experiência e valores é fundamental para gerar engajamento e fidelização. Além disso, parcerias como a de KitKat com Gabriel Bortoleto e o mundo da Fórmula 1 mostram a força das estratégias multicanais, com integração de ações promocionais, eventos e conteúdos nas plataformas digitais, ampliando alcance e a relevância das marcas junto ao consumidor. Reforçando essa conclusão, vale lembrar que essa também não é a primeira ação deste ano envolvendo marcas e a Fórmula 1. Em julho, a Heineken já havia se aliado à categoria com o lançamento do filme F1, que conta com diversas inserções sobre a cerveja zero da marca, incentivando o consumo dos mais jovens e conscientes, que buscam a experiência, mas sem o efeito do álcool. Seu supermercado está pronto para receber essas ativações?
26/08/2025
Atualidades
Novas regras para rotulagem de bebidas e compostos lácteos entram em vigor. ASSERJ orienta sobre transição
Entram em vigor a partir desta semana novas regras de rotulagem para bebidas e compostos lácteos, estabelecidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As mudanças, que demandam atenção imediata de indústrias e varejistas, visam a clareza nas embalagens e buscam coibir a confusão de consumidores com produtos como leite em pó e iogurte. As portarias nº 861 e 902, de 2023, trazem obrigatoriedades específicas com prazos distintos. A partir desta terça-feira (26 de agosto), os rótulos de compostos lácteos devem exibir, no painel principal, a advertência: "composto lácteo não é leite em pó". A partir de 3 de setembro, as embalagens de bebidas lácteas devem trazer a informação: "bebida láctea não é iogurte". A regulamentação também exige a inclusão das frases "este produto não é leite" para bebidas lácteas não fermentadas de cor branca, e "este produto não é iogurte" para as fermentadas (coloridas ou não), ambas em local destacado e de fácil leitura. As normas introduzem alterações técnicas significativas: (I) Nova categoria: Criação da "bebida láctea ultrapasteurizada", para produtos tratados termicamente como UHT, mas envasados em condições não assépticas, exigindo refrigeração (até 10°C); (II) Flexibilidade na formulação: Quando o leite não for o ingrediente principal, o rótulo deve destacar o componente majoritário (ex.: "bebida láctea de soro de leite"), sem a obrigatoriedade de informar a porcentagem de soro; (III) Limites para aditivos: Adição individual de amido ou gelatina limitada a 1% m/m. A água só pode ser usada para reconstituir ingredientes em pó; (IV) Gordura láctea: A substituição por óleo vegetal é proibida, exceto para enriquecimento nutricional. Nesses casos, a embalagem deve informar "Contém Óleo Vegetal". É crucial distinguir as datas de vigência das frases obrigatórias dos prazos finais para adequação completa. Conforme atualizações do Mapa, o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) de bebidas lácteas (Portaria SDA/MAPA nº 1.174/2024) teve seu prazo de adequação prorrogado para 1º de junho de 2026. Para compostos lácteos (Portaria 1.170/2024), o prazo final é 1º de dezembro de 2026. Isso significa que, até essas datas, embalagens antigas e novas podem circular simultaneamente. A adaptação às novas normas vai além do cumprimento legal e pode ser uma ferramenta estratégica. A clareza nas gôndolas e a comunicação transparente fortalecem a confiança do consumidor, cada vez mais exigente. Para a Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista no segmento de supermercados, a preparação é fundamental: "Este não é um tema novo, mas exige atenção redobrada do varejo, sobretudo para prevenir autuações. A correta segregação nas gôndolas, a revisão dos cadastros de SKU e a capacitação das equipes de atendimento e reposição são passos críticos para evitar autuações e, principalmente, para construir uma relação de transparência com o cliente. Mais do que uma obrigação, a mudança é uma oportunidade de educar e agregar valor". Guia de Implementação para Supermercados: 1 - Gôndola & Sinalização: segregue visualmente as categorias ("Leite", "Iogurtes", "Bebidas Lácteas"). Use headers e price tags claros; 2 - Conferência no Recebimento: exija do fornecedor declaração de conformidade e amostras dos novos rótulos. Inclua cláusulas contratuais sobre o prazo de transição; 3 - Gestão de Estoque: priorize o giro dos produtos com embalagens antigas para evitar não conformidade após as datas de vigência das frases (26/08 e 03/09); 4 - Cadastro & E-commerce: atualize a nomenclatura de venda em todos os sistemas (PDV, site, app), evitando abreviações que induzam ao erro (ex.: chamar "bebida láctea" de "iogurte"); 5 - Treinamento: capacite as equipes de recebimento, reposição e SAC para entender as diferenças entre os produtos e orientar os consumidores corretamente; 6 - Comunicação: utilize cards informativos nas gôndolas e no online para explicar as novas denominações ao consumidor.
