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Economia
Estratégias para supermercados enfrentarem a alta do dólar e reduzirem custos
Moeda americana bateu R$ 6,267, um novo recorde A alta do dólar tem pressionado diretamente os preços de alimentos e bebidas nos supermercados brasileiros, elevando os custos de produtos importados e insumos industriais, além de reduzir a oferta interna de commodities e industrializados, como carne, devido ao incentivo às exportações. De acordo com William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ, estratégias como renegociação de contratos, diversificação de fornecedores e adoção de hedge cambial são fundamentais para mitigar os impactos no setor, especialmente em um cenário macroeconômico ainda incerto. “Uma parte significativa dos alimentos e bebidas vendidos em supermercados é importada. Isso inclui desde produtos básicos, como arroz, cebola, maçã, especiarias e peixes, até industrializados, como azeite, queijos, massas e molhos”, explica Figueiredo. Além disso, ele destaca que a indústria alimentícia consome insumos importados essenciais, como trigo, cevada, leite em pó e essências, o que amplia os efeitos da valorização da moeda americana. Entre as estratégias de enfrentamento, o especialista enumera a renegociação de contratos, a realização de acordos de longo prazo e a captação de novos fornecedores, tanto locais quanto internacionais. “Se o peso dos importados for significativo no seu mix de produtos, estratégias de hedge cambial também devem ser priorizadas”, acrescenta. O consultor também ressalta a importância de observar o cenário político e econômico, tanto no Brasil quanto globalmente. Ele aponta que a desvalorização do real está ligada ao desequilíbrio fiscal da economia brasileira, mas medidas de ajuste apresentadas pelo governo ao Congresso podem ajudar a conter a perda de valor da moeda. “O cenário político e econômico, nacional e global, com a mudança de comando nos Estados Unidos, a maior economia do mundo, poderão redirecionar o valor da moeda brasileira em 2025”, conclui.
19/12/2024
Por dentro da asserj
Centenário Copacabana Palace será palco da festa de abertura da 35ª edição da SRE
Noite cinco estrelas é exclusiva para o setor de supermercados Faltando pouco mais de dois meses para a 35ª edição da Super Rio ExpoFood – SRE Trade Show, a ASSERJ adianta que o início do evento mais inovador e concorrido do setor supermercadista vai acontecer no imponente Copacabana Palace, zona sul do Rio de Janeiro. Em décadas de história, o evento com open bar e open food já é conhecido por acontecer em pontos turísticos da cidade como a Ilha Fiscal, o Jockey, o Morro da Urca e o próprio Copacabana Palace, que abrigará a festa pela segunda vez. Para garantir o seu ingresso e participar desta noite de abertura, clique aqui. Organizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e pela Base Eventos, a SRE já faz parte do Calendário Oficial da Cidade Maravilhosa. O evento acontece no Riocentro, na Barra da Tijuca, em março, com mais de 550 expositores. Está curioso (a) para saber a atração musical da festa? Fique antenado nos canais de comunicação da ASSERJ!
18/12/2024
Associados em foco
Coral de Natal surpreende clientes com apresentações-relâmpago no Prezunic
Cantores se ‘disfarçam’ de colaboradores e fazem apresentações ao vivo nas lojas do supermercado Você está fazendo compras e, de repente, colaboradores da loja surgem de microfone na mão cantando clássicos de Natal, numa performance digna dos melhores grupos vocais. A surpresa é imediata e, em instantes, o clima de festa toma conta do supermercado. Assim tem sido o mês de dezembro nas lojas do Prezunic. Tradicionalmente, a rede de supermercados carioca promove nesta época, concertos-relâmpago de um coral formado por cantores profissionais, que também atuam no Theatro Municipal do Rio, disfarçados de açougueiro, padeiro, operadores de caixa e outros profissionais típicos do supermercado. Eles cantam e encantam os clientes com músicas clássicas natalinas como "Então é Natal", "Feliz Navidad" e "Bate o Sino", entre outras. Esta ação é conhecida como live marketing (marketing ao vivo) e consiste numa estratégia de interação com o público que gera diálogo entre a marca e o cliente, fomentando o engajamento. “As apresentações do coral acontecem há 10 anos e já são uma tradição em nossas lojas, sempre nos emocionando, contagiando clientes e colaboradores, num clima de festa, integração e harmonia. Encantar as pessoas faz parte do nosso trabalho no Prezunic, e não poderíamos deixar de fazer isso de um modo ainda mais especial na época do Natal”, afirma Gerson Estevam da Cruz, diretor-geral Prezunic e Spid, com exclusividade para a ASSERJ. Num clima de festa e alegria, o grupo realiza entre duas e três apresentações diárias - uma em cada loja. Desde o início de dezembro, 32 unidades do Prezunic já receberam a visita do coral. Até o dia 23, todas as 38 lojas e o Centro de Distribuição da rede terão recebido a visita do coral. Confira a agenda com as próximas apresentações do coral: 20 de dezembro 17h - Prezunic Benfica 18h30 – Prezunic Penha 19h30 – Prezunic Vista Alegre 21 de dezembro 10h – Prezunic Campinho 11h30 – Prezunic Méier 23 de dezembro 17h – Prezunic Pechincha 18h – Prezunic Freguesia
