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Associados em foco
Cuidar de gente é cuidar da operação! Rede Market promove ação exclusiva para colaboradores
Gente. Esse é o grande pilar da operação do varejo supermercadista. Cuidar das pessoas é fundamental para que o dia a dia funcione e, claro, para que o consumidor tenha a melhor experiência possível em loja. Porém, é preciso muita ação além do discurso de cuidado. E reforçando esse compromisso com a atenção aos colaboradores, com a escuta ativa e com o desenvolvimento profissional, a Rede Market promoveu um dia especial: o RH Day. Um momento dedicado exclusivamente aos trabalhadores. A iniciativa, organizada pelo time de Recursos Humanos em parceria com as lideranças das lojas, teve como objetivo aproximar ainda mais o RH da operação, promovendo diálogo transparente, fortalecimento de vínculos e um ambiente de trabalho cada vez mais positivo. Ao longo do dia, os colaboradores participaram de uma programação especialmente preparada para promover integração, aprendizado e engajamento. "Pela manhã, conduzimos um DDS Temático, seguido do Fale com o RH, momento dedicado para ouvir demandas, sugestões e percepções diretamente das equipes. O evento também contou com o tradicional Café com o RH, criando um espaço acolhedor para conversas espontâneas, além de uma animada Batalha de Perguntas e Respostas, que aproximou ainda mais os times", explica Bridiga Oliveira, gestora de RH. "No período da tarde, realizamos um Treinamento Motivacional, reforçando o desenvolvimento contínuo e o protagonismo de cada colaborador na construção de sua trajetória profissional. Também fizemos o lançamento da Pesquisa de Clima, estimulando a participação ativa de todos na evolução do ambiente organizacional. Para encerrar o dia, celebramos os aniversariantes do mês, reforçando o nosso reconhecimento às pessoas que fazem parte da nossa história", complementa Bridiga Oliveira. A ação, estruturada para fortalecer o senso de pertencimento, o engajamento das equipes e a melhoria do clima organizacional, foi um sucesso. Primeiro, pela consolidação de maior proximidade entre RH e operação, com a identificação de oportunidades de melhoria por meio do "Fale com o RH". Segundo, pelo aumento do engajamento e da participação nas iniciativas internas, edificando um ambiente de confiança e colaboração, reforçando o compromisso com a escuta contínua. "A efetividade da iniciativa será acompanhada por indicadores como número de participantes, feedbacks coletados, avaliação de satisfação e adesão à Pesquisa de Clima. Esses dados ajudarão a direcionar ações futuras e aprimorar continuamente a experiência dos nossos colaboradores", finaliza a gestora de RH. A ASSERJ parabeniza a Rede Market pela iniciativa, frisando que pessoas estão no centro da operação do nosso setor. Construir um ambiente de valorização é essencial para que o varejo supermercadista cresça de forma saudável e siga como um dos principais motores do nosso estado na geração de empregos. Inclusive, para quem quiser saber mais sobre a Gestão de RH, destacamos a matéria sobre a área na editoria "Gestão Eficiente, Lucro Certo", publicada na última edição da Revista Super Negócios. CLIQUE AQUI E CONFIRA.
04/12/2025
Associados em foco
Conceito premium em São João de Meriti: inauguração Redeconomia
A Redeconomia Alfa e Ômega inaugurou, nesta quinta-feira (4), a sua sexta unidade, reforçando a estratégia de expansão na Baixada Fluminense. Localizada na Avenida Automóvel Clube, nº 1.745, no bairro Vilar dos Teles, em São João de Meriti, ao lado do Hospital da Mulher, a nova loja é resultado de um investimento aproximado de R$ 6 milhões. Instalada em um galpão que anteriormente abrigava uma fábrica de caixas de papelão, a unidade passou por uma transformação completa e agora conta com 1.400 m² de área de vendas, apresentando um conceito moderno, com foco em experiência de compra, ambientação premium e maior conforto para o consumidor e moradores da região. Entre os diferenciais estão a lanchonete interna, iluminação 100% em LED — incluindo pontas de gôndola — e um layout planejado para valorizar áreas estratégicas da loja e tornar a jornada de compra mais fluida. O mix de 4.600 SKUs foi definido a partir do perfil da região, que concentra empresários, lojistas e profissionais da área da saúde. Por isso, a unidade aposta em um sortimento mais robusto nas curvas A e B, com maior presença de itens premium, conveniência e marcas de valor agregado. A operação conta com 12 pontos de venda, sendo oito caixas tradicionais, quatro self-checkouts e um PDV exclusivo na lanchonete, além de 30 vagas de estacionamento. Para o presidente da rede, Ailton Coquito, a loja simboliza