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Visual Merchandising nos supermercados gera impacto positivo
Fortemente associado ao varejo de moda, o visual merchandising, vem ocupando espaço nas gôndolas Produtos com um visual diferente, atrativo e, muita vezes, bastante provocativo e criativo, você já os encontrou pelos supermercados? Sim, eles estão conseguindo cativar ainda mais os supermercados e vem conquistando mais espaço entre as gôndolas, se tornando uma potencial ferramenta para chamar a atenção dos consumidores. Segundo Leandro Gullo, especialista em Visual Merchandising para supermercados, essa é uma tendência crescente e que se torna essencial no varejo com a medida da competitividade dos produtos, "o Visual Merchandising no setor alimentício desafia os supermercados a pensar além da exposição padrão de produtos nas prateleiras", afirmou. Para o especialista, o uso dessa estratégia é um reflexo direto do marketing de varejo nos últimos anos, "reflete a mudança nas preferências dos consumidores", explica. A cada ano, os consumidores se tornam ainda mais exigentes com os padrões de qualidade dos serviços e produtos, mas sobretudo, com a forma que as empresas se comunicam. "Ao criar ambientes atraentes e experiências de compra positivas, os supermercados podem influenciar o comportamento do consumidor, impulsionar as vendas e construir uma base de clientes fiel", afirma Gullo, o especialista também argumenta que essa movimentação impacta diretamente nas compras de bens de consumo diário. Ele elencou as principais técnicas de Visual Merchandising nos supermercados: Layout Estratégico: o planejamento cuidadoso do layout interno do supermercado é crucial para guiar os clientes por meio de diferentes áreas, garantindo que itens essenciais sejam facilmente encontrados e que os clientes sejam expostos a outros produtos ao longo do caminho. Sinalização e Comunicação Visual: sinais claros e atraentes ajudam no transitar dos clientes pelo supermercado, fornecendo informações sobre categorias de produtos, promoções e ofertas especiais. Iluminação Adequada: a iluminação desempenha um papel importante no Visual Merchandising em supermercados. Destacar produtos frescos com luzes específicas e criar um ambiente acolhedor pode incentivar os clientes a explorar mais e permanecer mais tempo na loja. Exposição Criativa de Produtos: além das prateleiras tradicionais, os supermercados podem criar exposições temáticas ou de produtos relacionados, aumentando o apelo visual e despertando o interesse dos clientes.
21/06/2024
Economia
Eventos climáticos e dólar alto elevam projeções para o preço dos alimentos
Uma combinação de eventos climáticos — com um El Niño mais forte, somado aos efeitos da tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul e a uma antecipação do La Niña— e a escalada do dólar levaram bancos, consultorias e corretoras a revisarem suas projeções para este ano. Instituições que antes previam alta de 3,5% para estes itens esperam aumento de 4,5% a 7,5% no ano nos alimentos que fazem parte da cesta de compras das famílias. Trata-se de aumento superior ao da inflação geral, que deve encerrar o ano em torno de 3,96%, segundo o Boletim Focus. Com isso, arroz, legumes, verduras e frutas não devem ceder significativamente no segundo semestre. E até carnes e leite, que ficaram mais baratos nos últimos 12 meses, podem voltar a subir. Para economistas, a perspectiva de preços de alimentos mais altos é um risco adicional no radar do Banco Central. A autoridade monetária, que calibra os juros na tentativa de controlar a inflação, já interrompeu o ciclo de queda da Selic, na quinta-feira, diante da escalada da moeda americana e riscos fiscais crescentes. —O BC não reage aos choques primários, mas se ele estiver vendo que o preço de alimentação pode contaminar outros preços, aí entra a política monetária. Por isso, a alimentação é um risco adicional nesse cenário, já que a inflação geral pode ser maior e isso pode contaminar expectativas da inflação em 2025 — resume Alessandra Ribeiro, economista da Tendências. Em comunicado, a autoridade monetária explica que a manutenção da Selic em 10,5%ao ano se deve ao cenário global incerto e ao cenário doméstico, marcado pela atividade aquecida e pelo aumento das projeções de inflação. Alessandra, da Tendências, avalia que a política fiscal expansionista vem afetando o dólar, o que se reflete com certa defasagem nos preços ao consumidor e exige cautela: "O BC está olhando esse cenário de riscos e preocupado com a inflação futura", afirma. A Tendências revisou de 3,5%para 4,5% a projeção para alimentação no domicílio em2024, puxado pelos efeitos do El Niño e pela tragédia no Rio Grande do Sul. Segundo Alessandra, o El Niño afetou a oferta de alimentos in natura como cebola e batata. Em razão das enchentes do Rio Grande do Sul, ela espera ainda altas de preços mais persistentes de arroz, trigo e soja, o que poderá impactar indiretamente outras cadeias, como a de pães e carnes. Coordenador dos Índices de Preços do Ibre/FGV, André Braz lembra que os preços dos alimentos consumidos em casa costumam apresentar certa trégua entre maio e julho, mas não é o que tem ocorrido. O ciclo agrícola foi bastante afetado pelo El Niño no primeiro semestre, destaca o economista, e a seca no Centro Oeste, entre abril e maio, afetou a produção de soja e milho e pode deixar frango e ovos mais caros. No caso de itens ligados a hortifruti, os impactos da tragédia no Rio Grande do Sul já apareceram no IPCA de maio, com alta de 0,62% do grupo Alimentação e bebidas. Com isso, os alimentos in natura que registrariam queda nos preços nesta época do ano, ficaram mais caros. Por consequência, a alimentação no domicílio em 12 meses, que afeta mais as famílias de menor renda, está subindo e já influencia nas expectativas de inflação para este ano e 2025, diz Braz: "Isso cria uma rigidez maior na taxa de juros. Como cortar juros se a inflação deve aumentar? Isso vai forçar com que mantenhamos uma política monetária mais contracionista e isso não é bom. O juro alto pode tirar a boa fase do mercado de trabalho e diminuir o poder aquisitivo das famílias". Fonte: O Globo
