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Casino negocia venda de sua fatia no Grupo Pão de Açúcar
O anúncio, na última quinta-feira (4), fez as ações do Grupo Pão de Açúcar subirem 7,33% Com uma participação societária de 22,5% do total de ações do Grupo Pão de Açúcar, o Casino deu início às negociações para venda de sua fatia que hoje equivale a R$ 324 milhões. A empresa francesa já foi a controladora do GPA, mas perdeu esse posto em março de 2024 quando a companhia brasileira realizou seu follow-on.* (*) Quando uma empresa faz sua primeira oferta pública de ações, essa operação recebe o nome de IPO (Initial Public Offer). Mas se ela já tem o capital aberto e já realizou IPO, as novas ofertas são denominadas subsequentes (follow-on). Veja quais são os interessados na fatia do Casino: Plurix, braço dedicado a negócios de varejo do Pátria Investimentos, comandado pelo também ex-CEO do GPA, Jorge Faiçal. Ronaldo Iabrudi, ex-CEO do GPA e atual vice-presidente do Conselho de Administração da companhia. Por sua posição estratégica, é considerado um competidor forte na disputa. GTF Capital, do investidor Rafael Ferri, que organizou um pool de investidores que, juntos, teriam hoje cerca de 10% do capital da companhia. Afundado em dívidas, o grupo francês já anunciou a intenção de sair das operações em mercados emergentes, diante da crise financeira que enfrenta há quase dez anos. Foi nesse contexto que o grupo vendeu sua participação na rede de atacarejo brasileira Assaí e na rede de supermercados Éxito, da Colômbia, no ano passado. Procurado, o GPA preferiu não comentar. Fonte: http://www.investnews.com.br
09/07/2024
Supermarket Floresta anuncia novo CEO
Com mais de 25 anos de atuação no varejo como CEO de grandes multinacionais, Alexandre Schalch Leal assume a diretoria executiva do Grupo Floresta Supermarket Focado em aumentar vendas e lucratividade, Schalch Leal ocupava anteriormente a Chefia de Varejo na Loja Amiga, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Antes, foi CEO do Decisão Atacarejo, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O executivo possui mais de 25 anos de experiência em operações e merchandising de grandes empresas multinacionais de varejo e, agora, chega ao Floresta Supermarket na posição mais alta da liderança. Formado em engenharia elétrica pela Escola Politécnica da USP, Schalch é pós-graduado em Gestão Internacional de Negócios pela FGV/EAESP. Como CEO, Alexandre Schalch Leal está comprometido em impulsionar a visão de excelência no varejo, focando na inovação, na satisfação do cliente e na eficiência operacional. A ASSERJ deseja boa sorte e boas vendas!
09/07/2024
Armazém do Grão celebra 16 anos de excelência no varejo
Inclusão social e sustentabilidade marcam a trajetória da rede de supermercados que nasceu em Petrópolis Neste mês de julho, a Rede de Supermercados Armazém do Grão celebra 16 anos de atuação, consolidando-se como uma referência em qualidade, inovação e sustentabilidade no setor de varejo do estado do Rio de Janeiro. Fundada em 2008, a rede expandiu sua presença com 12 lojas estrategicamente localizadas em Petrópolis, Teresópolis e Barra da Tijuca, atendendo com excelência e variedade de produtos. Na comemoração, o Armazém oferece promoções diárias até 31 de julho, além da tradicional campanha “Armazém Solidário”, que arrecada mantimentos que são doados a ONGs e instituições sociais da cidade: APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), APPO (Associação Petropolitana dos Pacientes Oncológicos), ONG Sal Para Terra, Centro Educacional Terra Santa, Lar Nossa Senhora das Graças, Lar Tia Anastácia, Creche-Lar Vovó Miguel e Associação Henry Borel. “Continuamos empenhados em oferecer o melhor em produtos e serviços, sempre com um olhar voltado para a inovação e a sustentabilidade, representando a força econômica da Região Serrana e o trabalho comprometido e profissional de todos os nossos colaboradores”, declara Antoane Corrêa, diretor-presidente da rede. Compromisso com a comunidade e sustentabilidade Desde a criação, o Armazém do Grão se destaca pelo compromisso com a inclusão social, abrindo recentemente vagas para pessoas com mais de 60 anos, valorizando a experiência e promovendo a diversidade no ambiente de trabalho. Além disso, a rede investe continuamente em práticas sustentáveis, como utilização de energia solar, contribuindo para um futuro mais verde. Inovação e tecnologia A rede é pioneira na adoção de tecnologias como self-checkout e vendas online, garantindo uma experiência de compra conveniente e moderna para seus clientes. Em 2023, o Armazém do Grão se aventurou no Metaverso, oferecendo uma experiência de compra virtual inovadora, onde os clientes puderam experimentar óculos de realidade virtual e imersiva, permitindo vislumbrar o que está por vir no supermercado do futuro. Expansão e fortalecimento A aquisição do prédio da antiga Dentsply, em Petrópolis, reflete a visão de expansão da rede, consolidando sua presença corporativa. Com um centro de distribuição e uma loja física dedica ao mercado online (e-commerce), a rede garante a oferta de produtos frescos e de alta qualidade em todas as suas filiais. Ao celebrar este marco, o Armazém do Grão agradece a seus clientes, colaboradores e parceiros pelo apoio e confiança ao longo desses 16 anos.
