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Comportamento & tendência
É bom pra cachorro! Como "mercado pet" é uma grande oportunidade para o varejo supermercadista
Um segmento com cifras em bilhões de reais, potencial de expansão elevado e margens expressivas diante da realidade do varejo abastecedor. Esse é o mercado pet, que desponta como uma janela de oportunidade extremamente relevante para supermercadistas. De acordo com dados recentes da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e do Instituto Pet Brasil (IPB), o setor movimentou R$75,4 bilhões em 2024, uma alta de 9,6% em relação ao ano anterior. Com projeção de faturamento na ordem de R$ 78 bilhões apenas neste ano, o mercado pet brasileiro já se consolidou como um dos setores mais dinâmicos da economia nacional. E a base de "clientes" é ampla e diversificada. Segundo estimativas, são 170 milhões de animais, entre cães, gatos, aves e peixes no Brasil. Apenas para ilustrar esse cenário, de acordo com o Governo Federal, são aproximadamente 62,2 milhões de cães e 30,8 milhões de gatos. A penetração nas residências ultrapassa 76%, sendo que 44% dos lares possuem cachorros e 21% felinos. A relevância demográfica dos animais de estimação demonstra a magnitude da oportunidade para o varejo supermercadista, especialmente diante do atual contexto de transformações sociais no país e, somado a isso, da ausência de uma liderança consolidada no segmento, atraindo ainda mais às atenções daqueles que enxergam o potencial de estruturar suas operações para ampliar a presença nesta categoria em franca expansão. Impulso no consumo: a mudança no perfil das famílias Segundo dados do último Censo do IBGE, o número de nascimentos nos últimos anos está em queda contínua, alcançando o menor patamar desde 1977. Com famílias menores, cresce o papel afetivo dos pets na sociedade. Celebrar aniversários e promover cuidados especiais com os bichinhos tornou-se comum, hábitos impulsionados ainda mais pelas redes sociais, evidenciando a humanização dos animais e o consequente aumento do consumo. Esse movimento tem impactado setores variados, incluindo o varejo supermercadista, como a iniciativa do "Selo Pet", liderada pela ASSERJ, que permitiu a adoção de políticas "Pet Friendly", oferecendo experiências mais acolhedoras e reforçando a necessidade de ambientes preparados para atender tutores e seus companheiros. Nos supermercados, essa tendência pode ainda se traduzir na ampliação de corredores dedicados e em um sortimento mais sofisticado, que inclui ração premium, itens de higiene, brinquedos e acessórios. A alimentação segue como o principal motor de faturamento do setor pet, respondendo por 55% do gasto médio mensal dos brasileiros com seus animais, hoje estimado em R$ 350 por família. Nova dinâmica: competitividade em alta Tradicionalmente dominado por pequenos e médios pet shops, clínicas veterinárias e comércio eletrônico, o varejo pet encontra um concorrente em ascensão. O varejo abastecedor já representa 7,5% dos canais de venda (6,5% do e-commerce), mas detém somente 4,2% do mercado total pet, o que indica uma margem significativamente relevante de crescimento, principalmente, por estar apoiada na capilaridade das lojas físicas e no fluxo constante de consumidores. As margens do segmento pet reforçam a janela de oportunidade que se apresenta para as redes supermercadistas. Produtos como acessórios podem alcançar margem bruta de até 120%, serviços chegam a 85% e alimentação 50%. O efeito sobre o ticket-médio das compras no supermercado é imediato quando o consumidor passa a integrar itens para os pets no hábito de consumo. Experiência: engajamento em foco Para além das vendas, a experiência é o ponto chave. Dinâmica já estabelecida dentro do dia a dia do varejo supermercadista, mas que pode ganhar novas formas com um olhar mais atento para o mercado pet. Feiras de adoção, campanhas de vacinação, ações educativas e doações a abrigos reforçam o vínculo emocional com os donos de animais, fortalecendo o posicionamento e o valor percebido das marcas. A oferta de serviços especializados, com um atendimento completo, também pode ser um diferencial relevante, reforçando o papel do varejo supermercadista como ponto de conveniência e cuidado. Para isso, estratégias de comunicação no PDV e nos meios digitais são essenciais, mostrando que é possível encontrar tudo o que precisa