Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Economia
Aumento do diesel e taxação do aço: como essas medidas podem impactar o varejo supermercadista? Confira entrevista exclusiva com professor da FGV, Ricardo Teixeira
O custo do transporte é um dos principais fatores que influenciam os preços no varejo supermercadista, e o recente aumento no valor do diesel pode afetar diretamente a cadeia de abastecimento. Além disso, será que a taxação do aço e do alumínio anunciada pelo governo dos Estados Unidos pode gerar reflexos na economia brasileira e no setor supermercadista? Para entender melhor esses impactos no curto e médio prazo, a ASSERJ entrevistou com exclusividade Ricardo Teixeira, professor de finanças da FGV, que traz uma análise detalhada sobre os desafios e possíveis desdobramentos dessas medidas para o setor. Confira: Como o aumento do diesel pode impactar a cadeia de abastecimento dos supermercados no curto e médio prazo? Os produtos de maior giro, que são comprados com mais frequência pelos supermercados, serão os primeiros a sentir o impacto. No momento, os itens já adquiridos estão nas prateleiras e não devem ter alteração de preço, até porque não estamos enfrentando uma inflação por demanda. Os varejistas seguem sua programação normal de vendas. No entanto, nas próximas compras, quando novos lotes começarem a chegar, o impacto do aumento do custo do diesel será mais perceptível, especialmente nesses produtos de reposição rápida. Na sua opinião, quais produtos dentro dos supermercados devem sentir o impacto mais rapidamente e por quê? "Neste momento, não é possível fazer uma projeção exata da inflação. O impacto dependerá de como os diferentes agentes da cadeia – produtores, transportadoras e, por fim, os varejistas – irão reagir ao aumento do custo do diesel. Não existe uma fórmula única que todos sigam da mesma maneira, então qualquer estimativa agora seria apenas um indicativo sem uma base numérica sólida. O senhor acredita que há risco de repasse imediato desse custo ao consumidor final? Se sim, daria para fazer uma estimativa de impacto na inflação dos alimentos? Sim, nos produtos de maior giro, que os supermercados compram com frequência, como semanalmente, é provável que o repasse ocorra assim que o aumento do custo do transporte for incorporado na entrega. Esses itens devem sofrer reajustes rapidamente. Dessa forma, nas próximas semanas, já devemos perceber uma mudança de patamar nos preços desses itens, especialmente os de menor valor agregado, devido ao encarecimento do transporte. Sobre o anúncio da cobrança de 25% nas importações de aço, de que forma essa taxação pode afetar o Brasil, considerando nossa posição como um dos principais exportadores de aço e alumínio para os EUA? O nosso produto será taxado pelo governo americano, não pelo governo brasileiro. Isso significa que continuaremos exportando basicamente pelo mesmo preço que antes, mas, ao chegar nos Estados Unidos, o produto sofrerá essa taxação – ou pelo menos essa é a intenção anunciada pelo governo americano. Prefiro dizer 'anunciada', porque essa decisão ainda pode ser revista, seja na alíquota exata ou até mesmo no aumento como um todo. Agora, o impacto real dessa medida dependerá das condições do mercado. Se a demanda nos Estados Unidos estiver aquecida, o país continuará comprando, mesmo com a nova taxação. Mas se o mercado interno americano ou outros fornecedores – que não estejam sujeitos à mesma taxação ou tenham taxas menores – conseguirem suprir essa demanda, podemos enfrentar maior concorrência e possíveis dificuldades na venda do produto brasileiro. O que precisamos observar é se haverá fornecedores alternativos capazes de atender o mercado americano ou se os próprios Estados Unidos conseguirão aumentar sua produção para suprir essa necessidade. Caso a economia americana se aqueça, como o presidente Donald Trump planeja, a tendência é que o país continue importando em volumes significativos. Nesse cenário, o Brasil manteria sua relevância como fornecedor estratégico, já que nossa capacidade produtiva não pode ser facilmente substituída. O impacto dessas medidas pode chegar ao varejo supermercadista? Por exemplo, encarecendo equipamentos, prateleiras e embalagens? Não há motivo para que uma medida como essa, tomada pelo presidente Trump, encareça os produtos aqui no Brasil. Se houver qualquer aumento de preços, não será uma consequência direta dessa taxação. Na verdade, se a exportação para os Estados Unidos diminuir, poderíamos até ter uma redução de preços no mercado interno, caso haja espaço para isso. Ou seja, não existe uma relação automática de causa e efeito, mas o comportamento do mercado sempre pode surpreender.
