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Economia
Como a modernização do PAT impacta o varejo supermercadista?
O Governo Federal oficializou, na última terça-feira, 11 de novembro, o Decreto nº. 12.712, que moderniza o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O PAT, criado em 1976, é a política mais antiga do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e tem como objetivo promover maior transparência, concorrência e eficiência no sistema de vale-refeição e vale-alimentação. A medida beneficiará, segundo o MTE, mais de 22 milhões de trabalhadores e 327 mil empresas participantes do programa em todo o país. A atualização do texto busca reduzir custos operacionais, ampliar a liberdade de escolha e garantir o uso exclusivo dos recursos para a alimentação, fortalecendo o papel social e econômico do PAT. O programa movimenta cerca de R$ 200 bilhões por ano e é considerado um dos principais instrumentos de promoção de saúde, bem-estar e segurança alimentar dos trabalhadores brasileiros. Agora, com as novas regras, o programa ganha fôlego e modernidade para continuar auxiliando o cidadão e impulsionando o varejo. Entre as principais mudanças, destaca-se a interoperabilidade entre bandeiras, que permitirá, em até 360 dias, o uso de qualquer cartão do PAT em qualquer máquina de pagamento, independentemente da operadora. Isso significa que trabalhadores poderão utilizar seus benefícios em uma rede mais ampla de supermercados, padarias e restaurantes, eliminando restrições de bandeira e fortalecendo o pequeno e médio varejo abastecedor. “Essa modernização do PAT representa um avanço regulatório significativo, ao alinhar a legislação às práticas mais justas e transparentes de mercado. Para o setor supermercadista, a interoperabilidade entre bandeiras e a limitação das taxas de transação corrigem distorções históricas que penalizavam o varejo. Com maior previsibilidade nos repasses e redução de custos operacionais, o decreto fortalece o papel dos supermercados como agentes centrais na política de segurança alimentar do trabalhador”, analisa a Dra. Ana Paula Rosa, advogada da ASSERJ e especialista em varejo supermercadista. O decreto também limita as taxas cobradas pelas operadoras (a taxa máxima (MDR) será de 3,6%, e a tarifa de intercâmbio terá teto de 2%) e reduz o prazo de repasse financeiro aos estabelecimentos para até 15 dias corridos após a transação. Atualmente, esse prazo é de até 30 dias, o que prejudicava o fluxo de caixa dos comércios. Outro avanço importante é a proibição de práticas comerciais abusivas, como cashback, bonificações e descontos indevidos entre empregadores e operadoras, além do fim das exclusividades de bandeira nos sistemas abertos. O texto também reforça o papel fiscalizador do MTE e do Comitê Gestor Interministerial do PAT, garantindo transparência e governança. Benefícios diretos para o varejo supermercadista A modernização do PAT traz impactos muito positivos para o varejo supermercadista, especialmente em um momento em que a competitividade e a eficiência operacional são fundamentais. A redução das taxas cobradas pelas operadoras, somada à diminuição do prazo de repasse financeiro, deve melhorar o fluxo de caixa das redes e estabelecimentos, reduzindo custos e fortalecendo a margem operacional. Além disso, a interoperabilidade plena entre bandeiras amplia o acesso dos consumidores às compras em supermercados de todos os portes, aumentando o volume de vendas e a circulação de benefícios dentro do setor. O fim das exclusividades entre bandeiras e arranjos de pagamento também estimula a concorrência entre operadoras, favorecendo um ambiente mais justo e equilibrado para o varejo. Com a padronização de contratos e o fim das cobranças abusivas, o decreto dá mais previsibilidade aos empresários, permitindo que os supermercados planejem melhor suas operações e repassem menos custos ao consumidor final. “O decreto reforça a obrigatoriedade de uso apenas para produtos alimentícios. Nos supermercados, esse é exatamente o foco do mix de produtos elegíveis (alimentos in natura, industrializados, perecíveis etc.). Então, o efeito direto é o redirecionamento natural do gasto do trabalhador para o varejo supermercadista. Além disso, parte do consumo que antes poderia ocorrer em farmácias, conveniências ou outros canais tende a retornar ao setor supermercadista”, destaca a advogada Daniela Correa, especialista no setor varejista. Benefícios diretos para o consumidor Para os trabalhadores, haverá maior liberdade de escolha e melhor aceitação