25/08/2025
Atualidades
Prezunic, indústria e... streaming! Conecta Varejo avisou: retail media é um nicho que deve ser explorado
Quem passa pela loja do Prezunic Marapendi, na Barra da Tijuca, certamente é impactado com a nova fachada. Em uma ação inovadora de retail media a seis mãos (varejo, indústria e streaming), a rede se uniu a duas gigantes, cada qual do seu segmento, para a realização da campanha "Seara Netflix". Três grandes marcas juntas para oferecer novas experiências aos consumidores. Mais do que uma campanha promocional, a iniciativa promove uma jornada de compra completa, com integração entre o físico, digital e e-commerce. "Inauguramos a fachada 'Seara Netflix' da loja do Prezunic Marapendi Barra, uma obra de arte em uma das avenidas mais movimentadas do Rio de Janeiro. Essa ativação fortalece ainda mais nossa estratégia de levar inovações que agregam valor à categoria, sempre antenados às necessidades dos nossos consumidores", descreve Nelson Marin Rodrigues, diretor de vendas da Seara. O movimento, inclusive, remete a uma das palestras apresentadas na última edição do Conecta Varejo, no Rio Innovation Week, Lucas Daibert mencionou exatamente essa ideia sobre a Netflix. Experiência 360°: do PDV ao digital A iniciativa foca na experiência de compra, em uma estratégia integrada entre canais. Além da decoração na fachada, na loja física, os clientes podem aproveitar degustações, ofertas especiais e ativações temáticas. Já no e-commerce há promoções exclusivas e conteúdos relacionados à campanha. Conexão entre canais para gerar conveniência , oportunidades e engajamento onde o consumidor escolher. Produtos em evidência O grande destaque da iniciativa é a linha "Snacktime – A hora de maratonar ficou mais gostosa", criada especialmente para acompanhar os momentos de séries e filmes. Pensados para atender à demanda por snacks práticos e alinhados ao estilo de vida do público jovem, os itens da promoção são: mini hot-dog coreano; pipoquinha de frango; bolinho de carne com barbecue; chicken supreme com dois molhos; e round chicken, inspirado na última temporada de Round 6. Conecta Varejo avisou: retail media é uma oportunidade estratégica para o supermercadista O case Prezunic, Seara e Netflix reflete um tema amplamente debatido na última edição do Conecta Varejo, no Rio Innovation Week: a importância de valorizar o retail media. A estratégia, quando bem executada, é capaz de transformar os supermercados em verdadeiras plataformas de mídia altamente relevantes e rentáveis, capazes de unir dados, CRM, mídia programática e ativações no ponto de venda para gerar valor tanto para marcas quanto para o varejista. Os benefícios são inúmeros e passam pelo maior engajamento do consumidor, novas oportunidades de receita e fidelização, diferenciação competitiva no PDV e integração digital e ampliação de alcance. Durante os dias de palestras em nosso palco, especialistas reforçaram que o sucesso de iniciativas como essa vai além da tecnologia: está no entendimento do consumidor. Como destacou Lucas Daibert, sócio e vice-presidente de Estratégia da Binder: "No final é tudo sobre gente. Por exemplo, o negócio da Netflix não é a tecnologia. O negócio da Netflix é ter entendido que a vida das pessoas mudou. Porque as pessoas estão repensando os hábitos, a tecnologia mudando as pessoas. É isso que, no final, temos que olhar, as pessoas. Eu amo a seguinte frase: quem entende de gente sempre vence. Não importa. Quem entende de gente sempre vence. Olha só que interessante". (CLIQUE AQUI PARA CONFERIR TUDO SOBRE A PALESTRA). A fala traduz o espírito do retail media, compreender novos hábitos e criar experiências que conectam marcas e consumidores de forma mais próxima e relevante, conclusão reforçada também por outros palestrantes, como Fábio Amorim, CEO da Pixel Retail: "Há 70 anos, o varejo tinha 1.000m² de área de vendas e 3 mil SKUs. Passaram-se algumas décadas e a loja continua do mesmo tamanho, mas agora com 15 mil SKUs. Então a disputa por espaço é gigantesca. Hoje, só a embalagem não conta mais a história. Se o cliente não está comprando, por que vou continuar colocando aquele produto em destaque? Então, a mídia acaba ajudando a mostrar esses diferenciais. Como falei, não é mais uma questão apenas de preço. A guerra de preços só tira valor da marca. O foco agora é em valor percebido. Se pensarmos, quase o Brasil inteiro está toda a semana no supermercado. Então, não tem valor mais relevante". "A atividade das pessoas no Brasil, com o advento da internet e, de fato, com a evolução das novas formas de produção de conteúdo e mídia, tem mudado a jornada do consumidor. Hábitos que até ontem existiam estão sendo substituídos ou modificados, a todo instante, por novos comportamentos. Esse movimento é muito rápido, muito acelerado, adicionando maior fluidez e uma comunicação mais one-to-one. A mídia tem um papel central nesse processo, porque ela acaba moldando diversos comportamentos e toda essa fluidez com que nos relacionamos, seja no consumo de mídia, seja no consumo de produtos, entre outros. E, cada vez mais, essa comunicação é one-to-one, é customizada. Mídia de varejo está dentro de mídia exterior, o famoso out of home. Uma das mídias de maior penetração no nosso país. Hoje, 90% da população declara ter visto mídia out of home nos últimos 30 dias. Isso é enorme, uma das mídias de maior alcance do país. Quando esse recorte vem para mídia em estabelecimentos comerciais é 78%. 3 em cada 4 brasileiros já declarou ter visto mídia em estabelecimentos comerciais. Então, de fato é uma mídia de enorme alcance", frisou Lucas Cunha, business development manager da Kantar IBOPE Media. (CLIQUE E LEIA MAIS DO DEBATE SOBRE RETAIL MEDIA). Inovação contínua Ao unir entretenimento e conveniência, o Prezunic não apenas impulsiona vendas, mas fortalece sua conexão emocional com seus clientes. A iniciativa também mostra que o futuro do nosso setor passa pela integração entre experiência, mídia e consumo, sempre em parceria com a indústria e com players que, em um primeiro momento, podem parecer distantes, mas estão profundamente conectados ao varejo supermercadista através de um ator comum a todas as áreas: o consumidor. Sim, faz todo sentido, por exemplo, vender um carro por meio do retail media!
25/08/2025
ASSERJ lamenta falecimento de Saulo Elias Sentinelli, sócio administrador da Italianinho
É com profundo pesar que a ASSERJ lamenta o falecimento de Saulo Elias Sentinelli, sócio administrador da Italianinho, nesta segunda-feira, 25 de agosto. Saulo era um nome extremamente conhecido do varejo supermercadista fluminense, liderando uma marca com mais de três décadas de atuação em nosso setor, presente nas gôndolas de lojas distribuídas por todo o estado do Rio de Janeiro, com mais de 150 SKU's e sendo uma das líderes da categoria de condimentos. Destacando-se pela qualidade, a Italianinho nasceu no Rio, na década de 1990, em uma iniciativa familiar. Saulo e seu irmão eram distribuidores de uma marca de condimentos que saiu do mercado e, ali, enxergaram a possibilidade de fazer o próprio empreendimento com a oportunidade que se apresentava. Não só conquistaram o imaginário dos consumidores, como ergueram o que hoje é uma indústria tradicional do dia a dia fluminense. Inclusive, a marca foi nomeada "Italianinho" porque era justamente o apelido de Saulo. Um líder, que marcou a história da indústria e do varejo fluminense com humanidade e propósito. Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, lamentou a notícia: "Perdemos um líder e empreendedor excepcional, cuja humildade e caráter eram únicos! Meus sentimentos a toda a família, à empresa e aos amigos". O velório está marcado para esta terça-feira, 26 de agosto, a partir das 7h, na Primeira Igreja Batista de Itaboraí. O sepultamento será às 13h, no cemitério Parque da Paz, também em Itaboraí. A ASSERJ, em consonância com a fala de seu presidente, manifesta suas condolências a todo grupo Italianinho, desejando força, em especial, aos familiares e amigos de Saulo Elias.
25/08/2025
Plástico ou Inox? Escolhendo o carrinho ideal para higiene e durabilidade no supermercado
Os carrinhos de supermercado são superfícies de alto contato, utilizados diariamente por centenas de clientes, e estudos mostram que podem abrigar microrganismos patogênicos, funcionando como vetores de contaminação cruzada. Por isso, a higienização regular é uma medida essencial dentro das Boas Práticas de Manipulação de Alimentos (BPMA), recomendadas pela ANVISA e por organismos internacionais de saúde. Segundo Flávio Graça, consultor de alimento seguro da ASSERJ, “a higienização diária dos carrinhos de supermercado é uma prática importante na segurança sanitária. O uso de produtos adequados, aliado a tecnologias de automação e à escolha de materiais mais higiênicos (plástico/inox), representa uma medida eficaz e sustentável para garantir a segurança dos consumidores. Esperamos que a metodologia de higienização automática chegue logo às grandes redes supermercadistas do Brasil.” Segundo o especialista, a limpeza frequente dos carrinhos reduz a carga microbiana, prevenindo a transmissão de patógenos e protegendo especialmente crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas. “Além disso, reforça a credibilidade do estabelecimento e está alinhada às exigências de segurança sanitária. A periodicidade recomendada inclui higienização diária com desinfetantes, limpeza entre usos ou em intervalos regulares durante o expediente, e a disponibilização de álcool 70% para uso do próprio consumidor antes de manusear o carrinho”, explica Graça. A ausência de higienização, alerta o consultor, pode provocar contaminação cruzada entre alimentos crus e prontos para consumo, disseminação de microrganismos resistentes, aumento do risco de surtos de doenças transmitidas por alimentos e perda de confiança do consumidor, além de possíveis sanções legais. Plástico ou Inox: qual material escolher? Na hora de investir em carrinhos, plástico (polipropileno ou polietileno) e inox se destacam por combinarem durabilidade e facilidade de limpeza. Já o ferro pintado ou galvanizado, embora resistente, é mais suscetível à corrosão quando exposto continuamente a desinfetantes. Como reforça Flávio Graça: “O uso de carrinhos de plástico ou inox, aliado a uma metodologia de higienização adequada, representa uma medida eficaz e sustentável para garantir a segurança dos consumidores.” Para supermercadistas, essa escolha não é apenas uma questão de manutenção: impacta diretamente na segurança dos clientes, na confiabilidade da marca e na conformidade com normas sanitárias, elementos essenciais para o sucesso do negócio. O tema foi pauta do Vale a Pena, na Revista Super Negócios. Clique aqui e confira!
25/08/2025
Ruptura nos supermercados recua em julho. E a ASSERJ te conta os motivos.
O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a ausência de produtos nas gôndolas do varejo supermercadista brasileiro, fechou julho em 12,2%, recuo de 1,4 ponto percentual em relação a junho (13,6%). Entre os itens que mais contribuíram para a queda estão alimentos essenciais como açúcar, arroz, azeite, café e feijão. O único segmento em alta foi o de ovos de aves. “Não se trata exatamente de desaceleração. A inflação ainda persiste e o preço continua moldando o comportamento de compra”, explica Robson Munhoz, diretor de Relações Corporativas da Neogrid. “O consumidor está cada vez mais seletivo e racional, e isso, aliado a um varejo que não cresceu em julho, ajuda a justificar a redução da ruptura.” No Rio de Janeiro, o preço da cesta básica caiu pelo terceiro mês consecutivo. Segundo levantamento do Dieese, a retração em julho foi de 2,33%, prolongando o alívio no orçamento das famílias cariocas. A queda foi puxada principalmente pela batata (-35,51%, devido à safra de inverno), arroz agulhinha (impulsionado pelas importações), feijão-preto (excesso de oferta da safra 2024/2025), café em pó (maior colheita e tarifaço americano) e açúcar (maior oferta e menor demanda). “Foi a maior queda de preços da cesta básica em 2025, além do terceiro mês seguido de deflação no Rio — após maio (-0,20%) e junho (-0,56%). Um alívio para a população carioca, que destina grande parte da renda às compras de alimentos e bebidas no varejo supermercadista”, analisa William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ.
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