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Operação Fim de Ano: como proteger a qualidade dos alimentos e a confiança do cliente
O fim de ano, período mais aguardado pelo varejo supermercadista, já começou. É a época em que as vendas se intensificam, impulsionadas pelas confraternizações, ceias e encontros familiares que se estendem do início de dezembro até as festas de Natal e Ano Novo. Nesta temporada, itens como bacalhau, aves, carnes suína e bovina, frios e frutas secas ganham protagonismo nas lojas — e exigem atenção redobrada para garantir qualidade, segurança e conformidade com as normas sanitárias. Segundo o consultor técnico de Alimento Seguro da ASSERJ, Flávio Graça, o período demanda vigilância especial. “É fundamental que o supermercadista esteja atento aos pontos críticos das etapas de transporte, recepção, armazenamento e comercialização. O aumento da demanda não pode comprometer a segurança dos alimentos”, destaca. Bacalhau e peixes salgados: as estrelas da temporada O bacalhau e os peixes salgados, itens tradicionais nas ceias, necessitam de cuidados específicos. Graça explica: “O peixe salgado deve ser mantido a no máximo 4°C durante transporte, armazenamento e exposição. Já o peixe salgado seco, como o bacalhau, deve seguir temperatura de até 7°C nas câmaras e veículos refrigerados.” No município do Rio de Janeiro, a legislação permite que o peixe salgado seco seja exposto em temperatura ambiente — até 30°C. Porém, cada cidade adota suas próprias regras. “É essencial que o supermercadista verifique a legislação local. Muitos municípios exigem exposição a 7°C, portanto não existe uma única regra válida para todo o estado”, reforça. Outro ponto importante é a exposição. “A quantidade exposta deve acompanhar a demanda diária. E o produto precisa estar protegido por bandejas neutras e filme plástico — não pode ficar ao toque do consumidor”, orienta Graça. Sobre rotulagem, ele acrescenta: “A denominação deve trazer o nome comum da espécie, seguido de salgado ou salgado seco e da forma de apresentação. Tudo em caracteres uniformes, sem variar cor ou tamanho.” As principais alterações que indicam problemas são o vermelhão — manchas vermelhas causadas por bactérias halófilas — e o bolor, que se manifesta por pontos pretos devido a falhas de conservação. “E reforço: é proibido ressalgar o produto”, alerta o consultor. Carnes bovinas, suínas e aves: atenção ao frio e ao manuseio As carnes também merecem atenção especial no fim de ano. “É imprescindível conservar o produto na temperatura indicada na embalagem original. No caso de carnes congeladas, a faixa recomendada é entre -12°C e -18°C, sempre sem sinais de descongelamento”, explica Graça. A recomendação inclui ainda o cuidado com o armazenamento. O consultor ressalta: “O excesso de produtos nas câmaras, gôndolas e vitrines compromete a circulação de ar frio, reduz a eficiência da refrigeração e aumenta o risco de contaminação.” Produtos vendidos descongelados exigem ainda mais atenção. O descongelamento deve ser sempre técnico, realizado sob temperatura controlada de no máximo 5°C, evitando riscos e mantendo a integridade do alimento. No caso das aves, Graça reforça uma orientação fundamental: elas não devem ser lavadas antes do preparo. “A prática espalha bactérias pelo ambiente e pode contaminar superfícies e utensílios. Todo material usado no preparo precisa ser higienizado adequadamente antes de ser reutilizado”, explica. Alimentos prontos também têm diretrizes específicas. Preparações como frango assado, pernil e até mesmo rabanadas devem ser mantidas sob calor ou refrigeração, sempre com temperatura igual ou superior a 60°C quando expostas quentes. Frutas secas, nozes e castanhas: cuidados com o granel Itens bastante procurados nesta época, como frutas secas, nozes e castanhas, podem ser vendidos a granel — desde que o estabelecimento esteja preparado para isso. “Quando expostos a granel, deve haver um funcionário exclusivo para servir o cliente. Se ficarem ao alcance direto do consumidor, precisam estar embalados para evitar o toque direto no produto”, orienta Graça. Além disso, esses itens devem estar corretamente identificados e livres de insetos e fungos, garantindo segurança e qualidade. Qualidade é fidelização O consultor reforça que este é um dos períodos mais estratégicos para o supermercadista fortalecer sua relação com o consumidor. “O fim de ano é o momento ideal para fidelizar o cliente com produtos de qualidade, bem armazenados e expostos corretamente. Boas práticas fazem toda a diferença na percepção do consumidor”, conclui.
