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"Se o usuário final tem tecnologia na vida dele, como o varejo não vai ter?", a importância da IA para o seu negócio
Abrindo o quarto e último dia do Conecta Varejo, no Rio Innovation Week, nesta sexta-feira, 15 de agosto, a inteligência artificial voltou aos holofotes. A ferramenta chegou com força nas empresas de todos os segmentos. A evolução acelerada da tecnologia também gerou outro movimento: a democratização do acesso à inteligência de dados. Como isso tem afetado os resultados? Essa foi a grande questão abordada por Priscila Ariani, diretora de Marketing da Scanntech Brasil, no painel "Tecnologia que transforma, decisões que vendem: como a democratização da inteligência tem transformado o varejo brasileiro". Decisões mais rápidas, assertivas e, principalmente, conectadas ao comportamento do consumidor, impactam em melhor desempenho em vendas e em fidelização. A painelista apresentou todos os pontos, ofereceu insights para o varejo supermercadista e reforçou uma ideia central: não existe varejo sem estudo de tendências e de dados. "O varejo não para. E não está fácil. As mudanças são rápidas, constantes. Por isso, precisamos ter muita atenção aos dados, porque, quando tomamos decisões mais assertivas e direcionadas, o resultado aparece. O que é a IA? Começamos com a evolução. Primeiro, regras e lógicas. Aplicar regras. O que é uma regra? Vamos supor que eu esteja fazendo uma previsão de demanda. Eu preciso descobrir quanto de produto devo trazer para a minha loja. Aí eu penso: 'Toda vez que eu abaixo o preço em 10%, as minhas vendas crescem 15%'. Então, faço uma promoção de 10% e projeto que vou vender 15% a mais. Essa é uma regra. Mas temos o machine learning, onde às vezes eu vendo a preço cheio, outras vezes com 10% de desconto. Quando o produto está para vencer, eu ofereço 20% de desconto. E cada uma dessas ações me dá um retorno diferente. De repente, se eu dou 10% de desconto no final de semana, o meu retorno é maior do que se eu fizer isso durante a semana, porque há mais fluxo de pessoas. Então, o machine learning começa a ter a capacidade de considerar mais variáveis para fazer uma previsão de demanda um pouco mais assertiva. O deep learning vai além. Ele utiliza um repertório de informações ainda maior. Ele começa a identificar, por exemplo: "O preço da carne bovina está baixo. Isso significa que não adianta o frango baixar 10%, pois a carne bovina está mais atrativa'. A correlação de aumento muda bastante. E aí entra a IA generativa. Ela já começa a pegar todos esses recursos, fazer projeções, criar em cima deles e trazer um pouco da nossa criatividade para o processo", destacou Priscila Ariani. A diretora de Marketing da Scanntech Brasil prosseguiu: "Basicamente pegamos dados, analisamos e geramos relatórios. Parece muito simples, mas não é. Ele pode ser uma coisa horrorosa. Quando não colocamos a informação direito, é como se fala: 'entra lixo, sai lixo'. Temos que tomar muito cuidado com a qualidade dos dados que imputamos dentro do nosso sistema. Onde está esse 'lixo' de que estamos falando? Porque a base de dados é diversa. Ela vem de todos os lados, e cada uma tem uma forma diferente de estar formatada. Quem já tentou juntar bases de dados diferentes no Excel? É um pesadelo. Os números não se conversam, você faz um PROCV e o negócio não funciona. Não é só uma questão do PROCV, mas estou usando isso como exemplo, para entenderemos como essa dificuldade também acontece no nível do algoritmo e tudo precisa se integrar. Porque, senão, os dados serão sobrados pelo meio do caminho ou ignorados, e você começa a tomar decisões com base em informações erradas. Mas, a partir do momento que a gente acerta a mágica começa a acontecer". Em sequência, de forma extremamente didática, a palestrante apresentou seis cases para exemplificar cada detalhe sobre o uso da tecnologia e da inteligência artificial no varejo supermercadista. Case 01: estoque Priscila Ariani iniciou: "Toda a mágica do bem de consumo acontece no chão de loja. Mas e o e-commerce? O e-commerce ainda representa apenas 3% do canal supermercadista. Para termos uma ideia, o