para o animal no mesmo local onde o consumidor faz suas compras habituais. CRM: alavanca para fidelização A gestão de CRM desempenha papel decisivo no crescimento da categoria no âmbito do varejo supermercadista. Por meio do cadastro em aplicativos ou programas de fidelidade, os consumidores podem receber benefícios como descontos direcionados, enquanto o varejista coleta informações estratégicas sobre comportamento de compra. Com os dados estruturados, é possível identificar perfis específicos, incluindo os clientes que consomem produtos pet com regularidade. O envio de ofertas exclusivas, personalizado para cada perfil, potencializa a fidelização, aumenta a recorrência e melhora a experiência de compra. Promoções específicas e programas de descontos direcionados a essa categoria tornam o ambiente ainda mais atraente para os consumidores. Estratégia e olhar futuro: um mercado a ser explorado O engajamento emocional promovido pela humanização dos pets, aliado à sinergia operacional dos supermercados, forma um ambiente propício para o crescimento sustentável da categoria. O varejo supermercadista pode se posicionar, portanto, para assumir um papel ainda mais relevante neste setor, combinando expertise, conveniência e estratégia. Inclusive, uma pesquisa recente da ASSERJ sobre os interesses do consumidor na Black Friday dentro dos supermercados revelou que para 12,9% dos clientes, o segmento que mais atrai é justamente o pet. Em um setor sem domínio estabelecido, quem souber unir portfólio robusto, experiência qualificada e relacionamento com o cliente tem caminho aberto para liderar essa evolução.
27/10/2025
Atualidades
Planejamento de estoque para o fim de ano: como evitar rupturas e desperdícios em supermercados?
O aumento de fluxo entre novembro e dezembro coloca pressão direta sobre operação e caixa. A Black Friday, as semanas que a antecedem e o período entre Natal e Réveillon mudam o ritmo de vendas e exigem decisões de compra muito mais precisas. Esse movimento impulsiona as vendas, porém também expõe um dos maiores desafios dos supermercados neste período: equilibrar rupturas e excessos de estoque. A ruptura representa perda direta de vendas e insatisfação do cliente, enquanto o excesso ocupa espaço, aumenta custos e pode gerar desperdício, especialmente em produtos perecíveis. Uma equação sensível para qualquer gestor. “Estoque parado vira prejuízo muito rápido em época de alto giro. O profissional que se antecipa evita apagar incêndios e transforma a previsibilidade em rentabilidade”, afirma Roger Toshi, especialista em varejo. Um bom planejamento de estoque para o fim de ano permite equilibrar oferta e demanda, antecipar tendências e garantir disponibilidade. Não é apenas uma questão logística, mas uma estratégia competitiva. Quem se organiza antes do pico de vendas consegue prever gargalos, alinhar equipes e tomar decisões mais seguras sobre compra e exposição de produtos. Esse preparo é o que transforma o aumento de demanda em oportunidade de crescimento e não em sobrecarga operacional. O primeiro passo para um planejamento de estoque assertivo é entender o comportamento de compra dos clientes. A análise de dados históricos é a base para prever a demanda de produtos sazonais. Com o suporte de ferramentas tecnológicas, é possível cruzar informações de anos anteriores com fatores atuais, como inflação, clima e calendário promocional. Durante o fim de ano, produtos como bebidas, carnes, panetones e frutas frescas ganham protagonismo, e antecipar o volume necessário é fundamental para evitar faltas ou desperdícios. “As margens ficam melhores quando o estoque é planejado com base nos dados. Intuição sem números vira aposta”, reforça Toshi. A adoção de softwares integrados ao ERP permite projetar cenários e agir rapidamente conforme o desempenho de vendas. Ruptura e excesso de estoque são problemas que nascem no mesmo lugar: falta de planejamento dinâmico. O ideal é trabalhar com estoques mínimos e máximos ajustáveis, acompanhando o ritmo real de saída das mercadorias. Reposição automática, compras escalonadas, acordos logísticos com fornecedores, monitoramento de validade, priorização de lotes, acompanhamento diário das categorias de maior saída e integração entre loja física e canais digitais são elementos essenciais para que a previsibilidade se transforme em margem operacional. “Quando você coloca dados para