18/12/2024
Economia
Crise no café leva à preocupação de fraudes: saiba como evitar
Previsão é de preços altos nos próximos meses Maior produtor mundial de café, o Brasil enfrenta uma tempestade que mistura escassez global, alta de preços e riscos crescentes de fraudes. O impacto já é sentido no mercado varejista e pode se intensificar em 2025, tornando o café, item indispensável para milhões de brasileiros, cada vez mais caro. A combinação de secas prolongadas no Brasil, problemas climáticos em outros países produtores e a desvalorização do real tem pressionado a indústria cafeeira de forma inédita. Enquanto o consumidor final ainda é parcialmente protegido por esforços da indústria e supermercados, especialistas alertam que o repasse de custos é inevitável nos próximos meses. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o café moído acumulou alta de 33% nos 12 meses até novembro. Nos supermercados, o pacote de 1 kg, que custava R$ 35,09 em janeiro, agora é vendido por R$ 48,57, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). Diretor executivo da ABIC, Celírio Inácio decreta: a indústria cafeeira está enfrentando desafios significativos não vistos há 48 anos. “É uma realidade que não há solução em curto e médio prazo.” “Marcas fraudadas tendem a crescer” Há ainda outro agravante, que é o do aumento das marcas de café adulterado, colocando em risco a saúde dos consumidores e a reputação dos varejistas, lembra Mario Panhotta, diretor da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé). Ela reúne mais de 20 mil cooperados, sendo mais de 97% deles pequenos produtores que vivem da agricultura familiar, espalhados por mais de 330 municípios no Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Vale do Rio Pardo (no estado de São Paulo). “Vale o varejo ficar muito atento nesse momento de crise, pois as marcas fraudadas tendem a crescer, trazendo sérios riscos para os varejistas e consumidores. Temos uma fiscalização e legislação mais atuante e já estamos tendo surpresas desagradáveis nesse sentido”, ele atenta. Ele destaca ainda ser crucial estar atento à origem e qualidade dos produtos, verificando a procedência do café, exigindo dos fornecedores a documentação que comprove a origem e a qualidade do grão; desconfiar de ofertas muito abaixo do mercado, pois podem indicar adulteração, conhecer as marcas que comercializa, pesquisar a reputação dos fabricantes e a qualidade de seus produtos e informar sobre os riscos do café fraudado e a importância de consumir produtos de procedência confiável. “Praticamente inevitável o repasse de preços ao varejo” A pressão sobre a indústria é cada vez maior. Segundo Panhotta, o repasse de custos ao consumidor é praticamente inevitável. “A reposição de estoques está cada vez mais cara, e os preços devem sofrer reajustes mensais pelos próximos seis meses”, prevê. Outro fator complicador é a concorrência global. Com a escassez, indústrias internacionais estão disputando o mesmo café destinado ao mercado brasileiro, o que pode agravar ainda mais o desequilíbrio entre oferta e demanda. "Estamos caminhando para a quinta safra consecutiva com déficits de produção no Brasil e, nos últimos dois anos, também no Vietnã, que é o principal produtor da variedade Robusta. Além disso, é importante destacar que os problemas logísticos globais, que se intensificaram durante a pandemia, ainda não foram totalmente resolvidos. Isso tem gerado altos custos e trazido insegurança em relação ao abastecimento no cenário do café”, detalha Panhotta. “Preços devem sofrer reajustes mensalmente” Celírio Inácio também prevê um cenário desfavorável: “O industrial que sempre trabalhou com a média de preço dos seus estoques conseguia reposições de valores, que o possibilitava ter previsibilidade de custos futuros e, assim, manter a sua competitividade comercial oferecida ao varejo. No entanto, hoje, as suas recompras estão cada vez mais altas encarecendo a oferta ao varejo. Os preços, a partir de agora, devem sofrer reajustes mensalmente, pelo menos pelos próximos seis meses.” A torcida agora, concordam os especialistas, é por chuvas adequadas entre janeiro e março de 2025, período crucial para o desenvolvimento do grão. Condições climáticas favoráveis no Brasil e em outros países produtores são fundamentais para uma safra 2025 exitosa. “Todos os fundamentos possíveis de análises hoje indicam um aumento ou estabilidade do preço do café. Se não houver nenhum fator novo, a melhor hipótese é uma acomodação de preço expurgando o excesso que fomos acometidos nos últimos 10 dias”, conclui Celírio Inácio. Sendo assim, é fundamental que os compradores tenham atenção redobrada neste momento, para garantir a qualidade das compras que estão realizando, assim como as negociações mais favoráveis possíveis para a saúde financeira do seu negócio.
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