varejo do setor tem, em média, 7 mil itens. Se pegarmos uma rede com 10 lojas, estamos falando de 70 mil pontos de dados, fora o centro de distribuição, entre outros. Como é que você vai bater o olho e saber se a coisa está indo bem ou não? Para isso, precisa de tecnologia na palma da mão. É o que temos na Scanntech: um aplicativo no celular conectado ao estoque. O que eu estou dizendo? e você tem 14 dias de estoque armazenado dentro de uma loja, mas faz 48 dias que esse produto não vende... quem aqui já teve problema com estoque virtual? Você perde porque alguma coisa está errada no seu sistema. Lembra que eu falei da qualidade dos dados? Às vezes, até o sistema está com dados incorretos. Precisamos fazer inventário para garantir que o sistema está certo. Só que não fazemos inventário com tanta frequência, mas a inteligência já consegue prever o que está acontecendo. Resultado? Reduzimos em 15% o volume de dinheiro que estávamos perdendo por causa de erros no sistema. O meu giro de estoque aumentou 14%. Giro de estoque é quanto dinheiro eu tenho parado ali. E não podemos deixar dinheiro parado. Não estamos falando de 15% da taxa Selic. Temos que fazer os produtos girarem". "E a ruptura? Ruptura nem sempre é erro sistêmico, mas o produto não está abastecido. Como temos que lidar com 7 mil itens, muitas vezes o comprador daquele produto não se atentou que o estoque estava acabando, ou ele comprou para outras lojas e não distribuiu corretamente. Todo esse tipo de inteligência é uma das formas de trazer eficiência. Ruptura representa, em média, 60% de perda de venda. O cliente vai para outra loja, compra outra marca, ou faz outra coisa. E, muitas vezes, isso gera uma insatisfação que faz com que você perca o cliente de vez. Esse tipo de coisa mostra como a inteligência e a gestão de dados fazem a diferença", concluiu a diretora de Marketing da Scanntech Brasil. Case 02: pricing Na sequência a painelista apresentou: "Tem todo um fluxo. Como eu vou me posicionar? O meu consumidor é um consumidor premium? Popular? Mais saudável? Ou é um consumidor, enfim, que busca mais guloseimas? Como é o meu consumidor? Desde o nível mais estratégico até o mais tático? Então, todo esse fluxo, da parte estratégica à parte comercia, envolve como negociamos com a indústria, qual é o preço do produto que vai ser abastecido ali, como eu precifico, o que eu coloco em promoção. Tudo isso, todas essas fases, são permeadas por dados. Porque é massivo o volume de dados que a gente tem, e massiva também é a quantidade de decisões que precisamos tomar. Se a gente tomar decisões apenas com base na nossa experiência, estamos marcados. "Vou trazer um outro ponto aqui para vocês: precificação. Todo mundo aqui já lidou com isso. Os produtos de curva A são aqueles que as pessoas costumam saber quanto custam. Elas comparam preços e é isso que vai formar a imagem de preço do seu supermercado perante o cliente. Então, você tem que ser muito assertivo nesses preços. A estratégia desse varejista é a seguinte: nos produtos de curva A, os preços vão estar 100% alinhados à média do mercado. Ou seja, exatamente no mesmo nível dos concorrentes. Nos produtos de curva B, ele vai estar 1% acima da média. E nos de curva C, 5% acima. Como eu falei, o varejo é um negócio de margens muito apertadas. Estamos falando de 5% de lucro líquido, depois de pagar todas as despesas. Ou seja, é um jogo de muito volume. E os produtos de curva C são justamente onde vamos construir essa margem. Aí você fala: 'Bom, essa é a minha estratégia'. Lembra do estratégico e do tático? Essa é a parte estratégica. E o tático? Como é que você sabe se está, de fato, executando a sua estratégia? Aí entra a importância de ter alguém monitorando o mercado para você, trazendo essas informações de forma simples, porque você não vai conseguir fazer isso para 7 mil itens na mão", continuou Priscila Ariani. A diretora de Marketing da Scanntech Brasil finalizou: "Então, por exemplo, no produto de curva A, ele está exatamente onde queria. Maravilhoso. Nos de curva B, ele está dois pontos percentuais abaixo da estratégia. E nos de curva C, cinco pontos abaixo. O que isso quer dizer? Que ele está