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Loja preocupada com higiene vende mais!
A Escola ASSERJ realizou nesta terça-feira, 22, o curso "Noções Básicas de Higiene e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos em Serviços de Alimentação", voltado para profissionais e gestores da área em supermercados. A formação, promovida de forma remota e certificada pelo Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio), foi ministrada pelo especialista Flávio Graça, consultor de Alimento Seguro da ASSERJ, e amplamente elogiada por alunos e representantes de redes que estiveram online. O curso teve 95 alunos participantes e abordou variados temas de extrema importância para as boas práticas do setor, desde a higienização básica e tratamento de alimentos à detalhes de inspeção e armazenamento. Diversas redes participaram do programa e enviaram funcionários para o treinamento, como Guanabara, Guarauna, Inter, Super Compras Ideal, Supermarket Alvorada e Real Éden e Supermercados Unidos. Graça ressaltou a importância de uma formação de qualidade para o bom desempenho de um setor essencial como o da manipulação de alimentos: "A medida que se ganha conhecimento e aplica esse conhecimento, você melhora o seu serviço. É preciso trabalhar todo dia como se fosse dia de fiscalização da Vigilância Sanitária. E não estamos falando apenas de fiscalização, de multa. Estamos falando de qualidade de atendimento e do produto. A qualidade, aliada ao preço, é o que faz o cliente escolher a loja. O cliente que procura qualidade, normalmente vai gastar mais". "A qualidade dos alimentos afeta a todos. Uma loja multada, uma loja com qualidade ruim, vai ter menos lucro, vai cortar pessoal, os que ficarem vão trabalhar mais. Todos são afetados por um problema sanitário. E ninguém quer isso, queremos que o setor e todos os envolvidos nele cresçam", prosseguiu o consultor da ASSERJ. O curso teve como grande objetivo apresentar aos participantes os principais pontos de atenção para o setor e apontar as melhores formas de atuar, com dicas sobre ações e estratégias para um serviço de qualidade e, principalmente, para a melhor experiência do cliente. "Alimento seguro é o alimento que não causa danos à saúde do consumidor, que não gera doença e tem boa qualidade, cores vivas, aspecto fresco, o que reforça que não é só uma questão de saúde, mas também de vendas. Alimentos mais atraentes incentivam o cliente a consumir mais", alertou o professor. Outro ponto muito explicitado por Flávio Graça foi sobre reduzir contaminação, evitar ocorrência de transmissão de doenças e favorecer a oferta de alimentos seguros ao consumidor, com atenção à biossegurança prevenindo, controlando e mitigando ou eliminando riscos inerentes às atividades que possam interferir ou comprometer a qualidade de vida e a saúde. O consultor da ASSERJ também foi taxativo ao destacar as funções gerais de um bom manipulador de alimentos, como zelar pela qualidade, confeccionar as preparações de acordo com as orientações fornecidas pelo responsável técnico, higienização pessoal, de ambiente e equipamentos, além do uso obrigatório de EPI's e da exigência constante de participação em treinamentos e capacitações. O especialista ainda frisou a necessidade dos setores envolvidos na manipulação de alimentos terem documentos sobre suas atuações, como o Procedimento Operacional Padrão (POP), descrevendo passo a passo a execução das tarefas, e o Manual de Boas Práticas (MBP), detalhando as operações realizadas no estabelecimento comercial de alimentos ou serviço de alimentação, com informações que garantam a produção de alimentos seguros e saudáveis. Escola ASSERJ Para ficar por dentro de todas as novidades, próximos cursos da Escola ASSERJ e demais novidades, clique aqui. Escola ASSERJ: educar, desenvolver e inovar para capacitar todo o time supermercadista.
22/07/2025
Varejo supermercadista mantém sua relevância. Confira desempenho do 1º semestre!
O varejo supermercadista é um pilar do dia a dia e da economia do Brasil. Segundo levantamento do Radar Scanntech, somente na primeira metade de 2025, o setor registrou uma alta de 5,8% no faturamento na comparação com o mesmo período do ano passado. Já de acordo com números do Índice de Consumo em Supermercados (ICS), pesquisa conduzida pela Alelo, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no acumulado do primeiro semestre o crescimento foi de 4,2% na quantidade de transações totais, de 12,6% no faturamento nominal e de 8% no valor médio por compra. Especificamente no Rio de Janeiro, os dados também demonstram a força e a importância do varejo supermercadista para o estado. Ao fim do primeiro quadrimestre deste ano, os supermercados fluminenses tiveram subida de 1,8% em receita, na comparação com o mesmo intervalo de 2024, que já havia apontado elevação de 5,9%. Mesmo com cenário de inflação, incerteza de câmbio e pressão nos preços de commodities, o varejo supermercadista adotou estratégias eficientes de gestão, mantendo o crescimento de rendimentos. Os principais destaques ficam com os setores de perecíveis (alta de 9% em vendas) e mercearia básica (+8%). Para além do faturamento: expansão de redes e mais empregos gerados Em específico sobre o Rio de Janeiro, a solidez do crescimento do varejo supermercadista não é manifestada somente com dados de receitas. O setor permaneceu como uma das mais importantes áreas na geração de empregos para o estado, com mais de mil vagas abertas, e entre inaugurações e reinaugurações de lojas, foram cerca de 20 novo espaços abrindo as portas ao consumidor no primeiro semestre de 2025 - isso contando somente os associados da ASSERJ. Um exemplo desse avanço é a Rede Market, que já iniciou as obras da construção de sua 14ª loja, a maior da rede, no Bairro do Frade, em Angra dos Reis. "Completamos 14 lojas, sendo 11 lojas físicas com a bandeira Rede Market, 02 lojas com a bandeira Box Atacadista e nosso e-commerce, nossa loja virtual. Totalizando 180 PDV's, um centro de distribuição e mais de 1.500 colaboradores", destaca Júnior Pereira, diretor de operações da Rede Market. O grupo Redeconomia Reunidos é outro bom retrato do momento do setor, como explica Thiago Cunha, diretor comercial do grupo: "O grupo Reunidos hoje tem uma projeção de fechar com 12,5 milhões a 13 milhões de clientes atendidos neste ano, com o faturamento próximo de R$ 1 bilhão. Em breve, vamos reformar as outras 11 lojas que faltam”. Também se pode citar o crescimento do Supermarket, como pontua o sócio-diretor da rede, Berg Gonçalves: "Estamos muito confiantes para 2025, que pretendemos encerrar com mais de 150 lojas em operação no Rio.” Tal desempenho fez com que o setor fosse essencial para conter uma queda geral, aliviando impactos negativos na economia do estado e ajudando a manter uma estabilidade. Com a expressiva oferta de postos de trabalho, o varejo supermercadista também contribuiu diretamente para a promoção da dignidade e acesso à renda formal para inúmeras famílias fluminenses. “Nosso setor é muito bacana porque ele gera desenvolvimento econômico e renda para as famílias”, frisa Caio Lira, diretor-geral do DOM Atacadista, rede que mira novas expansões na Baixada Fluminense e na Região dos Lagos. Além disso, os resultados positivos serviram para atrair fornecedores, fortalecer toda a cadeia de consumo e aumentar a confiança do cliente, que vê no setor o espaço preferencial para compras, como já destacado aqui pela ASSERJ. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, exalta os números do setor, ressaltando sua influência para o Rio: "O desempenho no primeiro semestre de 2025 confirma, mais uma vez, a força do varejo supermercadista como motor da economia do estado. Mesmo diante de um cenário desafiador, com inflação e pressões externas, os supermercados mantiveram o crescimento em receita, geraram empregos e seguiram abrindo novas lojas. Esse resultado mostra a resiliência do setor e a sua importância estratégica para o estado do Rio de Janeiro. Estamos falando de mais de mil novas oportunidades de trabalho, dezenas de inaugurações e reinaugurações e um aumento consistente no faturamento. É o varejo se mostrando, mais uma vez, um pilar de sustentação econômica e social, gerando renda, dignidade e abastecimento de milhares de famílias.". Desafios para o segundo semestre Com resultado de tamanho destaque para a economia do Rio e do Brasil, o setor supermercadista tem agora a missão de manter essa curva de alta e o seu papel como pilar da sociedade brasileira. É fundamental focar a atenção nos itens de maior demanda registrada até agora, mas criar estratégias para alavancar outras categorias, gerando ainda mais crescimento. Para seguir driblando o cenário de inflação é preciso apostar em maior eficiência operacional e logística, reduzindo custos e perdas, evitando impactos negativos, mantendo preços e ritmo de vendas. Ainda vale destacar um outro sinal de alerta. Com o número grande de oferta de postos de trabalho é essencial qualificar os profissionais, garantindo o melhor atendimento possível ao cliente, fazendo jus à confiança do consumidor, cada vez mais antenado, exigente e ligado à experiência de compra. "Para o segundo semestre, o desafio é manter o ritmo, com foco na eficiência, qualificação profissional e inteligência de gestão. A confiança do consumidor precisa ser conquistada no dia a dia, com atendimento de excelência, preços justos e variedade", ressalta o presidente da ASSERJ. A ASSERJ segue firme ao lado do varejo supermercadista fluminense, incentivando sua capacitação e desenvolvimento, na constante busca pelo crescimento e a oferta de um serviço ao cliente cada vez mais diferenciado, garantindo que o setor se torne ainda mais competitivo e se mantenha como um pilar da economia do estado do Rio de Janeiro.
22/07/2025
Hora de valorizar o corte do suíno no açougue do seu supermercado; entenda!