dos cartões e benefícios, além da manutenção integral do valor do benefício. A garantia de uso exclusivo para alimentação, vedando o uso para outras finalidades, como academias, farmácias, planos de saúde ou cursos, segue vigente. Daniela Correa pontua: “A interoperabilidade ampliará a liberdade de escolha dos trabalhadores e poderá atrair mais clientes, com aumento potencial de fluxo e ticket médio, fortalecendo a competitividade entre redes”. ÁREA IMPACTO RESULTADO ESPERADO FINANCEIRO Redução de taxas e prazos de repasse Melhoria na margem e fluxo de caixa COMERCIAL Maior liberdade para o consumidor usar o benefício Aumento de vendas e fidelização OPERACIONAL Interoperabilidade e simplificação de maquininhas Menor custo e mais agilidade no checkout SISTEMAS Necessidade de ajustes nos PDVs Conformidade com PAT e prevenção de autuações CONTRATOS Fim de cláusulas exclusivas e padronização Maior poder de negociação e transparência Pontos de atenção O impacto não será sentido de forma automática, explica a advogada Daniela Correa. Para aproveitar o aumento do público consumidor, será fundamental: Atualizar sistemas de pagamento para garantir total interoperabilidade; Treinar equipes de caixa para manusear corretamente as transações de vales; Divulgar a aceitação de múltiplas bandeiras de cartões; Manter mix e preços atrativos, estimulando o consumo recorrente. Ou seja, as tendências de crescimento de público e faturamento são reais no médio prazo (6–12 meses após plena implantação da interoperabilidade), porém, é preciso entender que as redes mais preparadas terão vantagem competitiva frente a essa nova realidade.
12/11/2025
Associados em foco
Valorização do colaborador! Serra Azul inaugura primeira sala de descanso
O varejo supermercadista é feito de pessoas. Por mais que nosso setor esteja avançando em tecnologias, incorporando automações, o fator humano permanece essencial. Por isso, cuidar dos colaboradores é primordial para qualquer operação. Nesse sentido, a rede Serra Azul deu um novo passo na atenção com seus times. O grupo inaugurou sua primeira sala de descanso para os profissionais do chão de loja. E em uma unidade emblemática: a de Teresópolis, a primeira aberta pelo Serra Azul. "O projeto nasceu de uma provocação do setor de Marketing, com o entendimento de que cuidar das pessoas é um papel essencial e estratégico para o crescimento sustentável da empresa. Além de gerar indicadores importantes para o RH, essa ação reforça um dever institucional: o de apoiar e investir em quem constrói a nossa história todos os dias. Essa iniciativa reflete o compromisso da rede em proporcionar mais conforto e qualidade de vida aos colaboradores que fazem o nosso dia a dia acontecer. Acreditamos que o momento de descanso deve ser valorizado e respeitado, pois ele contribui diretamente para um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e humano", destaca Matheus Fernandes, gerente de Marketing e Trade Marketing do Serra Azul. A sala de descanso conta com espaços de relaxamento, área de jogos, incluindo sinuca e totó, e Wi-Fi gratuito. Tudo isso em um ambiente planejado para o conforto e para a integração dos colaboradores da rede. E isso é só o começo da iniciativa, já que os espaços também serão utilizados para outras ações de valorização e cuidado dos profissionais do grupo, como explica o gerente de Marketing e Trade Marketing do Serra Azul: "A partir de 2026, esses espaços passarão a receber, em datas específicas, uma série de serviços e ações de bem-estar, como exame de refração (exame de vista), atendimentos psicológicos, campanhas de vacinação e microaulas (costura, alongamento e ginástica laboral, pintura etc). Todas essas iniciativas já vêm sendo realizadas pela rede ao longo dos últimos anos, por meio de parcerias, e agora serão centralizadas nesses ambientes de forma permanente e estruturada". Além de ampliar o foco no cuidado com seus colaboradores, o Serra Azul já planeja também outra expansão: a de lojas. Matheus Fernandes revela os próximos passos do grupo, que pretende continuar crescendo com força na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro: "Atualmente, estamos em construção de mais duas unidades, com previsão de entrega ainda neste ano, e outras cinco previstas para o primeiro trimestre de 2026". A ASSERJ parabeniza iniciativas como a do Serra Azul, não apenas no cuidado com a saúde de seus colaboradores, mas com os ousados planos de expansão já traçados e que, certamente, contribuirão para o crescimento do varejo supermercadista fluminense.
