Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Cacau brasileiro ganha destaque no mercado internacional
Com a seca observada na Costa do Marfim, a colheita do fruto na África deverá ser prejudicada Os produtores brasileiros de cacau começaram o mês com motivos para comemorar. Foi registrada nova alta nos contratos do fruto, com os lotes para maio novamente a US$ 10 mil a tonelada. Segundo fontes do Zaner Group, a seca na Costa do Marfim deve prejudicar a safra intermediária que deve ficar entre 400 mil a 500 mil toneladas, abaixo das 600 mil do ano passado. O governo do país africano chegou a solicitar aos compradores para adiar os pedidos, criando oportunidades para os produtores brasileiros aumentarem a participação no mercado internacional. Neste cenário em que as cotações do cacau têm batido recordes dia após dia nas bolsas internacionais, gigantes chocolateiras que atuam no Brasil começam a ver os resultados de programas de revitalização e estímulo à cultura implementados por elas no país para aumentar a oferta. Multinacionais como Cargill e Nestlé têm investido em programas de revitalização e estímulo ao cultivo no Brasil. O fato de ser produzido de forma sustentável coloca o país em uma posição de vantagem em relação ao cacau de outros países. Cerca de 80% da produção brasileira de cacau tem origem agroflorestal, o que gera benefícios ambientais, minimiza mudanças climáticas e conserva a biodiversidade.
10/04/2024
Vitória memorável da ASSERJ: Projeto de Lei do ROT aprovado!
Depois de muitas discussões, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou o PL que dispensa o Regime Optativo de Tributação (ROT-ST) para o varejo Com a aprovação pela Alerj, o Projeto de Lei aguarda a sanção do governador Cláudio Castro para se tornar lei. O objetivo do regime optativo é dispensar o pagamento do tributo correspondente à complementação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) retido por substituição tributária. Esta complementação acontece nos casos em que o preço praticado ao consumidor final é superior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. Só poderão aderir ao regime os contribuintes que firmarem compromisso de não exigir a restituição decorrente de realização de operações a consumidor final com preço inferior à base de cálculo utilizada para a cobrança da substituição tributária. A substituição tributária foi criada para facilitar a arrecadação do ICMS. Trata-se de uma retenção antecipada do imposto, baseada em previsão de arrecadação, que é cobrada somente do primeiro contribuinte da cadeia produtiva de um determinado produto.
09/04/2024
Redes associadas da ASSERJ estão entre as 10 maiores marcas do setor supermercadista do Brasil
Estudo da Associação Brasileira de Supermercados elencou as marcas mais valiosas do varejo supermercadista O Ranking Abras, elaborado pela instituição de mesmo nome e que representa o setor a nível nacional, divulgou na segunda-feira, 8 de abril, um estudo completo sobre as movimentações do varejo supermercadista no último ano. Além disso, foi publicada uma lista com as 30 marcas mais valiosas da categoria. Cerca de três marcas filiadas a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro, ASSERJ, estão no top 10 do ranking nacional: Grupo Carrefour (1º lugar), Grupo Pão de Açúcar (4º lugar) e Cencosud (8º lugar). “Estar mais uma vez no topo do Ranking Abras é um motivo de muito orgulho. O ano de 2023 foi de trabalho intenso, mas conseguimos superar os desafios e conquistar resultados positivos que consolidam a nossa posição como líder no setor. Seguiremos desenvolvendo iniciativas que tenham o cliente no centro das nossas decisões e que tenham sinergia com todo ecossistema do Grupo”, celebra Stéphane Maquaire, CEO do Grupo Carrefour Brasil. Segundo a NielsenlQ, parceira do Departamento de Economia e Pesquisa da Abras, foi constatado que o setor teve mais um ano de crescimento alcançando um faturamento de R$ 1 trilhão, por meio da operação de todos os formatos e canais de distribuição (supermercado convencional, hipermercado, atacarejo, mercado de vizinhança, loja de conveniência e contêiners em condomínios). Segundo o consolidado, esse resultado representou 9,2 % do Produto Interno Bruto, o PIB, em 2023. O setor ainda gerou cerca de 5,5 milhões de empregos