18/11/2025
Associados em foco
Hortifruti Natural da Terra investe em mobilidade com foco no cliente! Saiba mais
Nas ruas do Brasil, e claro, do Rio de Janeiro, a mobilidade elétrica já faz parte da rotina de milhares de pessoas. Apenas em 2024, foram mais de 177 mil unidades eletrificadas emplacadas, um crescimento de 89% em relação a 2023, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Entre eles, mais de 61 mil são 100% elétricos (BEV) e cerca de 64 mil são híbridos plug-in (PHEV). Ao todo, a frota brasileira de carros elétricos em circulação já ultrapassou 300.000 veículos. E essa revolução sustentável dos transportes também chegou ao varejo supermercadista. É o caso da Hortifruti Natural da Terra (HNT). Pensando na comodidade dos consumidores, a rede inaugurou mais dois pontos de recarga para veículos elétricos nas unidades Botafogo e Jardim Oceânico. Com o apoio da EzVolt, líder em eletromobilidade no Brasil, a iniciativa nasceu de uma visão simples, mas poderosa, de perceber o potencial dos estacionamentos das lojas para além da conveniência, como explica André Verçosa, diretor financeiro da HNT: "Percebi que nossos estacionamentos (já pontos de conveniência) poderiam se transformar em estações de sustentabilidade. Se o cliente vem comprar frutas, tomar um suco e cuidar da saúde, por que não recarregar o carro também?". Tecnologia, sustentabilidade e praticidade no mesmo lugar Os novos carregadores oferecem uma experiência completa, pensada para facilitar o dia a dia do cliente e reforçar o compromisso da marca com o meio ambiente: Carregadores de 14 kW: rápidos, seguros e compatíveis com todos os modelos disponíveis no Brasil; Pagamento via app EzVolt: simples e direto, sem burocracia; Monitoramento 24h: garantindo operação contínua e confiável; Energia limpa: cada recarga representa menos emissões e mais cuidado com o planeta. Mais do que um serviço, os carregadores representam um novo capítulo para o HNT, em um movimento para integrar sustentabilidade, conveniência e inovação em experiências reais e cotidianas para o consumidor. "Na Hortifruti Natural da Terra, estamos sempre olhando para oportunidades que tragam valor não só para o negócio, mas também para a sociedade. A implementação de pontos de recarga para veículos elétricos em nossas lojas é uma ação que une sustentabilidade, conveniência e inovação no dia a dia dos clientes. Para isso, analisamos três fatores principais: localização estratégica, fluxo de clientes com veículos elétricos na região e viabilidade de infraestrutura elétrica. Também avaliamos parcerias com fornecedores de tecnologia e consumo de energia renovável, para que o investimento faça sentido econômico e ambiental. Hoje, mais de 15 lojas já contam com essa estrutura, e o plano é expandir de forma responsável e sustentável", destaca André Verçosa. A proposta é clara: se o cliente já escolhe alimentos frescos, cuida da saúde e busca bem-estar, agora pode também contribuir para um futuro mais sustentável, enquanto faz tudo isso. O diretor financeiro da HNT concluiu: "Esse é um projeto que oferece mais do que um serviço, mas que cria um ambiente no qual cuidar da saúde, da alimentação e do meio ambiente acontecem ao mesmo tempo. Queremos que nossos clientes saibam que estamos pensando no futuro — no futuro deles, do planeta e da mobilidade". O futuro chegou. E está estacionado logo ali.
