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Atualidades
O método 3P2A e seu papel na redução de perdas no varejo supermercadista
Não é novidade que no supermercado, a gestão de estoque é extremamente estratégica. Seguindo essa máxima, especialistas do setor defendem a adoção de metodologias estruturadas e contínuas de controle. É nesse contexto que ganha espaço o método 3P2A (Planejar, Prevenir, Proteger, Analisar e Ajustar), modelo que vem sendo adotado como referência para transformar o estoque em um processo estratégico e orientado por dados. Para Carlos Eduardo dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), o principal desafio do setor ainda está na mudança de mentalidade. “O estoque não pode ser tratado apenas como uma área de apoio. Ele precisa ser visto como um centro estratégico de controle, porque é ali que grande parte das perdas começa”, afirma. Planejamento como ponto de partida O primeiro pilar do método, o planejamento, envolve a criação de rotinas claras e padronizadas para todas as etapas do fluxo de mercadorias, do recebimento ao abastecimento da área de vendas. A definição de processos bem estruturados reduz falhas operacionais e aumenta a previsibilidade da operação. Segundo Santos, a ausência de planejamento ainda é uma das principais causas de perdas no setor. “Quando não há padrão, cada colaborador executa a atividade de uma forma. Isso gera inconsistências e abre espaço para erros que se transformam em prejuízo”, explica. Prevenção e proteção no dia a dia da operação A etapa de prevenção busca identificar riscos antes que eles se concretizem. Práticas como conferência rigorosa no recebimento, controle de validade, aplicação do método PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) e treinamento das equipes são fundamentais para evitar perdas. Já a proteção está ligada à garantia de que os processos sejam cumpridos corretamente. Isso inclui controle de acesso aos estoques, monitoramento de rotinas críticas e supervisão constante das operações. “Prevenir é eliminar o risco antes que ele aconteça. Proteger é garantir que aquilo que foi planejado esteja sendo executado corretamente. As duas etapas caminham juntas e são indispensáveis”, destaca o presidente da Abrappe. Dados como base da gestão Outro ponto central do método 3P2A é a análise de indicadores. Inventários, índices de perdas, rupturas, produtos com baixo giro ou vencimento elevado são dados que precisam ser acompanhados de perto pelas empresas. “A gestão de estoque precisa ser orientada por indicadores. Não dá mais para tomar decisão com base em percepção. É o dado que mostra onde está o problema e onde estão as oportunidades de melhoria”, afirma Santos. A análise permite identificar padrões de falhas e direcionar ações corretivas mais assertivas, contribuindo para uma operação mais eficiente e sustentável. Ajustes e melhoria contínua Fechando o ciclo, o ajuste garante que as falhas identificadas sejam corrigidas e que os processos evoluam continuamente. Revisão de procedimentos, novos treinamentos, mudanças no layout e aperfeiçoamento dos controles fazem parte dessa etapa. Para Santos, a consistência na aplicação do método é o que diferencia empresas mais eficientes no controle de perdas. “Não se trata de uma ação pontual, mas de um ciclo contínuo. Quem aplica o método de forma disciplinada consegue reduzir perdas, melhorar a operação e proteger seus resultados”, conclui Carlos Eduardo dos Santos.