diretos e indiretos, reflexo da expansão em relação ao número de lojas, passando de 94.706 para 96.282 unidades gerais. Ranking Abras Segundo o novo ranking da Abras, houve mudanças entre as 30 maiores empresas do setor supermercadista brasileiro. O levantamento considerou a amostra proveniente de empresas que se dispuseram a participar da pesquisa em 2024 e que, nesta edição, ampliou o número de marcas para 1.251 empresas analisadas. O ranking brasileiro teve o Carrefour liderando pela 8ª vez o ranking da Abras, movimentando cerca de R$ 115,5 bilhões em 2023. Em seguida o ASSAI Atacadista, no segundo lugar com R$ 73 bilhões e o Grupo Mateus, em terceiro, com R$ 30,5 bilhões. Confira o ranking: 2024 Empresa Sede Faturamento (R$) 1 GRUPO CARREFOUR BRASIL SP 115.458.000.000 2 ASSAÍ ATACADISTA SP 72.785.000.000 3 GRUPO MATEUS MA 30.245.569.000 4 GPA SP 20.617.000.000 5 SUPERMERCADOS BH MG 17.388.297.482 Total 5 Maiores 256.493.866.482 6 GRUPO MUFFATO PR 15.658.436.442 7 GRUPO PEREIRA SP 13.196.102.780 8 CENCOSUD BRASIL SP 11.180.952.960 9 MART MINAS ATACADO E VAREJO & DOM ATACADISTA MG 9.436.803.936 10 GRUPO KOCH HIPERMERCADO SC 7.996.860.000 Total 10 Maiores 313.963.022.600 11 DMA DISTRIBUIDORA S.A (Epa, Brasil Atacarejo e Mineirão Atacarejo) MG 7.994.196.464 12 ZAFFARI SUPERMERCADOS RS 7.660.000.000 13 TENDA ATACADO SP 6.971.526.404 14 COSTA ATACADÃO DF 6.807.741.023 15 SAVEGNAGO SUPERMERCADOS SP 6.092.335.054 16 SONDA SUPERMERCADOS SP 5.159.283.793 17 ATACADÃO DIA A DIA DF 5.102.663.114 18 DIA BRASIL SP 4.870.715.105 19 PLURIX SP 4.708.542.000 20 GRUPO LÍDER PA 4.644.379.929 Total 20 Maiores 373.974.405.486 21 NOVO ATACAREJO PE 4.634.465.490 22 GRUPO ABC MG 4.487.372.006 23 COMERCIAL ZAFFARI RS 4.401.683.514 24 ATACADÃO ATAKAREJO BA 4.309.729.161 25 GRUPO AMIGÃO PR 4.207.067.841 26 GRUPO SUPERNOSSO MG 4.142.533.345 27 GRUPO BAHAMAS MG 4.013.175.854 28 ROLDÃO ATACADISTA SP 3.897.252.150 29 GIASSI SUPERMERCADOS SC 3.757.829.855 30 ANGELONI SC 3.517.175.756 Total 30 Maiores 415.342.690.458
09/04/2024
Economia
Rio deixa de ter a cesta básica mais cara do Brasil; veja os números
Consolidados de março apontam para a primeira redução no valor da cesta básica na capital fluminense Segundo o levantamento feito pela Future Tank, consultora econômica da ASSERJ, com dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), na última segunda-feira, 8, o preço da cesta básica no Rio de Janeiro teve uma queda de 2,5% em comparação ao mês de fevereiro. Essa é a primeira retração no valor em seis meses, no Estado. Agora, a cesta básica passa a custar R$ 812,25, caindo para o segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo, que lidera com R$ 813,26. Segundo o Dieese, cerca de 10 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, tiveram um aumento em seu preço final. As maiores altas foram registradas em Recife (5,81%), Fortaleza (5,66%), Natal (4,49%) e Aracaju (3,90%). Os principais auxiliares na deflação do preço dos produtos da Cesta Básica vieram do agro, com destaque para o óleo de soja, que está operando em excesso no campo, a carne bovina, que vem frustrando os números da exportação e obrigando a queda do preço no mercado interno e o arroz agulhinha, cujo avanço da colheita e o aumento da importação evitaram que o aumento chegasse ao consumidor. Por outro lado, a banana vem enfrentando uma maior demanda com menor oferta e o café, onde o volume de exportação tem subido bastante, vive com a incerteza sobre a safra de 2024/25. Ambos, contiveram a queda no valor da cesta básica. Em comparação com o cenário nacional, o preço final da cesta cresceu em março (+0,7%), impactado pela inflação de 10 das 17 capitais pesquisadas. No primeiro trimestre do ano, o conjunto dos alimentos básicos do Rio de Janeiro acumulou uma inflação de 10%, bem acima da média de 6,4%.
09/04/2024
1
...
438
439
440
...
779
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 1,753 to 1,756 of 3,115 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
438
Page
439
Page
440
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
441
Page
442
Page
443
Page
444
Page
445
Page
446
Page
447
Page
448
Page
449
Page
450
Page
451
Page
452
Page
453
Page
454
Page
455
Page
456
Page
457
Page
458
Page
459
Page
460
Page
779
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden