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Mundial lança o Bebê Mundi, primeiro festival voltado para mães e crianças
O Supermercados Mundial realizou, em outubro, o Bebê Mundi, primeiro festival da rede voltado especialmente para mães, bebês e crianças. Criada em celebração ao Dia das Crianças, a ação reuniu ofertas inéditas, ativações com grandes marcas e condições exclusivas em todas as unidades da rede. Entre os destaques estavam as ofertas relâmpago, ativações especiais e brindes da Granado. A programação incluiu ainda ações da Cheirinho de Bebê, com kits promocionais e descontos diferenciados ao longo do festival. Segundo Renata Lisandra, responsável pelo setor de perfumaria do Mundial, o evento reforçou o compromisso da rede em oferecer conveniência e variedade para as famílias. “É a primeira vez que realizamos um festival desse porte, e nossa expectativa é alta. Sabemos da importância que esses produtos têm no dia a dia das famílias, por isso buscamos oferecer preços muito competitivos e condições que realmente façam a diferença para o consumidor”, afirma Renata. Para Vanessa Leite, coordenadora de Marketing do Mundial, o Bebê Mundi é um projeto de longo prazo que finalmente se concretiza. “Pensávamos nesse festival há alguns anos e agora ele se materializa. Muitos clientes que começaram a comprar conosco ainda jovens hoje têm família e filhos, e encontram nas nossas gôndolas tudo o que precisam para essa nova fase da vida. O Bebê Mundi é uma forma de acompanhar essa jornada”, explica. Vanessa acrescenta que o objetivo também é transformar a experiência de compra em algo único e afetivo. “Queremos tornar o ato de comprar em uma experiência diferente, especialmente neste mês que celebra as crianças. O festival trará ativações divertidas e marcas parceiras reconhecidas, aproximando ainda mais o cliente do nosso propósito de oferecer qualidade, variedade e preço justo em um ambiente acolhedor”, completa.
13/10/2025
Economia
Em setembro, supermercados do Rio registram deflação pelo quinto mês consecutivo. ASSERJ explica cenário
Após a deflação registrada em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, voltou a subir em 2025. Segundo os dados divulgados na última quinta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA indicou alta de 0,48% em setembro. Apesar da aceleração na comparação com o oitavo mês do ano (0,59 ponto percentual), o número ficou abaixo do projetado pelo mercado, que esperava uma elevação de 0,55%. No acumulado de 2025, o indicador soma 3,64%. Já especificamente o varejo supermercadista do Rio de Janeiro registrou deflação no nono mês do ano. Alimentação, mais uma vez, ajuda na redução da inflação no Brasil. Supermercados do Rio têm baixa de preços Segundo o IBGE, três dos nove grupos pesquisados apresentaram variação negativa. Os principais responsáveis por pressionar a inflação foram os setores de Habitação (+2,97%), Vestuário (+0,63%) e Despesas Pessoais (+0,51%). Já os grupos a registrar retração foram Artigos de Residência (-0,4%), Comunicação (-0,17%) e Alimentação no Domicílio, que concentra os alimentos e bebidas vendidos no varejo supermercadista, que apontou baixa de 0,26%, a quarta deflação consecutiva. Considerando somente o cenário do Rio de Janeiro, o índice de inflação de Alimentação no Domicílio recuou pelo quinto mês consecutivo, com queda de 0,76% em setembro (abaixo da média nacional), a quinta maior do país e a segunda do Sudeste. No acumulado ao fim do terceiro trimestre de 2025, o estado tem a quarta maior deflação entre os entes federativos, e a maior do Sudeste, no setor de Alimentação no Domicílio (-0,16%), muito inferior à média nacional (+1,66%). Da categoria de alimentos e bebidas vendidos nos supermercados do Rio, 50,6% tiveram queda de preços em setembro, com destaque para: alho (-13,67%); tomate (-13,35%); cebola (-6,42%); feijão preto (-5,03%); batata inglesa (-4,87%); azeite (-4,71%); laranja pera (-4,1%); frango inteiro (-2,64%); macarrão (-2,17%); açúcar cristal (-2,05%); ovos (-1,72%); patinho (-0,96%); e café moído (-0,84%). Já