09/04/2026
Indústria em cena
De olho em setor pet, Nestlé investe R$ 2,5 bilhões em nova fábrica pet
O mercado pet brasileiro segue em trajetória de expansão consistente e já se consolida como um dos segmentos mais dinâmicos do consumo no país. A projeção de crescimento de 9,6% em 2026, com faturamento estimado em R$ 80 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet), reforça a força do e as mudanças no comportamento dos tutores, cada vez mais atentos à saúde, ao bem-estar e à longevidade dos animais. Esse novo perfil de consumo tem impulsionado categorias de maior valor agregado, como alimentação especializada, planos de saúde pet e produtos com apelo funcional. Além disso, a crescente população de gatos no Brasil desponta como um vetor relevante de mudança, abrindo espaço para soluções mais adaptadas às necessidades específicas desses animais, da nutrição a serviços diferenciados. Atentas a esse movimento, grandes indústrias vêm ampliando investimentos para capturar essa demanda. É o caso da Nestlé, que inaugurou neste mês uma nova fábrica de produtos pet em Vargeão (SC), com aporte de R$ 2,5 bilhões. A unidade foca em alimentos com carnes como ingrediente principal, enriquecidos com componentes funcionais voltados ao fortalecimento dos sistemas imunológico e cognitivo dos animais. “O Brasil é hoje um dos principais focos de investimento global da Purina. O potencial de crescimento é enorme e, por isso, temos aportado recursos robustos. Esses movimentos reforçam nosso compromisso de longo prazo com o país e com a oferta de produtos de altíssima qualidade nutricional para cães e gatos”, afirma Rodrigo Maingue, vice-presidente da Nestlé Purina, destacando o direcionamento estratégico da companhia para produtos com maior respaldo técnico e científico. Experiência de compra Para reforçar o compromisso com as boas práticas e incentivar a profissionalização do segmento, a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) criou o Selo Super Pet, uma iniciativa voltada a reconhecer os supermercados que investem em estrutura adequada, variedade de produtos e atendimento de qualidade para o público pet. O objetivo é valorizar as redes que oferecem uma experiência completa ao consumidor tutor de animais, estimulando padrões mais elevados de gestão e operação dentro do varejo supermercadista. Para Fábio Queiróz, a medida acompanha uma transformação cultural já consolidada entre os consumidores. “O pet deixou de ser apenas um animal de estimação para ocupar um papel central nas famílias. Permitir sua presença no ambiente de compra é reconhecer essa mudança e tornar o varejo supermercadista mais alinhado ao estilo de vida do consumidor”, afirma. Segundo o executivo, a adesão ao selo também representa uma oportunidade estratégica para os supermercados. “Além de ampliar a experiência do cliente, o selo Super Pet contribui para fortalecer o relacionamento com o shopper e gerar diferenciação competitiva em um mercado cada vez mais orientado por conveniência e vínculo emocional”, completa Queiróz.
09/04/2026
Comportamento & tendência
Dia Mundial do Café combina tradição, novas formas de consumo e oportunidade de vendas
Celebrado em 14 de abril, o café tem forte ligação com o Rio de Janeiro; veja projeções para o mercado, estratégias para impulsionar vendas e caminhos para conquistar o público jovem
09/04/2026
Por dentro da asserj
Escola ASSERJ realiza workshop sobre reforma tributária e impactos na margem do varejo supermercadista
A Escola ASSERJ realizou nesta quarta-feira, dia 8 de abril, o Workshop Reforma Tributária e seus Impactos no Comércio Varejista de Supermercado. O encontro foi ministrado por Renata Peres, mestre em Ciências Contábeis e especialista em consultoria contábil e fiscal, que apresentou um panorama abrangente das mudanças e fez um alerta direto ao setor: a transformação já começou e exige adaptação imediata. Logo na abertura, a especialista contextualizou o momento atual como uma fase decisiva de preparação. Em abril de 2026, o país já vive a fase de testes operacionais do novo modelo, com a CBS e o IBS em vigor com alíquotas simbólicas de 0,9% e 0,1%, respectivamente, utilizadas para adaptação de sistemas e processos. “Estamos em uma fase de testes operacionais, com alíquotas simbólicas, mas isso não significa que seja um período de espera. É agora que as empresas precisam ajustar sistemas, cadastros e estratégias”, afirmou. Segundo Renata, o curto prazo será determinante para a competitividade futura das empresas. Os próximos oito meses são considerados uma janela crítica para ajustes estruturais, especialmente em precificação, cadastro de produtos e contratos. “Quem deixar para depois vai sentir o impacto direto na margem já em 2027”, alertou. A especialista também chamou atenção para um erro comum de percepção no mercado: acreditar que os efeitos mais relevantes ocorrerão apenas no fim da transição. “O maior risco não está em 2033. O risco está em janeiro de 2027, quando a CBS entra em vigor de forma efetiva e o PIS e a Cofins são extintos, enquanto o ICMS começa sua extinção gradual a partir de 2029. Quem não estiver preparado, perderá margem”, enfatizou. Uma mudança estrutural e não apenas tributária Ao longo do workshop, ficou evidente que a reforma vai muito além da simplificação de tributos. Trata-se de uma mudança estrutural na lógica de funcionamento do sistema