12/11/2025
Comportamento & tendência
Como montar a melhor seção pet no supermercado e lucrar mais
O segmento pet vem se consolidando como uma das categorias mais promissoras dentro do varejo supermercadista. Ter um setor bem estruturado, com mix adequado e gestão inteligente, é hoje uma das estratégias mais eficazes para aumentar o ticket médio, fidelizar clientes e diferenciar a loja da concorrência. Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) e do Instituto Pet Brasil, o mercado pet movimenta mais de R$ 78 bilhões por ano e está presente em mais de 53% dos lares brasileiros. A tendência é de crescimento contínuo, impulsionada pela humanização dos animais de estimação — que passaram a ser considerados parte da família. Para o especialista em varejo Roger Toshi, a categoria pet representa uma “extensão natural do consumo doméstico”. “O cliente que compra produtos para a casa quer resolver tudo em um único lugar. Incluir itens pet na jornada de compra reforça a conveniência e gera valor percebido, além de aumentar o tempo de permanência e o ticket médio do consumidor dentro da loja”, explica Toshi. Planejamento e layout: o primeiro passo para o sucesso O ponto de partida é o planejamento estratégico da seção. A recomendação é posicionar o setor pet em áreas de grande circulação, como corredores centrais ou próximos às gôndolas de maior fluxo. A exposição precisa ser funcional, com categorias bem definidas — rações, brinquedos, higiene e acessórios — e sinalização visual atrativa. “O layout deve comunicar praticidade e carinho. O tutor quer encontrar com facilidade o que precisa, mas também se sentir acolhido. Um ambiente organizado, com boa iluminação e apelo emocional, faz diferença na decisão de compra”, destaca Toshi. Mix de produtos ajustado ao perfil da região Definir o mix ideal exige conhecer o público local. Em bairros com apartamentos e animais de pequeno porte, priorize rações premium, snacks naturais, tapetes higiênicos e brinquedos compactos. Já em regiões com casas e quintais, o foco pode ser sacos de ração de maior volume, antipulgas, coleiras reforçadas e brinquedos duráveis. O CRM da sua loja será um ótimo indicador para essas tomadas de decisão, personalizando a oferta. “A personalização é o que torna o setor pet rentável. Cada loja deve pensar como o tutor do seu entorno — entender a rotina, o espaço físico das residências e até o poder de compra médio. Isso aumenta o giro e reduz rupturas”, afirma Toshi. Parcerias com fornecedores e gestão de estoque Negociar com distribuidores consolidados e manter um bom relacionamento com fornecedores é essencial. Além de garantir condições comerciais vantajosas, esse vínculo possibilita acesso a lançamentos e produtos de alto valor agregado. “O supermercado precisa tratar o setor pet como uma categoria estratégica, não apenas complementar. Monitorar o giro, antecipar reposições e usar dados de venda para ajustar o mix são práticas que maximizam o lucro”, explica o especialista. Ferramentas de gestão integrada — como as oferecidas por sistemas de controle de estoque e ERP — ajudam a acompanhar margens, custos e desempenho das promoções, otimizando a operação e evitando perdas. Merchandising e experiência de compra Um bom merchandising potencializa a exposição dos produtos e reforça a imagem da loja como referência no segmento. Displays temáticos, sinalização colorida e ações interativas, como amostras de petiscos ou campanhas sazonais, estimulam a compra por impulso. “As pessoas compram por emoção, especialmente quando o assunto é o bem-estar do pet. Criar um ambiente que desperte afeto — com comunicação leve e visual atraente — é uma excelente estratégia de conversão”, comenta Toshi. Fidelização e relacionamento com o cliente pet Programas de fidelidade, descontos exclusivos e ações personalizadas ajudam a manter o engajamento dos tutores. A integração entre canais físicos e digitais, com promoções divulgadas em redes sociais e aplicativos, amplia o alcance e reforça o vínculo com a marca. “O consumidor pet é altamente fiel quando se sente reconhecido. A loja que entende o ciclo de consumo e oferece vantagens específicas conquista esse cliente por muito tempo”, diz o especialista. Supermercado como novo hub pet Diante do crescimento da categoria e da conveniência