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Padaria com profissionais instruídos, vendas aquecidas! Curso de panificação Escola ASSERJ
Nesta quarta-feira (23), a Escola ASSERJ realizou, no Mercosulstore, localizado no Uptown, na Barra da Tijuca, o Curso Básico de Panificação. A aula foi ministrada pelo consultor técnico da Buaiz Alimentos, Américo Teixeira. Com conteúdo teórico e prático, a capacitação reuniu profissionais do varejo supermercadista, do setor de panificação, para abordar desde conceitos fundamentais da farinha até técnicas avançadas de preparo do pão francês. “O pão pode ter uma receita simples, mas exige precisão, conhecimento técnico e ingredientes de qualidade para entregar o resultado que o consumidor espera”, destacou Américo. Durante o curso, os participantes puderam entender a fundo as diferenças entre as classes de farinha de trigo (especial, comum e integral), as funções das proteínas (solúveis e insolúveis), além da importância do glúten na estrutura da massa. A técnica de extração do glúten foi explicada, permitindo que os alunos entendessem a diferença entre rendimento e qualidade. “É essencial saber que todo glúten é proteína, mas nem toda proteína é glúten. Somente o trigo tem a proteína ideal para formar a rede glutinosa necessária à produção de um bom pão”, explicou o consultor. Outros temas relevantes abordados foram o balanceamento das receitas, os tipos de massas (crocantes, suaves e doces), a influência de cada ingrediente — como fermento, sal, gordura, leite, ovos e aditivos —, e o conceito universal do pão. Cada componente foi analisado com base em suas proporções e impactos na fermentação, no sabor e na conservação dos produtos. Durante o curso, Américo detalhou também as etapas da fabricação do pão francês, desde a mistura até o forneamento, ressaltando que pequenos desvios podem comprometer o resultado final: “A simplicidade do pão francês exige ainda mais atenção. Por ter poucos ingredientes, qualquer erro de processo interfere na crocância, no volume e até no aroma do produto.” Entre os fatores essenciais para garantir a qualidade do pão francês, o consultor destacou a necessidade do uso de farinha de trigo de alto desempenho, equipamentos com manutenção em dia, receitas padronizadas e equipe qualificada. A técnica correta de modelagem, a temperatura adequada do forno (220°C) e o uso de vapor também foram apontados como segredos para obter uma crosta crocante e um interior macio. O curso apresentou ainda os diferenciais das farinhas e pré-massas da Buaiz Alimentos, com foco em rendimento, praticidade, resistência e estabilidade das receitas: “Com ingredientes bem selecionados e receitas padronizadas, conseguimos otimizar espaço, padronizar o preparo e garantir a qualidade do produto final. O uso da pré-massa é uma excelente estratégia para padarias que buscam ganho de produtividade sem abrir mão do sabor”, completou Américo. Vale destacar que, segundo especialistas, a operação própria de panificação, com produtos frescos e exposição estratégica, pode chegar a representar até 8% do faturamento total do supermercado, com margens superiores às de outros setores da loja. Escola ASSERJ A ação faz parte da agenda de treinamentos da Escola ASSERJ. Michelle Rodrigues, gerente de gente e gestão da associação, ressaltou que "a ação visa desenvolver o varejo supermercadista e fomentar o crescimento técnico das operações. A parceria com empresas como a Buaiz reforça o compromisso do setor com a inovação e a excelência", destacou. Fique de olho - A Escola ASSERJ segue com uma programação especial voltada à capacitação dos profissionais do varejo. Quer aprimorar seus conhecimentos e se destacar no mercado? Acompanhe os próximos cursos e garanta sua vaga nas próximas turmas. Aprendizado de qualidade, com especialistas renomados e conteúdo que faz a diferença na prática! VEJA A AGENDA!
23/07/2025
Quais categorias os consumidores estão comprando mais?
