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Ypê aposta em agentes de IA para ganhar eficiência operacional e fortalecer o atendimento ao varejo supermercadista
A Ypê avançou em sua estratégia de inovação ao incorporar agentes de inteligência artificial na gestão de sistemas críticos, com impactos diretos na eficiência operacional, no nível de serviço e no relacionamento com o varejo supermercadista. A evolução tecnológica foi viabilizada pela ampliação da parceria com a Rimini Street, provedora global de suporte independente para sistemas ERP, incluindo SAP. A adoção do Rimini Support™ para SAP S/4HANA permitiu à Ypê transformar a estabilidade do ERP em uma base sólida para acelerar projetos de inovação, sem a necessidade de atualizações complexas ou migrações disruptivas. “Ninguém conhece ERP melhor do que a Rimini Street. Experimentamos muitos benefícios financeiros e operacionais ao mudar do suporte SAP para a Rimini Street. E com as ofertas de inovação em IA Agêntica da Rimini Street, nosso roadmap para a transformação foi acelerado”, afirma Geraldo Pereira, CIO da Ypê. Com o ambiente de ERP estabilizado, a área de TI passou a concentrar esforços em iniciativas estratégicas, como a implementação do Rimini Agentic UX™, uma camada inteligente de engajamento do usuário baseada em IA agêntica. A solução conecta e automatiza fluxos entre diferentes sistemas corporativos, gerando ganhos práticos para áreas como vendas, atendimento ao cliente e gestão de pedidos, que impactam diretamente a operação do varejo. Segundo a empresa, processos que antes exigiam até oito etapas manuais foram reduzidos para apenas duas, trazendo ganhos relevantes de velocidade, redução de riscos e melhoria do indicador OTIF (on-time, in-full) — fator crítico para assegurar o abastecimento correto das lojas. “A SAP pensa apenas no ambiente SAP, mas a Rimini Street pensa em todas as integrações. Com a oferta Agentic UX da Rimini Street, agora tenho uma vantagem importante e um caminho inteligente para ter a IA em toda a empresa”, reforça Pereira. Outro ponto destacado pela Ypê é a capacidade da IA agêntica de atuar de forma transversal, rompendo silos entre sistemas como ERP, CRM, plataformas de atendimento e soluções de RH. Essa visão integrada contribui para decisões mais rápidas, maior previsibilidade operacional e respostas mais ágeis às demandas do varejo supermercadista. “A Ypê é um modelo de como as organizações podem usar o ERP com Agentes de IA para alcançar valor em toda a empresa, de forma rápida, segura e sem interrupções”, afirma Vijay Kumar, EVP e CIO da Rimini Street. “Juntos, estamos implementando fluxos de trabalho inteligentes que aceleram a tomada de decisões, reduzem o atrito operacional e apoiam a estratégia de IA de longo prazo da Ypê.” Para a companhia, o modelo adotado também reduz barreiras de entrada para a inovação. “Outros projetos de IA levam muito tempo para apresentar resultados. Com a Rimini Street, você pode testar agentes de IA e IA generativa sem grandes migrações, sem grandes investimentos, agora mesmo”, conclui Pereira. Ao consolidar o uso de IA agêntica em seus processos, a Ypê reforça uma estratégia voltada à eficiência, confiabilidade e colaboração com o varejo supermercadista, fatores cada vez mais decisivos para a competitividade da indústria no ambiente B2B.