buscada pelo consumidor, o setor pet deixou de ser apenas uma oportunidade e passou a ser uma extensão estratégica do varejo supermercadista. “O supermercado que aposta no setor pet está, na prática, oferecendo uma experiência completa de compra. Ele deixa de competir apenas por preço e passa a competir por conveniência, afinidade e serviço — três pilares fundamentais da nova dinâmica de consumo”, conclui Roger Toshi. Selo Pet Para reforçar o compromisso com as boas práticas e incentivar a profissionalização do segmento, a ASSERJ criou o Selo Pet, uma iniciativa voltada a reconhecer os supermercados que investem em estrutura adequada, variedade de produtos e atendimento de qualidade para o público pet. O objetivo é valorizar as redes que oferecem uma experiência completa ao consumidor tutor de animais, estimulando padrões mais elevados de gestão e operação dentro do varejo supermercadista. Revista Super Negócios No caderno especial (página 40) da Revista Super Negócios de agosto, a ASSERJ reforça a importância do setor para os supermercados e mostra o segredo para o varejo impulsionar a categoria nas gôndolas. CONFIRA AQUI E BOA LEITURA!
12/11/2025
Comportamento & tendência
Iluminação: saiba como explorar e impactar nas vendas da sua loja!
No varejo supermercadista, cada detalhe conta — e a iluminação é um deles. Mais do que uma questão estética, a luz é um componente estratégico da operação, com impacto direto na percepção de qualidade dos produtos, na experiência do cliente e no desempenho comercial das lojas. O consumidor que entra em um supermercado mal iluminado sente imediatamente a diferença. Corredores escuros, produtos apagados e uma atmosfera opaca reduzem o tempo de permanência e o engajamento do cliente. Por outro lado, um ambiente claro, com iluminação planejada, estimula a exploração das seções, reforça o frescor e desperta o desejo de compra. “A iluminação é parte fundamental da experiência de compra. Ela direciona o olhar do cliente, desperta sensações e cria vínculos com a marca”, explica Ricardo Pastore, professor da ESPM e consultor em varejo. “Luz não é apenas um requisito técnico, mas uma ferramenta de gestão do ponto de venda — capaz de influenciar comportamento, percepção e resultado”, completa o especialista. Psicologia e percepção: a luz como vetor de valor O impacto da iluminação no comportamento do consumidor é comprovado. Ambientes com temperatura de cor adequada geram conforto visual e sensação de bem-estar. Luzes quentes (amareladas): são indicadas para padarias e áreas de conveniência, transmitindo acolhimento e valorizando o dourado dos produtos assados. Luzes frias (brancas ou azuladas): são essenciais em setores de frios, açougue e peixaria, pois comunicam frescor, limpeza e qualidade. “A iluminação influencia a percepção de frescor e até o valor percebido do produto. Um item bem iluminado transmite confiança e qualidade, antes mesmo da compra”, afirma Pastore. Iluminação como ferramenta comercial O projeto luminotécnico também é um instrumento de estratégia comercial. Luzes direcionadas e de destaque permitem valorizar categorias estratégicas, produtos de maior margem e lançamentos. No hortifrúti, realçam o frescor; na padaria, o apelo sensorial; e na seção de bebidas, refletem sofisticação e desejo. “A luz é um vendedor silencioso”, resume Pastore. “Ela conduz o olhar e desperta o interesse. Um bom projeto pode aumentar o giro de produtos e elevar o ticket médio, sem nenhuma alteração de preço.” Fluxo e organização do ponto de venda Além de destacar produtos, a iluminação pode organizar o percurso de compra. Setores bem iluminados funcionam como zonas de atração, convidando o cliente a explorar toda a loja. Variações de intensidade e temperatura entre setores ajudam a demarcar categorias e reforçar a identidade visual do varejista. Para o shopper, essa clareza melhora a navegação e reduz o tempo de busca, impactando positivamente a satisfação. “Iluminação também é gestão de fluxo. Ela orienta o consumidor e dá ritmo à jornada de compra dentro da loja”, reforça Pastore. Eficiência, tecnologia e sustentabilidade A adoção de sistemas inteligentes de iluminação vem ganhando espaço no setor supermercadista. Sensores de presença, controle automático de intensidade e o uso de lâmpadas LED reduzem