trabalhar, a ruptura deixa de ser surpresa e o excesso deixa de ser rotina”, diz Toshi. Em um cenário em que o fluxo muda a cada semana, informação em tempo real faz toda a diferença. Soluções que conectam vendas, estoque, histórico de consumo e clusters de clientes permitem decisões rápidas e inteligentes. Segundo Toshi, a digitalização já é uma questão de sobrevivência no setor. “O varejo que ainda opera às cegas, sem integração, está perdendo dinheiro todos os dias. Previsibilidade é o ativo mais valioso que existe.” Entre os ganhos oferecidos pelas ferramentas inteligentes estão redução de desperdício, negociação mais eficiente com fornecedores, promoções direcionadas ao público correto, respostas rápidas a picos de demanda e melhor utilização do capital de giro, com impacto direto na margem operacional. Embora a tecnologia seja peça-chave, o fator humano continua determinante. Processos claros, integração entre áreas e treinamento constante garantem que o estoque planejado se transforme em execução perfeita na loja. “Equipes bem alinhadas fazem o estoque girar no ritmo certo. O fim de ano não perdoa falhas operacionais”, afirma Toshi. Além disso, a comunicação com o fornecedor durante o período é vital para resolver imprevistos rapidamente e manter o nível de serviço elevado. O fim de ano pode significar resultados históricos ou um grande prejuízo. A diferença está na capacidade de antecipação. Quem planeja, mede, simula cenários e ajusta rotas com agilidade sai na frente. O varejo supermercadista já conhece o desafio. A decisão agora é como enfrentá-lo. “Quem se prepara cedo transforma dezembro no melhor mês do ano. Quem deixa para a última hora transforma dezembro em caos”, conclui Toshi.
27/10/2025
Comportamento & tendência
O papel dos indicadores na rentabilidade do supermercadista
Quando a análise é conectada, a cadeia funciona melhor, o estoque fica saudável, o consumidor encontra o que procura e a rentabilidade cresce
27/10/2025
Comportamento & tendência
Por dentro da asserj
ASSERJ on RJTV: noodles gain strength in the carts of the people of Rio de Janeiro
ASSERJ has been closely following the changes in the purchasing behavior of consumers in Rio de Janeiro. And in 2025, one change stands out in families' basic food baskets: a reduction in the consumption of rice and beans, symbols of Brazilian identity and food security, and an increase in demand for pasta. The topic was on the agenda of RJTV1 this Saturday, October 25, World Pasta Day. And, of course, as the voice of the supermarket sector and a reference in consumer behavior analysis, our Association contributed with the participation of Fábio Queiróz, president of ASSERJ and the Americas Supermarket Association (ALAS). Even with a significant drop in prices this year, with rice seeing a reduction of more than 20% and beans around 30%, according to data from the Broad Consumer Price Index of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IPCA/IBGE), consumption in volume of these products has decreased. Comparing September 2025 with the same month last year, rice fell by 7.9% and beans by 2%, according to information from Scanntech. This behavior has remained constant throughout the year. On the other hand, pasta has been consolidating its presence in consumers' shopping carts. Despite the practically stable price variation, with a slight drop of 0.63%, the product has seen an increase in consumption. "In these economic times, creativity is in charge. Consumers often opt for products that cost them less money," says Fábio Queiróz. The trend reflects a habit that is increasingly present in families' daily lives: the search for practicality, versatility and good value for money. The fast pace of routine, combined with the ease of preparation and the diversity of options available on the shelves, has driven this choice. Although modern consumers are diversifying their diets, incorporating alternatives that are quick and affordable to prepare, the traditional "rice and beans" remains a cultural and nutritional icon, says Fábio Queiróz: "Rice and beans still occupy a very important position in the basic food basket and that's why they continue to sell so well. Both for cultural and nutritional reasons". Check out the full RJTV1 story below: [embed]https://www.youtube.com/watch?v=uBArFeSLF84[/embed]
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