08/07/2024
Economia
Saída à francesa: resultado das eleições expõe apreensão do varejo brasileiro
Coalização de centro-esquerda mantém vivo, por hora, acordo do livre comércio entre Mercosul e a União Europeia, e nutre esperança do comércio internacional do Brasil A reviravolta nas eleições francesas de 2024 geraram uma surpresa no cenário global, seja pelo lado político ou econômico, o resultado trouxe à tona a divisão que vivem os franceses, mesmo diante de uma coalizão unindo diferentes campos políticos. A Nova Frente Popular (esquerda) ficou com mais assentos na Assembleia Nacional (182), enquanto o Juntos (centro) ficou com 168 e o Reunião Nacional (extrema direita) com 143. O cenário é conflitante, Emmanuel Macron ainda é o presidente, mas precisará alinhar as expectativas com a esquerda para conseguir governar. A luta não foi vencida nem pelos governistas e nem pelos conservadores. O resultado joga uma nuvem de incertezas que respinga em diversos mercados, dentre eles o brasileiro, que aguarda há 15 anos pelo desfecho do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, estagnado por Macron após os intensos protestos de produtores agrícolas da França, uma das principais bases de apoio do mandatário francês. "A vitória da esquerda nas eleições francesas pode causar instabilidade econômica na Europa, impactando nas exportações brasileiras devido a uma possível redução na demanda europeia. Além disso, novas eleições na Europa podem alterar políticas agrícolas, afetando os preços dos alimentos no mercado internacional", afirmou Charluan Gamballe, investidor especializado em Agronegócio e CEO da GCS Capital. As negociações entre Macron (centro) e a esquerda terão início no decorrer da semana e, pelo que descreve a imprensa francesa, será um cenário "tenso e desafiador" para o atual governo. Não será a primeira vez que os dois chefes (de Estado e Governo) franceses, completamente opostos no campo ideológico, precisarão dividir o poder para frear a ascensão da extrema direita, que acumulou um crescimento exponencial nos últimos dez anos com discursos anti-imigração e de proteção econômica. Nesta segunda-feira (8), Gabriel Attal, aliado de Macron e atual primeiro-ministro, teve sua renúncia rejeitada pelo presidente sob o argumento de que é necessária a sua presença "por enquanto" e durante as negociações com os esquerdistas na busca de um denominador comum. Veículos de comunicação como a AFP e a France24, afirmam que é questão de tempo para Attal deixar o cargo efetivamente. "Apesar da França ser uma das maiores economias europeias, essa eleição não deverá fazer grandes mudanças no cenário das trocas internacionais na zona do Euro no curto prazo. Vale lembrar que, alimentos exportados pelo Brasil à Europa mantêm uma regularidade independentemente dos governos que estejam no poder em ambas às partes", explicou Guilherme Carvalhido, cientista social da Universidade Veiga de Almeida. Mera especulação O Governo brasileiro, por meio de uma publicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parabenizou os vencedores da eleição francesa 2024, "Muito feliz com a demonstração de grandeza e maturidade das forças políticas da França que se uniram contra o extremismo nas eleições legislativas de hoje", escreveu em sua conta no X/twitter. Apesar da 'celebração' entoada pelo Governo, o mercado brasileiro observa os possíveis desdobramentos de uma mudança na postura comercial da França com países emergentes, "é importante considerar o impacto das políticas monetárias e fiscais adotadas após as eleições. Por exemplo, uma política expansionista na França pode desvalorizar o euro, afetando a competitividade entre os países", afirmou Gamballe. Segundo números do Banco Central, a França é o terceiro maior investidor no Brasil, com mais de US$ 38 bilhões aplicados. São cerca de 860 empresas atuando no país, entre elas duas gigantes do varejo supermercadista: Carrefour e Pão de Açúcar, de origem brasileira mas de propriedade da Casino. A importância se reflete nos números como US$ 8,4 bilhões em transações comerciais em 2023. O resultado das eleições pode ser positivo para o varejo brasileiro, que aguarda definições sobre a importação de alimentos pelos franceses. Isso significa que, quando um determinado produto exportado tem queda nos níveis de venda, ele fica mais acessível para o mercado brasileiro. Nos últimos meses, itens como carne bovina e soja ficaram mais baratos para o consumidor devido a queda nas exportações. Entretanto, a visão comercial do resultado na França é mais especulação do que fato consumado para o varejo brasileiro, "O Brasil tem muito mais influência de importação de alimentos da Itália e outros países europeus do que a França. Portanto, mesmo que haja alguma movimentação na economia por lá, pouco irá influenciar no mercado de importados brasileiros", explicou Egberto Chokyuy, diretor comercial do Royal Supermercados.
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