o consumo energético e a necessidade de manutenção — ganhos diretos para a operação. “Hoje, a tecnologia permite que a iluminação se ajuste automaticamente ao movimento da loja e à luminosidade natural. Isso representa economia e sustentabilidade, sem comprometer o desempenho visual”, destaca o consultor. Além da eficiência energética, a manutenção preventiva evita falhas que prejudicam a imagem da loja, transmitindo cuidado e profissionalismo ao consumidor. Segurança e ergonomia para a equipe A iluminação adequada também tem impacto operacional. Ambientes claros reduzem riscos de acidentes, facilitam o trabalho de reposição e proporcionam melhor conforto visual aos colaboradores, refletindo em produtividade e bem-estar. “Iluminar bem é também cuidar da equipe. O ambiente de trabalho influencia diretamente na eficiência e na qualidade do atendimento”, finaliza Pastore. Investimento estratégico “No varejo supermercadista moderno, a iluminação deixou de ser encarada como custo e passou a ser investimento estratégico. Um projeto bem elaborado fortalece a identidade da marca, aumenta o tempo de permanência na loja, valoriza produtos e melhora a performance das vendas. Em um setor cada vez mais competitivo, a luz certa pode ser o diferencial entre uma loja comum e uma experiência memorável para o cliente", ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
12/11/2025
Associados em foco
O Supermercado como extensão das famílias. Conheça a história da pequena Maitê e o Supermarket Torre
O supermercado é palco das mais diversas experiências. Pelos corredores de nossas lojas criam-se histórias, encontros e contos, ditados por momentos extremamente pessoais. Alguns desenvolvem um laço tão especial que a relação de pertencimento transcende as gôndolas. Um desses casos é o da pequena Maitê, de apenas três anos, que com a inocência e simpatia tipicamente infantis conquistou seu espaço na família do Grupo Torre, associado Supermarket. Maitê já carrega, apesar da pouca idade, uma trajetória de superação repleta de desafios que muitos adultos ainda não enfrentaram em suas vidas. Criada pela avó desde que tinha apenas alguns meses, a criança convive com o supermercado desde os primeiros dias. Um, em especial. A unidade do Supermarket Torre, na Rua Augusto de Vasconcelos, em Campo Grande. Sempre acompanhando sua avó, Maitê criou, na loja, uma extensão de sua casa. Os corredores e gôndolas, são sua diversão. Mas essa relação não reside somente na noção de espaço, mas de pertencimento. Já que ali também estão suas melhores amigas, as operadoras de caixa. "A avó da Maitê é uma cliente fiel da nossa unidade Supermarket Campo Grande e está sempre presente em nossa loja. Ela assumiu o papel de mãe da Maitê quando a menina tinha apenas cinco meses de vida, após a perda de sua filha. Desde então, o Supermarket se tornou parte da rotina e da história das duas. Durante suas visitas, Maitê criou laços com nossas operadoras de caixa, que ela chama carinhosamente de 'amigas'. Essa convivência constante fez com que a equipe se tornasse, de certa forma, uma extensão da família", relata Brenda Oliveira, diretora de Marketing do Grupo Torre. E esse relacionamento ganhou um novo, e especial, capítulo. Muito por conta do atendimento humano que só o setor supermercadista é capaz de entregar ao cliente. Em um evento da loja, funcionários conversaram com a fiel cliente Dona Janaína. Ao conhecerem toda a história, e a importância do supermercado para a vida da Maitê, aquela pequena centelha de humanidade que vive em todos aqueles que habitam na chamada civilização ardeu. Imbuídos pela vontade de fazer mais por outro ser humano, todo o time do Grupo Torre resolveu mergulhar em uma missão: fazer a festa de aniversário da menina. "Queríamos retribuir o carinho que sempre recebemos delas, transformando essa data em um momento inesquecível", revela Brenda Oliveira. Carinho certamente retribuído. Com todos participando da execução, como no dia a dia do nosso setor, sabemos que as coisas dão certo. Foi assim que o Grupo Torre proporcionou à Maitê uma festa de aniversário em seu lugar favorito: o supermercado. E, claro, com a presença de todas as operadoras de caixa, ou melhor, de todas as suas amigas. A diretora de Marketing do Grupo Torre conta: "Unimos as equipes de