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ASSERJ retoma visitas para apoiar os associados a se adequarem às normas da Vigilância Sanitária
Os consultores da ASSERJ dão dicas e orientações para que os supermercadistas atendam melhor aos clientes, previnam perdas e cumpram as exigências dos órgãos reguladores Com o cronograma atualizado da Visita do Bem, os consultores técnicos da ASSERJ visitam rotineiramente as filiais dos associados para vistoriar as áreas de estoque e guarda de produtos, manipulação de alimentos, higiene e limpeza de modo geral. Dessa forma, os especialistas podem orientar às equipes do supermercado a atuar em conformidade com o que recomendam os órgãos reguladores como a Anvisa, por exemplo. Nesta segunda-feira (6), visitamos a filial do Super Compras, na Estrada do Tingui, em Campo Grande. Nathalia Miranda, médica veterinária e consultora da Associação, explica que “normalmente não encontramos problemas nas lojas visitadas porque os associados já conhecem as recomendações, mas é importante relembrar ainda mais nesta filial que está passando por obras de reforma e expansão”. Miranda afirma que é preciso ter muito cuidado com a poeira para evitar a contaminação de alimentos in natura. A loja está passando por uma reforma de expansão para ampliar ainda mais a área de vendas. Situado em local de pouco ou nenhum comércio, o supermercado oferece artigos além dos alimentos como produtos de farmácia e beleza (esmaltes, tintas de cabelo e maquiagem), bijuterias e itens de papelaria e escritório como canetas, cadernos, grampos, clipes e tesouras. Para coibir furtos, a loja conta com mais de 100 câmeras e circuito interno de tevê, informa o sócio proprietário, Gustavo Josué. Josué conta que “a obra foi iniciada há um ano, no estoque, e deve ser concluída até junho, quando faremos a reinauguração com o sorteio de duas bicicletas elétricas”. Atualmente são 11 posições de checkout com operadoras e até um caixa do Banco 24 Horas está instalado na lateral da frente da loja, que emprega 80 funcionários.
06/05/2024
Cencosud Brasil registra venda líquida de R$ 2,5 bilhões no 1º trimestre de 2024
Impulsionada pelo Cash&Carry e pela expansão física e digital, Cencosud divulga balanço trimestral positivo A Cencosud Brasil divulgou, nesta sexta-feira (3), os resultados financeiros do 1º trimestre de 2024. Com uma receita líquida de R$ 2.5 bilhões, a companhia registrou um aumento de 4,9% com relação ao 1º trimestre de 2023, impulsionado pela retomada nas vendas do varejo e o sólido desempenho do cash & carry, que representou 34% da receita no período. Na margem EBITDA atingiu 5,3%, equilibrando os investimentos com a expansão física e digital com uma maior eficiência operacional. Como fruto dos novos canais e parcerias estratégicas, as vendas online tiveram um incremento de 71,5% comparado ao mesmo período do ano anterior. Dentre as principais realizações estão a inauguração de duas lojas Prezunic, Barra Marapendi e Vila Isabel. A rede de supermercados entregou sete novas lojas nos últimos nove meses, um marco na história da operação da Cencosud no país, adicionando 7.064 m2 à sua área de vendas. Além de ser a 38ª loja do Prezunic no Rio de Janeiro, Vila Isabel foi primeira unidade pet friendly da rede a contar com carrinhos adaptados para proporcionar uma experiência diferenciada aos clientes e seus pets. Veja também: Pets são bem-vindos na nova loja do Prezunic Fortalecendo sua atuação ESG, a Cencosud Brasil conquistou a 1ª colocação em um reconhecimento regional da América do Sul, concedido pela Schneider Electric, pelas diversas ações de eficiência e sustentabilidade desenvolvidas pela companhia, como projetos de reuso de água, lâmpadas de LED, reciclagem de resíduos, entre outras. Em nota, a Cencosud Brasil afirmou seguir confiante na continuidade da recuperação da economia brasileira, na redução dos juros e segue buscando melhores resultados pautados na inovação, na eficiência e em ações diferenciadas para melhor servir aos clientes.