entre as altas, as principais foram: limão (+26,57%); óleo (+3,12%); cenoura (+2,5%); banana prata (+2,34%); chocolate em barra (+1,42%); couve (+1,99%); contra-filé (+1,87%); leite longa vida (+1,52%); alface (+1,47%); chocolate em barra (+1,42%); cerveja (+1%); e alcatra (+0,47%). Resultado apresenta oportunidades para o varejo supermercadista fluminense A quinta deflação seguida nas categorias de maior importância para o varejo supermercadista apresenta a sequência de uma janela de oportunidade que vem se consolidando no cenário fluminense. Produtos mais baratos nas gôndolas significam alívio no orçamento dos consumidores e maiores possibilidades de atração. Baixa de preços também pode significar a chance de renegociação com fornecedores. Mas, atenção, aproveitar oportunidades exige acompanhamento, análise e boa gestão, antecipando fatores futuros que possam reverter a maré de baixa ou afetar de forma específicas certas categorias.
10/10/2025
Consumidor em alerta! Bebidas destiladas têm queda em campanhas de ofertas
Os recentes casos confirmados em diferentes estados no Brasil, além dos inúmeros suspeitos, de contaminação por metanol após o consumo de bebidas destiladas têm provocado impactos também no varejo supermercadista. A latente preocupação dos consumidores com o tema, acentuou uma tendência já observada ao longo deste ano no setor. Destilados e afins já vinham registrando queda em campanhas de ofertas de supermercados, mas após os episódios de adulteração de bebidas, essa baixa se acentuou. Segundo levantamento da Shopping Brasil, na segunda semana de setembro os anúncios de destilados veiculados em mídias sociais, campanhas em TV e encartes físicos e digitais, das mais variadas redes supermercadistas, representavam 20,7% das campanhas de ofertas. Na última semana do nono mês do ano, esse índice caiu para 19,9%. Já na primeira semana deste mês de outubro, o número retraiu ainda mais, atingindo 17,2%, em um reflexo direto da queda na confiança do consumidor na categoria. Por outro lado, outras categorias de bebidas alcóolicas apresentaram crescimento. As cervejas subiram 1,4 ponto percentual no mesmo período, chegando a 27%. Já vinhos, espumantes e fermentados cresceram de 16,9% para 17,4%, o que aponta também para a atenção dos supermercadistas, ajustando estratégias promocionais, privilegiando produtos que mantêm a demanda e confiança do cliente, como destaca Renata Gonzalez, sócia e diretora Comercial da Shopping Brasil: "Vemos outras categorias alcoólicas ganhando espaço nas ofertas, evidenciando a necessidade de adaptar as estratégias de comunicação e sortimento ao novo comportamento do consumidor". Alerta para Black Friday Renata Gonzalez também levanta um ponto de atenção para o varejo supermercadista. A baixa da confiança do público geral na categoria de destilados acontece em um momento historicamente importante para o segmento. Nas campanhas de promoções de fim de ano, especialmente durante a Black Friday, Natal e Ano Novo, o consumidor amplia o interesse por destilados de maior valor agregado com preços acessíveis, motivado por promoções sazonais. Ou seja, os episódios de intoxicação que abalam a confiança na categoria podem causar também impacto nas vendas das datas promocionais na reta final do ano. Apesar do sinal de alerta, uma pesquisa da ASSERJ apontou que a visão do consumidor carioca sobre os casos de adulteração de bebidas ainda não chegou a impactar negativamente as compras, mas desperta cautela. Segundo o levantamento, 38,8% continuam comprando, mas com mais atenção à marca e à procedência, enquanto 25,4% afirmaram ter reduzido a quantidade adquirida. Já 9% disseram estar evitando a compra de bebidas alcoólicas no momento. A pesquisa também apontou os principais cuidados adotados: 47,8% preferem marcas conhecidas, 28,4% confiam apenas em supermercados de credibilidade, e 23,9% verificam se a embalagem está intacta. Questionados se já deixaram de comprar alguma marca por desconfiança, 46,3% responderam que sim. Para as festas de fim de ano, o comportamento tende a se manter