a consolidação do trabalho da família na região. “Eu já estou na Baixada há mais de 50 anos e essa é a sexta loja que estamos entregando para São João de Meriti. Sabemos do potencial que a cidade tem e, por isso, fizemos questão de trazer uma loja moderna, ampla e confortável. Investimos em iluminação em LED, em açougue de alto padrão e em parcerias fortes com a indústria, como a Marfrig. É uma loja que entrega o que a população merece.” Segundo ele, a proposta vai além da estrutura física e passa pelo respeito ao consumidor da região. “O pessoal da Baixada tem que ser respeitado. A gente entrega uma loja bonita, com padrão elevado e operação forte porque é isso que o consumidor merece.” Sua filha, a diretora Suelen Coquito, destaca que a unidade foi pensada para unir estética, operação e estratégia. “Cada detalhe dessa loja foi planejado para entregar experiência. A proposta não é só vender, mas criar um ambiente em que o cliente se sinta valorizado. Queríamos uma loja funcional, bonita e preparada para crescer junto com o bairro.” Já Giullia Coquito, também filha e diretora, ressalta a importância do olhar para o futuro e da profissionalização da rede. “Estamos construindo um modelo de varejo que olha para frente, que valoriza a equipe, a indústria e o consumidor. Essa loja representa a nova fase da rede: mais estruturada, mais tecnológica e mais próxima das reais necessidades do cliente.” Expansão com planejamento - Além da nova unidade, a rede já adquiriu terreno para a futura construção de um Centro de Distribuição (CD), movimento que deve fortalecer a logística, reduzir custos operacionais e sustentar o plano de crescimento nos próximos anos. "Com o novo investimento, a Redeconomia Alfa e Ômega se consolida como um dos operadores regionais em ascensão no varejo supermercadista da Baixada Fluminense, apostando em modernização, eficiência e experiência de compra como pilares para crescimento sustentável", ressalta Ailton Coquito. Açougue exclusivo em parceria com a Marfrig eleva padrão da operação Um dos grandes diferenciais da nova unidade é o açougue exclusivo operado em parceria com a Marfrig, além das marcas Sadia, Perdigão e Seara, com estrutura abastecida por confinamentos próprios e alto controle de qualidade. Para Evandro Gabriel, supervisor nacional do Açougue Mais Marfrig, o projeto traz um novo conceito para a categoria. “Estamos aqui na inauguração da loja Alfa e Ômega com um modelo de açougue totalmente diferente, com novo conceito de rendimento, aproveitamento, apresentação e foco em aumento de faturamento e redução de perdas. Não adianta só ser bonito para foto: tem que ser uma operação saudável. Essa é mais uma entrega importante para o Rio de Janeiro.” Indústria prestigia e reforça parceria com a rede A inauguração contou com a presença de representantes da indústria, evidenciando o posicionamento da rede como operador relevante para grandes marcas. Para Lucas Maia, supervisor de vendas da Soares, distribuidora oficial da Panasonic, o momento simboliza fortalecimento de parceria. “É uma grande satisfação estar aqui na inauguração de mais uma loja. Trazer nossa marca para esse segmento e fazer parte desse crescimento nos deixa muito felizes. Desejamos muito sucesso ao Grupo Alfa e Ômega.” Alexandre Nunes, vendedor da M. Dias Branco, também reforçou a relação de longo prazo com a rede. “Estou muito feliz por participar dessa inauguração. A Redeconomia é uma grande parceira de longa data e a M. Dias Branco é um fornecedor importante dentro da operação. Essa relação é construída com confiança e resultados.” A ASSERJ deseja pleno sucesso nesta nova etapa e muitos resultados positivos em vendas, consolidando ainda mais a trajetória de crescimento da rede.
04/12/2025
Indústria em cena
Froneri Brasil expande portfólio com a nova linha Moça Caldas
A Froneri amplia seu portfólio no Brasil com o lançamento da linha Moça Caldas, inspirada no sabor característico do tradicional leite condensado Moça. A novidade reforça a estratégia da companhia de investir em inovação para fortalecer sua presença no mercado de sorvetes. A nova linha estreia em todo o país com três variações: Moça Brigadeiro, com calda de chocolate; Moça Merengue de Morango, com calda sabor morango; e Moça Trufadinho, com calda sabor chocolate trufado. Segundo Diana Sá, diretora de Marketing da Froneri Brasil, a chegada da linha representa um avanço importante para a categoria. “Moça é uma das marcas mais conhecidas e queridas do Brasil, e trazer esse conceito com calda é um marco para a categoria. Estamos entregando ao consumidor não apenas sabor, mas também inovação. Essa combinação entre tradição e novidade é o que diferencia a Froneri no mercado.”