marketing e comercial para tornar o aniversário realmente especial. Organizamos uma comemoração no estacionamento da própria loja, com o tema 'Supermarket', que representava bem essa relação tão próxima. Preparamos uma cesta repleta de guloseimas, bolo, salgadinhos, refrigerantes, sucos e água, e cuidamos de cada detalhe com muito carinho. Foi uma verdadeira festa, com o envolvimento de colaboradores que já conheciam a história da família". Histórias como a da pequena Maitê e sua avó, Dona Janaína, nos mostram que há muito por trás de outro ser humano. Rostos passam, pessoas se cruzam, mas que histórias elas escondem? Às vezes, de onde menos se espera, vem uma trajetória surpreendente. E que outro espaço reserva tantas histórias, invisíveis ao primeiro olhar, do que os corredores de nossas lojas? Aliás, que outro espaço pode promover um atendimento tão humanizado a um consumidor capaz de revelar essas histórias? O varejo supermercadista não é só um serviço essencial de abastecimento. É um serviço de acolhimento, de conexão humana, de convívio em sociedade. "Mais do que uma ação de fidelização, esse gesto reflete o propósito do Supermarket: cuidar de pessoas. Ao promover momentos de alegria e acolhimento, fortalecemos laços que vão além da relação de consumo. Ver a felicidade da Maitê e de sua avó reforça o quanto pequenas atitudes podem transformar o dia a dia das pessoas. E, para nós, isso é parte essencial do que significa ser Supermarket, estar perto na vida das famílias, com empatia e propósito", conclui Brenda Oliveira. Histórias como essa nos relembram, ou deveriam, da nossa própria humanidade. Todos os dias temos a oportunidade de sermos mais, de buscarmos um propósito. E o varejo supermercadista cumpre essa missão com maestria. A ASSERJ parabeniza o Supermarket Torre pela ação e deseja à Maitê e sua avó, muitos anos de passeio pelos corredores e gôndolas.
11/11/2025
Comportamento & tendência
O que a Disney pode ensinar ao varejo supermercadista sobre fidelização emocional
Em um mercado cada vez mais competitivo, onde mais de 80% dos consumidores visitam diferentes supermercados ao longo do mês, os programas de fidelidade baseados apenas em descontos estão perdendo força. A constatação é de Claudio Vicente, especialista no Modelo Disney de Excelência, que defende a criação de conexões emocionais como o caminho para transformar compras rotineiras em experiências marcantes. “O cliente não é fiel por preço, e sim por sentimento. A verdadeira lealdade nasce quando o consumidor se reconhece na marca e vive momentos positivos com ela”, afirma o especialista. De acordo com Vicente, o grande ensinamento da Disney ao varejo está em encantar com propósito. “Na Disney, cada interação é pensada para gerar emoção. O atendente não entrega apenas um produto, mas uma história. No varejo supermercadista, é possível aplicar o mesmo princípio: criar experiências que despertem alegria, nostalgia ou pertencimento”, explica. Ele destaca que, assim como o público dos parques volta porque se sente parte da magia, o consumidor fiel ao supermercado retorna porque se sente valorizado. Vicente observa que o erro mais comum dos varejistas é focar apenas em recompensas imediatas, como descontos e programas de pontos, sem desenvolver um vínculo afetivo. “Os descontos atraem, mas não sustentam o relacionamento. Já uma ação que envolve a família, como campanhas de itens colecionáveis ou ativações temáticas, cria memórias. E memória é fidelidade emocional”, diz. O especialista cita como exemplo as campanhas de colecionáveis licenciados inspiradas na Disney, que se mostraram extremamente eficazes na Austrália e Nova Zelândia ao aumentar visitas e engajamento nas lojas. “Essas ações funcionam porque unem recompensa, diversão e afeto. O cliente volta não apenas para comprar, mas para viver um momento em família. É isso que o varejo brasileiro precisa entender: o poder de transformar o ato da compra em experiência”, ressalta. Para Vicente, o futuro da fidelização no varejo supermercadista depende da capacidade das redes de conectar razão e emoção. “Oferecer bons preços e variedade é o básico. O diferencial está em como a marca faz o cliente se sentir. O supermercado que cria alegria, pertencimento e reconhecimento não apenas vende — ele conquista fãs”, conclui.
