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Boletim Técnico ASSERJ 01/24 de 26 de fevereiro de 2024.
Por: Flávio Graça, consultor técnico em Segurança Sanitária da Asserj e Lívia Castilho, Coordenadora do Conselho do Alimento Seguro da ASSERJ Orientações para comercialização de pescado salgado e pescado salgado seco Com a chegada do período de Semana Santa e Páscoa as vendas de pescado salgado e pescado salgado seco, principalmente o bacalhau e demais peixes salgados e salgados secos se intensificam. Por isso, nossos consultores prepararam para você associado, uma série de recomendações técnicas a respeito destes produtos. Fornecedores A qualidade do seu produto depende da matéria prima e dos processos de salga, da conservação e transporte até seu estabelecimento portanto escolha bem seus fornecedores. Temperatura O peixe salgado deve ser mantido na temperatura máxima de 4°C, nas etapas de transporte, armazenamento e exposição. O peixe salgado seco deve ser armazenado e transportado sob temperatura máxima de 7ºC e pode ser exposto em temperatura ambiente (não ultrapassando 30ºC). Recepção No ato da recepção verifique a integridade das embalagens, validade, higiene do veículo e se o produto foi mantido na temperatura indicada pelo fabricante. Armazenagem Mais uma vez você deve prestar atenção para a temperatura indicada pelo fabricante. O distanciamento entre as pilhas também garante a boa circulação do frio nas câmaras. A altura das pilhas além de garantir a circulação de frio nas câmaras, também é importante para evitar danos físicos aos produtos decorrentes do peso excessivo. Exposição à venda A quantidade de produto exposto à venda deve ser de acordo com a demanda diária do estabelecimento. O produto deve estar acondicionado em bandejas de cor neutra e cobertos por filme de forma a proteger de contaminações. Um funcionário deve ser responsável pela conferência rotineira e aleatória da data de validade. Deve-se ainda avaliar as características sensoriais do pescado salgado exposto à venda para detectar alterações que tornem o produto improprio para o consumo. A quantidade de produto exposta deve ser de acordo com a demanda diária do estabelecimento, minimizando o tempo de exposição do peixe salgado seco à temperatura ambiente. Rotulagem A denominação de venda deve ser o nome comum da espécie, acrescido de SALGADO ou SALGADO SECO e da FORMA DE APRESENTAÇÃO (desfiado; espalmado; espalmado sem cabeça; filé; filé em pedaços; filé espalmado; lombo; pedaços; posta; meio peixe) independentemente da ordem, em caracteres uniformes em corpo e cor. Para os peixes salgados ou peixes salgados secos importados: Bacalhau Salgado Seco Gadus morhua Bacalhau ou Bacalhau do Pacífico Salgado Seco Gadus macrocephalus Bacalhau ou Bacalhau da Groenlândia Salgado Seco Gadus ogac Saithe, Ling ou Zarbo: Saithe Salgado ou Salgado Seco Pollachius virens Ling Salgado ou Salgado Seco Ophyodon elongatus Ling-azul Salgado ou Salgado Seco Molva dypterygia Zarbo Salgado ou Salgado Seco Brosmius brosme Demais Peixes: Nome Comercial + Salgado ou Salgado Seco + Nome Científico Exemplo: Polaca do Alasca Salgada Theragra chalcogramma Principais alterações O vermelhão: Manchas vermelhas causada por contaminação por Hallococcus sp. e/ou Hallobacterium sp. (bactérias que se desenvolvem no sal) e provoca pigmento avermelhado (contaminação decorrente de manipulação e conservação incorreta, com perda e ganho de umidade e calor); O Bolor: Pintas pretas que indicam erros na conservação e armazenamento (excesso de umidade ou calor excessivo); Outros tipos de deterioração: limosidade superficial, amolecimento da carne, alterações visuais, alterações olfativas (manipulação inadequada e/ou conservação inadequada). Caso estas alguma destas alterações esteja presente, o produto se torna impróprio para consumo.
