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Pessoas com Deficiência crescem na profissão e são exemplos para colegas no supermercado
Pessoas com Deficiência (PCDs) têm dado provas cada vez mais claras de que são capazes de superar dificuldades e obter sucesso profissional, principalmente quando encontram condições adequadas e acreditam em seus potenciais. Nos supermercados Prezunic, no Rio de Janeiro, oportunidades de crescimento profissional estão disponíveis para todos, e os colaboradores com deficiência aproveitam as chances, com exemplos de superação. Um dos casos de sucesso é o da gerente de perecíveis da loja do Prezunic em Benfica, na Região Central do Rio. Com escoliose lombar, deficiência que a impede de carregar peso, Edineide Nunes foi contratada em 2008. Doze anos depois, ela soma quatro promoções no currículo. “Entrei no Prezunic aos 19, como auxiliar de operações. Nesses 12 anos, passei a atendente, auxiliar administrativa, gerenciadora e, agora, gerente de setor”, comemora Edineide. Cerca de 50 pessoas são lideradas por Edineide, sendo dois PCDs. Na loja de Benfica, há cinco colaboradores com deficiência que se espelham em seu exemplo para continuar buscando crescimento na empresa. “Eu sempre falo para meus colegas, em especial, aqueles com deficiência, que temos todas as condições de alcançar o sucesso profissional, quando acreditamos na nossa capacidade e a empresa nos dá essa condição”, diz Edineide. Destaque do Mês Quem também celebra o crescimento pessoal e profissional é Rennan Henrique Oliveira Santos, 30 anos. Com deficiência intelectual que causa dificuldades diversas, ele deu um salto de qualidade de vida após começar a trabalhar no Prezunic, há 10 anos. Recentemente, foi escolhido como o destaque do mês na loja do supermercado na Freguesia, após receber elogios de uma cliente por email. “Me sinto muito orgulhoso por trabalhar num lugar onde posso auxiliar as pessoas e colaborar com meus colegas, podendo também ajudar minha mãe no sustento da casa”, afirma Rennan. Surdos A Política de Diversidade e Inclusão da Cencosud Brasil, empresa da qual o Prezunic faz parte, incentiva a contratação, a inclusão e a capacitação de todos os colaboradores. Entre as práticas adotadas está a realização de entrevistas de emprego na Língua Brasileira de Sinais (Libras) para candidatos surdos, disponível desde 2018. Um curso de Libras também está disponível para todos que atuam na empresa. “No Prezunic, pessoas com deficiência podem concorrer a qualquer cargo disponível. Não há discriminação. Selecionamos os candidatos de acordo com suas competências, e todos são bem-vindos”, afirma Ana Behrens, gerente de Recursos Humanos do Prezunic. Fonte: Assessoria de Imprensa
21/09/2020
Pão de Açúcar amplia portfólio de produtos plant-based com o 1º salmão vegetal
Rio de Janeiro, setembro de 2020 – Pouco mais de um ano após chegarem no país pelas gôndolas do Pão de Açúcar – a primeira grande rede do varejo alimentar a comercializar produtos plant-based no Brasil - o mercado de alimentos feito à base de plantas segue em alta e com lançamentos contínuos que ampliam a variedade de opções e sabores disponíveis para os consumidores da rede. E, neste mês de setembro, o sortimento ganha mais uma novidade exclusiva: a partir da segunda quinzena, o Pão de Açúcar passa a vender o 1º salmão plant-based do país em uma parceria com a foodtech brasileira The New Butchers, especializada no segmento e que já comercializa outros produtos nas lojas da rede. O lançamento é a posta de salmão, batizada de New Fish (R$ 24,90, 180g). O produto é produzido com proteína de ervilha, extrato natural de páprica, sem adição de soja ou qualquer outro alergênico e rico em Ômega 3 – nutriente encontrado naturalmente na carne de pescados e adicionado a partir de algas marinhas em sua versão plant-based. Trata-se do primeiro e único produto plant-based baseado em carne de pescados com essa característica no mercado. O New Fish chega a partir da segunda semana de setembro, exclusivamente nas lojas do Pão de Açúcar, e estará disponível em todas as lojas do país e também pelo e-commerce da rede (www.paodeacucar.com). Os produtos plant-based, ou à base de plantas, são alimentos que tradicionalmente simulam o sabor e a textura de opções de consumo de origem animal (como hambúrgueres, carne moída, linguiça e tiras de frango), mas são produzidos totalmente à base de ingredientes vegetais. Para se ter uma ideia da força de vendas desses produtos, nas lojas do Pão de Açúcar, as vendas dessa categoria de produtos cresceram a uma média constante acima de 150% desde a segunda quinzena de maio de 2019 a até maio deste ano. Essa é a data em que teve início a venda do primeiro hambúrguer feito de plantas – significando uma comercialização que quase triplicava a cada mês. Especificamente na linha de hambúrgueres, os produtos feitos com ingredientes à base de plantas consolidaram uma representação de 1/3 da venda bruta total dos hambúrgueres congelados comercializados nacionalmente nas lojas da rede. A curva se manteve ascendente mesmo durante a pandemia de covid-19. No comparativo das