03/05/2024
Associados em foco
Com investimento de mais de R$ 25 milhões, Super Compras inaugura 62ª unidade em Inoã, Maricá
A loja de 2.200 m² gera cerca de 300 empregos diretos e indiretos Projetada para oferecer uma experiência de compra superior, a rede Super Compras abriu as portas em Inoã, proporcionando aos moradores e visitantes acesso a vasto mix de produtos de alta qualidade a preços acessíveis. O novo espaço ocupa uma área de 2.200 metros quadrados, num complexo de 5.800 m², estrategicamente pensado para facilitar uma experiência de compra agradável e eficiente para todos os clientes. A loja conta também com amplo estacionamento com capacidade para 400 veículos, garantindo conveniência máxima para os compradores. São 16 posições de checkout, banheiros, ambiente climatizado e muitas ofertas e promoções. Com a missão de "oferecer os melhores produtos com os preços mais acessíveis para todos os consumidores", o Super Compras reforça o compromisso com a acessibilidade e a satisfação do cliente. “A inauguração desta nova loja em Inoã é mais um passo em nossa jornada para expandir nossa presença e fortalecer nossa oferta de serviços à comunidade”, afirma o proprietário Marcelo Struchell. Ele avisa que os clientes encontrarão marcas diversas e muitas promoções. Struchell não revela o valor exato do investimento, mas deixa escapar que passou dos R$ 25 milhões. Ao lado dos filhos e da mulher Adriana, Marcelo estava radiante com o movimento na inauguração. O gerente da loja Inacio Gomes disse que o maior desafio enfrentado foi a contratação de profissionais para o supermercado. “Foi difícil conseguir mão de obra qualificada na região, mas fizemos uma força-tarefa para preencher as vagas. São quase 300 empregos diretos e indiretos”, disse Gomes. Sobre o Super Compras Com uma trajetória de sucesso e crescimento, a Rede Super Compras é conhecida por sua ampla variedade de produtos e compromisso com preços baixos. Atendendo milhares de clientes todos os dias, a rede trabalha continuamente para garantir que cada compra seja uma experiência excepcional.
03/05/2024
Chuvas no RS: fornecedores anunciam suspensão na entrega de alimentos
Supermercados do Estado do Rio de Janeiro garantem normalidade no abastecimento O Rio Grande do Sul está vivendo um completo drama desde a semana passada, enquanto atravessa uma das suas maiores crises climáticas da história. Chuvas em proporções gigantescas assolam grande parte do estado, mantêm cidades alagadas e afetam diretamente o campo. Até o fechamento desta matéria, 83 pessoas morreram devido a esses acontecimentos e outras 111 estão desaparecidas. O reflexo do dano causado pelas chuvas no Rio Grande do Sul ligou o alerta para os supermercados do Rio de Janeiro. Diversas redes foram informadas na noite de quinta-feira (2), que o fornecimento de arroz será interrompido por "não existir condições de levar a carga do sul para o Rio", informou um fornecedor que preferiu não ser identificado. [caption id="attachment_31997" align="alignleft" width="300"] Chuvas destroem estradas no RS[/caption] Ele representa uma das grandes empresas do setor, e afirmou que "a situação é muito complicada, a perda vai ser enorme para as lavouras de arroz, e será um período extremamente complicado para a mercadoria. Não tem como fazer a entrega devido aos bloqueios das estradas. Não tem como sair da fazenda e chegar na indústria, está bem complicado", completou. [caption id="attachment_31996" align="alignright" width="300"] Chuvas enchem ruas de Porto Alegre[/caption] Segundo dados da Emater (Empresa de Assistência técnica e expansão rural), até a quinta-feira passada, o Rio Grande do Sul havia colhido 66% das áreas de soja e 82% das de milho e, de acordo com o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), 78,76% da área de produção do arroz no estado também havia sido colhida. Diante dessa situação, um outro fornecedor de arroz confirmou que alguns produtores, temendo o prejuízo, autorizaram o aumento do preço do grão, "Com essa perda, os produtores ficaram inseguros e aproveitaram para subir o preço do arroz", afirmou. Para William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ, o reflexo no preço do arroz, da soja e do milho só serão afetados em caso de dano ao abastecimento, "Os supermercados possuem estoques, assim como os atacadistas e as indústrias. Além disso, grande parte da safra já estava colhida, ao final de abril, o que deve diminuir as perdas para os produtores, gerando menor risco de impacto nos preços", afirmou. Segundo dados levantados pela Future Tank a pedido da ASSERJ, o arroz e o feijão já apresentavam alta de 25% no acumulado dos últimos 12 meses. Por outro lado, o óleo de soja e o milho em conserva tiveram acúmulo de quedas no mesmo período de -23% e -7%, respectivamente. Veja também: Alimentos, educação e gasolina aumentam a inflação de fevereiro Visando tranquilizar os supermercadistas do Rio, um outro fornecedor, que pediu anonimato, informou que "a indústria tem estoque, e que não há motivos para