04/12/2025
Economia
Inflação sob controle? Vem conferir!
A desaceleração da inflação nos últimos meses trouxe alívio às redes do varejo supermercadista, que vinham enfrentando forte pressão de custos desde a pandemia. Indicadores ao consumidor, ao produtor e da construção civil passaram a mostrar sinais mais consistentes de arrefecimento. Mas a pergunta que permanece no radar dos empresários é direta: esse movimento é estrutural ou apenas circunstancial? Para o economista André Braz, pesquisador do FGV IBRE, a leitura de melhora precisa ser feita com cautela, sobretudo por quem opera diretamente com margens estreitas e grande exposição a itens voláteis, como alimentos e combustíveis. “A taxa básica de juros elevada não imuniza a economia aos choques de oferta. Quando a inflação é pressionada por fatores como clima, câmbio ou eventos internacionais, o impacto é direto no custo de produtos essenciais, e o varejo sente isso imediatamente nas gôndolas”, avalia Braz. Inflação desacelera… mas não pelo motivo que o mercado gostaria Apesar da desaceleração recente, os dados mostram que o movimento tem relação mais direta com fatores externos à atividade econômica do que com arrefecimento da demanda interna. A safra agrícola mais robusta e a valorização do real frente ao dólar tiveram papel decisivo na redução de preços de alimentos e produtos importados. “A atual moderação inflacionária tem vindo muito mais pelo lado da oferta do que pela desaceleração da economia. O mercado de trabalho segue aquecido, a renda continua crescendo e isso mantém pressão sobre serviços e itens que têm forte componente inercial”, pontua Braz. Na prática, isso significa que os custos mais sensíveis para o varejo supermercadista — energia, aluguel, folha de pagamento e contratos de serviços — continuam pressionados, mesmo com o IPCA mostrando números mais comportados. O dilema da política monetária e o efeito direto no varejo Quando a inflação vem de choques externos ou fatores climáticos, o Banco Central enfrenta um dilema: subir juros para combater uma inflação que não nasce do excesso de consumo. E essa decisão tem efeito colateral direto sobre o setor. “Juros elevados reduzem o fôlego da economia e encarecem o crédito. Para o varejo, isso significa menos consumo financiado, mais cautela do consumidor e maior dificuldade de investimento em expansão, tecnologia e modernização das lojas”, explica Braz. Ou seja, embora a política monetária ajude a evitar desancoragem inflacionária, ela também impõe custos ao crescimento do setor, especialmente para pequenas e médias redes. O indicador que você deveria acompanhar (e talvez não esteja) Segundo o economista, o maior erro do mercado é observar apenas o índice cheio de inflação e ignorar o que realmente importa: a inflação subjacente. “Quando o IPCA cai por conta de alimentos ou combustíveis, mas os núcleos seguem pressionados, o alerta está ligado. Isso indica que a inflação estrutural, aquela que vem de serviços, salários e contratos, ainda resiste”, afirma. Os núcleos de inflação excluem itens altamente voláteis e permitem enxergar a tendência real dos preços. Para o varejo, esse olhar é fundamental para decisões estratégicas, como: renegociação de contratos; política de preços; estruturação de estoques e planejamento financeiro de médio prazo. “Núcleo não é detalhe técnico. É termômetro de tendência. É ele que mostra se a inflação está realmente cedendo ou apenas sendo maquiada por fatores temporários”, resume Braz. Comunicação falha, decisões erradas Para o especialista, a dificuldade está menos nos cálculos e mais na comunicação. O público — e muitas vezes o próprio empresariado — ainda está condicionado a olhar apenas o IPCA cheio, sem compreender suas distorções em momentos de choque. “Se usamos um indicador que não separa ruído de tendência, a política monetária reage demais, por mais tempo do que o necessário. Isso custa emprego, crédito e crescimento”, alerta. Para o varejo supermercadista, isso se traduz em um ambiente de incerteza mais prolongado, com dificuldade de planejar preços e investimentos com segurança. O que isso muda para o supemercadista? Em um cenário no qual o IPCA parece mais comportado, mas os custos estruturais seguem pressionados, a recomendação é clara: cautela estratégica. Portanto, segundo Braz, não se pode confiar apenas na inflação-cheia, deve-se observar núcleos e indicadores de serviços, além de planejar margens com base em custos persistentes. “A inflação até parece mais controlável hoje, mas o trabalho ainda não terminou. Clima, geopolítica e câmbio continuam sendo fontes de risco”, conclui Braz.
03/12/2025
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