A recente edição do levantamento Brand Footprint Brasil 2025, produzido pela Worldpanel by Numerator, apontou as categorias que se fortaleceram junto ao consumidor brasileiro no varejo. A pesquisa também indicou, além das preferências dos clientes, um novo contexto de consumo, cada vez mais racional e seletivo. O estudo avaliou o desempenho de mais de 350 marcas, com abrangência de 11.300 domicílios, o que equivale a 61 milhões de lares, representando 82% da população domiciliar do país. Ranking geral Diversos setores apresentaram grande crescimento no Consumer Reach Points (CRP), indicador que mede quantas vezes uma marca foi escolhida pelos consumidores. O índice multiplica o número de cidadãos do país pelo percentual de compradores (definindo a penetração) de uma determinada marca e pelo número de interações (frequência de consumo) com a marca no período de um ano. Ao todo, 167 marcas ampliaram seus CRP's e a média de marcas presentes nas casas dos brasileiros subiu de 95 para 97. Os resultados das marcas refletem o momento de avanço do varejo supermercadista, mesmo em um cenário econômico desafiador e inflacionário. Como já destacado pela ASSERJ, o desempenho do setor no primeiro semestre deste ano registrou ótimos números, como uma alta de 5,8% no faturamento na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Radar Scanntech. Clique aqui para conferir um balanço geral da primeira metade de 2025. Destaques e crescimentos Das 50 marcas mais presentes nas casas dos brasileiros, 54% cresceram em CRP, sendo que 93% delas atuaram em oito ou mais canais de venda. Considerando os resultados gerais por segmento, destaca-se a grande presença dos setores de alimentos, limpeza e cuidados pessoais. Congelados e preparados, laticínios e refrigerantes também tiveram bom desempenho. Focando no crescimento, os artigos de laticínios e cuidados pessoais registraram grandes elevações. Limpeza e alimentos (principalmente biscoitos) também subiram, mas em menor escala. Bebidas em pó, café, manteiga, óleo e panificação fecham a lista dos segmentos mais procurados. Trunfos de crescimento: presença e estratégia multicanal O resultado das principais marcas foi amplamente impactado, de modo geral, por estratégias eficazes. Uma delas é a atuações multicanal, aumentando o contato com clientes. O foco em embalagens menores e acessíveis também é um ponto relevante, já que vai de encontro a experiência do consumidor, que procura por experimentação, mas sem pesar no bolso. Também é possível destacar a logística estruturada de distribuição e portfólios acessíveis, que aliam preço e qualidade, principalmente nos setores de refrigerantes, alimentos processados e produtos de limpeza. A pesquisa ressalta que o consumidor está até 4,2 vezes mais inclinado a trocar de marca do que de canal, em especial nas categorias de biscoitos, snacks e refrigerantes. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, alerta os associados: "Quando olhamos para o desempenho dos setores que mais cresceram vemos um padrão muito claro: estratégia multicanal, consistência e presença em diferentes momentos da jornada de compra. O supermercadista do Rio de Janeiro já entendeu que estar perto do consumidor significa estar conectado com os produtos e categorias que performam bem e que entregam valor real ao cliente. Queremos juntos, aqui na ASSERJ, ajudar o setor a antecipar esses movimentos, estreitar relações com a indústria e transformar esses dados em decisões assertivas no ponto de venda." Novo perfil de compra: o consumidor "Net Zero" Segundo Elen Wedemann, CEO da Worldpanel by Numerator no Brasil, o levantamento aponta para o perfil do cliente "Net Zero", que ela descreve como um consumidor mais seletivo, de consumo estável, com gasto médio equilibrado e procura por embalagens menores e alta frequência de compra. "O consumidor está mais estratégico. Ele continua comprando, mas com muito mais critério e consciência. Isso não muda apenas a forma como as marcas se relacionam com o cliente, mas também como as marcas se relacionam com o varejo supermercadista. As marcas, e consequentemente, as categorias que mais cresceram foram aquelas que entenderam esse movimento, diversificaram e ofereceram soluções inteligentes. Para o nosso setor essa é uma oportunidade clara de fortalecer laços com as indústrias e pensarmos juntos em ações que entreguem mais valor para o consumidor, com foco em presença, conveniência e resultado.", ressalta o presidente da ASSERJ. Oportunidades para o varejo supermercadista fluminense O Brand Footprint Brasil 2025 aponta caminhos importantes para o nosso setor. É preciso reforçar as estratégias multicanal e estar atento ao portfólio de produtos, as categorias de maior crescimento que podem impactar na competitividade e contribuir para um maior giro nas lojas. Também é interessante analisar melhor eventuais ações de promoções e degustações, na busca pela fidelização e ampliação do interesse de compra, que está cada vez mais alinhado a conveniência e custo-benefício. Outro ponto de alerta são as embalagens, que têm sido decisivas na avaliação do consumidor no momento de compra (leia também, clicando aqui, nossas dicas sobre cuidado com embalagens e redução de perdas). A ASSERJ reforça aos associados: nosso setor avança, mas é preciso atenção aos sinais dos consumidores e adaptação constante e estratégica as suas demandas. Existem inúmeras tecnologias para implementar e ajudar nas tomadas de decisões de forma mais estratégica!
