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Colgate Clean Mint: venda interditada? Vem saber!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição da venda do creme dental Colgate 'Clean Mint' em todo o Brasil. A decisão foi publicada nesta quinta-feira, dia 27, no Diário Oficial da União (DOU). Segundo o órgão, a medida foi adotada após receber relatos de lesões bucais associadas ao uso do produto. A interdição cautelar tem prazo de 90 dias, conforme previsto em lei, contando a partir da data de publicação no DOU. Como a decisão tem caráter preventivo, a Colgate pode recorrer. Durante esse período, a fabricação e comercialização do creme dental estão proibidas até que seja comprovado se há ou não risco à saúde. No site Reclame Aqui, a versão Colgate Total 12, lançada em julho de 2024, já acumula mais de mil reclamações sobre reações adversas, incluindo inchaço bucal, ardência, dormência nos lábios e boca, ressecamento, irritação gengival e vermelhidão. Ao fim do prazo de avaliação, a Anvisa poderá decidir pela suspensão definitiva da produção e venda do produto. Inicialmente, diante das queixas, a Colgate afirmou que "uma pequena parcela da população pode apresentar sensibilidade a determinados ingredientes, como fluoreto de estanho, corantes ou aromatizantes". Mudança na fórmula A pasta interditada é a Clean Mint, uma nova versão da Colgate Total 12, um dos cremes dentais mais populares da marca. A empresa recentemente anunciou mudanças na fórmula e no nome do produto, o que pode estar relacionado às reações adversas relatadas pelos consumidores. Recomendações para supermercados Diante da determinação da Anvisa, o consultor de Alimento Seguro da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), Flávio Graça, recomenda que os supermercados suspendam imediatamente a comercialização do produto até que haja mais esclarecimentos por parte dos órgãos reguladores. Além disso, ele alerta para a importância de documentar o recolhimento do item, garantindo registros formais para evitar possíveis penalidades ou cobranças futuras. "É fundamental que os estabelecimentos não apenas interrompam a venda, mas também façam o devido registro do recolhimento. Isso resguarda o supermercado em eventuais fiscalizações e evita transtornos com os órgãos reguladores", explica Graça. Vale ressaltar que Anvisa segue monitorando o caso e novas atualizações devem ser divulgadas em breve. Os consumidores que apresentarem qualquer sintoma após o uso do produto devem buscar orientação médica e relatar o ocorrido aos canais oficiais de atendimento da Anvisa. LEIA MAIS: Polícia Civil realiza operação para coibir venda de azeites fraudados
27/03/2025
Sua adega está pronta para vender nessa Páscoa? Vinícola Campestre revela os vinhos mais desejados pelos consumidores; descubra
A Páscoa está vindo aí e trará com ela um clima mais fresco e propenso para os amantes do vinho. Por isso, preparamos essa matéria trazendo tendências e preferências dos consumidores para que você possa preparar a sua adega para essa data específica, onde o vinho harmoniza tão bem com os almoços de domingo de Páscoa. Enquanto o consumo global de vinho tem previsão de queda de 1% ao ano até 2026, o Brasil segue na contramão, segundo a consultoria IWSR. O consumo per capita subiu de 1,8 litro em 2019 para 2,7 litros em 2022 e mantém esse patamar. Além disso, a Wine, e-commerce e maior clube de assinatura de vinhos do Brasil, revela que o vinho é a bebida preferida de 49% dos brasileiros, consumida em média 5,6 vezes por mês. No Brasil, os consumidores estão cada vez mais inclinados a rótulos refrescantes e de menor teor alcoólico. Eliere Pereira, coordenadora de marketing da Vinícola Campestre, destaca que os espumantes, frisantes e vinhos leves estão entre as principais tendências. "Percebemos um aumento na procura por vinhos mais leves e jovens, com menor teor alcoólico. O consumidor está buscando rótulos que proporcionem uma experiência mais refrescante e versátil", destaca Eliere. Além disso, há um movimento crescente em direção a produtos com menor interferência química e mais naturais. "No nosso caso, notamos um aumento na demanda pelo suco tinto puro, justamente por ser um produto sem aditivos e que mantém suas características naturais", explica. Essas mudanças refletem uma transformação no perfil do consumidor, que busca qualidade, autenticidade e produtos que se encaixem em um estilo de vida mais equilibrado. Com essa tendência em ascensão, supermercados têm ampliado sua oferta para atender a um público cada vez mais exigente e bem informado. Que tal apostar em rótulos seguindo essas tendências para garantir boas vendas nessa Páscoa? Fica a dica! LEIA MAIS: Dicas pra sua adega vender mais! Vinícola Garibaldi aponta principais hábitos dos consumidores do varejo
27/03/2025
Economia
Confiança do consumidor registra a primeira alta no ano. Como ficam os supermercados?