11/11/2025
Economia
Em outubro, supermercados do Rio registram deflação pelo sexto mês consecutivo. ASSERJ explica cenário
Após a subida registrada em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, apresentou forte desaceleração no início do último trimestre de 2025. Segundo os dados divulgados nesta terça-feira, 11 de novembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA indicou alta de 0,09% em outubro. A baixa de 0,39 ponto percentual na comparação entre outubro e setembro fez com que o IPCA ficasse próximo ao projetado pelo mercado, que esperava uma elevação de 0,1%. No acumulado de 2025, o indicador soma 3,73%. Já especificamente o varejo supermercadista do Rio de Janeiro registrou deflação no décimo mês do ano. Alimentação, mais uma vez, ajuda a conter inflação no Brasil. Supermercados do Rio têm baixa de preços Segundo o IBGE, três dos nove grupos pesquisados apresentaram variação negativa. Os principais responsáveis por pressionar a inflação foram os setores de Vestuário (+0,51%), Despesas Pessoais (+0,45%) e Saúde e Cuidados Pessoais (+0,41%). Já os grupos a registrar retração foram Artigos de Residência (-0,34%), Habitação (-0,3%) e Comunicação (-0,16%). Alimentação no Domicílio, que concentra os alimentos e bebidas vendidos no varejo supermercadista, apontou baixa de 0,16%, a quinta deflação consecutiva. Considerando somente no cenário do Rio de Janeiro, o índice de inflação de Alimentação no Domicílio recuou pelo sexto mês consecutivo, com queda de 0,05% em outubro, a segunda maior do Sudeste (empatada com Belo Horizonte e atrás de São Paulo). No acumulado até o início do quarto trimestre de 2025, o estado tem a quinta maior deflação entre os entes federativos, e a maior do Sudeste, no setor de Alimentação no Domicílio (-0,21%), muito inferior à média nacional (+1,49%). Dos alimentos e bebidas vendidos nos supermercados do Rio, 54,4% tiveram queda de preços em outubro, com destaque para: alho (-8,3%); laranja pera (-5,42%); banana prata (-5,26%); azeite (-4,73%); arroz (-3,52%); frango inteiro (-2,43%); macarrão (-2,24%); ovos (-2,21%); e feijão preto (-0,60%). Já entre as altas, as principais foram: batata-inglesa (+22,66%); uva (+5,93%); cenoura (+4,74%); óleo de soja (+3,56%); alcatra (+3,21%); alface (+2,96%); contra-filé (+2,09%); cerveja (+1,53%); e sal (0,82%). Resultado apresenta oportunidades para o varejo supermercadista fluminense A sexta deflação seguida nas categoria de maior importância para o varejo supermercadista fluminense apresenta a sequência de uma janela de oportunidade que vem se consolidando no cenário do estado do Rio. Produtos mais baratos nas gôndolas significam alívio no orçamento dos consumidores e maiores possibilidades de atração. Baixa de preços também pode significar a chance de renegociação com fornecedores. Mas atenção, aproveitar oportunidades exige acompanhamento, análise e boa gestão, antecipando fatores futuros que possam reverter a maré de baixa ou afetar de forma específicas certas categorias.