médias mensais do primeiro com o segundo trimestre de 2020, antes e durante a pandemia, portanto, o volume de vendas cresceu 55% sobre uma base que triplicou mês a mês ao longo do primeiro ano de oferta da categoria. “A força dos produtos plant-based nos surpreendeu positivamente e tem reforçado que esses itens verdadeiramente se consolidaram no cardápio do consumidor brasileiro, mesmo entre aqueles que consomem carnes habitualmente. Com esta nova parceria com a The New Butchers e o lançamento exclusivo do New Fish, o primeiro salmão vegetal do país, reforçamos o pioneirismo e a inovação do Pão de Açúcar em investir continuamente para manter essa linha de produtos em constante atualização para os nossos clientes”, analisa André Artin, Gerente de Desenvolvimento Comercial no Pão de Açúcar. O crescimento nas vendas dos produtos plant-based ocorre em paralelo com o aumento de consumidores vegetarianos no Brasil. De acordo com a última pesquisa realizada pelo Ibope (2019), o número de pessoas declaradas vegetarianas dobrou em seis anos e representa 14% da população da brasileira. Em 2012, o percentual representava apenas 8% da sociedade. Fundada em setembro de 2019, a The New Butchers conta com três outros produtos vendidos nas lojas do Pão de Açúcar: o The New Chicken 2.0 (R$21,90, 210g), primeiro filé de frango à base de plantas no mercado brasileiro, o The New Chicken Burger (R$22,59, 200g), hambúrguer de frango feito com proteínas vegetais, e o The New Burger (R$22,59, 240g,), também elaborado com plantas, mas com gosto e textura de carne bovina. Todas as opções não possuem soja, glúten, adição de açúcar ou transgênicos. “Nosso diferencial é que escolhemos a proteína de ervilha no lugar da de soja, adicionamos vitaminas e optamos pela gordura natural do coco, em vez de gordura hidrogenada de palma”, comenta Bruno Fonseca, CEO e co-fundador da The New Butchers. A foodtech também observou um crescimento de 60% na venda de seus produtos durante a pandemia, considerando os meses de março, junho e julho, no comparativo com o trimestre anterior. “Comer carne é algo cultural, mas precisamos oferecer opções mais saudáveis das comidas preferidas das pessoas. Notamos que o consumidor está aberto a fazer esta troca desde que o produto final não sofra mudanças significativas no sabor que está acostumado. Nosso objetivo não é competir no mercado vegano e vegetariano, mas sim junto aos produtos de origem animal, especialmente para o público que ama o sabor e textura da carne”, comenta o co-fundador. Fonte: Assessoria de Imprensa
21/09/2020
Supermercados: "A hora é de ficar atento às promoções"
A Associação de Supermercadistas do Rio de Janeiro – ASSERJ foi criada em 1969. De lá para cá, o segmento se profissionalizou e vive neste momento a sua mais profunda transformação. O setor supermercadista conta com mais de 10 milhões de colaboradores no chão de loja e também no staff, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Nesta semana, entre os líderes do segmento, Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, foi um dos mais requisitados para explicar as razões que levaram os preços do arroz, feijão e óleo de soja terem subido tanto nas gôndolas. A sua agenda lotou de reuniões, contatos empresariais, conversas particulares com autoridades e entrevistas para todos os tipos de mídia. Nesta entrevista ao Informe do Dia, Queiróz explicou pacientemente os detalhes do problema e reafirmou a garantia que, breve, tudo se resolverá e rechaçou o risco de desabastecimento. Por que os produtos da cesta básica estão aumentando de preços? Esse aumento está muito relacionado a alguns fatores, como a alta do dólar em relação ao real, o que estimula a exportação desses produtos, diminuindo assim a oferta interna. Outro ponto que também tem forte impacto na elevação dos preços é o consumo interno que aumentou devido ao auxílio emergencial e o distanciamento que deixou as pessoas mais tempo em casa. A sazonalidade também tem influência direta no valor dos produtos. Esse desequilíbrio tem impactado os preços, neste momento tão delicado que estamos passando. E quando os preços vão cair? É difícil prever. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que os preços dos produtos da cesta básica já estão chegando ao limite e devem começar a ceder a partir do próximo mês. Foi divulgada ainda que a safra de grãos neste ano teve recorde histórico de 257,8 milhões de toneladas. Já há um intenso movimento das indústrias de beneficiamento na busca pelo produto no mercado internacional. A decisão do governo de zerar a alíquota de importação do arroz deve ter efeito a partir do próximo mês, reduzindo a instabilidade nos preços. Tudo isso deve surtir efeito em médio prazo. No caso específico do Rio de Janeiro, quais os produtos que mais preocupam? No Rio, assim como em outros estados, os produtos que mais sentiram o impacto foram o arroz e o óleo de soja. Muita gente acha que o aumento dos preços do arroz, feijão, carne e trigo é culpa dos supermercados. Qual é a verdade? Os supermercados estão no final da cadeia e acabam sendo apenas repassadores de preços. Quanto