23/07/2025
Ruptura: pesquisa Neogrid destaca produtos que estão impulsionando a alta. Confira como combater!
O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, fechou o mês de junho em 13,6%, representando um avanço de 1,3 ponto percentual em relação a maio, quando o indicador estava em 12,3%. Esse é o segundo mês consecutivo de alta, impulsionado principalmente por categorias de alimentos básicos como arroz, feijão, azeite, café, ovos e açúcar. Essa tendência de elevação, segundo Robson Munhoz, diretor de Relações Corporativas da Neogrid, reflete um momento mais desafiador para toda a cadeia de abastecimento. Ele destaca que, além da valorização do dólar e das tensões no comércio global, o clima instável em regiões produtoras no Brasil tem afetado safras importantes — o que exige maior atenção de varejistas e indústrias na gestão de estoques. “Do lado do consumidor, mesmo com alguma desaceleração, os preços seguem altos para itens essenciais, mantendo o orçamento sob pressão e o poder de compra em constante alerta”, analisa Munhoz. O impacto disso já pode ser observado em produtos específicos. Entre os itens com maior aumento no índice de ruptura em junho estão os ovos, que subiram de 20,4% para 20,7%, e o leite, que avançou de 11,4% para 13,9%. Também apresentaram crescimento o açúcar (de 10,4% para 11%), o azeite (de 7,4% para 10,4%), o café (de 9,8% para 10,4%) e o feijão (de 7% para 9,5%). Como evitar rupturas de estoque? Os efeitos da ruptura nas gôndolas não se limitam apenas à frustração do consumidor. A ausência de produtos no momento da compra pode representar prejuízos consideráveis para o varejo. Estimativas indicam que a perda pode chegar a até 10% das vendas — especialmente considerando que mais de dois terços das decisões de compra são tomadas no ponto de venda. Quando um item está em falta, um terço dos consumidores opta por buscar o produto em outra loja. “Independentemente do tamanho da loja, a ruptura pode ter um impacto significativo no faturamento, principalmente se for recorrente”, alerta Roger Toshi, gerente Administrativo e de Marketing da SG Sistemas. Nesse contexto, evitar a ruptura exige planejamento e ação estratégica. Toshi aponta os principais vilões: erros no planejamento de compras, falta de conferência entre o estoque físico e o sistema, falhas nos pedidos e entregas e o uso ineficaz da reposição automática. Ele ainda destaca que muitos varejistas ignoram situações anteriores de ruptura, o que contribui para a repetição dos mesmos erros. Além disso, promoções mal calculadas podem desorganizar o giro dos produtos e provocar desabastecimento, especialmente se não houver uma reavaliação adequada das compras. Diante desse cenário, Roger Toshi recomenda uma série de boas práticas para reduzir o índice de ruptura. Entre elas, estão o controle constante do estoque e do cadastro de produtos, a conferência prévia antes de promoções, o alinhamento com fornecedores quanto a prazos de entrega e o estabelecimento do nível zero de ruptura como meta. "Também é fundamental registrar e analisar as faltas com antecedência, definir planos de ação alternativos e investir em ferramentas tecnológicas que otimizem a operação e garantam dados confiáveis em tempo real", destaca. Por fim, Roger Toshi ressalta que a tecnologia só é eficaz quando aliada ao fator humano. "A empresa reforça que é essencial capacitar as equipes para utilizar os sistemas de maneira estratégica. Além disso, conhecer o perfil dos consumidores e os hábitos de compra da região onde a loja atua ajuda a priorizar os itens certos, evitar excessos ou faltas e, com isso, garantir uma experiência de compra mais satisfatória para o cliente e um desempenho mais saudável para o negócio".