deixando margem na mesa. Que não está cumprindo a estratégia definida. E que não está se posicionando como gostaria, além de perder dinheiro. Na hora que mostramos para ele: 'Olha, são esses os produtos, e aqui estão os ajustes de preço que você pode fazer para alinhar com a sua estratégia'; ele começa a tomar decisões. Alguns ajustes não fazem sentido naquele momento, porque tem ação promocional rodando, mas outros ele consegue ajustar. E só isso já dá um crescimento de 0,6 ponto percentual na margem. Lembrando que a margem média do varejo é em torno de 5%, ou seja, 0,6 ponto representa 12% de aumento na margem. São 12% a mais de dinheiro, só por analisar os itens que não estão performando conforme a estratégia e ajustar. Isso é eficiência". Case 03: gerenciamento de categoria Prosseguindo, Priscila Ariani, expôs: "Gerenciamento de categoria é selecionar quais produtos oferecer. Porque estamos falando de cerca de 7 mil itens. Na minha base, por exemplo, tenho cadastrados mais de 5 milhões de itens. Como é que você sai de 5 milhões e escolhe os 7 mil que vai ter na sua loja? E você tem que escolher muito bem, porque a mágica do varejo é o quê? Qual é a nossa função como varejistas? É ter: o produto que o cliente quer, pelo preço que o cliente quer, em uma experiência que ele ache satisfatória. Esses são os três grandes pilares. Esse é o coração da operação. Se eu tenho que sair de 5 milhões de itens para 10 mil... como chegar nisso?". "Vamos a um exemplo de um varejo grande, uma rede nacional. Ele tem lá o sortimento dele montado, e ao analisar os dados, aparece o seguinte insight: 'Tem R$ 1 bilhão em oportunidade de aumento de faturamento, através da introdução de 9 mil itens'. R$ 1 bilhão é muita grana, mas 9 mil itens também é muito item. Eu não vou positivar tudo isso, mas quero aproveitar ao máximo essas oportunidades que a tecnologia está me trazendo. A tecnologia, então, vai olhar esses 9 mil itens e essa oportunidade e vai dizer: quais são as categorias com maior potencial? Selecionamos aqui a segunda maior categoria: biscoitos. Agora já não estou mais falando de 9 mil itens, estou falando de 88 itens, que vendem R$ 230 mil por mês, em 72 lojas do grupo, com uma oportunidade de R$ 16 milhões. R$ 16 milhões de oportunidade ao positivar apenas 88 itens. Aí começa a fazer sentido", continuou a palestrante. A diretora de Marketing da Scanntech Brasil concluiu: "Sempre que falamos de dados, estamos falando de funil. Começamos grande, no macro, e vai afunilando. Qual é o mais importante? Onde está a maior oportunidade? Você nunca vai pegar o R$ 1 bilhão de oportunidade e dizer 'vou maximizar tudo isso'. Quem aqui já ouviu falar de Pareto? Sempre temos que focar nos 80% do resultado, que vêm de 20% do esforço. Essa é a máxima. Sempre". Case 04: promoção Em continuidade, Priscila Ariani demonstrou: "Na nossa ferramenta, por exemplo, a indústria entra e seleciona para qual grupo de pontos de venda deseja disponibilizar uma promoção. O varejista entra no sistema e aceita ou não a promoção, se ela fizer sentido. A ferramenta automaticamente disponibiliza a promoção, no sistema de frente de caixa o preço promocionado já está ativado, os cartazes já ficam disponibilizados. Tudo muito automatizado para alavancar resultados. A plataforma também faz todo o controle automático de vendas da promoção e, em 15 dias, sem que o varejista faça nada, o reembolso da promoção está na conta do varejisto. Tudo de maneira tecnológica, dando acesso à formas de atrair o consumidor para a rede". "Outro exemplo. Temos uma categoria superimportante para essa rede específica. Só que tem um problema: enquanto a categoria está caindo 4% no mercado, ela está caindo 4% também dentro da rede. Aí você pensa: 'É uma coisa que é importante pra mim, importante para o meu faturamento... e eu estou performando pior que o mercado?'