se preocupar com abastecimento, até porque, a exportação não foi boa, e o problema não é a produção, mas sim a entrega", e enfatizou o alerta para "vamos aguardar" o desenrolar dos acontecimentos. Supermercados do Rio de Janeiro não temem desabastecimento [caption id="attachment_31998" align="alignleft" width="300"] Devido a chuvas, lavouras de arroz são prejudicadas no RS[/caption] Os fornecedores de arroz do Rio Grande do Sul prontamente avisaram aos supermercadistas do Rio de Janeiro sobre o cenário que se desenhou nas últimas horas, e que deverá seguir pelos próximos dias. Leonardo Vellozo, Comprador de comoddities do Supermercados Serra Azul, afirmou que existia "a expectativa de recebermos entregas esta semana, mas tivemos a ligação de alguns dos fornecedores avisando que vão atrasar a entrega pelos problemas nas estradas". O executivo ainda detalhou que algumas empresas sequer conseguiram comunicar oficialmente a demora, "eles estão sem luz, sem internet, a situação está muito tensa", completou. Descendo a serra, a situação chegou em um efeito dominó. Desde os fornecedores mais conhecidos até os que buscam penetração no mercado fluminense, tentam comunicar ao setor supermercadista que as entregas estão suspensas, "No momento, eles não têm prazo para entrega. A situação pode mudar, mas até amanhã, está tudo muito incerto", revelou Jomar Almeida, diretor do Supermarket Torre. Na visão do gestor, o aviso dado pelos fornecedores permitirá que os supermercados monitorem a situação com mais calma, avaliando suas estratégias, "Procuramos outros fornecedores que estão fora da região afetada e também aqueles que utilizam outros meios de transporte, mas nada fora do normal", explicou. Veja também: Setor supermercadista do Rio acompanha situação no sul por causa de abastecimento de arroz [caption id="attachment_31999" align="alignright" width="300"] Preço do arroz pode subir devido as chuvas no RS[/caption] A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro se manifestou afirmando que a situação não é alarmante, e enfatizou que não há nenhum risco para afetar o abastecimento no Rio de Janeiro. "Mesmo que a situação seja delicada no sul, devemos estar atentos mas sem precisar fomentar o desespero. É importante vigiar a situação e garantir que o arroz esteja presente nas gôndolas, e torcer por dias melhores para os nossos irmãos gaúchos", comentou Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. As lojas do Rio de Janeiro não apresentaram nenhuma mudança em seu fornecimento dos itens afetados pelas chuvas, em média, algumas redes de supermercados estimam estoque para 4 meses. "O abastecimento nas lojas está normal, temos estoque e está tranquilo. Estamos aguardando o contato das demais empresas para vermos a melhor forma de seguir e evitar especulações", explicou Adenilson Vidal, Diretor Comercial dos Supermercados Unidos, que enfatizou a necessidade de esperar o posicionamento oficial dos representantes das indústrias de alimentos do Rio Grande do Sul na tomada de decisões no Rio de Janeiro. O consultor econômico da ASSERJ, William Figueiredo, pontuou que, por hora, "monitorar o cenário, junto aos fornecedores, e o consumo nas lojas. Utilizar de seus estoques, aguardando as águas baixarem no estado do Rio Grande do Sul e as cadeias logísticas se estabilizarem", será a melhor opção para o setor e assegurou que os consumidores não precisam se preocupar no momento. O que diz a indústria Procurada, um dos maiores fornecedores de arroz e grãos do mercado, a Combrasil, afirmou que "o cenário ainda é incerto, e é importante ressaltar que a situação não é de desabastecimento iminente, já que há reserva para seis meses de fornecimento", e assegurou que mantém a produção normal em outros estados como Santa Catarina e Tocantins. "Entendemos que a incerteza gerada por eventos climáticos como este pode ser preocupante, mas queremos assegurar aos nossos clientes que estamos dedicados a garantir o fornecimento contínuo de arroz de qualidade. Queremos expressar nossa solidariedade às regiões afetadas", diz a nota. Outros fornecedores foram procurados, mas não responderam a reportagem. O espaço ficará aberto. Reveja o caso A atual condição tomou forma em 26 de abril, quando o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao governo federal, emitiu um alerta de tempestades para o RS, a situação foi se agravando com o passar dos dias. A crise se alastrou por grande parte dos pampas gaúchos e provocou cenários de inundações completas em plantações de arroz, soja e milho. O Instituto do Agronegócio não estimou o tamanho do prejuízo, mas classificou que, pelos indícios, será de considerável. “As chuvas torrenciais no Rio Grande do Sul já vêm causando inúmeros transtornos e prejuízos (…) perdas nas áreas de soja, milho e arroz e outras culturas, mas também transtornos no meio urbano, já que muitas estradas estão bloqueadas”, disse o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, em boletim oficial.
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