11/11/2025
Associados em foco
Cencosud registra crescimento expressivo em receita no terceiro trimestre de 2025
A Cencosud, empresa que controla a rede Prezunic, associada da ASSERJ, divulgou um crescimento de 5,1% em sua receita consolidada no terceiro trimestre de 2025. O resultado foi impulsionado pelo bom desempenho das operações em toda a América Latina. Excluindo os efeitos da hiperinflação na Argentina, o avanço nas vendas chega a 6,1%, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado reflete o novo plano estratégico da companhia, que vem promovendo uma transformação integral para tornar a operação mais simples, ágil e sinérgica. Entre as principais ações estão iniciativas de produtividade voltadas à simplificação de estruturas, otimização de processos e fortalecimento da competitividade. Mesmo gerando despesas extraordinárias no curto prazo com as medidas, a Cencosud segue com a aposta em ganhos de rentabilidade sustentáveis no médio e longo prazo. Apesar do cenário econômico desafiador das Américas, a companhia registrou crescimento consistente em diversos mercados da região, dentre eles o Brasil. A Colômbia foi o principal destaque, com o maior avanço nas vendas desde 2022, resultante da adaptação de formatos e da renovação do plano de negócios. Em território brasileiro, houve melhora sequencial no indicador de Same Store Sales (SSS), além da inauguração da 39ª loja do Prezunic no estado do Rio de Janeiro, em Tingui, Campo Grande. (A ASSERJ esteve presente na abertura da unidade e contou os detalhes. CLIQUE AQUI PARA LER). "Continuamos impulsionando nosso novo Plano Estratégico, acelerando a expansão orgânica e o fortalecimento das nossas propostas de valor com inaugurações, ampliações e remodelações de lojas e shopping centers, reforçando assim nossa presença na região", destaca Rodrigo Larraín, gerente geral da Cencosud. O desempenho operacional também se refletiu nos resultados por país. O EBITDA Ajustado cresceu em dois dígitos no Brasil e avançou no Peru e nos Estados Unidos, impulsionado por controle de despesas e aprimoramento das propostas de valor. Já a Colômbia registrou resultado positivo em comparação ao mesmo trimestre de 2024. Por outro lado, Chile e Argentina tiveram retração, impactados pelos custos do plano de produtividade e pelo aumento geral das despesas. Contexto global No Chile, o aumento das vendas foi sustentado pelo avanço do canal online em supermercados e pelo bom desempenho das lojas de departamento. Na Argentina, o crescimento superou a inflação, com destaque para o desempenho das bandeiras Jumbo e das marcas próprias. Nos Estados Unidos, as vendas subiram com a expansão de 15,4% nas operações online e a abertura de novas lojas. Já no Peru, o crescimento veio das vendas digitais (+27,8% ano a ano) e da expansão do canal B2B via Metro Almacén. O EBITDA Ajustado consolidado totalizou US$ 347 milhões, uma queda de 2,4% na comparação anual, impactado pela hiperinflação argentina e pelos gastos extraordinários com a execução do plano de produtividade. O lucro líquido do trimestre foi de US$ 9 milhões, cerca de 90% menor que o registrado em 2024, reflexo do aumento de despesas e dos efeitos cambiais. Ainda assim, o lucro líquido distribuível acumulado no ano somou US$ 142 milhões, alta de 41,4% sobre o mesmo período do ano passado, demonstrando a resiliência e a efetividade das estratégias adotadas. Um dos principais marcos do trimestre foi a conclusão da compra dos 33% restantes do The Fresh Market, consolidando 100% do controle da rede e fortalecendo a presença da Cencosud no mercado norte-americano. "Em um contexto desafiador, os resultados do trimestre refletem avanços em nossa estratégia, com ajustes em formatos e propostas de valor, mantendo sempre o foco em nossos clientes e na qualidade do serviço", finaliza Rodrigo Larraín.
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