. Eu não estou no bom caminho", finalizou a palestrante. Case 05: captando oportunidade viral A diretora de Marketing da Scanntech Brasil explicou: "Oportunidade viral. Todo mundo acompanhou o 'Morango do Amor'. As vendas de morango cresceram 86%, o preço subiu 26%, comparando julho com o período anterior. Isso acontece o tempo inteiro. O 'Morango do Amor' foi uma febre que pegou todo mundo, de ponta a ponta. Mas, às vezes, fica dentro de uma bolha. A internet é cheia delas: tem a bolha fitness, a bolha de viagem, a bolha de música, de humor... e, dentro dessas bolhas, nem sempre captamos tudo. Por exemplo, uma indústria de pão começou a perceber que as vendas dela estavam roubando participação de uma marca específica de pães. O que estava acontecendo? Analisamos as vendas ticket a ticket. Mais uma vez, olha a importância da qualidade dos dados, de um dado granular. Se só soubéssemos quanto estava vendendo de 'pão', não conseguiríamos dar o próximo passo para entender o porquê. Precisamos entrar no funil da análise. A venda de pão estava crescendo, mas com quem? Com que produto? Em que combinação? Quando o pessoal foi analisar, viram que as vendas de um pão específico estavam crescendo junto com carne moída. Fomos investigar mais fundo e descobrimos: viralizou uma receita na bolha fitness, dizendo que esse pão é baixo em carboidrato, e que, junto com carne moída, rica em proteína, virava uma refeição saudável. Essa receita estava bombando. Só que os gestores dessa marca não estavam vendo a bolha, então não perceberam que tinha viralizado. Mas os dados mostraram que era para olhar e quando eles foram ver de onde vinha esse crescimento, entenderam um comportamento de consumo que estava escondido dentro da complexidade dos dados. É esse tipo de insight que vale ouro". "O plano de ação envolve previsão de demanda, senão, entra na ruptura e a perda da oportunidade; abastecimento com inteligência; ponto extra; cross-merchandising; ações nas mídias digitais. Isso potencializa a venda. Quando temos insights em tempo real, conseguimos agir na mesma velocidade do consumidor, com clareza, e isso facilita a tomada de decisão assertiva", encerrou Priscila Ariani. Case 06: promoções nível shopper - CRM Por último, a diretora de Marketing da Scanntech Brasil apresentou: "O que é hipersegmentação? Você já deve ter ouvido esse termo principalmente quando falamos de mídia digital. Vamos supor: quero anunciar a receita do pão saudável no Instagram. Adianta falar com quem não se importa com saudabilidade, e só quer saber de churrasco e cerveja? Não adianta. Aí entra a hipersegmentação: quero falar com quem busca produtos saudáveis, que está indo por esse caminho. Assim, consigo ser muito mais assertivo com o público certo, falando do que ele quer ouvir. No varejo, uma das grandes dificuldades é hipersegmentar promoções. Do mesmo jeito que não adianta fazer campanha para quem não está no perfil, também não adianta dar desconto num pão saudável para alguém que foi lá comprar cerveja e churrasco. Temos que direcionar as promoções para quem vai se interessar de fato, porque isso ajuda a fidelizar o shopper; dar valor ao desconto concedido; e criar uma experiência mais personalizada. "Temos, sim, promoções 'de massa', mas também temos que ter promoções hipersegmentadas, voltadas para perfis específicos de consumidores, para alavancar esse universo específico. Se o usuário final tem tecnologia na vida dele, como o varejo, de que tamanho for, não vai ter?", concluiu a palestrante. Para finalizar, Priscila Ariani deixou um recado bem direto: "Nosso mundo é volátil e a volatilidade não vai para lugar nenhum. Ela vai continuar aqui e com a velocidade da informação ela vai ser cada vez mais rápida. Olha a velocidade que adquirimos e aderimos à inteligência artificial para dentro da nossa vida. Todas as coisas estão muito rápidas, estamos hiperconectados. E com hiperconexão vem muito dado, com muito dado vem muita complexidade de gestão. Não adianta nada também trazemos muita plataforma de tecnologia para o nosso negócio, se não conseguimos ter processos no dia a dia, na tomada de decisão dos nossos negócios que permitam alavancar com eficiência tudo que essa tecnologia pode trazer. Não precisa fazer investimentos enormes, precisamos simplesmente saber o que usar e trazer para dentro do processo, porque informação e tecnologia sem uso e sem geração de resultado não serve para nada. Temos que ser muito assertivos e não se perder dentro disso".