18/11/2025
Conecta
Reconquistar clientes: ação estratégica para faturar e fidelizar
Um desafio constante para qualquer supermercadista é conquistar novos consumidores, ainda mais considerando o mercado extremamente competitivo. Porém, um plano específico tem um potencial enorme: reconquistar os inativos. Recuperar esses clientes e fidelizá-los pode ser mais estratégico do que apostar em um novo público, porque esses consumidores já tiveram contato com a marca e, em algum momento, confiaram na proposta de valor da empresa. E os dados corroboram essa afirmação. Segundo levantamento da Rock Encantech, 11% dos consumidores tendem a desaparecer a cada três meses. Por outro lado, 65% do faturamento de uma loja pode vir de clientes-chave, desde que estejam fidelizados. Quem são os clientes inativos? Antes de pensar em ações de recuperação, é essencial compreender quem são os clientes inativos da loja. De forma geral, são considerados inativos aqueles consumidores que pararam de interagir com a marca dentro de um período fora do padrão esperado de recompra. No varejo supermercadista, não existe um padrão único, já que o tempo de inatividade varia conforme a categoria e o ciclo de compra. Por isso, o critério de inatividade deve considerar o histórico da base de clientes e o ticket-médio. Ou seja, compreender os motivos do afastamento do consumidor e traçar estratégias de reconquista é fundamental. Um dos principais erros, é tratar o cliente inativo como um número perdido, e não como um relacionamento interrompido, como explica Anderson Ozawa, CEO da AOzawa Consultoria: “Esta visão muda todo o jogo. É necessário parar com a tática de mandar ofertas genéricas e frias, com a premissa de que a inatividade do cliente é causada por preço. Na verdade, o problema é conexão”. “Outro erro recorrente é a ausência de uma estratégia contínua de reativação. A maioria dos supermercadistas faz campanhas pontuais, reativas, sem diagnóstico prévio e no final, gera apenas ruído e não um resultado efetivo com os clientes. A estratégia de reengajamento exige inteligência emocional e constância estratégica, não desespero promocional”, complementa Anderson Ozawa. Valéria Rodrigues, CEO da Shopper Experience, também destaca: “O varejo supermercadista tem oportunidade, através de cadastro e monitoramento de transações, analisar dados e criar estratégias de reativação e fidelização. Compreender quais são os hábitos de compra e cesta de seus clientes permite construir análise de dados transacionais identificando recorrência de compra e abandono. Segmentar a base de clientes e oferecer produtos relevantes para cada perfil será fundamental para o resgate”. Por que vale investir na recuperação? Investir na retenção e na recuperação de consumidores é mais eficiente do que focar apenas na aquisição de novos clientes. Clientes fidelizados tendem a apresentar ticket médio mais elevado, além de já possuírem um histórico de relacionamento, o que facilita a criação de ofertas relevantes e personalizadas. Outro fator importante é o aspecto emocional: consumidores recuperados costumam ser mais leais, pois percebem o esforço da marca em reconquistá-los. No cenário atual do varejo, marcado por alta competitividade e custos crescentes de mídia digital, deixar de investir em estratégias de recuperação significa perder oportunidades valiosas de receita e engajamento. Porém, é preciso cuidado com a solução adotada e a forma de se comunicar. “Não há uma solução única. O importante é estabelecer a multicanalidade no contato com seus clientes, criar uma régua de comunicação consistente e identificar para cada perfil e objetivo de comunicação o canal mais eficaz”, ressalta Valéria Rodrigues. Anderson Ozawa enfatiza: “O segredo não é o canal, mas a intenção da mensagem utilizada. Atualmente, o cliente percebe rapidamente quando é chamado por cuidado, e não por algoritmo, de forma generalista”. Também é preciso ter cuidado com o “limite” de cada cliente, alerta Anderson Ozawa: “O respeito é a fronteira entre insistência e incômodo. O cliente precisa ter opção de escolha, como por exemplo, decidir com que frequência e por quais canais querem ser contatado. Marcas