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Super Bom inaugura nova unidade em Grussaí com foco em conveniência, tecnologia e desenvolvimento regional
O Super Bom ampliou sua atuação com a inauguração de uma nova unidade em Grussaí, em São João da Barra, nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, reforçando sua estratégia de crescimento alinhada à conveniência, à experiência de compra e ao fortalecimento da economia local. A loja está localizada na Avenida Liberdade, no Central Park, em um ponto considerado estratégico: a entrada da cidade. “A escolha do local foi totalmente pensada na jornada do cliente. Estar na entrada da cidade facilita tanto para quem mora em Grussaí quanto para quem está chegando. É conveniência real, aplicada na prática”, explica Victor Rufino, supervisor de marketing do Super Bom. Com uma área total de 1.756 m², a unidade foi projetada para oferecer um mix amplo e organizado, reunindo 11.405 SKUs. O sortimento contempla desde itens essenciais do dia a dia até produtos mais nichados, reforçando o posicionamento da rede como um ponto único de abastecimento para diferentes perfis de consumidores. “Nosso objetivo foi montar um catálogo completo, que atendesse a rotina da comunidade local, mas também entregasse variedade e opções diferenciadas. Queremos que o cliente encontre tudo o que precisa em um só lugar”, destaca Rufino. A operação foi desenhada para garantir fluidez e eficiência no atendimento. A loja conta com 18 checkouts, sendo 10 caixas com operadores e 8 terminais de self-checkout, equilibrando tecnologia e atendimento humanizado. “Pensamos muito no fluxo. O autosserviço traz agilidade, enquanto o caixa tradicional mantém a proximidade com o cliente. É um equilíbrio que melhora a experiência e otimiza a operação”, afirma. Outro ponto relevante é a estrutura de estacionamento, com 70 vagas para carros e 15 para motos, facilitando o acesso e contribuindo para uma experiência de compra mais confortável, especialmente em períodos de maior fluxo. Além da operação comercial, a nova unidade tem impacto direto no desenvolvimento econômico da região. Ao todo, estão sendo gerados 283 postos de trabalho, sendo 203 empregos diretos e 80 indiretos. “Acreditamos que o varejo supermercadista tem um papel social importante. Estamos priorizando a contratação local, fomentando renda e fortalecendo a economia de Grussaí”, ressalta o supervisor de marketing. Entre os diferenciais da loja estão setores pensados para ampliar a conveniência e o tempo de permanência do cliente, como produtos a granel com atendimento assistido, açougue em formato de autosserviço, padaria com rotisseria e um espaço dedicado à alimentação no local. “Queremos que a loja seja um ponto central da região, não apenas para compras, mas como um espaço funcional no dia a dia das pessoas”, explica Rufino. No campo da tecnologia e da integração de canais, a unidade já nasce com o clube de fidelidade da rede, oferecendo descontos exclusivos, além de um sistema de entregas a domicílio, conectando a experiência física ao ambiente digital. “O consumidor busca facilidade. Integrar loja física, benefícios digitais e entrega é essencial para atender essa expectativa e tornar a jornada mais completa”, afirma. Para o Super Bom, a chegada a Grussaí vai além da expansão territorial. A proposta é se inserir na rotina da cidade, atendendo moradores e também veranistas, que encontram uma solução prática logo na chegada. “O cliente pode viajar tranquilo, com o porta-malas livre, sabendo que vai encontrar um supermercado de grande porte, com variedade e preço justo assim que chega. Queremos fazer parte do dia a dia de Grussaí e aquecer o mercado local”, conclui Victor Rufino. Com essa inauguração, o Super Bom reforça seu posicionamento no varejo supermercadista ao unir estratégia de localização, eficiência operacional, experiência de compra e compromisso com o desenvolvimento regional. A ASSERJ deseja sucesso e ótimas vendas à nova loja do Super Bom, em Grussaí!