15/08/2025
Associados em foco
Supermarket inicia aniversário de 16 anos com festa na Central do Brasil e estratégia ampliada! Saiba mais
O Supermarket celebrou nesta quinta-feira, 14 de agosto, o início das festividades em comemoração aos 16 anos de aniversário da rede. Com o tema "Vem pra festa do preço baixo", o grupo lançou uma campanha com foco em engajamento do consumidor. Para marcar a data, uma ação de impacto: a distribuição de um bolo gigante, de 16 metros e quase uma tonelada, em plena Estação da Central do Brasil. A comemoração do aniversário de 16 anos do Supermarket irá durar mais de dois meses, oficialmente até o dia 18 de outubro. Durante esse período, os clientes poderão participar de diversas ações, incluindo prêmios instantâneos no aplicativo da rede e sorteio de carros zero quilômetro, por meio da Loteria Federal. Dentre as ações, pode-se destacar a "Super Roleta Premiada", que a cada R$ 150,00 em compras, possibilitará ao cliente uma tentativa de jogar na promoção, com direito a 300 vales compras de R$ 500,00 distribuídos instantaneamente no app. Compras de produtos das marcas parceiras também garantem tentativas extras. "Completamos 16 anos de muito sucesso. A Rede Supermarket vem crescendo exponencialmente e queremos ter sempre o nosso convidado mais especial, o cliente, ao nosso lado nesses grandes marcos e sendo protagonista das nossas comemorações. Que venham os próximos 16 anos com ainda mais êxito, vitórias e conquistas", destaca Paulo Bonifácio, diretor-presidente da rede Supermarket. Para sustentar a força da campanha, o grupo mobilizou uma operação logística encorpada com mais de 500 caminhões saindo diariamente dos centros de distribuição, carregando cerca de 15 mil itens. A rede hoje conta com 30 mil colaboradores e 146 lojas. Marcelo Duarte Rebelo, diretor comercial da Rede Supermarket frisou: "Tivemos o grande desafio de ajustar um modelo de negociação que já estava estabelecido há algum tempo. Considerando que em um ecossistema, como é uma rede associativa como a nossa, com 11 associados e 146 lojas espalhadas pelo estado do Rio, toda e qualquer mudança deve ser precedida de planejamento, aprovação, e por que não, ousadia. E assim o fizemos. O Comercial da Rede Supermarket se coloca sempre, e antes de qualquer coisa, como um prestador de serviços aos associados. Logo em seguida, toda a atenção para o consumidor final, e para os meios de atrai-los para as nossas lojas com produtos e promoções eficientes, impactantes e direcionadas. Estamos muito confiantes e orgulhosos do trabalho estruturado e bem feito que foi realizado por todas as camadas". A comemoração do 16º aniversário da Rede Supermarket é mais do que uma ação promocional, é uma estratégia integrada, com foco na experiência do cliente e geração de valor. A ASSERJ parabeniza o grupo pela celebração, pela aposta na estratégia e deseja boas vendas!
15/08/2025
"É um programa transversal na cultura da empresa", como promover inovações em uma organização tradicional?