maduras entendem o ‘não’ como parte do processo e utilizam este dado para melhorar seu relacionamento com o cliente. Forçar contato é sinal de desespero, de venda a qualquer custo e por outro lado, esperar o tempo do cliente é sinal de inteligência relacional, que é mandatória hoje nas estratégias de conexão com os clientes”. Valéria Rodrigues completa: “Importante monitorar os sinais de desinteresse (não abertura de mensagens) e construir uma régua de relacionamento que seja adequada em formato e conteúdo (informações relevantes)”. O papel do CRM na reconquista O CRM (Customer Relationship Management) é uma ferramenta essencial nesse processo. Nele ficam armazenados dados como frequência de compras, categorias preferidas, canais de interação e informações demográficas. Com esses dados, o varejista pode mapear clientes inativos, segmentar perfis e desenvolver campanhas personalizadas. Um CRM bem estruturado transforma dados em inteligência de relacionamento, permitindo uma atuação mais proativa e assertiva. “Programas de fidelidade integrados ao CRM da empresa, criam a sensação de continuidade, onde o cliente percebe que sua história e seus benefícios não foram esquecidos e sim, fazem parte da sua conexão positiva com o supermercadista. Os programas de fidelidade devem representar mais do que acúmulo de pontos, uma vez que seu objetivo deve ser o reconhecimento e relacionamento individualizado. Para estes casos, a reativação ocorre quando o cliente sente que ainda é parte de algo, não um dado arquivado que é acessado apenas nos momentos em que o varejista precisa vender mais, como finais de semana e épocas sazonais”, salienta Anderson Ozawa. Estratégias para reconquistar clientes Uma vez identificados os clientes inativos, o varejo pode colocar em prática diferentes ações para reaproximá-los, com foco em alguns pontos específicos. Valéria Rodrigues frisa: “Para compreender a melhor abordagem emocional ou gatilhos para reconquista, é fundamental conhecer através de pesquisa o perfil de seu cliente. Compreender, além de seus hábitos de compra, os seus valores e expectativas em relação ao varejo supermercadista é fundamental. Como exemplo, diferentes gerações e classes sociais tem expectativas especificas e demandam abordagens únicas. Algumas abordagens como reconhecimento do cliente e valorização; oferta de benefícios exclusivos e humanização da relação costumam ter efeitos positivos em diferentes perfis de clientes”. “Quando o assunto é relacionamento com cliente, cuidado é o novo diferencial competitivo. O cliente volta quando percebe que foi lembrado com propósito, e não com planilha, de uma forma automatizada e robótica. A percepção de cuidado reconstrói a confiança do cliente e reduz o atrito emocional, pois no fundo, o cliente quer sentir que a marca o conhece de verdade e mais do que isso, que se importa”, finaliza Ozawa. 1. Campanhas de e-mail O e-mail continua sendo uma ferramenta eficaz de reengajamento. Mensagens personalizadas e acolhedoras ajudam a despertar o interesse do consumidor. “As campanhas de reconquista devem ativar emoções nos clientes, não só descontos. De acordo com estudos, os gatilhos mais poderosos são pertencimento, nostalgia e exclusividade, onde mensagens como ‘Sentimos sua falta’ ou ‘Você faz parte da nossa história’ despertam memória afetiva. Esta estratégia é muito mais eficaz que “volte e ganhe 10%”. Novamente, o cliente retorna quando sente que a marca o reconheceu, não quando o pressionou. Essa sutil diferença faz toda a diferença”, evidencia Anderson Ozawa. 2. Ofertas exclusivas e personalizadas Clientes inativos precisam de um incentivo real para voltar. Descontos exclusivos e condições diferenciadas são estratégias poderosas, desde que baseadas em dados reais de consumo. Mais do que oferecer o menor preço, a ideia é criar uma sensação de valorização e privilégio, reforçando o vínculo com a marca. 