02/02/2026
Economia
Alta do café lidera inflação de alimentos e impõe desafios à gestão do varejo supermercadista
O avanço expressivo nos preços do café em pó e em grãos ao longo de 2025 reforçou os desafios de rentabilidade e gestão de categorias no varejo supermercadista. De acordo com o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, da Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados para a cadeia de consumo, o item ficou 40,7% mais caro na comparação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, passando de R$ 53,58 para R$ 76,36 no preço médio nacional. O movimento chama atenção porque ocorreu mesmo em um cenário de produção elevada. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a safra brasileira de café foi estimada em 56,5 milhões de sacas, alta de 4,3% em relação a 2024. No entanto, a queda de 9,7% na produção de café arábica — variedade mais consumida no mercado interno —, impactada por condições climáticas adversas e menor produtividade, reduziu a oferta disponível e impulsionou reajustes ao longo de toda a cadeia. Para o varejo supermercadista, o cenário exigiu revisões constantes de preços, negociações mais intensas com a indústria e atenção redobrada ao comportamento do consumidor diante de um item de alto giro. "Para 2026, a expectativa é de um cenário mais equilibrado, sustentado por perspectiva de safra melhor e condições climáticas mais estáveis, o que pode reduzir a volatilidade de preços no varejo”, destaca Luciano Inácio, que também é vice-presidente da ABIC e sócio propritário do Café Capital. Outras categorias relevantes também apresentaram elevação expressiva em 2025, ampliando a pressão sobre o planejamento comercial. Os queijos registraram aumento médio de 12,4%, seguidos por margarina (12,1%), creme dental (11,7%) e cerveja (6,2%). O conjunto desses reajustes reforça a necessidade de uma gestão mais estratégica do sortimento, com equilíbrio entre competitividade, margem e percepção de valor. No fechamento do ano, dezembro trouxe um alívio pontual para o varejo. Produtos básicos da cesta apresentaram retração nos preços médios, como leite UHT (-5,3%), ovos (-3,6%) e arroz (-2,2%). A queda contribuiu para conter a inflação de alimentos no curto prazo e abriu espaço para ações comerciais mais táticas, especialmente em categorias sensíveis ao preço. No ambiente macroeconômico, o IPCA avançou 0,33% em dezembro de 2025 frente a novembro, sinalizando a manutenção de um cenário inflacionário, ainda que com comportamento desigual entre categorias. Para o varejo supermercadista, o dado reforça a importância do uso de inteligência de dados para decisões de precificação e abastecimento. Altas de dezembro acendem alerta para custos operacionais Na análise mensal, dezembro de 2025 mostrou novas pressões em itens de consumo recorrente. O sabão para roupa liderou as altas, com variação de 2,4%, seguido por carne bovina (2,3%), carne suína (2,2%), creme dental (1,5%) e cerveja (1,3%). Categorias como proteínas e limpeza, de grande impacto no fluxo de loja, exigem atenção especial à gestão de estoques e à formação de preços. Para Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos da Neogrid, o comportamento observado ao longo de 2025 traz aprendizados importantes para o planejamento de 2026. “O ano foi marcado por pressões relevantes em categorias estratégicas, como café e carnes, impulsionadas por custos elevados, oferta mais restrita e forte demanda externa. Esses fatores impactaram diretamente as decisões de preço e margem no varejo supermercadista”, analisa. Segundo ela, o próximo ano deve exigir ainda mais disciplina estratégica. “Para 2026, a expectativa é de oscilações mais moderadas nos alimentos, com algumas categorias ainda sensíveis ao câmbio e ao cenário global. Por outro lado, itens básicos tendem a apresentar maior estabilidade, o que reduz o risco de uma inflação disseminada. Ainda assim, fatores climáticos e macroeconômicos seguem no radar e tornam o uso de dados e inteligência um diferencial competitivo para o varejo.”
02/02/2026
Atualidades
Inventário cíclico reduz perdas e fortalece a gestão no varejo supermercadista