Inovação e tradição. Duas coisas que precisam andar juntas e em movimento constante em qualquer segmento (e no varejo supermercadista não é diferente). Mas como aliar uma a outra? Promover a transformação não é somente implementar novas tecnologias, mas repensar culturas, processos e estruturas. E ninguém melhor para ajudar a entender como conduzir esse processo, do que uma instituição centenária. E no início da noite desta quinta-feira, 14 de agosto, o palco do Conecta Varejo / Rio Innovation Week recebeu executivos da Caixa Econômica Federal para revelar os bastidores da jornada de inovação da instituição e fornecer dicas sobre como manter a relevância, mesmo após um século de atuação. A palestra de encerramento do terceiro dia, "Tradição em Movimento: O Desafio de Inovar com Mais de 100 Anos de História", foi uma conversa necessária sobre como mudar profundamente e conectar inovação, propósito e futuro. Mudanças podem ser difíceis de serem implementadas, mas são necessárias. "É um programa transversal na cultura da empresa, fazendo toda a transição digital da Caixa, focando no cliente. Desde a concepção, o programa foi pensado em conectar as pessoas. De qualquer área, de qualquer ambiente da Caixa, de qualquer lugar do estado do Brasil, conectar todo mundo", destacou Humberto Luiz da Silva Junior, líder de projetos da Caixa. Tibério Caio Boff Zortéa, CDTO da Caixa, prosseguiu: "É uma jornada que, eventualmente, passa por altos e baixos, mas no último ano e meio temos focando bastante na transformação digital". "O trabalho principal que temos feito é no fomento da mudança cultural do banco em relação às experimentações, formalidades e hipóteses com os clientes. Então, é imbuído no processo de transformação digital do banco", finalizou Tania Oliveira, gerente nacional da Caixa. Desafios da mudança: uma questão de cultura Abordando os principais obstáculos enfrentados por uma empresa tradicional, pública e secular, Tibério Caio reforçou que nenhuma mudança teria obtido êxito, não fosse a iniciativa dos próprios empregados, salientando que inovações e transformações também são uma questão de cultura empresarial: "O programa se chama TEIA, um acrônimo de Transformação, Engajamento, Inovação e Aprendizado. E, se pegarmos a questão do engajamento, inovação, o aprendizado tem muito a ver com o corpo de empregados. A Caixa é uma empresa diferente, é uma empresa pública e, portanto, é muito mais difícil você inovar numa empresa como essa, em que pese, ainda ter esse aspecto dela estar em um mercado que vem sendo fortemente revolucionado nos últimos anos, com a entrada das FinTechs e dos neobanks. Então, de fato, precisávamos. Os empregados tinham essa consciência e esse programa, esse movimento de transformação digital, ele partiu dos próprios empregados que se uniram e, com base em vários estudos e diagnósticos de várias consultorias que passaram pela Caixa, tomaram isso e desenharam esse programa. Ele foi construído com várias diretrizes, com movimentações, com questões disruptivas para a empresa, e nós aprovamos isso em todos os comitês: no Conselho Diretor, no Conselho de Administração e, desde o início do ano passado, estamos executando o programa". "Esse programa está crescendo, já passamos dos mil empregados e vamos alcançar quase dois mil envolvidos com o movimento. De 85 mil empregados diretos e espalhados por 4 mil agências, você tem mestres em inteligência artificial, doutores em inteligência artificial, e hoje podem se dedicar para pegar um tema, pode ser IA, quantificação, looping, vários temas habilitadores que tivemos que trabalhar dentro da empresa, e trabalhar de uma forma bastante colaborativa, quebrando os silos. A Caixa é uma empresa centenária, bastante hierárquica, então trabalhar todo esse aspecto de um trabalho colaborativo, formando times multidisciplinares, os nossos Fusion Teams, onde participam pessoas de diversas áreas em prol de um objetivo comum", continuou o CDTO da Caixa. Tibério Caio concluiu: "Então, como eu disse, tem muito a ver com a cultura, a forma de trabalhar