26/02/2024
Ganho econômico é a principal motivação para fraude alimentar
Ministério da Agricultura vem, desde 2023, intensificando a fiscalização para combater a fraude alimentar Um levantamento feito pelo Ministério da Agricultura apontou que as 5 principais fraudes alimentares encontradas nas 'batidas' feitas pela pasta são de origem vegetal, e embora pareçam curiosos, são mais comuns do que parece. A Food fraud ou Fraude alimentar é substituição, diluição ou adição fraudulenta e intencional de um produto ou matéria-prima, ou adulteração do produto ou material, com a finalidade de ganho financeiro, aumentando o valor aparente do produto ou reduzindo o custo de sua produção. Segundo o consultor de segurança alimentar da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, Asserj, Flávio Graça, um dos exemplos mais comuns dessa atividade ilegal, conhecida na área de alimentos, é a fraude no leite que pode ser realizada de diversas formas como por exemplo a adição de água visando o aumento de volume. Principais fraudes verificadas no leite: Adição de água para aumento do volume; Adição de reconstituintes como formol ou melamina para mascarar a adição da água e agir como um conservante; Adição de conservantes, como a água oxigenada, para destruir microrganismos ou impedir sua multiplicação, aumentando a durabilidade do leite; Adição de neutralizantes, como a soda cáustica, para mascarar a acidez da fermentação microbiana Para evitar esse tipo de contaminação, é necessária uma análise de riscos da empresa para que possa ser capaz de identificar seus pontos frágeis e estabelecer medidas mitigadoras a proteção do alimento. Seja por meio de um crime via fraude ou uma sabotagem, é de extrema importância que as empresas adotem medidas de prevenção que garantam o fornecimento de alimentos seguros aos clientes e consumidores, a integridade e continuidade da marca. Vale ressaltar que, está abertura o credenciamento para o Licenciamento Sanitário do Rio de Janeiro, requisito obrigatório para estabelecimentos que vendem e manipulam o alimento. Você pode conferir a inscrição nesse link. Segundo o Ministério da Agricultura, além do leite, sucos industrializados, feijão, vinho, arroz e água de coco estão entre os produtos que mais sofrem adulteração no mercado. A transgressão da fraude alimentar em grande parte é de motivação econômica e o resultado da combinação de oportunidades e medidas inadequadas de controle. Por isso, para identificar e avaliar os potenciais fraquezas do processo é necessário realizar uma avaliação de vulnerabilidade que englobe toda a cadeia desde monitoramento dos fornecedores até análises de seu próprio produto, garantindo sua pureza e implementando medidas de mitigação para ameaças significativas. Na visão da consultora técnica de varejo, Walquyria Majeveski, uma das grandes ferramentar para enfrentar a fraude alimentar é a visita técnica de supermercadistas as fábricas de seus fornecedores.
23/02/2024
Associados em foco
Atualidades
Sextou na adega dos supermercados
As filiais cada vez mais investem em adegas para atender à exigente clientela Com o calor não dando trégua no verão carioca, o vinho branco e os espumantes são ótimas pedidas para aproveitar esta sexta-feira escaldante. No amplo espaço da adega da filial Barra da Tijuca do Guanabara, os clientes encontram centenas de rótulos importados com excelentes preços, numa jornada pelos sabores e aromas do mundo. Vale a pena lembrar que o vinho branco suave e o espumante demi sec também ficam uma delícia quando combinados com frutas e tortas doces. Mais uma opção de perfeita harmonização. Já experimentou? Nos Supermercados Mundial, há oferta de vinhos para todos os bolsos. O Casal Garcia Vinho Verde está por R$ 59,80, o Porca de Murça custa R$ 54,80, o espumante espanhol Freixenet R$ 84,90 e o Salton Brut sai por R$ 47,90. Clientes cadastrados no app Meu Mundial ainda têm descontos sobre estes valores. No Vianense Recreio, vale a pena experimentar um dos sofisticados rótulos disponíveis no Wine Bar, vendidos por taças. A vantagem é provar um vinho caríssimo sem precisar pagar pela garrafa inteira. Se for beber em casa, anote as dicas do Guanabara para não errar na temperatura da bebida. O vinho tinto deve ficar durante 30 minutos na geladeira antes de servir; o vinho branco, uma hora na geladeira é suficiente, porém a bebida deve ser mantida em balde de gelo, assim como o espumante que deve ficar pelo menos um dia na geladeira. E agora, qual vinho não pode faltar na sua mesa?
23/02/2024
Economia
O preço do azeite vai finalmente cair?
Depois de uma disparada no ano passado com aumento de 37%, devido à seca na Europa e subida dos custos de produção, o preço deve cair nos próximos meses De acordo com o maior produtor global de azeite, a gigante espanhola Deoleo, o cenário deve ser melhor este ano porque há previsão de chuvas na primavera europeia, contribuindo para uma boa colheita. O diretor de Operações da empresa, Carlos Sánchez, prevê alívio nos preços nos próximos meses: “Os preços vão seguir como estão atualmente, mas se a chuva se confirmar, como está previsto, os preços podem começar a cair no meio deste ano”. A produção do azeite vem de dois anos ruins, com secas provocadas pelas mudanças climáticas, que afetaram, inclusive, a qualidade das azeitonas. Sánchez lembra que se trata de um setor muito sensível às condições meteorológicas e, por isso, é difícil fazer previsões sobre preços. Mesmo assim, ele se mostra otimista: diz que as chuvas até agora têm sido suficientes. Adaptação ao clima extremo As oliveiras são resistentes a mudanças de temperaturas, mas estão sendo forçadas a se adaptar ao clima extremo. Segundo o site Olive Oil Times, algumas espécies da árvore atrasam o desenvolvimento dos frutos no calor até que as temperaturas fiquem mais amenas, reduzindo o peso das azeitonas e diminuindo a safra. Brasil é um dos maiores importadores do mundo Junto com Japão, Estados Unidos e Canadá, o Brasil é um dos maiores importadores de azeite do mundo. Sánchez diz que o mercado brasileiro é o principal da América do Sul para a companhia com a marca Carbonell e os preços no Brasil refletem o que acontece no mercado espanhol. A Espanha é a principal fornecedora global de azeite, com cerca de 50% da produção mundial, e dita os preços do mercado. A Deoleo é a maior produtora global do produto dona de marcas como Bertolli, Carapelli, Carbonell, Koipe, Figaro, Sasso e Maestros de Hojiblanca.
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