12/02/2025
Associados em foco
Super Bom inaugura primeira unidade em Rio das Ostras e amplia presença no estado
O Super Bom segue expandindo sua atuação no mercado fluminense e inaugurou, nesta quarta-feira (12), a primeira unidade em Rio das Ostras, consolidando a marca como uma das principais redes supermercadistas da região. Com a inauguração, a rede alcança a marca de 21 lojas sob a bandeira Super Bom e 25 unidades no total dentro do Grupo. Os sócios Joilson Barcelos e Licinio Barcelos, conselheiros da ASSERJ, fizeram questão de comparecer à inauguração e chegaram cedo para conferir a abertura ao público, que formou uma grande fila na frente do supermercado. A nova unidade conta com uma estrutura moderna e tecnológica para oferecer uma experiência diferenciada aos clientes. A área construída total é de 4.349 m², sendo 2.049 m² destinados à área de vendas. Entre as inovações, destaca-se a introdução do self-checkout, garantindo mais agilidade na hora das compras, além do nebulizador de hortaliças para preservar a qualidade dos produtos frescos. Outra novidade é a lanchonete da loja, que oferecerá opções de pratos para consumo imediato. A loja segue o novo modelo de layout da rede, mantendo a identidade visual padronizada das demais unidades. Para garantir conforto e comodidade aos clientes, o espaço conta com 19 checkouts, sendo quatro deles de autoatendimento, banheiros com acessibilidade, fraldários e Banco 24 Horas. Com aproximadamente 14 mil SKUs disponíveis, a unidade de Rio das Ostras reforça o foco em categorias estratégicas, como açougue, padaria e FLV (frutas, legumes e verduras). Considerando a localização privilegiada da cidade litorânea, a filial também aposta em uma grande variedade de bebidas para atender à demanda dos clientes locais e turistas. A tecnologia se faz presente no ponto de venda com um totem digital que exibe ofertas e promoções exclusivas - olha o retail media aí. Além disso, a nova unidade está no e-commerce, garantindo a entrega das compras em até 24 horas. Outro diferencial importante é a infraestrutura de estacionamento, que disponibiliza 95 vagas para automóveis e 20 para motocicletas, facilitando o acesso dos consumidores. A chegada do Super Bom a Rio das Ostras também impulsiona a economia local gerando 250 empregos diretos. Assim, a rede reforça o compromisso com a geração de oportunidades, incluindo a oferta do primeiro emprego e a recolocação profissional para trabalhadores da região. A nova unidade funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 21h. Com um estoque totalmente informatizado, o Super Bom promete otimizar a reposição de produtos e garantir a melhor experiência de compra para os clientes de Rio das Ostras. Danielle Gomes Santanna, coordenadora regional de merchandising da Seara, esteve na inauguração e falou sobre o Programa N10. "Mais uma loja do Grupo Barcelos que a Seara está implantando o açougue Nota 10, que conta com consultores técnicos totalmente dedicados à implantação, ao treinamento e à manutenção do programa para que possamos oferecer um produto de qualidade com apresentação excelente para os clientes”, afirma. Diego de Oliveira Lopes, consultor técnico de programas da Seara, também veio do Rio exclusivamente para conferir a implantação: "Vim treinar os açougueiros e tenho certeza de que com dedicação e cuidado eles atenderão os clientes com muita qualidade e o setor vai bombar as vendas”. Danielle também coordena o time de merchandising do Rio e do Espírito Santo adiantou que a Seara estará na próxima prova do Big Brother Brasil 2025, da TV Globo, com uma ativação incrível da linguiça com chimichurri Seara, que vai deixar a competição dos brothers ainda mais saborosa. Como promoção de inauguração do Super Bom Rio das Ostras, os clientes que comprarem acima de 1kg de linguiça de churrasco ganham uma tábua de carne de plástico laranja, a cor da Seara. Lucas Barcelos, diretor do Grupo Barcelos, ressalta: "Estamos inaugurando a primeira loja do Super Bom em Rio das Ostras, a 25ª filial do Grupo Barcelos, e ficamos felizes em fazer parte da vida de mais pessoas. O propósito da nossa empresa é melhorar a alimentação da população com produtos frescos e de qualidade, e estamos trazendo mais comodidade para os moradores e visitantes de Rio das Ostras. Investimos aproximadamente R$ 20 milhões nesta unidade com mais de 2 mil m² e estamos satisfeitos com o movimento nesta inauguração, o que demonstra a confiança das pessoas no nosso Grupo." A ASSERJ deseja sucesso ao nosso associado Super Bom!