21/06/2024
Três em cada 10 brasileiros preferem fazer compras com pagamento digital
O dinheiro, quem diria, caiu em desuso. Os brasileiros estão deixando de utilizar o dinheiro em espécie e 31% preferem efetuar suas transações de forma digital, segundo o Relatório Varejo 2024 da Adyen, em parceria com o Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (Cebr). O levantamento apontou que três em cada 10 brasileiros preferem fazer compras com pagamento digital. A pesquisa indica que os consumidores reconhecem o potencial de crescimento da digitalização nos próximos anos e que isso deverá impactar positivamente os pagamentos. Mais de um quarto (26%) dos consumidores acreditam que a sociedade deveria abolir o uso do dinheiro no próximo ano e 31% consideram que isso ocorrerá entre três e cinco anos. “O consumidor tem valorizado a conveniência da digitalização do dinheiro. O Pix foi um ótimo propulsor, acelerando a adoção e a curva de aprendizado do usuário, que passou a experimentar outras tecnologias em sua rotina, como as carteiras digitais e as transações por aproximação”, explica Renato Migliacci, vice-presidente de Vendas da Adyen Brasil. A busca por métodos mais ágeis e simplificados influencia na preferência pelo pagamento digital e cerca de 18% desejam concluir suas transações em poucos cliques, inserindo o mínimo de informações possível. Os consumidores brasileiros estão à frente da média global em tecnologias de segurança: 30% já utilizam biometria, como impressão digital ou reconhecimento facial até nos supermercados, para autenticar transações online ou presenciais, contra 18% dos outros países. “Somam-se a isso a modernidade e a robustez do ecossistema de pagamentos e do parque de terminais brasileiros, que trazem confiança e segurança para que parte dos consumidores não carreguem mais a carteira. Trata-se de uma transformação comportamental, resultado de anos de investimento do setor”, acrescenta Migliacci.
21/06/2024
Idosos podem superar público jovem dos supermercados, diz pesquisa
Levantamento da Kroger apontou que em 2034, a população idosa deve superar o público com menos de 18 anos, e indica mudanças no varejo Uma série de pesquisas conduzidas pela 84.51º, agência de dados e mídia da consultoria Kroger, apontou que o público de idosos com mais de 65 anos deve superar a presença dos jovens com menos de 18 anos até 2034. E destacou que o varejo será um dos segmentos que mais sentirá o impacto dessa mudança. "O tamanho das famílias pode diminuir para alguns consumidores mais velhos à medida que os filhos crescem e os casais enfrentam divórcios ou viuvez mais tarde na vida", afirmou Katarina Weil, consultora líder da 84.51º, sobre a pesquisa. Ela ainda ressaltou a missão dos jovens em atuar como cuidadores de seus parentes envelhecidos. A pesquisa da 84.51º apontou que a população mais velha fará menos viagens, menos compras para o lar e diminuirá a frequência das idas aos supermercados, shoppings e outras lojas de varejo. O levantamento apontou que compradores entre 19 e 24 anos fazem aproximadamente 34,3% mais idas aos supermercados do que os compradores com 75 anos ou mais. Nesse cenário “Para os varejistas, isso torna as conversões em loja cada vez mais importantes”, diz Weil. “A gestão dos tamanhos das cestas e a facilitação das compras para os idosos devem se tornar prioridades", avalia Weil, indicando a necessidade das marcas fazerem o mapeamento completo do consumo, com novas realidades demográficas e condições socioeconômicas. "Embalagens, rótulos e ingredientes podem precisar se adaptar às mudanças nas habilidades físicas e nas condições de saúde. O marketing e a publicidade devem falar com os consumidores mais velhos", completou. Universidade cria cartilha para o varejo Uma pesquisa feita pela Universidade de Hertfordshire descobriu que os idosos enfrentam uma “ampla gama de fatores que trabalham contra eles ao obter e comprar alimentos”. Algumas dessas barreiras são a nutrição, os benefícios das compras de alimentos voltados para os idosos, e a oferta escassa de interação social. Para isso, a Universidade de Hertfordshire, desenvolveu uma cartilha que indica sugestões para o atendimento especial a idosos. No estudo, a instituição ressalta a importância da “interação com integração” da população idosa ao afirmar que: “Os idosos disseram (na pesquisa) que valorizam a chance de interagir com a equipe ou outros compradores", veja alguns pontos: Fornecer mais áreas de assento amplas ou pontos de descanso; Organizar eventos de almoço voltados para os idosos nos cafés das lojas; Investir em treinamento de funcionários ou considerar a criação do esquemas de “amigo de compras” com voluntários para ajudar os compradores que precisam de ajuda para alcançar itens nas prateleiras ou carregar sacolas até a porta; uma boa alternativa encontrada pelos supermercados brasileiros foi o 'fila longa', em que o caixa de supermercado interage com os compradores; Oferecer algumas alternativas de desconto que apoiem compras menores para complementar as ofertas “compre um, leve outro” focadas na família; Fornecer mais alimentos em tamanhos de embalagem menores sem penalidade financeira; Abordar os desafios das compras online para aqueles que têm dificuldade em sair de casa.
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