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Como o carioca está comprando nos supermercados? Pesquisa ASSERJ conta tudo!
Com a inflação dos alimentos ainda pressionando o bolso dos consumidores, os cariocas estão mudando a forma de fazer compras. Levantamento realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) revela que 62% dos consumidores estão pesquisando mais antes de comprar e dividindo suas compras entre diferentes supermercados para encontrar melhores ofertas. A pesquisa mostra ainda que 46% dos entrevistados estão trocando marcas mais caras por versões mais acessíveis, enquanto 34% afirmaram estar comprando em menor quantidade. A alta nos preços também levou 20% a reduzir a variedade de produtos adquiridos. Substituições no prato O estudo da ASSERJ também investigou os efeitos práticos da alta de preços no consumo de proteínas. Mais da metade dos cariocas (63,4%) passou a substituir a carne vermelha por frango, enquanto 29,1% reduziram a frequência de consumo. Já 7,4% afirmaram que cortaram temporariamente os itens mais caros do carrinho. Promoções ganham protagonismo Com a alta nos preços, o comportamento de consumo também mudou. Além dos 62% que estão em busca ativa de promoções, 19,1% disseram preferir feiras livres ou atacadistas sempre que possível, enquanto 18,6% optaram por manter o supermercado de costume, ajustando apenas os produtos escolhidos. “O levantamento da ASSERJ revela uma transformação significativa nos hábitos de consumo dos cariocas. Diante dos desafios econômicos, observamos que 62% dos consumidores estão buscando ativamente promoções e diversificando os pontos de compra para economizar. Também chama atenção o movimento de substituição de marcas mais caras por alternativas mais acessíveis, adotado por 46% dos entrevistados, além da redução na quantidade e na variedade dos produtos adquiridos. Esses dados reforçam a importância de ações promocionais e de estratégias que ampliem o acesso da população a alimentos essenciais, contribuindo para o equilíbrio do orçamento familiar”, destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Refeições mais simples e rotina ajustada Quando o tema são as refeições do dia a dia, fazer refeições em casa e economizar “estão na mesa”: 40,3% dos entrevistados afirmaram estar preparando pratos mais simples, e 29,1% diminuíram as refeições fora de casa. Apesar disso, 30,6% disseram que não mudaram muito seus hábitos, mas estão mais atentos aos gastos. A volta dos velhos hábitos A pesquisa ainda aponta a revalorização de hábitos tradicionais de economia. Metade dos consumidores (50%) aproveita dias de promoção e usa aplicativos de desconto das redes supermercadistas. Além disso, 41,4% afirmaram fazer a tradicional lista de compras e focar no essencial, uma prática que ajuda a evitar gastos por impulso. Apenas 8,6% mantiveram sua rotina de compras sem alterações.
14/07/2025
Indústria em cena
Como aumentar as vendas da seção de hortifrúti no supermercado? Veja dicas!
Em meio à competitividade do varejo supermercadista, destacar a seção de hortifrúti pode ser um diferencial poderoso na hora de atrair, encantar e fidelizar clientes. Mas, para isso, não basta apenas dispor frutas e legumes nas gôndolas: é preciso estratégia, atenção aos detalhes, qualidade, higiene e, sobretudo, tecnologia. “A seção de hortifrúti é o coração pulsante de muitos supermercados. É ali que o cliente percebe de imediato a qualidade da loja. Se o setor está bonito, limpo e bem abastecido, isso gera uma sensação de confiança e acolhimento”, destaca Roger Toshi, gerente Administrativo e de Marketing da SG Sistemas. Um bom exemplo de como a eficiência operacional aliada à inovação pode gerar resultados positivos é o Hortifrúti da Terra, rede com mais de 70 lojas distribuídas entre São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. Durante a pandemia, mesmo em meio a tantos desafios, a rede registrou um crescimento de aproximadamente 25%. O resultado expressivo é fruto de uma operação bem estruturada, baseada em três pilares: redução ativa de perdas, com controle rigoroso de estoque e foco em produtos frescos; uso inteligente da tecnologia, com destaque para o e-commerce, delivery local e gestão em tempo real dos itens; e agilidade no atendimento, com lojas equipadas com sistemas de checkout rápido, que oferecem uma experiência mais fluida ao consumidor. Esse conjunto de estratégias mostra que, com gestão eficiente, atenção à experiência do cliente