diferente. O nome do programa também remete a teia de aranha, pensa naquele tecido que cresce em ambientes adversos, como o que nós atuamos, que conecta as pessoas, e a TEIA na Caixa conecta as pessoas em prol desse objetivo que é atender o cliente. Eu diria que, como resultado, já temos resultados tangíveis que estão nas mãos de todos vocês, como a conta digital no aplicativo para todos os clientes, qualquer pessoa que não é cliente da Caixa consegue abrir só digitalmente e, fazendo reconhecimento biométrico, consegue transacionar imediatamente, numa jornada muito fluida, que não perde para nenhum elemento. Quando começamos a desenhar isso, tínhamos a necessidade de 38 dados iniciais para abrir uma conta. Eram 46 passos numa jornada. Tínhamos até a jornada desenhada, mas não chegamos a colocar na rua, porque a fricção do cliente, imagina passar por 46 etapas para abrir uma conta... hoje, você abre a conta, assim como em outros neobanks, com cerca de seis ou sete dados, em seis ou sete passos, e em menos de três minutos você consegue abrir a conta na Caixa e fazer seus investimentos ou ter análise de crédito". Mudanças requerem investimento e adaptabilidade Já em relação a formatação do planejamento da inserção dessa cultura da transformação, Tania Oliveira reforçou a necessidade de investir, se adaptar e estar aberto a visões externas sobre melhorias: "Estar nesse palco, nesse evento, conecta muito com essa nova realidade da Caixa atuante, com hubs de inovação. No ano passado investimos mais de R$ 20 milhões em startups, em soluções inovadoras, com empresas de inovação mesmo. Até o final do ano, a gente quer investir mais que o dobro disso com essas soluções. Um dos destaques é o Espaço T. É outro grande investimento. Nós temos o que chamamos de residentes, que vão ser as nossas startups, selecionadas dentro de um pool de empresas inovadoras do país, para se conectar ali conosco e desenvolver soluções, tanto para a Caixa, para atendimento do cliente, quanto para o cidadão brasileiro. Porque a Caixa tem um propósito muito grande de fomentar a estruturação de novas soluções digitais públicas. Então, é nesse ecossistema de inovação que estamos hoje. Ele tem um propósito muito forte de transformar digitalmente e de sermos ali o maior hub do país". "Os investimentos durante todo esse período têm sido muito focados em modernização de processos, para gerarmos eficiência para o banco, reduzir os nossos custos, e, consequentemente, melhorar a segurança dos nossos processos, gerar dados mais seguros, e, obviamente, trazer mais confiança para o cliente. Isso tudo também fomenta a adaptabilidade às mudanças. Sabemos que o comportamento humano muda rápido. Lançamento da conta digital, por exemplo, percebemos que a jornada do cliente tem que ser mais fluida mesmo. O cliente não quer perder mais tempo, então temos investimentos pensando nessa adaptabilidade, tanto de mercado quanto de legislações, que também mudam constantemente e têm se modernizado bastante", disse a gerente nacional da Caixa em sequência. Tania Oliveira completou: "Eu queria citar também mais uma iniciativa dos investimentos, que é a Squad. É um novo modelo de atuação da Caixa, Squad for Service. Juntamos um grande grupo de especialistas da Caixa, dentre os nossos 85 mil empregados, contratamos uma empresa de especialistas de fora, pessoas com conhecimentos diversos em novas tecnologias e tendências de mercado, e formamos um grande squad para validar hipóteses em relação a soluções que entendemos que são necessárias, mas que nem sempre temos certeza. Com isso, também ganhamos muito em cultura da experimentação. Uma grande corporação precisa disso, de validar as hipóteses antes de fazer os lançamentos. Trabalhamos muito com o erro inteligente no banco hoje. É algo que fez uma mudança cultural importante, e ainda tem feito, mas que compreendemos a necessidade, dado que, com esses testes, colhemos muitos ganhos. Essa proximidade e esse investimento muito direcionado e assertivo nesses caminhos têm sido muito importante para a nossa transformação".