Em um ambiente cada vez mais competitivo, o controle de perdas deixou de ser apenas uma questão operacional e passou a ocupar papel estratégico no varejo supermercadista. Nesse cenário, o inventário cíclico se consolida como uma das principais ferramentas para aumentar a acuracidade dos estoques, reduzir falhas e apoiar decisões mais assertivas de gestão. Diferentemente do inventário geral anual, o inventário cíclico consiste em contagens periódicas e contínuas, realizadas por categorias, setores ou itens específicos, sem a necessidade de interromper a operação das lojas. Segundo a Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro, cerca de 47% das empresas varejistas participantes realizam inventários cíclicos mensalmente, o que demonstra o avanço da prática no setor. Para Carlos Eduardo dos Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), o método representa uma mudança importante de mentalidade no varejo supermercadista. “O inventário cíclico transforma o controle de estoque em um processo permanente. Em vez de identificar problemas tardiamente, o varejista passa a agir de forma preventiva, corrigindo desvios no momento em que eles surgem”, afirma. Além de reduzir o impacto operacional, já que as lojas seguem funcionando normalmente, a metodologia aumenta a confiabilidade das informações. Divergências entre o estoque físico e o sistêmico são identificadas rapidamente, evitando que erros se acumulem ao longo do tempo. Inventário cíclico como pilar da prevenção de perdas As perdas de estoque continuam sendo um dos principais desafios do varejo supermercadista. Erros de registro, avarias, furtos internos, falhas no recebimento de mercadorias e problemas logísticos estão entre as causas mais recorrentes. Quando a contagem ocorre apenas uma vez por ano, esses problemas podem permanecer invisíveis por meses, comprometendo resultados financeiros e a qualidade das decisões comerciais. O inventário cíclico atua diretamente nesse ponto. “Quanto maior o intervalo entre as contagens, maior o risco de perdas silenciosas. O inventário cíclico permite identificar padrões, corrigir processos e evitar que pequenas falhas se transformem em grandes prejuízos”, destaca Carlos Eduardo dos Santos. Segundo o presidente da Abrappe, a prática também contribui para fortalecer a cultura de prevenção de perdas dentro das empresas, ao envolver equipes de forma contínua no controle do estoque. Boas práticas para um inventário cíclico eficiente Para que o inventário cíclico gere resultados consistentes no varejo supermercadista, algumas boas práticas são fundamentais: 1 - Periodicidade adequada A frequência deve ser definida de acordo com o perfil dos produtos. Itens de alto giro podem ser contados semanal ou quinzenalmente; produtos de menor giro, de forma mensal ou trimestral. Categorias críticas, como bebidas, perfumaria e eletrônicos, exigem contagens mais frequentes. 2 - Uso de tecnologia Sistemas ERP, coletores de dados e soluções como RFID tornam o processo mais ágil e preciso. Essas ferramentas reduzem erros humanos e geram relatórios que ajudam a identificar causas recorrentes de perdas. 3 - Capacitação da equipe Pesquisa Abrappe apresentada em 2025 mostra que 67% dos varejistas realizam o inventário cíclico com equipe própria. Treinar colaboradores, padronizar processos e mostrar o impacto financeiro das perdas são ações decisivas para o sucesso da prática. “Quando a equipe entende que cada divergência afeta diretamente a margem do negócio, o inventário deixa de ser apenas uma obrigação e passa a ser parte da estratégia”, reforça o presidente da Abrappe. 4 - Indicadores e metas de acuracidade Monitorar indicadores como divergência entre estoque físico e contábil, taxa de avarias e percentual de perdas identificadas permite acompanhar resultados e direcionar ações corretivas. Metas de acuracidade, como 98%, ajudam a manter o foco na melhoria contínua. 5 - Correção da causa raiz Identificar a divergência é apenas o primeiro passo. Investigar a origem do problema — falha no registro, erro no recebimento ou processo inadequado — evita reincidências e fortalece a eficiência operacional. Ganhos diretos para o varejo supermercadista A adoção do inventário cíclico traz benefícios claros para o varejo supermercadista: redução das perdas, maior precisão das informações de estoque, decisões mais assertivas de compras e reposição, otimização de tempo e recursos e melhoria da experiência do cliente, com menor risco de rupturas nas gôndolas. “Com método, tecnologia e disciplina, o varejista transforma o inventário em uma ferramenta estratégica de proteção da margem e aumento da eficiência”, conclui Carlos Eduardo dos Santos. Mais do que uma simples contagem de produtos, o inventário cíclico se consolida como um processo inteligente de gestão — baseado em frequência, análise e prevenção — essencial para a sustentabilidade do varejo supermercadista.