e investimento em soluções tecnológicas, o hortifrúti pode deixar de ser apenas uma seção e se transformar em uma verdadeira alavanca de resultados para o supermercado. Design, frescor e sazonalidade fazem a diferença Para Toshi, o apelo visual é fundamental. “Um hortifrúti colorido, com frutas e legumes bem organizados, gera impacto imediato. E mais: usar a sazonalidade a favor é uma estratégia simples, mas que traz muito retorno”, afirma. Afinal, produtos da estação tendem a ser mais frescos, saborosos e baratos, permitindo ao supermercado montar uma comunicação atrativa com foco em qualidade e preço justo. "Datas comemorativas também são excelentes oportunidades: romãs e castanhas no Natal, frutas refrescantes no verão e receitas temáticas podem criar conexão emocional com o público", destaca o especialista. Marketing e tecnologia como aliados Segundo Toshi, a tecnologia tem um papel essencial na gestão da seção. “Hoje já é possível usar sistemas que alertam sobre a validade, o giro dos produtos e até mesmo a preferência de consumo em determinadas épocas do ano. Isso ajuda o supermercadista a tomar decisões mais rápidas e certeiras”, explica. A precificação inteligente também é um ponto de atenção. Preços competitivos e alinhados à realidade do consumidor local fortalecem a percepção de valor. Além disso, ações como o "dia do hortifrúti" ou campanhas semanais ajudam a criar um fluxo de clientes recorrente. “Promoções bem posicionadas, com boa comunicação e apoio visual, não só aumentam as vendas da seção como impactam positivamente o ticket médio da loja como um todo”, afirma o executivo da SG Sistemas. Qualidade e prevenção de perdas são fundamentais Trabalhar com perecíveis exige cuidado redobrado. A cadeia de refrigeração deve funcionar perfeitamente, desde o recebimento da mercadoria até a exposição. Além disso, o controle de perdas precisa ser contínuo. “Reduzir desperdícios é essencial. Com o apoio de sistemas de gestão eficientes, é possível rastrear onde estão os gargalos e agir com rapidez. Isso impacta diretamente na margem de lucro do hortifrúti”, pontua Toshi. Por fim, Roger Toshi, ressalta que o hortifrúti vai muito além de apenas abastecer o carrinho: “É um setor que transmite saúde, cuidado e frescor. Ele tem o poder de fidelizar o cliente, porque é nele que se percebe o compromisso da loja com a qualidade.” "Investir no hortifrúti é, portanto, uma escolha estratégica. E mais: é uma oportunidade de mostrar que o supermercado valoriza o que o cliente mais quer — produtos bonitos, saborosos, acessíveis e sempre frescos", completa.
14/07/2025
Granfino impulsiona PDV de supermercados: confira as apostas e ações promocionais
Mais do que fornecer produtos de qualidade, a Granfino atua como parceira estratégica dos supermercadistas. A marca vem investindo em ações no ponto de venda, mix de produtos pensados para o giro e campanhas temáticas que ajudam o varejo a vender mais — com planejamento, ativação e ambientação diferenciada. E, essa atuação próxima do varejo reflete um posicionamento claro da empresa: ir além do fornecimento e entregar soluções completas para o PDV. De acordo com o diretor de Marketing da Granfino, Felipe Lantimant, esse é justamente o foco da marca. “Trabalhamos junto com o cliente para entender seu perfil de consumo e montar kits, ações promocionais e campanhas com alto potencial de conversão.” Essa proximidade se reflete na escolha do portfólio e no destaque dado a produtos com maior valor agregado, como os molhos especiais. “Quando a gente sai do mercado do low price, é possível destacar itens com apelo sensorial e valor percebido. O Molho Supreme, por exemplo, se tornou um diferencial competitivo nas lojas”, explica Felipe. O executivo afirma ainda que a Granfino se posiciona hoje como uma fornecedora que vai além da entrega: é uma parceira que participa do planejamento do varejo, entende o momento de cada loja e entrega ferramentas práticas para impulsionar resultados. “Nosso trabalho é estar junto do supermercadista, desde o mix até o ponto extra, passando pela campanha e pelo pós-venda”, ressalta Felipe Lantimant. “Com produtos de valor, ambientação personalizada, planejamento comercial e marketing de ativação, a marca mostra que crescer junto é mais do que discurso: é prática diária com foco em resultado”, completa. Planejamento com calendário promocional Outro diferencial da Granfino está no uso estratégico do calendário promocional para antecipar ações, organizar o mix e ativar o ponto de venda. Datas como o Dia da Pizza, por exemplo, servem de gancho para impulsionar as vendas de molhos como ketchup. “Nossa equipe de merchandising atua antes da data, posicionando os produtos certos no lugar certo. Ações simples, mas que geram um impacto direto nas vendas”, explica Felipe. “Além disso, mapeamos os clientes e montamos kits prontos para Páscoa, festas típicas ou campanhas de inverno. Para o varejista, é uma segurança contar com um fornecedor que planeja junto.” Outro grande sucesso é o molho 3 em 1 — que combina ketchup, mostarda e maionese —, hoje amplamente usado nas ativações promocionais da marca. “Ele é prático, tem alto giro e agrada vários perfis de consumidor. Desde o lançamento, sempre esteve presente nas nossas ações com o varejo”, acrescenta. Campanhas sazonais transformadas em resultados A atuação em datas sazonais é uma das estratégias mais bem trabalhadas pela Granfino. Recentemente, a campanha de Festa Junina da marca mobilizou mais de 800 barracas temáticas em pontos de venda parceiros, com kits personalizados e materiais de ambientação que destacavam produtos do mix junino. “O ponto extra já é entregue pronto. Nosso parceiro só precisa complementar com o que quiser — vinho, queijo, frios. Isso facilita a vida do varejista e gera valor na percepção do consumidor”, afirma Alexandre Conceição, coordenador de vendas da Granfino. Com o fim da temporada junina, a estratégia agora mira o “Festival de Inverno” — campanha voltada para os produtos mais consumidos no frio, como ervilhas, feijões, azeites e farofa. “É uma forma de manter o ponto aquecido mesmo após datas fortes. A gente muda a roupagem, traz novos estímulos visuais e mantém o fluxo de venda”, explica Alexandre. Farofa gourmet: da fábrica ao topo do ranking A farofa gourmet da Granfino é outro exemplo da estratégia de escuta ativa e adaptação ao mercado. A marca, já reconhecida por sua produção de farinhas, utilizou sua experiência para desenvolver uma farofa prática, saborosa e de rápida aceitação. “Hoje somos a terceira marca mais vendida do Rio de Janeiro nesse segmento. Foi uma evolução rápida, construída com muito diálogo com o varejo e foco em oferecer praticidade ao consumidor final”, afirma Alexandre. Segundo ele, esse tipo de produto representa exatamente o que o novo consumidor busca: economia de tempo sem abrir mão do sabor. “A farofa gourmet tem ganhado espaço nos churrascos de fim de semana. O consumidor quer praticidade para poder aproveitar mais tempo com a família”, completa. Vem aí um material especial! Na revista Super Negócios de agosto, vamos contar tudo sobre a trajetória, os bastidores e os diferenciais da Granfino, a marca que está prestes a completar 74 anos de história no estado do Rio de Janeiro. Conheça a empresa por trás dos produtos que já fazem parte do dia a dia dos consumidores e descubra como ela se mantém relevante, inovadora e parceira estratégica do varejo fluminense. Imperdível!
11/07/2025
Conecta
Tecnologia e resultado! Saiba como Rede Market reduziu desde tempo de atendimento a perdas com plataforma integrada
Tecnologia e inovação são duas das maiores aliadas de todo varejista que busca ampliar a produtividade de seu controle de processos, com ganhos reais de resultado e eficiência, aliados a melhor experiência do cliente. E, evidentemente, o tempo de atendimento e a segurança são temas amplamente presentes nesse contexto. E dentro desse cenário, a Rede Market alcançou ótimos números com o uso de uma nova ferramenta de automação inteligente. Com a adoção da Plataforma Darwin, da Inwave, a Rede trouxe uma solução integrada e flexível para controle de processos operacionais por imagens, com intervenção em tempo real. O movimento não impactou apenas em resultados internos com a redução de erros e perdas, mas também de forma positiva na experiência do cliente, que passou a ter um atendimento mais ágil e preciso. "Trabalhávamos com o modelo tradicional, que é o fiscal em loja no ato do checkout, quando a luz acende. Hoje trabalhamos com quatro fiscais em uma sala remota para tomar conta dos nossos 180 checkouts das nossas 13 unidades de negócio. Essa mudança nos deu um ganho operacional de agilidade no atendimento ao cliente. O cliente que levava em torno de 1min a 1min30, 40s no máximo, para ver aquela intercorrência que estava acontecendo no checkout, caiu para 20s, no máximo 25s de agilidade no atendimento. Isso porque a operadora tirou o telefone do gancho já vai para a central, onde temos os fiscais. Esse foi o maior impacto para a experiência do cliente, a agilidade. As vezes um cliente está nervoso e tem que esperar o fiscal que está atendendo outro PDV. Isso não acontece mais e acompanhamos todo o processo, se realmente o produto foi cancelado, se está na área separada. Ou seja, tudo isso também se torna um ganho operacional", destaca Júnior Pereira, diretor de operações da Rede Market. A adoção da plataforma ainda promoveu melhorias no desenvolvimento dos colaboradores da rede e ampliou a capacidade de controle e mapeamento de produtos, pontua Júnior: "Também somos hoje muito assertivos no treinamento com as nossas operadoras por erro de registro, multiplicação errada, por alguma falha operacional de atendimento. Colocamos alguns padrões, como perguntas no início da compra, se o cliente faz parte do nosso CRM, sempre com cordialidade no atendimento. E conseguimos monitorar tudo pela auditoria de frente de caixa, que conta com câmeras e microfones. Então hoje conseguimos fazer treinamentos para as nossas operadoras desde atendimento, registro até a forma de operar o caixa. Erro de multiplicação, de atenção, onde se acaba registrando a mais ou a menos, conseguimos acompanhar isso tudo pela auditoria fiscal. Com isso, conseguimos confrontar junto com o nosso setor de prevenção e alavancar lá na operação da frente de caixa. Na parte de auditoria, o Darwin gera match da forma que cadastrarmos. Por exemplo, um registro errado de troca de código de um produto, consigo que todos os códigos desse produto sejam auditados. E isso vale para algum problema de inversão de código, se temos perdas no corte de carne ou qualquer outra coisa. Eu consigo criar esse match na plataforma para acompanhar também a venda desses produtos, o que está sobrando, para ver se está sendo trocado ou não. Pela imagem conseguimos garantir que o produto que está sendo vendido realmente é o produto referente ao código". Tecnologia aliada à segurança: resultados de alto impacto Outra especificidade é a tecnologia de antenas e etiquetas antifurtos, principalmente na proteção de mercadorias de risco, como bebidas e carnes. O diretor de operações ressalta que os impactos na segurança com a inovação são expressivos: "Outra questão é a auditoria EAS, que são as antenas de segurança. Sofremos, às vezes, altas tentativas de furto, principalmente de carne de peça a vácuo. Por isso adotamos a rede. Na picanha, por exemplo, temos uma rede que envolve ela. Em alguns produtos de PAR (Produtos de Alto Risco) têm o lacre de gargalo, o selo, e isso ajuda muito na inibição. O ganho, pelo menos no açougue, foi sensacional. Tínhamos sérios problemas mesmo com furtos e conseguimos reduzir esse número muito para baixo. Quando a antena dispara, tentamos fazer uma abordagem tranquila. Também pegamos a imagem da pessoa que disparou a antena e jogamos para a câmera, que faz o reconhecimento facial, e a próxima vez que aquela pessoa entrar, fazemos o acompanhamento". O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, também frisa: "Esse é um tema central para o futuro do varejo supermercadista: tecnologia e inovação como alicerces da produtividade, da segurança e da experiência do cliente. Vivemos um momento onde os avanços deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos essenciais. Como digo, a tecnologia deve ser acessível, prática e centrada na experiência do consumidor". Perdas são evitáveis, mas é preciso estratégia O movimento da Rede Market reforça o que apontou a 8ª Pesquisa Abrappe de Prevenção de Perdas no Varejo Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) em parceria com a KPMG: é preciso estar alerta para novidades que contribuam para redução de perdas. "Tecnologia não é luxo, é necessidade inteligente. Ferramentas como essa aumentam produtividade, protegem o patrimônio do varejo e, acima de tudo, tornam a jornada de compra mais agradável, segura e eficiente", finaliza Queiróz. O estudo, destacado aqui no site da ASSERJ, traz dados que acendem um sinal de alerta, especialmente para o segmento supermercadista. Apesar de a média geral de perdas no varejo ter caído para 1,51% em 2024 — o que ainda representa cerca de R$ 36,5 bilhões em prejuízos — os supermercados destoam dessa tendência. O setor registrou um aumento de 25% no índice de perdas em relação ao ano anterior, passando de 1,91% para 2,39%.
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