3. Automação baseada em comportamento A automação, apoiada por inteligência artificial, permite criar fluxos automáticos que reagem ao comportamento do cliente. Por exemplo: se o cliente não compra há 45 dias, o sistema pode enviar um cupom de desconto válido por sete dias. Caso ele não utilize, uma segunda oferta pode ser disparada, com condições ainda mais atrativas. Essa abordagem garante consistência e agilidade, sem perder oportunidades. “O ideal é a combinação destes tipos de automação com objetivos distintos e complementares: baseadas em comportamento e em tempo. As de comportamento tendem a ter taxa de abertura maior desde que tenham conteúdo relevante para o cliente alvo. Isto é possível através da observação de seu histórico de compra e estruturação de mensagens direcionadas para call to action. Já as baseadas em tempo podem ser uteis para dar suporte à criação da régua de relacionamento trazendo consistência ao fluxo”, explica Valéria Rodrigues. Anderson Ozawa completa: “Buscar o equilíbrio é fundamental. A automação é o cérebro, o racional e a humanização são o coração, o sentimento. O equilíbrio está em usar dados para personalizar (emoção), não padronizar (racional). A tecnologia deve ter como objetivo disponibilizar tempo para que as pessoas possam atender melhor, e não significa substituí-las. O cliente percebe quando há sentimento por trás da mensagem e é justamente isso o que diferencia marketing de relacionamento de marketing automático. Devemos sempre lembrar que é sobre um ser humano se relacionando com outro ser humano, com o processo operacionalizado por uma automação”. 4. Análise preditiva Entender por que o cliente deixou de comprar é parte fundamental do processo. A análise preditiva, apoiada em IA, ajuda a identificar padrões que levam à inatividade. Entre os motivos mais comuns estão: Problemas na experiência de compra; Atração por ofertas da concorrência; Mudanças no perfil de consumo. 5. Monitore resultados Com esses insights, o varejista pode ajustar estratégias e corrigir falhas internas, tornando o relacionamento mais alinhado às expectativas do consumidor. Mas é preciso acompanhamento para confirmar a efetividade das estratégias, reforça Valéria Rodrigues: “Importante monitorar a taxa de reativação, clientes que voltaram a comprar ou interagir, sua frequência de compra, ticket médio, engajamento com a comunicação (abertura, cliques) e NPS. Além destes indicadores nesta amostra de clientes inativos a serem reconquistados, é importante observar atentamente os sinais de abandono ou inativação na base geral com objetivo de comparar com os índices históricos e analisar sinais de diminuição nas taxas de inatividade”. Reconquistar é uma oportunidade Clientes inativos não devem ser vistos como perdas definitivas, mas sim como oportunidades de reconquista e fidelização. Com o apoio da tecnologia, do CRM e de estratégias bem direcionadas, o varejo pode transformar antigos clientes em defensores da marca, fortalecendo o relacionamento e impulsionando os resultados.
18/11/2025
Por dentro da asserj
Conselho de Prevenção de Perdas da ASSERJ debate governança, compliance e KPIs
O Conselho de Prevenção e Perdas da ASSERJ se reuniu nesta terça-feira, 17 de novembro, no Recreio dos Bandeirantes, para discutir práticas e desafios da área, com foco em inovação e boas práticas empresariais no setor de prevenção de perdas. O evento contou com a participação de grandes nomes do mercado. O encontro foi marcado pela troca de experiências e a apresentação de cases de sucesso, com o objetivo de promover a melhoria contínua nos processos de prevenção de perdas nas empresas do setor. Importância de personalizar as soluções Durante o evento, William Lodrão, diretor da Abrappe e gestor de prevenção de perdas e riscos do Supermercado Princesa, destacou que o sucesso de um case de prevenção de perdas não pode ser generalizado para todas as empresas. "O que faz sentido para uma empresa pode não ser aplicável para outra. A tecnologia, por exemplo, pode funcionar em uma realidade, mas não em outra. O importante aqui é entender o momento certo de adaptar o modelo de outra empresa para o meu segmento", afirmou. Ele enfatizou também que, para o Rio de Janeiro se tornar uma referência em prevenção de perdas, é preciso ter clareza sobre conceitos como governança, compliance e KPIs, além de investir em inovação e formação de equipes. "Estamos muito motivados com