12/02/2026
Indústria em cena
Anvisa determina recolhimento de lotes da fórmula infantil Alfamino, da Nestlé
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de dez lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, fabricada pela Nestlé Brasil Ltda., após identificar níveis de selênio e iodo acima dos limites previstos na legislação sanitária. A medida inclui a suspensão da venda, distribuição, importação, propaganda e uso dos produtos afetados. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da Resolução-RE nº 521, após análises laboratoriais apontarem concentrações de 31,1 microgramas de selênio por 100 kcal e 175,7 microgramas de iodo por 100 kcal. Segundo a Anvisa, os valores ultrapassam os limites permitidos para fórmulas destinadas à lactantes e crianças na primeira infância com necessidades dietoterápicas específicas, especialmente aquelas à base de aminoácidos livres e com restrição de lactose, como é o caso do Alfamino. De acordo com a agência reguladora, a irregularidade configura infração ao Decreto-Lei nº 986/1969 e às Resoluções RDC nº 976/2025 e RDC nº 655/2022, que estabelecem os padrões sanitários para alimentos e fórmulas infantis no país. Lotes afetados pelo recolhimento do produto Alfamino 400g: 50310017Y2 51060017Y1 50720017Y1 50710017Y4 50290017Y1 50280017Y2 43510017Y1 43480017Y2 43110017Y2 41730017Y2 A ASSERJ entrou em contato com a Nestlé para esclarecimentos. Em nota, a empresa informou que "foi surpreendida com a publicação da resolução no Diário Oficial da União e que está em contato com a Anvisa para os devidos esclarecimentos." Segundo a companhia, ao atender solicitações recentes da autoridade sanitária, foram apresentados laudos de avaliação dos produtos. "No entanto, houve um erro de conversão na declaração da unidade de medida (mcg/kg em vez de mcg/100g). Assim, onde constava selênio de 31,1 microgramas por 100 kcal e iodo de 175,7 microgramas por 100 kcal, os valores corretos seriam, respectivamente, 3,11 microgramas de selênio por 100 kcal e 17,57 microgramas de iodo por 100 kcal, parâmetros que estariam em conformidade com a legislação vigente." A Nestlé reiterou ainda que seus produtos atendem rigorosamente a todos os parâmetros normativos estabelecidos e que são seguros para o consumo. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça, neste caso o processo de recolhimento é obrigatório. Diante disso, fica o alerta para que todos os estabelecimentos verifiquem imediatamente se possuem algum dos lotes afetados e realizem a retirada do produto da área de venda, bem como o registro formal do processo de recolhimento, para fins de comprovação junto aos órgãos reguladores. “O registro de recolhimentos de produtos apontados por órgãos reguladores, como a Anvisa, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ou mesmo órgãos de esferas estaduais e municipais, deve ser encarado como rotina nos estabelecimentos comerciais. Para isso, é fundamental a criação e adoção de um Procedimento Operacional Padrão (POP) específico para essa atividade”, explica Flávio Graça. A ASSERJ seguirá acompanhando o caso e manterá os associados informados assim que houver novas atualizações.