fiscal brasileiro. “Essa é a maior transformação do sistema fiscal brasileiro desde a década de 1960. Não estamos falando só de troca de tributos, mas de uma mudança completa na lógica de cálculo, cobrança e crédito ao longo da cadeia”, explicou Renata. O novo modelo substitui cinco tributos — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — por um sistema de IVA Dual, formado pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual e municipal), além do Imposto Seletivo (IS), popularmente apelidado de Imposto do Pecado. A proposta segue padrões internacionais e elimina um dos principais problemas do sistema atual: a cumulatividade. “Acabou o imposto sobre imposto. Com a não cumulatividade plena, 100% do imposto pago nas compras pode gerar crédito, desde que a despesa esteja vinculada à atividade da empresa”, destacou. Essa mudança altera diretamente o papel do varejo supermercadista. “O supermercado deixa de ser um simples repassador de custo e passa a ser um gestor ativo de crédito e margem”, afirmou. Nova estrutura de tributação impacta diretamente o mix Um dos pontos mais relevantes apresentados foi a criação de diferentes faixas de tributação, que impactam diretamente o sortimento das lojas: Cesta básica nacional: alíquota 0% (itens como arroz, feijão, leite, pão e carnes) Alíquota reduzida: cerca de 10,6% (óleo de soja, massas alimentícias, amido de milho e produtos) Alíquota padrão: aproximadamente 26,5%, incidindo sobre categorias como higiene, limpeza e bazar Imposto seletivo: acima da alíquota padrão, aplicado a bebidas alcoólicas, açucaradas e cigarros Esse novo desenho tributário deve provocar mudanças importantes no comportamento de consumo. “O consumidor não vai parar de consumir, mas pode migrar de categoria. Antecipar esse movimento será essencial”, explicou. Produtos da cesta básica, por exemplo, representam entre 30% e 40% do faturamento de um supermercado típico, e passam a ter papel ainda mais estratégico. “Com imposto zero na saída e crédito na entrada, o custo cai. Isso pode ser usado para gerar tráfego e aumentar o volume de vendas”, destacou. Precificação mais transparente e mais estratégica Outro impacto direto está na formação de preços. O novo modelo adota o sistema de imposto “por fora”, em que a carga tributária passa a ser destacada na nota fiscal. Isso aumenta a transparência, mas também exige maior controle operacional. “Agora a margem é aplicada sobre o valor líquido. O imposto deixa de interferir no cálculo e passa a ser apenas um repasse financeiro”, explicou. Além disso, erros de cadastro fiscal ou classificação de produtos podem gerar perdas imediatas. “Se o cadastro estiver errado, o preço estará errado. E isso impacta diretamente o resultado”, alertou. Eficiência operacional substitui guerra fiscal Outro avanço relevante é o fim da guerra fiscal entre estados, substituída por um modelo com legislação mais uniforme. Atualmente, o país convive com 27 legislações estaduais de ICMS e milhares de regras municipais, o que gera complexidade e insegurança jurídica. Com a reforma, a tendência é de simplificação e maior previsibilidade. “O Brasil está seguindo o padrão mundial. Saímos de um sistema caótico para um modelo mais transparente”, afirmou. Nesse novo cenário, a competitividade deixa de estar associada a benefícios fiscais e passa a depender da eficiência operacional. “A reforma não seleciona setores, ela seleciona comportamentos. Empresas mais organizadas e tecnológicas terão vantagem”, disse. Caixa pressionado exige nova disciplina financeira A introdução do “split payment” (mecanismo em que o valor do imposto já é separado automaticamente no momento da transação), também representa uma mudança significativa. Nesse modelo, o imposto é automaticamente separado no momento da transação e direcionado ao governo. “O imposto deixa de passar pelo caixa da empresa. Isso reduz o capital de giro disponível e exige uma gestão financeira muito mais rigorosa”, explicou. Esse cenário é especialmente crítico para empresas com baixa liquidez. Entre os sinais de alerta apresentados estão negócios com menos de 15 dias de faturamento em caixa ou margens líquidas inferiores a 2%. “O lucro reflete o resultado, mas é o caixa que sustenta a operação. E, com a reforma, o caixa passa a ser ainda mais crítico”, resumiu. Reforma como filtro competitivo Ao final do encontro, a especialista reforçou que a reforma deve funcionar como um divisor de águas no setor. “Ela não escolhe setores, escolhe comportamentos. Quem é informal, desorganizado ou passivo tende a perder espaço. Já empresas profissionais, tecnológicas e estratégicas terão vantagem competitiva”, afirmou. A mensagem final foi direta: “Enquanto muitos ainda estão tentando entender a reforma, outros já estarão capturando ganhos de margem. Quem entender a nova regra do jogo primeiro, captura melhores resultados”. Diante desse cenário, a preparação é uma necessidade operacional imediata. Como destacou Renata Peres, “2026 não é apenas um ano de teste. É o ano de ajustar tudo antes da virada”. Além disso, Adriana Alves, analista de educação corporativa da ASSERJ, reforçou a importância do workshop. “Iniciativas como essa reforçam o papel da Escola ASSERJ na qualificação contínua dos profissionais do setor”, destacou. Fique de olho nos próximos cursos: CLIQUE AQUI!
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