30/01/2026
Atualidades
Busca da Geração Z pela casa própria transforma hábitos de consumo no varejo supermercadista
Apesar da percepção de que a Geração Z estaria se afastando de marcos tradicionais da vida adulta, um novo estudo indica exatamente o oposto. Jovens consumidores estão fazendo concessões financeiras estratégicas em diversas categorias de consumo — inclusive no varejo supermercadista — com um objetivo claro: viabilizar a compra da primeira casa. De acordo com o relatório “The Kids Are Alright (Right?)”, da Big Chalk, 42% dos inquilinos da Geração Z esperam adquirir um imóvel nos próximos 12 meses, um avanço significativo em relação aos 30% registrados em 2024. Esse movimento tem provocado uma mudança profunda no comportamento de consumo dos jovens de 18 a 29 anos, marcada por maior controle de gastos e decisões mais racionais no ponto de venda. Mesmo com crescimento salarial acima da média nacional nos últimos dois anos — entre 7% e 8%, contra 4% a 5% da média, a Geração Z vem reduzindo despesas de forma mais intensa do que qualquer outro grupo etário. Em 2025, 37,4% desses consumidores foram classificados como “Consumidores de Equilíbrio”, perfil que adota cortes ativos de gastos, percentual superior aos 34,4% da população total. Essa postura se reflete em praticamente todas as categorias monitoradas pela Big Chalk, incluindo moradia, automóveis, vestuário, lazer, alimentação fora do lar, supermercado e entretenimento. Apenas viagens e entretenimento se mantêm próximas da média nacional. A lógica por trás da estratégia de compras Para Rick Miller, líder da área de marketing da Big Chalk, o comportamento revela um padrão consistente. “Sabemos que a Geração Z quer economizar para grandes eventos de vida, como a compra de um imóvel, mas sem abrir mão das marcas que considera importantes”, explica. Segundo ele, isso ajuda a entender por que esses consumidores realizam mais idas semanais ao supermercado, combinadas com compras pontuais em clubes de atacado. A estratégia consiste em adquirir produtos não perecíveis em grandes volumes, aproveitando preços unitários mais baixos, enquanto itens perecíveis e marcas preferidas continuam sendo comprados no varejo supermercadista tradicional. “Os clubes de compras nem sempre oferecem todas as marcas desejadas ou as melhores condições em produtos frescos. Por isso, a Geração Z complementa suas compras no supermercado”, afirma Miller. Além disso, promoções temporárias e reduções de preço no varejo supermercadista muitas vezes se mostram mais vantajosas do que os descontos por volume, o que reforça a lógica de alternar canais conforme a semana e a categoria. Compras divididas entre diferentes lojas Os dados mostram que a Geração Z tem 50% mais probabilidade de visitar múltiplas lojas em busca de preços mais equilibrados. Ainda assim, isso não significa uma obsessão maior por promoções em relação a outras faixas etárias. “Eles não buscam ofertas mais do que os outros consumidores. A diferença está em como são impactados pela comunicação”, destaca Miller. Para ele, o desafio está menos no desenho das ofertas e mais na eficácia dos canais de comunicação utilizados pelos varejistas. “Não é necessário criar promoções exclusivas para a Geração Z, mas garantir que ela saiba que essas ofertas existem e chegue até elas no momento certo.” Café e refrigerantes: ajustes sem troca de marca No nível de categoria, o comportamento da Geração Z se mostra ainda mais sofisticado. Mais de 40% dos jovens tentaram reduzir gastos com café e refrigerantes em 2025, mas sem abrir mão de marcas consolidadas. A principal estratégia de economia não está na troca de marcas, mas na gestão de embalagens. “No café, eles migram para embalagens menores. Já nos refrigerantes, buscam embalagens maiores para aproveitar descontos por volume”, explica Miller. Cautela no sortimento e visão de longo prazo Apesar dos insights relevantes, Miller recomenda cautela antes de ajustes estruturais no sortimento com base apenas na Geração Z. “O comportamento muda muito de categoria para categoria. É fundamental avaliar o peso real desse público na base de clientes de cada supermercado.” Ele também alerta para o risco de superdimensionar a influência dessa geração. “A Geração Z representa o futuro, mas ainda é uma parcela do total. Reorganizar todo o sortimento apenas para atendê-la pode não ser a melhor decisão.” Lealdade começa cedo e tende a permanecer Para os varejistas que apostam que esse comportamento mais contido vai desaparecer quando os jovens comprarem suas casas, o recado é claro: não conte com isso. “Os padrões de consumo se formam quando a pessoa passa a fazer suas próprias compras e tendem a permanecer até eventos muito marcantes, como casamento ou filhos”, afirma Miller. Por isso, conquistar a lealdade da Geração Z exige uma abordagem mais sofisticada do que a simples segmentação por idade. “É preciso combinar dados etários com o entendimento do comportamento de equilíbrio de consumo. Esse grupo já é relevante o suficiente para influenciar estratégias”, conclui. Para o varejo supermercadista, o recado é direto: entender a Geração Z não é apenas uma questão geracional, mas de leitura fina sobre comportamento, contexto econômico e escolhas conscientes no ponto de venda.
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