12/02/2026
Atualidades
FLV pede nova estratégia de comunicação para destravar vendas
Os supermercados estão deixando de aproveitar oportunidades relevantes de crescimento nas vendas de frutas, legumes e verduras (FLV). É o que revela um relatório da Circana, que indica que o setor perde espaço ao não direcionar estratégias de promoção e comunicação para grupos específicos de consumidores. De acordo com a empresa de pesquisa, as vendas de produtos frescos devem crescer cerca de 2% ao ano até 2026, com destaque para as frutas frescas, que tendem a superar o desempenho médio da categoria. No entanto, esse avanço poderia ser mais expressivo caso o setor reagisse de forma mais eficaz à forte concorrência de mensagens promocionais vindas de categorias como snacks e doces. Segundo Jonna Parker, vice-presidente de alimentos frescos da Circana, a pressão promocional sobre outros alimentos acaba ofuscando o FLV. “O crescimento existe, mas poderia ser maior se o setor conseguisse se comunicar melhor com o consumidor em meio a tantas mensagens concorrentes”, afirma. Preço não é o problema, mas também não é a solução Enquanto os preços médios dos alimentos no varejo aumentaram entre 30% e 40% desde 2019, o valor dos produtos frescos subiu cerca de 18% por quilo no mesmo período. Em alguns casos, os preços atuais são até menores do que os registrados há sete anos. Mesmo com reajustes mais moderados, a demanda por frutas e verduras avança lentamente. Para Parker, esse é um sinal de alerta. “A trajetória de crescimento dos produtos frescos praticamente empata com o total das vendas de alimentos e bebidas no varejo, o que é surpreendente”, avalia. Falta de conexão com a forma como o consumidor compra hoje Na visão da executiva, a principal diferença entre o setor de FLV e outras áreas do supermercado é a dificuldade de acompanhar como o consumidor descobre e escolhe alimentos atualmente. Muitos varejistas ainda apostam apenas em preço baixo e no discurso de “produto mais fresco”, argumentos que já não são suficientes para gerar diferenciação real. “Outras seções do supermercado defendem propostas muito mais claras além de preço e frescor. É aí que o FLV perde espaço”, destaca Parker. Em categorias como vinhos, queijos ou até água engarrafada, varejistas e fornecedores trabalham a diversidade, segmentam marcas e dialogam com perfis específicos de consumidores. No entanto, essa lógica raramente é aplicada às frutas e verduras, mesmo em produtos com ampla variedade, como as maçãs. Oportunidade está na segmentação e na orientação ao consumidor Ainda segundo a Circana, os supermercados ainda falham ao explorar o potencial dos chamados “microsegmentos” no setor de FLV. O foco excessivo em inovação científica, como técnicas de cultivo, colheita e produtividade, acaba deixando de lado a conversa com o consumidor final. “Temos inovações incríveis em sabor e produção, mas essas discussões ficam restritas à cadeia de suprimentos. Não ajudam o consumidor a decidir”, afirma Parker. Para ela, orientar melhor a escolha pode ser decisivo para impulsionar as vendas. “Hoje, classificamos variedades diferentes de maçãs. Como o consumidor pode saber qual é a ideal para ele? Pense no vinho: seria impensável ter apenas três opções na prateleira”, compara. O cenário reforça que o crescimento do FLV passa menos por preço e mais por comunicação, segmentação e experiência, abrindo uma janela estratégica para o varejo supermercadista que souber colocar o consumidor no centro da decisão.
11/02/2026
Economia
Inflação avança 0,33% em janeiro, com menor pressão de alimentos desde 2006
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou alta de 0,33% em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado repete a variação observada em dezembro de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação alcançou 4,44%, acima dos 4,26% registrados no período imediatamente anterior. Em janeiro de 2025, a variação mensal havia sido de 0,16%. O resultado ficou ligeiramente acima das expectativas do mercado, que projetava alta de 0,32% no mês e inflação acumulada de 4,43% em 12 meses. Entre os grupos analisados, Alimentação e bebidas apresentou desaceleração, passando de 0,27% em dezembro para 0,23% em janeiro, a menor variação para o mês desde 2006. A alimentação no domicílio teve alta de 0,10%, abaixo dos 0,14% registrados no mês anterior, refletindo movimentos distintos nos preços. Entre as principais quedas, destacam-se: Leite longa vida: -5,59% Ovo de galinha: -4,48% Já entre as altas, chamam atenção: Tomate: 20,52% Carnes (média): 0,84% Contrafilé: 1,86% Alcatra: 1,61% Inflação no Rio de Janeiro - O IPCA ficou abaixo da média nacional, no Rio de Janeiro, em janeiro de 2026. A região metropolitana fluminense registrou inflação de 0,30% no primeiro mês do ano, uma desaceleração em relação ao 0,52% registrado em dezembro. O acumulado dos últimos 12 meses é 3,69%, dentro do teto da meta. Para André Nunes, economista-chefe do Sicredi, "os alimentos continuam contribuindo para conter a inflação, favorecidos por uma safra positiva, enquanto os preços dos serviços seguem em trajetória compatível com o teto da meta, sem sinais de deterioração do cenário inflacionário."
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