O consumo per capita de carne suína no Brasil cresceu 33,4% entre 2015 e 2025, saltando para 19,3 quilos por pessoa, segundo dados da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). Embora ainda fique atrás das outras principais proteínas consumidas no país — a carne de frango, com 43,9 quilos, e a bovina, com 29,7 quilos — a carne suína foi a única a registrar crescimento no período. A bovina teve queda de 6,6%, e a de frango, de 2,9%. Para os supermercados, essa mudança representa uma oportunidade concreta de ampliar vendas e diversificar o sortimento com uma proteína que vem ganhando espaço no prato dos brasileiros. De acordo com Iuri Machado, consultor de mercado da ABCS, a carne suína vem conquistando espaço por fatores como o aumento de informações sobre seus benefícios nutricionais, o avanço da qualidade dos cortes disponíveis e o encarecimento da carne bovina, que tem levado consumidores a substituí-la por alternativas mais acessíveis. “Historicamente, o consumo de carnes aumenta no Brasil com a substituição. O consumidor troca uma carne pela outra, e o suíno tem se mostrado uma alternativa cada vez mais presente na rotina das famílias”, afirma Machado. Para o varejo supermercadista, essa tendência abre caminho para ações estratégicas que vão além da simples exposição de produtos. Investir em cortes suínos frescos e temperados, campanhas educativas com receitas, sinalização nutricional nas gôndolas e degustações em loja pode ser decisivo para atrair consumidores e aumentar a conversão em vendas. Além disso, datas sazonais como o fim de ano, churrascos de verão e festas típicas também podem ser usadas para posicionar a carne suína como protagonista. “O crescimento do consumo de carne suína no mercado interno é reflexo de uma combinação de fatores importantes. Primeiro, o aumento expressivo no custo da carne bovina fez com que o consumidor buscasse alternativas mais acessíveis. Além disso, temos hoje uma maior produção e disponibilidade de carne suína no mercado interno, o que ajuda a atender essa demanda. Mas talvez o ponto mais relevante seja a quebra de paradigmas: o consumidor brasileiro está cada vez mais informado sobre a qualidade, procedência e segurança da carne suína. Isso tem mudado a percepção sobre o produto e aberto espaço para um consumo mais frequente e diversificado”, ressalta Ulisses Merat, gerente regional da Marfrig. Diante desse cenário, os supermercadistas têm em mãos uma chance de fortalecer a categoria e oferecer ao consumidor uma opção nutritiva, acessível e versátil. A valorização da carne suína no ponto de venda, aliada a uma comunicação eficiente, pode transformar essa tendência de mercado em resultado concreto para o setor.
21/07/2025
Dia dos Avós. Como vender mais?
Comemorado em 26 de julho, o Dia dos Avós vem ganhando cada vez mais relevância no calendário do varejo supermercadista. Mais do que uma data simbólica, a ocasião representa uma oportunidade para estreitar laços afetivos e também para movimentar as gôndolas com produtos que atendem às preferências e necessidades de uma geração que, além de ativa, é numerosa. Segundo levantamento da NielsenIQ, datas comemorativas ligadas à família — como o Dia das Mães, dos Pais e dos Avós — costumam registrar aumento médio de até 15% nas vendas nas semanas que antecedem as celebrações. No caso do Dia dos Avós, o crescimento é impulsionado especialmente por itens como doces, bolos, chocolates, cafés especiais, vinhos, biscoitos finos, produtos de café da manhã e cosméticos voltados para o público sênior, além de presentes simbólicos, como flores e kits personalizados. "O público idoso está cada vez mais inserido nos hábitos de consumo modernos. Muitos avós são responsáveis pelo próprio sustento e pelo da família, o que torna essa data especialmente relevante para o varejo. Ela representa não só carinho, mas uma chance real de conversão em vendas, especialmente quando o ponto de venda é criativo na exposição e nas ações promocionais", explica Carla Nogueira, especialista em comportamento do consumidor e consultora de varejo. Além da venda direta para os avós, muitos consumidores vão às compras com o objetivo de presenteá-los. Nesse caso, a busca costuma ser por produtos que unem afeto e utilidade. Kits de cesta de café da manhã ou brunch prontos, pães artesanais, queijos selecionados e doces caseiros ganham espaço, principalmente quando expostos em áreas temáticas ou com identificação visual que remeta à data. “Percebemos que ela tem ganhado cada vez mais espaço no coração dos nossos clientes. Por isso, todos os anos organizamos ações voltadas para esse público tão querido, com destaque para bolos caseiros, cafés especiais, torradas, Nutella, frutas frescas e outros itens que remetem ao aconchego e ao carinho das manhãs em família”, destaca Thiago Cunha, Diretor Comercial da Redeconomia Reunidos. Outro ponto importante é o aumento na venda de itens voltados para a saúde e bem-estar, como suplementos, produtos com baixo teor de açúcar, integrais, chás, alimentos funcionais e cosméticos dermocosméticos. “Há uma valorização crescente da qualidade de vida nessa faixa etária, e os supermercados que souberem adaptar seu sortimento e comunicação tendem a se destacar”, complementa Carla. Redes supermercadistas que investem em ações específicas — como brindes, cartazes comemorativos, degustações e comunicação nas redes sociais — conseguem se destacar e gerar conexão com os clientes. Alguns supermercados também apostam em ações afetivas, como murais de homenagem com fotos de avós e netos, cartões gratuitos ou pequenos mimos entregues no caixa. "O Dia dos Avós não é apenas uma data para celebrar. É também uma oportunidade de ouro para reforçar o papel social do supermercado como espaço de acolhimento familiar, reforçar o relacionamento com os clientes e, claro, alavancar as vendas com sensibilidade e estratégia", ressalta Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
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