cauteloso: 40,3% pretendem comprar apenas marcas conhecidas, e 35,8% priorizarão redes de confiança (VEJA TUDO SOBRE O LEVANTAMENTO CLICANDO AQUI). Como agir? Estratégias diante da queda de confiança nos destilados O atual contexto da categoria exige atenção redobrada e estratégias assertivas por parte dos supermercadistas para tranquilizar o consumidor. A queda na confiança dos destilados, afeta as expectativas para as vendas de fim de ano. Para isso, é preciso planejamento, cuidado e, principalmente, transparência com foco na credibilidade da relação com o cliente: 1. Reforce a segurança e a procedência dos produtos: destaque a confiabilidade das marcas disponíveis nas lojas, priorize exibir, tanto nas gôndolas quanto nas comunicações de marketing, informações claras sobre origem, certificação e selos de qualidade das bebidas. Trabalhar em parceria com fornecedores reconhecidos é fundamental para garantir rastreabilidade e comunicar, de forma cristalina, o compromisso do setor com a segurança alimentar e o combate à falsificação, trazendo mais idoneidade e tranquilidade para o consumidor. 2. Ajuste de sortimento e redirecionamento de esforços: a retração na demanda de destilados, pode alavancar o protagonismo de outras categorias, como cervejas, vinhos, espumantes e bebidas fermentadas. Ampliar a visibilidade desse produtos e diversificar ações de cross-selling, com kits, ofertas combinadas e campanhas temáticas voltadas para celebrações pode ser uma estratégia para migrar a atenção do consumidor e até aumentar o ticket-médio. Além disso, o planejamento de compras deve ser ajustado para evitar excesso de estoque em produtos de menor saída momentânea. 3. Seja transparente: em momentos de instabilidade, a confiança construída ao longo de anos com o consumidor se fortalece por meio da informação. Nos canais digitais e materiais de PDV é preciso adotar uma comunicação clara, sem ruídos, reforçando o compromisso já estabelecido com o cliente e sua segurança. Promova conteúdos informativos sobre consumo responsável e dicas para identificar produtos de origem duvidosa é uma estratégia para assegurar a credibilidade, tal como utilizar especialistas em bebidas para referendar a garantia de qualidade dos produtos. 4. Antecipe o planejamento: o preparo para as grandes datas promocionais em um futuro recente já está em andamento. Para evitar transtornos, as campanhas devem valorizar a qualidade e a procedência dos produtos, mais uma vez, transmitindo segurança ao consumidor em um cenário sensível, o que pode ser decisivo no momento de compra. Investir em experiências de valor agregado, como combos premium, curadorias de itens e sugestões de celebração, também podem compensar a retração momentânea dos destilados e manter o desempenho nas vendas. 5. Monitore o comportamento de compra: é fundamental acompanhar continuamente o desenvolvimento dos hábitos de consumo no momento de queda de confiança na categoria de destilados. A inteligência de mercado, aliada ao acompanhamento dos indicadores de venda e do engajamento nas campanhas, é essencial para ajustar estratégias com decisões rápidas e embasadas. Dados de mercado e relatórios de comportamento do consumidor podem orientar decisões mais assertivas, garantindo que o sortimento e a comunicação estejam alinhados às novas demandas do público. O cenário exige prudência do varejo supermercadista, combinada com prudência estratégica e proatividade junto ao momento do consumidor. Reforçar a confiança pode impactar não apenas na mitigação de impactos negativos, mas em uma oportunidade para conquistar ainda mais relevância na relação construída com o cliente. As datas promocionais de fim de ano seguirão extremamente relevantes, mas, mais do que nunca, precisam ser sustentadas por estratégias de credibilidade e valor percebido para assegurar um desempenho positivo. Vale lembrar que a ASSERJ já preparou, assim que os primeiros casos começaram a surgir pelo Brasil, um guia completo de informações e orientações para todos os seus associados. CLIQUE AQUI E LEIA TODOS OS DETALHES.