mais barato a gente comprar, mais barato vamos vender. Fizemos um trabalho brilhante em meio à pandemia para que o vírus não se propagasse nas lojas e, sobretudo, cumprimos o nosso papel de abastecer a população. E é isso que estamos trabalhando nesse momento também. É verdade que o seu setor avisou ao Governo há mais de dias que produtos como arroz estavam começando uma alta perigosa? Somos um setor forte e estamos atuando sempre de forma estratégica. Temos mostrado preocupação há um tempo com o elevado preço de alguns produtos, em especial os que compõem a cesta básica da população brasileira, que vêm sendo fortemente impactados por conta do aumento do dólar e da sazonalidade. O setor do Estado do Rio de Janeiro é um dos que tem sofrido grande pressão de aumento nos preços de forma generalizada repassados pelas indústrias e fornecedores. Reconhecemos o importante papel que o setor agrícola e suas exportações têm desempenhado na economia brasileira. O senhor foi um dos primeiros a pedir para o consumidor usar a criatividade e substituir produtos. O senhor pode explicar melhor? Agora é a hora de usar mesmo a criatividade. Faço um apelo ao consumidor que use o caderninho para pesquisar os preços e a criatividade para substituir os produtos que estão com uma alta significativa. A substituição é uma das alternativas para ajudar na redução dos preços neste momento. Posso citar, por exemplo, a batata e o macarrão, que tiveram uma baixa de preço, em substituição ao arroz. O governo liberou a importação do arroz, mas os produtores brasileiros não gostaram. Qual a opinião do setor supermercadista? Essa é uma medida que ajuda, porque permite preços mais competitivos para produtos vindos de fora. Como a gente teve uma baixa na produção e uma remessa de parte significativa da produção enviada para o exterior por causa da alta do dólar, importar as mercadorias seria uma forma de equilibrar a oferta e a demanda. A inflação pode voltar como no passado? Esperamos que não. Estamos trabalhando para que tudo se estabilize. Mas isso não depende apenas do nosso setor. Na verdade, nós somos a ponta da cadeia. Qual a sugestão dos senhores para evitar que o custo de vida aumente além do suportável? O consumidor deve realizar substituições para que os preços diminuam. Quando você consome menos, a gente regula a oferta e a demanda, e os preços vão se ajudando. Outra sugestão é para que as pessoas realizem compras equilibradas, e evitem a superestocagem. Pode haver risco de desabastecimento? Não temos nenhuma previsão de desabastecimento até o momento. Estamos monitorando toda a cadeia de consumo. Os procedimentos de limitação de compras de produtos que pouquíssimas redes estão realizando aqui no Rio são justamente para evitar compras em atacado, em lojas que não oferecem esse tipo de serviço. Os supermercados podem segurar a alta do preço da cesta básica? A ASSERJ tem se esforçado para manter os preços normalizados no estado do Rio e vem garantindo o abastecimento regular desde o início da pandemia em todas as redes associadas. Desde março, a Associação tem estreitado ainda mais parcerias com fornecedores e representantes de todos os elos da cadeia de abastecimento para antecipar os pedidos de compras e garantir um melhor abastecimento para a sociedade. Lembramos novamente que nós, supermercados, somos apenas repassadores dos preços que chegam até a gente. Quanto mais barato chegar, mais barato vamos vender. As promoções do mercado de outros produtos, para ajudar o consumidor a equilibrar suas finanças, vão continuar acontecendo? Com certeza. As redes de supermercados já estão realizando ações especiais justamente para auxiliar ao máximo o consumidor. A hora é de ficar atento às promoções e encartes das redes e aproveitar as ofertas. *Entrevista publicada no jornal O DIA por por Sidney Rezende
18/09/2020
Oportunidade! Confira vagas para trabalhar em supermercados no Rio
Os associados ASSERJ Casa Coqueiro, Super Rede e Alfa e Omega estão com vagas abertas para quem deseja trabalhar em supermercados. As oportunidades são para a área de TI, panificação e reposição. Empresa: Casa Coqueiro Vaga: Auxiliar de TI Nome do Recrutador: Silvana Almeida E-mail de contato: silvana.pereira@casacoqueiro.com.br Bairro: Coelho Neto - Rio de Janeiro Descrição da vaga: Auxiliar de Ti - 21 a 26 anos. Técnico em informático ou Rede. Conhecimento em banco de dados SQL server e Oracle. Ter disponibilidade para trabalhar aos sábados. Empresa: Mercado Super Rede Vaga: contratar padeiro, salgadeiro, mestrinho de padaria, confeiteiro Nome do Recrutador: Christine E-mail de contato: manademeriti@gmail.com Bairro: Jardim Meriti - São João de Meriti Descrição da vaga: contratar padeiro, salgadeiro, mestrinho de padaria, confeiteiro Empresa: Alfa e Omega Mercados Vaga: Repositor/auxiliar de Loja Nome do Recrutador: Cláudia Valéria E-mail de contato: do.alfaeomega@gmail.com Bairro: Jardim Íris -São João de Meriti Descrição da vaga: Precisa de Repositor / Aux.de Loja com ou sem experiência para Rede Economia que more próximo a São João de Meriti.
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