23/07/2025
Exibição que vende: como destacar frutas e vegetais no ponto de venda
Apresentar frutas e vegetais de forma criativa e inovadora pode ser decisivo para impulsionar o desempenho da seção de hortifrúti. De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), o segmento de frutas, legumes e verduras representa, em média, 10% do faturamento total de um supermercado. Nesse cenário competitivo, investir em exibições diferenciadas é uma estratégia eficaz para atrair a atenção do consumidor. Para Jonna Parker, líder de equipe do Fresh Foods Group da Circana, o uso de designs que se destacam no concorrido espaço de merchandising ajuda os varejistas a se diferenciarem da concorrência e a valorizarem seu sortimento. “O marketing de produtos frescos precisa, antes de tudo, atuar no nível visual”, afirma Parker. “Uma falha comum entre muitos varejistas é manter expositores idênticos aos dos concorrentes — sejam eles de alto padrão, tradicionais ou de baixo custo.” Para ela, as lojas devem apostar na criatividade, investindo, por exemplo, em displays com produtos exclusivos ou seleções rotativas que destaquem itens sazonais logo na entrada da seção. Esses elementos, diz Parker, incentivam o consumidor a explorar mais o espaço. “Um ‘corredor de ação’ pode ser convidativo e instigante, incluindo sinalizações e imagens atraentes que contem a história dos produtores e também dos colaboradores da loja”, sugere. “É uma oportunidade perdida usar a área mais valorizada da seção apenas para empilhar produtos à venda.” Embora exibições mais tradicionais ainda sejam importantes — especialmente para itens como batatas, voltadas a consumidores mais velhos e habituados a uma apresentação clássica —, Parker defende que a área frontal esteja sempre renovada e interessante a cada semana. Como exemplo, ela propõe a criação de experiências digitais: códigos QR que, ao serem escaneados pelo celular, fornecem informações sobre produtos diferenciados, como pitaia ou abacaxi rosa. Vídeos curtos também podem instruir sobre como preparar os itens ou sugerir receitas. No entanto, convencer os operadores dos departamentos a adotar novas ideias pode ser desafiador. “Isso exige uma mudança cultural, já que muitas estratégias e conceitos não evoluíram nos últimos 25 anos”, aponta Parker. “Mas continuar fazendo o que sempre foi feito não atrai novos clientes. É hora de agir diferente, especialmente com o avanço da concorrência de canais como lojas de 1 dólar e o varejo online.” Segundo ela, conquistar consumidores mais jovens torna ainda mais urgente a experimentação de novos conceitos, especialmente diante da base cada vez menor de clientes fiéis acima dos 55 anos, no caso dos EUA. “Este é o momento ideal para testar algo novo, principalmente em regiões com população mais jovem”, recomenda. Displays com produtos que estão em alta nas redes sociais, como pepinos, podem ser um bom ponto de partida. A sinalização também pode destacar atributos pouco conhecidos dos produtos, como seu teor de fibras ou nutrientes específicos. “Os varejistas precisam comunicar não só os benefícios nutricionais, mas também o sabor e a funcionalidade das frutas”, conclui Parker.
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