10/10/2025
Atualidades
Desplastifique em Teresópolis! Justiça ratifica, mais uma vez, movimento criado pela ASSERJ
A campanha "Desplastifique Já", lançada pela ASSERJ em 2019, virou referência nacional. Em seus mais de seis anos de existência, o movimento pioneiro da nossa Associação virou lei (Lei Estadual nº. 8.006/2018) e case de sucesso pelo Brasil, rompendo fronteiras e sendo implementada em diversos estados. Além disso, a ação também acumula vitórias nos tribunais. Dessa vez, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) declarou inconstitucional a Lei nº. 4.527/2025, do município de Teresópolis, que proibia estabelecimentos comerciais de cobrar o valor de custo de sacolas plásticas, inclusive nas versões biodegradáveis, compostáveis ou recicláveis. A decisão foi resultado de duas ações diretas de inconstitucionalidade apresentadas pela ASSERJ e pela Fecomércio-RJ, que contestaram a validade da norma municipal. Além de contrariar uma legislação estadual vigente, responsável por regulamentar o fornecimento das sacolas e autorizar a cobrança pelo preço de custo, também ia em caminho contrário à jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal (STF), que já declarou inconstitucionais leis que obrigavam supermercados a disponibilizar sacolas gratuitamente (CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS). "A declaração de inconstitucionalidade da Lei Municipal nº. 4.527/2025, de Teresópolis, reafirma a importância dos limites constitucionais na atuação legislativa local. A norma impunha o fornecimento gratuito de sacolas plásticas e previa sanções desproporcionais, desde multa superior a R$ 475 mil até a suspensão do alvará de funcionamento por 12 meses, configurando flagrante violação aos princípios do livre exercício de qualquer atividade econômica (art. 5º, XIII, e art. 170, parágrafo único, da Constituição Federal), da livre iniciativa e do direito de propriedade (art. 5º, XXII). A decisão do Poder Judiciário restabelece, portanto, a segurança jurídica e a proteção da atividade empresarial no varejo", destaca a Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista em varejo. A campanha "Desplastifique Já" e a Lei Estadual nº. 8.006/2018 foram criadas com foco no combate ao uso excessivo de sacolas plásticas e na promoção do consumo consciente, com o incentivo à adoção de alternativas mais sustentáveis. Ao longo desse período, a ação mobilizou supermercadistas, consumidores, diversas organizações (inclusive a classe política), em torno do objetivo comum de reduzir o impacto ambiental das embalagens descartáveis. Segundo a decisão do TJRJ, além da Prefeitura e da Câmara de Vereadores de Teresópolis terem extrapolado suas competências legislativas, criando uma regra que contrariava a política pública estadual vigente, a determinação municipal comprometia o objetivo da ação, que não possui fins lucrativos, mas de conscientização sobre o uso racional de sacolas plásticas. A Justiça do Rio também pontuou que a norma do município criava uma desigualdade entre consumidores do estado, pois somente os moradores de Teresópolis teriam direito às sacolas gratuitas, e violava os princípios da livre iniciativa e da liberdade econômica. "A ASSERJ foi pioneira no movimento de desplasticificação no estado do Rio de Janeiro, liderando um processo que uniu o varejo supermercadista, o poder público e a sociedade em torno de uma causa ambiental e de consumo consciente. Cada decisão judicial como essa confirma que traçamos o caminho certo ao orientar o setor e promover a responsabilidade compartilhada. Essa vitória reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e com a segurança jurídica dos supermercadistas fluminenses", ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação de Supermercados das Américas (ALAS).
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