A confiança dos consumidores brasileiros apresentou uma leve recuperação em março, interrompendo uma sequência de três quedas consecutivas, conforme apontam dados divulgados nesta terça-feira (25) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV registrou um aumento de 0,7 ponto no mês, alcançando 84,3 pontos. “Após três recuos consecutivos, a leve alta na confiança do consumidor em março representa um ajuste no indicador, que ainda se mantém em patamar pessimista. Esse resultado positivo foi impulsionado por uma melhora na percepção da situação atual, observada apenas entre os consumidores de maior renda”, explicou Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE. “Já entre os consumidores das demais faixas de renda, a confiança continuou em queda, evidenciando o desconforto causado pela inflação dos alimentos e pelos juros elevados, que impactam negativamente a situação financeira das famílias”, acrescentou a economista. Contudo, consultor econômico da consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, ressalta que os dados anunciados ainda apontam que o pessimismo permanece entre os consumidores, com melhora na margem para os de alta renda. "Sinal de que o comércio não deve performar esse ano como em 2024. Mas o setor de supermercado, como comércio de bens essenciais, deve ser menos impactado", explica.
26/03/2025
Geração Z, será que a sua loja está atenta ao comportamento de consumo desse público? Vem saber
A Geração Z, composta por jovens nascidos entre 1997 e 2012, está transformando a forma como os supermercados operam. Crescidos em meio à tecnologia e habituados à rapidez das compras digitais, eles estão cada vez mais aderindo às compras de supermercado online, impulsionando uma mudança significativa no setor. Mas o que diferencia essa geração das anteriores e por que esse formato se tornou sua escolha preferida? Para responder essa pergunta, a ASSERJ - Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro - entrevistou o coordenador acadêmico da FGV e CEO da MIT Technology Review Brasil, André Miceli. A conveniência como prioridade Para a Geração Z, a praticidade é essencial. Equilibrando estudos, trabalho e vida social, esses jovens valorizam a possibilidade de fazer compras pelo celular, sem precisar enfrentar filas ou percorrer corredores de supermercado. "Essa geração nasceu na era digital e tem uma relação diferente com o consumo. A busca por conveniência e experiências ágeis é uma característica marcante desse público", afirma André Miceli. A ascensão das plataformas de entrega Serviços como o iFood cresceram com o aumento da demanda por entregas rápidas e flexíveis. Segundo Miceli, a pandemia acelerou essa tendência, tornando o hábito permanente para muitos jovens. "A Geração Z não apenas aderiu às compras online por necessidade, mas percebeu as vantagens do formato e o incorporou ao seu dia a dia", explica. Mesmo após o fim das restrições sanitárias, a comodidade de receber as compras em casa continua sendo um atrativo. A influência da mídia social no consumo Além da praticidade, a Geração Z também transforma o consumo por meio das redes sociais. Plataformas como Instagram e TikTok se tornaram vitrines para marcas e influenciadores que apresentam produtos, receitas e tendências alimentares. "As redes sociais são um dos principais motores de decisão de compra dessa geração. A conexão entre consumo e entretenimento é mais forte do que nunca", alerta Miceli. Sustentabilidade como fator decisivo Outro diferencial da Geração Z é a preocupação com o meio ambiente e o consumo consciente. Cada vez mais, esses jovens priorizam empresas que adotam práticas sustentáveis, como embalagens recicláveis e entregas com menor impacto ambiental. "O compromisso com a sustentabilidade não é um diferencial, mas uma exigência para essa geração. Eles querem consumir de marcas alinhadas aos seus valores", afirma o especialista. Compradores atentos a preços e promoções Apesar da afinidade com a tecnologia, a Geração Z também se destaca por sua consciência financeira. Como muitos ainda são estudantes ou estão no início da carreira, eles buscam preços competitivos, cupons e programas de fidelidade. "Essa geração tem acesso fácil a comparações de preços e usa essa vantagem para tomar decisões mais estratégicas", explica Miceli. O futuro das compras de supermercado Com a Geração Z ganhando cada vez mais poder de compra, supermercados e varejistas precisam se adaptar a esse novo perfil de consumidor. A tendência é que as compras online continuem crescendo, exigindo melhorias na experiência digital, opções sustentáveis e programas de benefícios que mantenham esses clientes engajados. "O desafio do varejo é equilibrar tecnologia, personalização e conveniência para atender a um público que exige inovação constante", ressalta Miceli. Ainda de acordo com o especialista, se o futuro das compras de supermercado já está sendo moldado, a Geração Z é a grande força por trás dessa transformação. "E, para conquistá-los, as empresas precisarão ir além do básico e oferecer experiências de consumo cada vez mais conectadas, ágeis e sustentáveis", observa o coordenador acadêmico da FGV e CEO da MIT Technology Review Brasil. LEIA MAIS: Por que a Geração Z prefere os supermercados premium? Entenda
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