14/08/2025
Atualidades
Inteligência Artificial descomplicada: como crescer seu negócio mesmo sem grandes estruturas
A penúltima palestra do terceiro dia no palco Conecta Varejo trouxe o tema “IA Aplicada ao Varejo | O Sucesso Democratizado pela Inteligência Artificial: Como usar a IA para escalar o seu negócio mesmo sem ser uma grande empresa”, conduzida por Joaquim Thiago, CEO e fundador da Xamã AI. “Tudo na vida e na rotina de qualquer empresário é processo. Com a inteligência artificial não é diferente. Mais importante do que saber qual é a melhor IA ou se você tem caixa para investir é ter mentalidade de processo. É entender a arquitetura para criar sua própria solução, delegar para um especialista ou usar ferramentas prontas, mas com método”, afirmou. Thiago destacou que a IA não é apenas tecnologia de suporte, mas uma revolução na forma de produzir. “Se você quer realmente resultados melhores, precisa entender de IA e de processo. O empreendedor deve compreender o que é inteligência artificial, distinguir suas categorias e saber quais se aplicam ao seu negócio. Nem sempre modelos de linguagem grandes são a opção mais eficiente; existem soluções mais baratas e eficazes para determinadas funções. O importante é saber onde aplicar cada tecnologia.” Segundo Thiago, até 2030 o mercado de IA generativa deve movimentar US$ 1,8 trilhão. “Há especialistas que projetam empresas com apenas 1 a 5 pessoas atingindo valor de mercado de US$ 1 bilhão.” Ele citou o caso da Lovable, startup que em apenas 10 meses captou US$ 200 milhões e alcançou valuation de US$ 1,8 bilhão, começando com 15 pessoas e que hoje conta com 45 funcionários. “A IA traz escalabilidade real. É possível sair de algo pequeno e crescer rápido, reduzindo as assimetrias”, completou. Thiago ressaltou ainda que a inteligência artificial vai muito além de ferramentas populares como ChatGPT e que combinar diferentes tipos de IA gera resultados mais consistentes. “A IA preditiva usa dados históricos para prever comportamentos e tendências, presente em ferramentas como Excel e Power BI. É mais barata, simples e rápida de implementar”, explicou. “A IA generativa cria textos, imagens, sons e outros conteúdos do zero. Quando alimentada com insights da IA preditiva, entrega resultados mais personalizados e assertivos. Já a automação, ou RPA, conecta processos e executa ações de forma integrada, mesmo sem depender de aprendizado de máquina. Combinar IA preditiva, generativa e automações cria um ecossistema mais eficiente do que depender de um único modelo.” Sobre a engenharia de prompts, Thiago defendeu que compreender a lógica de formulação de pedidos é mais importante do que decorar comandos prontos. “O modelo de quatro etapas, popularizado por Greg Brockman, presidente da OpenAI, é essencial: primeiro, o objetivo, ou seja, o que você quer e como quer; depois, o formato de resposta, definindo como espera o retorno; depois os avisos, limites e condições, como pedir para a IA informar quando não tiver dados confiáveis; e, por fim, o contexto, que são informações adicionais e exemplos para guiar a resposta.” Ele também recomendou técnicas como Chain of Thought, para explicação passo a passo, e Retrieval Augmented Generation, que consiste em treinar a IA com dados específicos da marca, melhorando assertividade e reduzindo “alucinações”, ou seja, respostas incorretas ou inventadas. Para implementar soluções de IA de forma prática, Thiago sugeriu aplicar um raciocínio de engenharia de produção. “Mapeie as etapas do processo, defina ferramentas e pontos de decisão, estruture fluxos condicionais que combinem IA generativa, preditiva e integrações externas e desenhe o fluxograma antes de implementar. Mais importante do que dominar cada ferramenta é entender a lógica por trás. Isso permite criar soluções escaláveis mesmo sem grandes equipes ou orçamentos.” “Quando toda essa arquitetura e automação estão bem estruturadas, você consegue construir um funil de vendas inteligente. O Xamã faz tudo isso e, agora, estamos expandindo para o WhatsApp e redes sociais. Com isso, não apenas otimiza processos, mas aumenta a capacidade de vender mais e, consequentemente, lucrar mais”, concluiu Thiago.
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