12/02/2025
Carrefour considera fechar capital no Brasil; saiba a repercussão da notícia na família Diniz
A Península, family office da família Diniz, declarou apoio à proposta de fechamento de capital do Carrefour Brasil apresentada pela controladora francesa do grupo varejista. Em comunicado oficial, o Carrefour informou que sua segunda maior acionista considera que a transação trará benefícios para todas as partes envolvidas. A Península optou por converter integralmente sua participação no Carrefour Brasil em ações da holding francesa, demonstrando confiança na gestão e no futuro do grupo global. A decisão ocorre em meio a reflexões sobre o futuro da participação do family office na empresa, especialmente após o falecimento de Abílio Diniz, que teve papel ativo no conselho do Carrefour tanto no Brasil quanto na França. A Península detém atualmente 7,3% da varejista brasileira. A proposta da controladora francesa prevê a deslistagem do Carrefour Brasil do Novo Mercado e a transformação do Atacadão em uma subsidiária integral do grupo europeu. O plano inclui uma oferta que concede aos acionistas um prêmio de 32,4% sobre a média das ações nos últimos 30 dias, garantindo maior liquidez aos investidores e possibilitando que aqueles que desejarem continuem investindo no Carrefour por meio da Bolsa de Paris. Um comitê independente foi formado pelo Conselho de Administração do Carrefour Brasil para avaliar os termos da proposta de fechamento do capital, que ainda está em fase de negociação. O mercado reagiu positivamente à notícia, com as ações do Carrefour Brasil registrando uma valorização de aproximadamente 15%, após acumularem uma queda de 44% até o último fechamento. A transação tem como objetivo fortalecer a estrutura do grupo e direcionar esforços para a expansão e crescimento da operação brasileira, garantindo maior alinhamento estratégico com a controladora internacional. A ASSERJ acompanha a movimentação do nosso associado.
11/02/2025
Economia
Inflação de alimentos e bebidas mantém desaceleração nos supermercados do Rio e do Brasil
O Rio de Janeiro registrou a quinta menor inflação do setor. Mais uma vez, o resultado fluminense foi inferior à média nacional (+1,07%) e, regionalmente, o menor do Sudeste Em janeiro, o índice de inflação da alimentação no domicílio, que concentra os alimentos e bebidas vendidos nos supermercados, subiu 0,81% no Rio de Janeiro. Foi o quinto mês consecutivo de inflação no setor, porém o segundo de desaceleração, na comparação com dezembro (+1,00%) e novembro (+1,81%). Essa inflação no setor de alimentos e bebidas direcionou o índice geral fluminense, que voltou a registar inflação em janeiro (+0,06%). Segundo a consultoria econômica da ASSERJ, que analisou os dados do IBGE. Na média nacional, o setor de alimentação no domicílio também observou inflação em janeiro (+1,07%). Como no Rio, foi o quinto mês consecutivo de inflação setorial em nível nacional e o segundo com desaceleração, na comparação com dezembro (+1,17) e novembro (+1,81%). Para o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, o setor vem reduzindo a pressão na inflação, mas ainda em níveis elevados, puxando o índice geral de preços. “A quebra de safra do café tem impulsionado os preços no Brasil. Nos Estados Unidos, são os ovos, que já são vendidos por US$ 10, ou seja, quase R$ 60, por conta da gripe aviária que provoca o abate de aves infectadas, diminuindo a produção e elevando os custos. No primeiro mês do ano, os artigos de higiene pessoal também registraram inflação no Rio (+0,65%). Já os preços dos produtos de limpeza se mantiveram praticamente estáveis (+0,02%)”, destaca o executivo. À exceção do Mato Grosso do Sul (-0,15%), todas as 16 unidades da federação pesquisadas pelo IBGE registraram inflação de alimentação no domicílio em janeiro. O Rio de Janeiro registrou a quinta menor inflação do setor. Mais uma vez, o resultado fluminense foi inferior à média nacional (+1,07%) e, regionalmente, o menor do Sudeste. Os alimentos e bebidas determinantes para a inflação no setor no Rio em janeiro foram: frango em pedaços (+1,81%), alcatra (+2,50%), café (+6,01%), biscoito (+1,81%) e açúcar (+0,93%). Por outro lado, observaram queda de preços: arroz (-2,40%), pão francês (-0,48%), leite longa vida (-0,31%), queijo (-0,33%) e refrigerante e água mineral (-1,11%). Assim como os alimentos e bebidas, os artigos de higiene pessoal registraram aumento de preços no setor em janeiro (+0,65%). Os artigos determinantes para essa inflação foram: produto para cabelo (+1,74%), sabonete (+2,73%) e fralda descartável (+0,67%). Por outro lado, observaram queda de preços: desodorante (-0,18%), produto para higiene bucal (-0,62%), papel higiênico (-1,68%), produto para barba (-1,95%) e absorvente higiênico (-1,51%). Outra categoria de produto vendida em supermercados, os artigos de limpeza apresentaram preços praticamente estáveis em janeiro no Rio (+0,02%). Os itens determinantes para essa pequena inflação foram: amaciante e alvejante (+0,76%), detergente (+0,08%), desinfetante (+1,57%) e água sanitária (+0,26%). Contrabalanceando, observaram queda nos preços: sabão em pó (-0,06%), papel toalha (-0,76%) e sabão em barra (-3,03%).
11/02/2025
1
...
237
238
239
...
779
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 949 to 952 of 3,115 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
237
Page
238
Page
239
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
240
Page
241
Page
242
Page
243
Page
244
Page
245
Page
246
Page
247
Page
248
Page
249
Page
250
Page
251
Page
252
Page
253
Page
254
Page
255
Page
256
Page
257
Page
258
Page
259
Page
779
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden