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Consumidor cada vez mais multicanal, mas lojas físicas continuam em alta. Confira esse e outros insights da Pesquisa Globo 2025
O varejo supermercadista precisa estar atento aos hábitos de consumo e às questões que influenciam a jornada de compra. Dentre tantas nuances do comportamento do consumidor moderno, uma em especial aparece com destaque, a racionalização das escolhas. E a "Pesquisa Globo 2025", realizada pela Offerwise, confirma essa máxima, com outra ressalva: a multicanalidade como fator decisório. A resiliência dos supermercados frente à multicanalidade Em um cenário econômico pressionado pela inflação e pela elevada taxa de juros, o consumidor busca alternativas para aliviar o orçamento destinado ao abastecimento. Nesse contexto, nosso setor mantém sua força e credibilidade junto aos clientes, como destino dessa busca. 50% dos entrevistados no levantamento apontaram os supermercados como canal mais frequentado e 27% hipermercados. Os atacarejos também registram força, com 52% das menções. Outro traço do perfil de consumo, que confirma a fragmentação da jornada de compra, é o fato de que 58% dos consumidores afirmaram se dividir em diferentes formatos, apostando na multicanalidade, em uma combinação entre lojas físicas, aplicativos, mercados de bairro, dentre outros. Ainda assim, o espaço físico segue extremamente forte, com 69% frisando que compram somente nesse canal, 29% alternando com o digital e apenas 3% realizando compras somente no online. Ou seja, mesmo em um universo de ampliação dos canais de consumo, o varejo supermercadista, e sua presença física, segue com a preferência dos compradores. Em relação à essa jornada especificamente, a pesquisa aponta que 53% dos consumidores vão ao mercado pelo menos uma vez por semana, e 67% afirmam estar fazendo compras menores e mais frequentes. O principal motor é o preço baixo (50%), seguido de qualidade dos produtos (26%), proximidade (25%) e variedade (24%). Compras digitais: desconfiança ainda é barreira Entre os consumidores que realizam compras pela internet, 48% disseram fazê-lo uma vez por mês, 19% quinzenalmente e 18% semanalmente. Entre os canais mais usados estão aplicativos de entrega (51%), marketplaces (46%) e sites ou apps de supermercados (39%). Assim como no mundo físico, o preço baixo é o principal fator de escolha (44%), seguido de rapidez na entrega (33%) e promoções e cupons (29%). Porém, o canal digital ainda encontra gargalos junto ao consumidor. Entre as principais preocupações, 64% destacaram o receio de receber itens diferentes dos escolhidos, 56% a falta de confiança na qualidade dos produtos e 54% o frete alto. Apesar das barreiras, 44% dos consumidores afirmam que o online economiza tempo e 49% dizem que os apps ajudam a controlar gastos. Esses dados indicam que, apesar das dúvidas dos clientes, o canal online possui um grande potencial a ser explorado pelo varejo supermercadista para se consolidar na jornada de compra. Tecnologia ganha espaço nas lojas físicas A relação do consumidor com a tecnologia no ponto de venda também está evoluindo a passos largos. Segundo o levantamento, 63% dos consumidores já usaram algum recurso tecnológico, sendo o autoatendimento o mais comum. O estudo também mostra que 66% gostam da experiência, mas 69% acreditam que ainda precisa melhorar. De acordo com os clientes que optam por não utilizar o serviço de autoatendimento, a impossibilidade de pagar em dinheiro é a principal barreira, mencionada por 37%. A busca por uma experiência cada vez mais conveniente é outra questão pontuada, e pautada pela tecnologia. 78% dos entrevistados afirmaram que gostariam de pagar suas compras diretamente pelo celular. Além disso, 84% declararam o desejo de acessar promoções personalizadas. Os dados apresentam um cenário extremamente propício para o avanço da tecnologia no PDV, com ainda mais integração entre programas de fidelidade e experiência mais fluida. Fidelidade e personalização: as grandes prioridades A "Pesquisa Globo 2025" também detalha os caminhos para ampliar a retenção e a recorrência. De acordo com o levantamento, 62% dos consumidores participam de algum programa de fidelidade (esse percentual é maior nas classes AB (54%) e nas regiões Sul e Sudeste). Entre os principais pontos de atração estão os descontos exclusivos (68%), promoções personalizadas (40%), pontos e cashback (38%) e acesso antecipado a ofertas (29%). Ainda nesse contexto, 70% afirmam usar o programa sempre que fazem uma compra, e 84% frisam que gostariam de receber promoções personalizadas. Isso reforça duas questões: o potencial do uso de dados para aumentar faturamento e o caminho cada vez mais forte da hiperpersonalização. Marcas próprias: confiança em alta Outra tendência do varejo supermercadista com evolução constante junto ao consumidor é o sortimento de marcas próprias. Segundo a pesquisa, 67% já compram produtos de marca própria dos supermercados, sendo que 82% reconhecem vantagem em preço e avaliam positivamente a qualidade dos itens. 83% também declaram abertura a testar esses produtos para economizar nas compras. Porém, há espaço para melhorias e novos avanços, já que 63% acreditam que as embalagens poderiam ser melhores. Entre as categorias os mais consumidos de marcas próprias do varejo estão produtos de despensa (61%), limpeza (61%), higiene pessoal (50%), frescos (42%) e bebidas alcoólicas (13%). O que influencia uma compra? O avanço das plataformas digitais ainda não foi capaz de desbancar os meios tradicionais na capacidade de criar desejo na mente do consumidor. Segundo a pesquisa, a TV aberta continua sendo o meio mais visto, mais influente e mais confiável para a decisão de onde comprar. 83% dos consumidores destacaram que já aproveitaram uma promoção após ver uma propaganda na TV, e 42% já escanearam um QR Code e finalizaram a compra. As propagandas que mais chamam atenção são as que destacam ofertas e preços baixos (88%), promoções relâmpago (33%) e conteúdos úteis, como receitas (9%). Além disso, 61% preferem anúncios que levem direto ao canal de compra, reforçando a importância da interação de canais na jornada de compra. Racionalidade, tecnologia e conexão: o perfil do consumidor moderno A "Pesquisa Globo 2025" mostra que o consumidor está cada vez mais atento aos preços, pesquisando e racionalizado suas escolhas. Esse comportamento, contudo, não suprime a disposição de experimentar diferentes formas e canais de compra, movida por diversos desejos como conveniência ou personalização. O cenário detalhado pelo levantamento aponta para uma janela de oportunidades para o varejo supermercadista, que pode conquistar ainda mais espaço e credibilidade junto aos consumidores, com investimento em sortimento inteligente e com preços competitivos; melhora na experiência digital, com atenção à logística; integração de programas de fidelidade e hiperpersonalização; e investimento em tecnologias que facilitem a jornada no PDV físico, ampliando conversão e fidelização.
22/10/2025
Consumidores: como eles estão se comportando no supermercado?
Em um cenário em que cada compra se torna uma decisão estratégica, os hábitos de consumo no Brasil passam por uma transformação silenciosa, mas profunda. Diante da inflação persistente, dos juros altos e das variações de oferta provocadas por fatores climáticos e econômicos, o brasileiro está repensando suas prioridades — e cada ida ao supermercado reflete esse novo modo de consumir. De acordo com a pesquisa “Dados sobre consumo em tempos de inflação e repriorização”, realizada pela Neogrid e Opinion Box em setembro de 2025, 95% dos consumidores afirmam ter percebido aumento de preços nos últimos 12 meses, e 55% acreditam que essa alta deve continuar. A consequência é clara: 82% dos entrevistados afirmam ter trocado produtos que costumavam comprar por versões mais baratas. “Esses números mostram um consumidor mais atento, seletivo e consciente. Ele busca preço, mas sem abrir mão de qualidade, confiança e disponibilidade”, analisa Nicolas Simone, CEO da Neogrid. Preço, qualidade e o equilíbrio entre razão e emoção O preço segue como o fator decisivo para 66% dos brasileiros na hora de escolher um produto, mas 60% ainda colocam a qualidade quase no mesmo patamar de importância. O equilíbrio entre custo e confiança se tornou a nova bússola do consumo. Segundo a pesquisa, o consumidor brasileiro navega entre o físico e o digital em busca de valor: 64% ainda preferem fazer compras exclusivamente em mercados presenciais, enquanto 32% combinam loja física e online. Essa mescla mostra que o e-commerce avança, mas a experiência de compra em loja continua sendo um diferencial relevante. Estratégias para driblar os preços altos Diante dos preços mais altos, o consumidor brasileiro tem recorrido a diferentes estratégias para equilibrar o orçamento. Segundo a pesquisa, 62% afirmam substituir marcas conhecidas por opções mais baratas, enquanto 52% priorizam produtos em promoção. A busca por economia também leva 39% a reduzir a quantidade de itens comprados e 35% a optar por embalagens maiores ou compras em atacado. Já 21% dos consumidores preferem preparar em casa produtos que antes compravam prontos, e a mesma proporção tem priorizado as marcas próprias dos supermercados, que vêm ganhando espaço nas gôndolas e na confiança do público. As substituições não se limitam a marcas — elas atravessam diversas categorias do carrinho de compras. Os produtos de limpeza lideram o ranking, com 69% dos consumidores optando por versões mais baratas, seguidos por itens de higiene pessoal (57%) e alimentos e bebidas (54%). Até mesmo as carnes e produtos de origem animal (53%), tradicionalmente valorizados nas refeições, foram alvo de trocas. Outras categorias também sentiram o impacto da repriorização: frutas, legumes e vegetais (31%), cosméticos (29%), ovos e laticínios (29%), além de bebidas alcoólicas (14%) e produtos para pets (12%). "Os números mostram que o consumidor brasileiro está abrindo mão de conveniências e indulgências, ajustando o carrinho conforme o peso do bolso — mas sem abandonar totalmente o prazer de comprar", ressalta Bruno Maia, Head de Dados e IA da Neogrid. Os pequenos prazeres que resistem à crise Mesmo com o orçamento apertado, 73% dos consumidores afirmam manter os “mimos” na cesta de compras. Chocolates, refeições fora de casa e cosméticos seguem como indulgências que o brasileiro não abre mão. Mais de 70% dos entrevistados reconhecem que a saúde mental influencia suas decisões de compra, e 40% consideram ir ao supermercado uma experiência prazerosa. “O ato de comprar é também um ato emocional. Mesmo com cortes e ajustes, o brasileiro encontra espaço para bem-estar e satisfação pessoal”, avalia Júlia Villela, Head de Insights do Opinion Box. Omnicanalidade e o poder da pesquisa A pesquisa reforça que o brasileiro está mais criterioso: 56% pesquisam preços na própria loja física, e 53% em sites de supermercado antes de finalizar a compra. Redes sociais e aplicativos de comparação também têm participação relevante, embora as ferramentas de inteligência artificial ainda sejam usadas por apenas 5% dos consumidores. “Os consumidores estão mais atentos e criteriosos: vão ao supermercado com regularidade e só decidem a compra depois de comparar preços. Entender essa jornada é essencial para identificar oportunidades de diferenciação”, destaca Dani Schermann, CMO do Opinion Box. Novos canais e rotinas de compra A pesquisa também mostra o avanço de canais complementares: 50% dos brasileiros compram ocasionalmente em lojas de conveniência, e 61% adquirem produtos não medicamentosos em farmácias, como cosméticos e suplementos. Esses dados revelam que as farmácias e as lojas de conveniência estão se consolidando como pontos de conveniência e autocuidado, indo além de suas funções originais. Um consumidor mais humano, conectado e seletivo Apesar dos desafios, os dados mostram que o consumidor brasileiro não é apenas reativo ao cenário econômico: ele é adaptável. Reprioriza, substitui, pesquisa, mas continua comprando — com mais consciência e propósito. “Esses números nos convidam a sermos mais estratégicos e humanos na forma como construímos a cadeia de consumo”, conclui Christiane Cruz, diretora executiva de marketing e performance da Neogrid. “Porque, no fim, o shopper não escolhe apenas pelo preço. Ele escolhe pelo valor percebido”, completa a executiva.
22/10/2025
Indústria em cena
Lançamento da Nescau Protein fortalece portfólio wellness nos supermercados
A Nescau, marca de achocolatado da Nestlé, anunciou a expansão do seu portfólio com o lançamento do novo Nescau Protein, voltado para o público que busca saúde, bem-estar e praticidade no dia a dia. A marca mira um mercado de produtos proteicos que segue em forte crescimento no Brasil, consolidando o país como o quinto maior mercado global de itens funcionais, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD). A expectativa é de que o setor dobre de tamanho até 2028, impulsionado pelo interesse em saúde, saciedade e estilo de vida equilibrado. Dados do Euromonitor mostram que 88% do consumo de produtos proteicos concentra-se em bebidas em pó ou prontas para beber, com o sabor chocolate liderando a preferência. Um dado importante é desse universo que está cada vez mais ganhando destaque é o whey protein. Em suma, o mercado brasileiro voltado às bebidas e aos suplementos com alto teor proteico está estimado em R$ 2,1 bilhões e possui projeções de crescimento, para 2027, no valor de R$ 3,1 bilhões, conforme o Euromonitor. O novo Nescau Protein foi desenvolvido para acompanhar o ritmo da nova geração, ajudando na reposição de energia e nutrientes. A linha chega primeiro na versão achocolatado em pó, e em 2026 será lançada a versão pronta para beber. Vale lembrar que esta não é a primeira investida da Nescau no segmento, já que a marca havia lançado anteriormente a versão protein para o consumidor final. “Se antes os alimentos enriquecidos com nutrientes eram restritos ao universo das academias e atletas de alta performance, hoje fazem parte da rotina de adolescentes e jovens adultos que buscam equilíbrio e praticidade, sem abrir mão de um sabor delicioso e único, como o de Nescau”, afirma Tatiany Ernesto, diretora de marketing da área de bebidas da Nestlé. Aproveitamos a pauta para destacar a participação da Verde Campo na Revista Super Negócios de outubro. Na editoria Indústria em Cena, contamos os bastidores dessa empresa que está se posicionando no mercado de saudabilidade com muita consistência e estratégia. Vale muito a leitura (clique aqui).
22/10/2025
Como as ondas de calor e frio impactam o consumo de bebidas e produtos de mercearia?
O clima tem mostrado forte influência sobre o comportamento de consumo no varejo brasileiro. Depois de diversas ondas de calor em 2024, o país voltou a sentir frio, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, e isso se refletiu diretamente nas vendas de bebidas e mercearia, segundo dados do Radar Scanntech Brasil de setembro. “A cesta de bebidas apresentou retração de -11,2% em unidades e -4,3% em faturamento e, dentro dessa categoria, as bebidas alcoólicas caíram -17% e as não alcoólicas -7,5%”, revela Priscila Ariani, diretora de Marketing da Scanntech Brasil. Apesar da queda geral, algumas categorias apresentaram crescimento: “Observamos aumento de 0,4% nas vendas de refrigerantes, 0,3% em vinhos e 0,1% em energéticos”, destaca Priscila, mostrando que mesmo em meses mais frios há nichos de oportunidade para o varejo supermercadista. A análise também aponta queda na mercearia, de -3% em unidades, com chocolates e biscoitos concentrando grande parte da retração. No entanto, em termos de faturamento, alguns produtos registraram crescimento: chocolate (+0,9%), petiscos e snacks (+0,3%), leite condensado (+0,3%), café (+39%) e milho para pipoca (+115%), refletindo a adaptação do consumo às condições climáticas. Entre os canais de venda, os supermercados tiveram desempenho mais estável, com queda de -2,5% em unidades, mas aumento de +4% em faturamento. Já os atacarejos foram mais impactados pela mudança de temperatura, caindo -5,4% em unidades. “Isso acontece porque eles abastecem bares e ambulantes, que dependem de calor para impulsionar vendas de bebidas”, explica Priscila. A especialista ressalta que os consumidores estão adotando um comportamento mais racional. “O consumidor busca equilíbrio, desempenho e saúde. Ele opta por marcas mais acessíveis em segmentos com pouca diferenciação, mas premiumiza em categorias e produtos onde percebe valor agregado, como cafés e bebidas alcoólicas”, completa. Os dados reforçam que o clima é apenas um dos fatores que impactam o varejo, mas que entender o comportamento do consumidor é essencial para que supermercadistas ajustem sortimento, promoções e estratégias de precificação de forma ágil para lucrar.
21/10/2025
Associados em foco
Supermercado + indústria + streaming: confira o que essa trinca de ases está fazendo no Supermarket Blue
As luzes piscam. Um som ecoa entre aqueles que passam pelas portas automáticas ou sobem rampas e elevadores. E, por um instante, o cliente que entra na loja não sabe se chegou ao supermercado ou se atravessou o portal para outro universo. O que poderia ser uma simples ida às compras se transforma em uma viagem imersiva ao universo de "Stranger Things". Essa magia, ou melhor, esse mistério, é resultado da parceria da trinca formada por Hellmann’s, Netflix e o Grupo Torre, associado Supermarket, na loja do Supermarket Blue, na Avenida das Américas, nº. 12.700, na Barra da Tijuca. A ativação faz parte da estratégia nacional conjunta (Hellmann’s e Netflix) para celebrar a campanha "Estranho é resistir a esse sabor", que une indústria e supermercado ao streaming aproveitando o lançamento da última temporada da badalada série "Stranger Things", sucesso com mais de 50 bilhões de minutos assistidos em todo o mundo. O que torna a experiência ainda mais singular para o consumidor é o fato de que apenas 10 lojas em todo o Brasil foram selecionadas para receber a ação. Da chegada à compra: impacto real na jornada de consumo Ao chegar no Supermarket Blue o consumidor já percebe que há algo de diferente acontecendo na loja. A fachada exclusiva da Hellmann's e "Stranger Things", a única em todo o país, não esconde do cliente que alguma surpresa o aguarda. É mais que uma mera ação de merchandising, é a promoção de uma experiência de imersão, onde o cliente não somente vê o produto, ele vive o universo da marca, da série e do varejo supermercadista. "Aqui no Grupo Torre, nós pensamos na experiência do cliente do início ao fim. É por isso que nós somos o único supermercado no Brasil com uma fachada exclusiva. Eu convido todos a conhecerem um pouquinho sobre essas ativações aqui na nossa loja do Supermarket do Blue", exalta Brenda Larissa, diretora de Marketing do Grupo Torre. Acessando a loja, o consumidor se vê transportado para Hawkins, a misteriosa cidade onde tudo acontece na série, e encara um cenário típico da história. Dividido entre dois ambientes complementares, o mundo real e o mundo invertido, o espaço convida o público a experimentar, ver, ouvir e sentir o universo de "Stranger Things" de um jeito inédito no varejo abastecedor. No lado "real", o colorido dos produtos Hellmann’s e a energia vibrante do cotidiano resumidas em uma pacata cozinha. No lado "invertido", a mesma cozinha, mas de cabeça para baixo, em um cenário envolto no escuro do universo sombrio, com a trilha sonora característica da série e uma iluminação que garante toda a ambientação necessária. Cada detalhe, dos fios de luz às sombras nas paredes, recria a atmosfera icônica de "Stranger Things". "A experiência imersiva do cliente tem se tornado uma tendência gigantesca dentro do varejo. Temos a honra de sermos um dos 10 supermercados do Brasil a receber esse móvel super exclusivo, uma imersão dentro do mundo de Stranger Things por Hellmann's", explica Brenda Larissa. A experiência surpreende o cliente e transforma a rotina de compras em um momento de descoberta e encantamento. A campanha conjunta entre Hellmann’s, Netflix e Supermarket Torre vai muito além da exposição de produtos. É uma proposta de imersão emocional, conectando os prazeres da comida e do entretenimento, inseridos na jornada de compra, mostrando que varejo supermercadista e indústria estão presentes em todos os momentos, até na cultura pop e no lanche para maratonar a série preferida. Para a ASSERJ, o destaque do Rio de Janeiro, e do Grupo Torre, nessa iniciativa nacional reflete o dinamismo e a capacidade inovadora do varejo supermercadista fluminense. "Ver uma loja do nosso estado entre as dez escolhidas no Brasil é motivo de orgulho. Essa ação reforça o poder da experiência no varejo e como o setor pode se reinventar para encantar o consumidor. E mais, destaca a atuação dos supermercados fluminense como referência para o país inteiro", destaca Fábio Queiroz, presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS). Entre o mundo real e o invertido, o certo é que essa parceria mostra um novo caminho para o varejo: um espaço onde sabor, emoção e imaginação se encontram, e onde o ato de fazer compras pode se tornar uma experiência sinistramente deliciosa, íntima e memorável.
21/10/2025
Saudabilidade: mercado que cresce 27% ao ano
Os consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos à mesa — e os supermercados precisam acompanhar esse movimento. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de alimentos saudáveis, orgânicos e funcionais já ultrapassa R$ 100 bilhões no Brasil, registrando crescimento anual de pelo menos 27%. O avanço expressivo reflete uma tendência que vai muito além das redes sociais: trata-se de uma transformação profunda nas intenções e padrões de consumo. Estudos recentes reforçam essa virada. O levantamento “Tendências Consumo Alimentar”, da Croma Consultoria, mostra que marcas associadas à saudabilidade ganham cada vez mais relevância na mente dos consumidores. A Nestlé lidera o ranking, sendo lembrada por 22% dos entrevistados como referência em alimentação saudável — índice que sobe para 41% entre a Geração Alfa e 37% entre os Baby Boomers. Em seguida aparecem Sadia, Del Valle, Mãe Terra, Danone, Perdigão, Seara e Jasmine, confirmando a força das grandes indústrias no diálogo com diferentes gerações em torno da saúde e do bem-estar. De acordo com Edmar Bulla, fundador da Croma Consultoria e idealizador do estudo, essa mudança é consistente e aponta para um futuro em que os consumidores estarão ainda mais atentos aos ingredientes e à procedência dos produtos. “A saudabilidade emerge como um pilar central nas escolhas alimentares. Há uma intenção clara de reduzir o consumo de alimentos vilões, como sal, gorduras e açúcares, enquanto opções saudáveis — frutas, verduras e alimentos integrais — ganham espaço na lista de compras”, explica. Para o varejo supermercadista, a mensagem é clara: aderir ao movimento da saudabilidade é mais do que uma tendência — é uma necessidade estratégica. A presença de linhas saudáveis, áreas dedicadas a produtos naturais e a valorização de fornecedores locais podem ser diferenciais competitivos. Além disso, a comunicação clara sobre origem, benefícios nutricionais e sustentabilidade ajuda a construir confiança e fidelidade. O estudo também destaca que, mesmo com o protagonismo de algumas empresas, o mercado segue aberto a novas narrativas e posicionamentos. Marcas intermediárias, como Aurora e Verde Campo, têm a oportunidade de fortalecer sua imagem, enquanto outras — como YoPro, Activia, Itambé e Ninho — precisam comunicar com mais intensidade seus atributos de saúde. A projeção é de um futuro em que os supermercados serão agentes ativos na promoção da saúde, oferecendo produtos, informações e experiências de compra alinhadas ao novo perfil de consumidor. Como resume Bulla, “À medida que a saúde se consolida como prioridade, observamos uma mudança significativa na percepção e nos hábitos alimentares dos brasileiros. Cabe ao varejo entender e responder a esse novo apetite por bem-estar”. Aproveitamos a pauta para destacar a participação da Verde Campo na Revista Super Negócios de outubro. Na editoria Indústria em Cena, contamos os bastidores dessa empresa que está se posicionando no mercado de saudabilidade com muita consistência e estratégia. Vale muito a leitura (clique aqui).