os novos desafios e diretrizes que estão sendo tomadas. O que estamos fazendo aqui é um passo importante para que o Rio de Janeiro seja uma referência, não só em processos, mas também em liderança e verificação. O evento tem sido um sucesso, graças à grande participação e colaboração dos colegas presentes", concluiu Lodrão. Prevenção de Perdas: pilar essencial para o sucesso empresarial William também falou sobre a importância de um controle rigoroso das perdas. "A prevenção de perdas não dá lucro diretamente, mas evita prejuízos. Não adianta vender bem se você não tem controle sobre as perdas", explicou. Ele ressaltou a relevância do trabalho conjunto entre as áreas de vendas e prevenção de perdas. "É fundamental encontrar um equilíbrio entre a venda e o controle de perdas. Se você vende muito, mas perde ainda mais, está fadado ao insucesso", completou. Treinamento: o caminho para o sucesso Ana Cláudia Souza, especialista na área de gestão de estoques e prevenção de perdas do Supermercado Mundial, compartilhou a experiência da empresa, que investe fortemente em treinamento como ferramenta essencial para a prevenção de perdas. "Identificamos que não havia como reduzir perdas sem treinar adequadamente nosso pessoal. Hoje, sou responsável por treinar todas as áreas da empresa, desde o operacional até a alta liderança", contou. Segundo Ana Cláudia, os treinamentos são focados em diversos aspectos, como fiscalização, prevenção de rupturas e inventários. "É importante que todos entendam o que é necessário para prevenir as perdas, seja no estoque, nas vendas ou no dia a dia do supermercado. O sucesso da prevenção de perdas está diretamente ligado ao engajamento e ao conhecimento da equipe", afirmou. O desafio da Prevenção de Perdas no varejo supermercadista Os debates e apresentações realizadas no evento da ASSERJ reforçam a ideia de que a prevenção de perdas é um pilar essencial para o sucesso das empresas do setor de varejo. A implementação de processos claros e eficientes, aliados ao investimento em tecnologia e treinamento, são fundamentais para garantir a competitividade e a sustentabilidade dos negócios. O Rio de Janeiro, como afirmou William Lodrão, tem tudo para se tornar uma referência nacional em boas práticas de prevenção de perdas, oferecendo soluções inovadoras e colaborativas para o mercado.
18/11/2025
Economia
Setembro de recuperação: varejo fluminense enfrenta desafios, mas supermercados se recuperam
O cenário enfrentado pelo varejo fluminense como um todo é desafiador. Apesar disso, os supermercados no Rio de Janeiro demonstram movimento de recuperação. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC/IBGE), divulgados na última quinta-feira, 13 de novembro, mostram que, em setembro de 2025, a receita dos supermercados do nosso estado se manteve estável, com tímida queda de 0,1% em termos reais, já descontada a inflação, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Apesar da leve baixa registrada no nono mês do ano, no acumulado de janeiro a setembro, os supermercados apresentaram alta de 0,9%, enquanto no somatório dos últimos 12 meses o avanço chegou a 1%, em ambos os casos já descontada a inflação. Vale mencionar ainda que a retração do nosso setor foi uma das mais baixas do comércio varejista fluminense em setembro (na comparação com o mesmo período de 2024), em um mês marcado por quedas em diversas atividades mapeadas. "Os dados divulgados pelo IBGE reforçam aquilo que temos acompanhado de perto, mesmo em um cenário macroeconômico desafiador para o varejo fluminense, o setor supermercadista do Rio de Janeiro demonstra resiliência, capacidade de reação e compromisso com o consumidor. Ou seja, seguimos num movimento consistente. Isso mostra a força do nosso setor, que permanece firme, investindo, abrindo lojas, inovando e garantindo abastecimento e preços competitivos para as famílias. Seguimos trabalhando ao lado dos associados, do Poder Público e de toda a cadeia produtiva para fortalecer ainda mais esse ritmo. O Rio de Janeiro precisa de um varejo forte, e os supermercados têm cumprido seu papel nesse processo", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS).
17/11/2025
Comportamento & tendência
Atualidades
Consumo de bebidas alcoólicas: após casos de metanol, supermercados reforçam papel de canal seguro
Os recentes casos de contaminação por metanol em bebidas alcoólicas falsificadas provocaram uma mudança imediata no comportamento de compra dos consumidores. A ampla repercussão na mídia acendeu um alerta entre os consumidores, afetando diretamente o desempenho da categoria no varejo supermercadista. O fato, porém, reforçou um outro traço do nosso segmento junto ao cliente: o reconhecimento como um canal seguro de compra. Segundo levantamento da Rock Encantech, realizado entre 27 de setembro e 19 de outubro, as reduções foram expressivas, principalmente entre a subcategoria dos destilados. Segundo Fernando Gibotti, vice-presidente de Inteligência e Mercado da Rock Encantech, o momento exige atenção redobrada do setor supermercadista: "Diante dos casos de contaminação por metanol, há uma queda momentânea de confiança do consumidor. Para o varejo, o momento exige transparência ativa e reforço da credibilidade: mais do que preços atrativos, é essencial comunicar a origem garantida das bebidas, com fornecedores certificados e processos auditáveis. Internamente, manter o controle rigoroso das informações de procedência facilita respostas rápidas em caso de fiscalização e fortalece a segurança operacional". Supermercado: porto seguro do consumidor Apesar dos números impactados por uma maior precaução do consumidor, o fator credibilidade pode ser destacado sobre os supermercados, especialmente quando se fala de consumidores fidelizados. Nos supermercados, a queda de faturamento e volume da categoria foi menor do que em outros canais, reforçando que o cliente percebe o varejo supermercadista como o canal mais confiável para realizar suas compras, especialmente em momentos de incertezas sobre produtos. A análise demográfica referenda essa conclusão. Consumidores acima de 40 anos reduziram o gasto médio, mostrando cautela. Porém, o público mais jovem, entre 19 a 39 anos, adotou postura distinta, com leve queda no gasto médio, mas um aumento na quantidade de itens por compra. "Esse comportamento sugere que o público mais jovem passou a considerar o supermercado um ambiente mais seguro para adquirir bebidas, optando por produtos mais acessíveis, como bebidas mistas e cervejas. Isso explica o aumento de volume sem impacto expressivo no ticket-médio", analisa Fernando Gibotti. Black Friday: momento de impulsionar a retomada Mesmo com o cenário adverso, a categoria de bebidas segue como uma das mais estratégicas para as grandes datas promocionais. Na Black Friday do ano passado, em comparação com a de 2023, por exemplo, os destilados representaram 13% do faturamento da cesta típica, com crescimento de 13% em faturamento e 46% em volume, enquanto as cervejas tradicionais tiveram participação ainda maior, de 33% do faturamento, com salto de 49% em valor e 62% em volume, de acordo com dados da Rock Encantech. Para Fernando Gibotti, aproveitar a sazonalidade será decisivo para o varejo supermercadista, principalmente nas lojas físicas: "Com a confiança abalada, a loja física ganha ainda mais relevância como âncora de credibilidade. É uma excelente oportunidade para reforçar junto ao cliente, de forma clara e visível, que o supermercado onde ele compra diariamente é um ambiente seguro e confiável. Assim, aceleramos a recuperação da categoria e fortalecemos a marca no período que antecede as principais datas do varejo".
17/11/2025
Comportamento & tendência
Como as novas gerações estão redefinindo a venda de frutos do mar nos supermercados
A evolução do perfil dos consumidores de frutos do mar tem tornado a comercialização cada vez mais complexa. Um público mais jovem e multicultural vem estabelecendo novos padrões de compra, criando um ambiente mais dinâmico e desafiador para o varejo supermercadista. O envelhecimento da geração baby boomer (nascidos entre 1946 e 1964) e o crescimento do número de consumidores jovens e diversos estão transformando o interesse por espécies específicas e redefinindo as estratégias de venda. “Pessoas fazem a diferença e determinam os melhores resultados”, afirma Rick Stein, vice-presidente de alimentos frescos da FMI — The Food Industry Association. Segundo o relatório The Power of Seafood 2025, mais da metade dos consumidores frequentes de frutos do mar pertence à Geração Z (1997–2012) ou aos millennials (1981–1996). Além disso, 41% têm maior probabilidade de fazer parte de minorias — especialmente hispânicos (20%) e negros (18%) — do que o consumidor médio. Já os baby boomers e a Geração X (1965–1980) compõem a maior parte dos consumidores ocasionais. Um estudo da McKinsey & Company reforça que o comportamento da Geração Z representa uma das maiores oportunidades do mercado. A consultoria prevê que esse grupo será não apenas o maior, mas também o mais rico da história. A renda média de um membro da Geração Z de 25 anos é de US$ 40 mil — 50% maior, ajustado pela inflação, do que a de um baby boomer na mesma idade. Além disso, seus gastos crescem duas vezes mais rápido que os das gerações anteriores e devem ultrapassar os dos boomers globalmente até 2029. Oportunidades em expansão O estudo aponta que 58% da Geração Z consome frutos do mar regularmente, e esse grupo é mais propenso a reduzir o consumo de carne vermelha. No último ano, 31% dos jovens consumidores aumentaram o consumo de frutos do mar — percentual maior que o da população geral (27%). As reduções, por outro lado, estão ligadas a fatores como preço, inflação, busca por variedade e aumento no consumo de outras proteínas. Para Stein, o varejo pode estimular o consumo oferecendo refeições prontas, opções ready-to-cook, ready-to-eat e produtos para levar. Essas soluções atendem ao ritmo acelerado do público mais jovem e seu interesse por conveniência. Demonstrações culinárias, receitas e conteúdo educativo — tanto nas lojas quanto nos canais digitais — também ajudam a criar confiança e fidelidade. Além disso, receitas com sabores globais e maior diversidade de espécies tendem a atrair consumidores multiculturais, enquanto práticas de fornecimento ético reforçam o apelo entre jovens preocupados com sustentabilidade. “A sustentabilidade permanece uma prioridade, especialmente entre a Geração Z e os millennials”, destaca Stein. Desafios a superar Para maximizar as vendas, é crucial enfrentar a percepção de que frutos do mar são caros. “Apesar de os consumidores reconhecerem os benefícios à saúde, muitos ainda enxergam os frutos do mar como uma proteína de luxo”, afirma Stein. Ele defende que o varejo deve reposicionar o valor da categoria, evidenciando versatilidade, prazer gastronômico e seu papel em uma dieta equilibrada. Outro ponto essencial é manter o foco na qualidade, principal fator de decisão dos consumidores. Pesquisas da FMI mostram que eles estão dispostos a pagar mais quando percebem benefícios reais, como praticidade, saúde e experiência de consumo. A importância do público-alvo “Varejistas criam clientes mais engajados e fiéis quando ajustam sortimento, comunicação e experiência às necessidades específicas de cada grupo”, reforça Stein. Os consumidores frequentes buscam informações detalhadas sobre origem, nutrição e preparo, enquanto os ocasionais preferem orientações simples e diretas. Ferramentas digitais, como QR Codes com informações completas, podem facilitar esse processo, assim como equipes bem treinadas no setor de pescados. Mensagens enviadas por aplicativos e sites também ajudam a popularizar receitas, dicas culinárias e conteúdos sobre sustentabilidade, tornando a categoria mais acessível. “Há uma grande oportunidade para comunicar todo o valor dos frutos do mar, tanto nos canais digitais quanto nas lojas”, afirma Stein. “Quando os varejistas conseguem transformar a percepção de ‘produto de luxo’ para ‘item essencial do dia a dia’, o engajamento cresce em toda a categoria.”
17/11/2025
Indústria em cena
Verde Campo lança sobremesa de Chocolate Natural Whey com 12g de proteína
Em um momento em que os produtos proteicos ganham cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros, a Verde Campo apresenta sua nova Sobremesa Cremosa de Chocolate Natural Whey, que chega ao mercado com 12g de proteína por pote. A novidade traz zero adição de açúcares, zero gorduras totais, zero lactose e apenas 88 kcal, sendo que mais da metade dessas calorias vêm da proteína — oferecendo uma opção leve, funcional e que favorece a saciedade e a manutenção da massa magra. Na prática, a energia do produto é majoritariamente proveniente da proteína, não de açúcares ou gorduras, reforçando o posicionamento da marca em entregar alimentos alinhados às tendências de saudabilidade. A sobremesa já está disponível e pode ser encontrada no site oficial da Verde Campo. “A proteína se consolidou como um dos principais diferenciais na escolha dos consumidores, presente hoje em diversas categorias. A Verde Campo foi uma das primeiras marcas a apostar nesse caminho e segue inovando, agora trazendo a proteína também para o momento da sobremesa”, destaca Lorena Andrada, gerente de Marketing da empresa.
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