21/10/2025
Por dentro da asserj
Mais uma vitória da ASSERJ: TJ-RJ suspende lei municipal de Araruama que proibia a cobrança por sacolas biodegradáveis
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) suspendeu, de forma liminar, a eficácia da Lei nº 2.723/2025, do município de Araruama, que impedia a cobrança pela utilização de sacolas reutilizáveis, recicláveis e de material biodegradável disponibilizadas por estabelecimentos comerciais com a logomarca da empresa. A decisão foi proferida pela desembargadora Maria Inês da Penha Gaspar, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 0089039-32.2025.8.19.0000, proposta pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) contra a prefeitura e o presidente da Câmara Municipal de Araruama. Na decisão, a relatora reconheceu a presença dos requisitos de urgência e entendeu que a norma municipal invadiu competência legislativa estadual, contrariando a Lei Estadual nº 8.473/2019, que autoriza expressamente a cobrança das sacolas plásticas biodegradáveis e recicláveis em estabelecimentos comerciais fluminenses. Segundo a magistrada, a imposição da gratuidade “gera um ônus desarrazoado aos estabelecimentos comerciais, além de causar insegurança jurídica e impacto econômico ao setor varejista local”, além de representar “retrocesso ambiental”, ao desestimular o uso de sacolas retornáveis. ASSERJ defende segurança jurídica e liberdade econômica A ASSERJ reforçou, em sua petição, que a lei municipal violava princípios constitucionais fundamentais, como a livre iniciativa, a liberdade econômica e o direito de propriedade, ao interferir diretamente na gestão dos negócios privados e criar diferenciação injustificada entre consumidores de municípios vizinhos. Para a advogada da entidade e especialista em varejo, Dra. Ana Paula Rosa, a decisão do TJ-RJ representa uma vitória importante para o setor supermercadista fluminense. “A ASSERJ sempre defendeu o cumprimento da legislação estadual e a segurança jurídica para o varejo. A lei municipal de Araruama contrariava uma norma já existente e gerava um desequilíbrio competitivo. A decisão do Tribunal corrige esse equívoco e garante o respeito à livre iniciativa e à sustentabilidade responsável”, destacou a advogada. Ela acrescenta que a cobrança pelas sacolas biodegradáveis não é uma prática abusiva, mas uma forma de internalizar custos ambientais e incentivar o uso consciente de embalagens. “As sacolas sustentáveis têm um custo de produção superior e são consideradas produtos comercializáveis. O que as empresas fazem é apenas repassar esse custo mínimo, conforme previsto em lei. A cobrança não tem caráter lucrativo, e sim educativo e ambiental”, completou. Decisão com impacto para todo o setor A medida cautelar concedida pelo TJ-RJ permanece válida até o julgamento definitivo da ação e tem repercussão direta sobre o varejo supermercadista de todo o estado, uma vez que reafirma a validade da legislação estadual que regula o uso e a comercialização das sacolas ecológicas. “Essa decisão reforça que o caminho deve ser o da harmonia entre os entes federativos, respeitando as competências já definidas. A ASSERJ continuará atuando para garantir um ambiente de negócios estável, previsível e sustentável para todo o setor”, concluiu a Dra. Ana Paula Rosa.
21/10/2025
O elo invisível da eficiência no varejo
Inovação, tecnologia, análise de dados e aplicabilidade no dia a dia do negócio. Todos esses fatores são fundamentais para o crescimento do varejo supermercadista moderno. Porém, há um detalhe por trás de todos eles, que impacta diretamente na eficiência operacional. O grande problema é que muitas vezes ele não é um ponto focal do planejamento do negócio: a organização dos estoques. Para além de um simples detalhe técnico, ela é a sustentação da competitividade. "Longe de ser apenas um detalhe operacional, a desordem dentro de armazéns e centros de distribuição pode se tornar um dos maiores vilões ocultos da competitividade. Produtos fora do lugar, ausência de padronização e fluxos de movimentação mal planejados geram um efeito cascata de desperdícios. São perdas silenciosas de tempo, de mão de obra e de dinheiro, que corroem margens sem que muitos gestores percebam a real dimensão do problema", analisa Roberto Bayer, gestor comercial da Netmak Empilhadeiras. Além das perdas citadas por Roberto Bayer e seus impactos na rentabilidade, outro efeito merece destaque. Um estoque problemático também causa impacto na capacidade de resposta do negócio tanto frente às demandas de mercado, quanto aos consumidores. "Dados internacionais reforçam a gravidade da questão. Segundo levantamento da Tetrisize, ineficiências em processos de armazenagem, que vão de layouts inadequados a falhas na movimentação, podem aumentar em até 30% os custos de mão de obra. Em escala global, as perdas relacionadas à má gestão de estoque, uso incorreto do espaço e erros de expedição somam aproximadamente US$ 1,5 trilhão por ano. Esse número escancara o quanto a negligência em relação à organização impacta diretamente a saúde financeira e a sustentabilidade de operações logísticas", ressalta o gestor comercial. Varejo abastecedor: um dos mais afetados Para quem acredita que a realidade destacada por Bayer não se aplica ao modelo brasileiro, os números comprovam o equívoco. A edição mais recente Estudo de Perdas no Varejo Brasileiro, realizado pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), em parceria com a KPMG, revelou dados expressivos sobre o impacto do problema. Falhas como contagens incorretas, furtos, quebras e erros administrativos representam, em média, 1,51% do faturamento líquido do setor. Ou seja, o varejo nacional, em valores absolutos, perdeu mais de R$ 30 bilhões no período, o equivalente a uma média de quase R$ 4 milhões por hora em produtos e receitas que deixam de ser convertidas em resultado. Especificamente no recorte sobre super e hipermercados, revela-se outra preocupação, sendo dois dos segmentos mais impactados. Em um setor com uma operação dura como o caso do varejo supermercadista, cujas margens são extremamente apertadas, a desorganização cobra um preço alto. Os supermercados registraram um índice médio de 2,50%, enquanto os hipermercados apresentaram 2,03% de perdas sobre o faturamento. Esses números reforçam os desafios de um setor de alta rotatividade de produtos, margens reduzidas e forte pressão por eficiência operacional. Segundo a pesquisa da Abrappe, as principais causas de perdas no varejo brasileiro, que concentram 84% do total, estão ligadas a três fatores: Quebras operacionais: avarias, produtos vencidos, falhas de manuseio e exposição inadequada; Furtos internos e externos: praticados por funcionários, clientes ou fornecedores; Erros de inventário: falhas na contagem, registros incorretos e divergências entre sistemas e estoque físico. Impactos não estão apenas em rentabilidade Para além do impacto financeiro, a falta de controle e padronização cria outros problemas em processos, gestão e impacta, inclusive, a jornada de compra dos consumidores, como aponta Bayer: "Afetam desde o planejamento estratégico até a experiência do cliente. Esse volume mostra que, além do prejuízo imediato, a desorganização mina a confiança nos processos e compromete a tomada de decisão". O gestor comercial também faz um alerta sobre a forma de enxergar o problema. Tratá-lo de forma equivocada, como uma questão física e não de planejamento, que envolve processos, capacitação de equipes e uso correto de tecnologia, só tende a ampliar as falhas: "Há quem argumente que a falta de espaço físico é a principal responsável pelo caos nos estoques. No entanto, esse raciocínio ignora que o problema central está menos na metragem e mais na ausência de gestão estratégica. Espaços maiores não significam necessariamente operações mais eficientes. Sem processos bem estruturados, padronização e equipamentos adequados, o que se amplia não é a capacidade, mas sim a margem de erro. A chave está em enxergar o estoque como parte vital do planejamento logístico e não como um simples depósito de mercadorias". Investir em organização, tecnologia e aprimoramento de processos é o único modo de reverter o cenário. Porém, é preciso mudar a forma de encarar o problema, como explica Roberto Bayer: "O caminho para reverter esse quadro passa por investimentos inteligentes em organização, tecnologia e desenho de processos. A busca por acuracidade no inventário, somada a fluxos de movimentação otimizados, reduz custos, aumenta a produtividade e fortalece a competitividade. Mais do que liberar espaço físico, trata-se de liberar a empresa dos gargalos invisíveis que drenam resultados. Reconhecer a desorganização como um problema estratégico, e não apenas operacional, é o primeiro passo para transformar o estoque de um centro de custos ocultos em um ativo de valor para o negócio". O cenário atual não apenas acende um alerta, mas indica uma grave realidade que precisa ser enfrentada. Investimento em gestão de estoques, tecnologia e processos não deve ser encarado como um custo, mas como uma necessidade para alcançar a melhor eficiência operacional e, consequentemente, minimizar perda de faturamento. Para o varejo supermercadista, com operações cada vez mais dinâmicas e consumidores exigindo agilidade e disponibilidade de produtos, a competência na gestão de estoques é decisiva. A prevenção de perdas é um pilar fundamental para sustentar margens saudáveis, garantir o abastecimento contínuo e oferecer uma experiência de compra eficiente e segura aos consumidores.
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Minuto ASSERJ
No ritmo da Páscoa, Supermarket Blue vira Fábrica de Chocolate neste sábado (28)
3/27/26, 5:00 PM
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
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Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
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