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Atualidades
Anvisa suspende lote de chá de camomila por contaminação com larvas e insetos
A Anvisa determinou o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea após identificar larvas, fragmentos de insetos e outras matérias estranhas acima dos limites permitidos, reforçando o alerta ao varejo supermercadista sobre a importância do controle rigoroso da qualidade dos alimentos em toda a cadeia. De acordo com a Anvisa, análises laboratoriais apontaram a presença de 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em apenas 25 gramas do produto — quando o limite aceitável é de até 90 fragmentos para a mesma quantidade. Além disso, o ensaio de identificação histológica revelou talos, ramos e sementes incompatíveis com o padrão esperado para o chá de camomila, evidenciando falhas relevantes nas boas práticas de fabricação. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), Flávio Graça, o caso reforça o papel estratégico da microscopia de alimentos como ferramenta de gestão preventiva no varejo. “O exame microscópico é fundamental para identificar contaminantes físicos e biológicos que não são visíveis a olho nu, como fragmentos de insetos, larvas, pelos de roedores ou partículas estranhas. Esses achados indicam falhas em etapas críticas, como produção, armazenamento ou transporte”, explica Graça. Segundo o especialista, embora a responsabilidade primária pela fabricação seja da indústria, o varejo supermercadista também precisa estar atento aos seus processos internos, especialmente no recebimento, armazenamento e rastreabilidade dos produtos. “Quando um problema desse tipo vem à tona, o impacto não é apenas sanitário, mas também operacional e reputacional. Retiradas emergenciais de produtos, comunicação com consumidores e possíveis sanções regulatórias geram custos e desgastes que poderiam ser minimizados com controles mais rigorosos e fornecedores bem avaliados”, destaca. Graça ressalta ainda que a avaliação microscópica contribui diretamente para a proteção da saúde do consumidor e para a conformidade com a legislação sanitária. “A microscopia não é apenas um ensaio técnico, mas um instrumento de segurança alimentar. Ela ajuda a garantir que o alimento chegue ao consumidor dentro dos padrões aceitáveis e protege o varejo de riscos legais e de imagem”, afirma. O episódio envolvendo o chá de camomila reforça a necessidade de o varejo supermercadista investir continuamente em boas práticas, qualificação das equipes, auditorias internas e relacionamento próximo com fornecedores. Em um cenário de consumidores cada vez mais atentos à segurança dos alimentos, a prevenção se consolida como um diferencial competitivo — e não apenas como uma exigência regulatória.
06/01/2026
Por dentro da asserj
A 1ª Revista Super Negócios de 2026 está no ar!
Já está disponível a edição de janeiro da Revista Super Negócios, publicação da ASSERJ que abre o ano trazendo análises, tendências e cases essenciais para quem atua no varejo supermercadista. Com uma curadoria de temas atuais e olhar prático para a gestão, a revista reforça seu papel como leitura estratégica para empresários, executivos e gestores do setor. A matéria de capa, “Conquistar é o novo vender”, aponta como o relacionamento, a experiência do cliente e a fidelização assumem protagonismo em um mercado cada vez mais competitivo. O conteúdo dialoga diretamente com o momento do setor, que exige mais inteligência comercial e conexão com o consumidor. Para o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, a edição de janeiro chega em um momento decisivo. “A Super Negócios abre o ano trazendo reflexões fundamentais para o varejo supermercadista. É uma leitura que ajuda o empresário a enxergar além da operação diária e a tomar decisões mais estratégicas”, afirma. Entre os destaques editoriais, a seção Indústria em Cena apresenta a trajetória da Sloop e mostra como uma marca familiar se consolidou como líder no segmento de sorvetes no Rio de Janeiro. Já o Super Papo traz uma entrevista com Ulisses Merat, gerente regional da MBRF Global Foods, ampliando o debate sobre indústria e varejo. A editoria Gestão Eficiente, Lucro Certo aborda o papel da liderança e mostra como o gerente pode ser um verdadeiro motor de resultados. Em Associado em Foco, ações de redes como Supermarket, Prezunic e Redeconomia reforçam boas práticas e iniciativas de sucesso no estado. O Caderno Especial desta edição analisa a aceleração da demanda por bebidas zero, enquanto o Conecta Varejo discute como o ERP especializado deixa de ser apenas uma ferramenta operacional para se tornar um ativo estratégico. O Espaço Trade revela como marcas como Jim Beam, Coca-Cola, Heineken e Bauducco estão ativando o ponto de venda nos supermercados. A revista também traz conteúdos institucionais em Por Dentro da ASSERJ, com destaque para o recorde de embalagens recolhidas pelas Retorna Machines e para a pesquisa da entidade que ganhou repercussão em O Globo. Há ainda espaço para histórias inspiradoras, como a trajetória de Ailton Coquito, presidente do Redeconomia Alfa e Ômega, na editoria Eu no Varejo. Completam a edição pautas práticas e de planejamento, como Cheguei na Gôndola, Boas Vendas, que coloca a Páscoa no radar desde já, além de Vem Aí, com novidades sobre a SRE Super Rio Expofood 2026, e o tradicional Papo de Adega, que analisa as categorias de vinhos com melhor desempenho no calor. “É uma edição pensada para informar, provocar reflexão e apoiar o crescimento do setor. Por isso, consideramos uma leitura obrigatória para quem quer começar o ano bem informado e preparado”, destaca Fábio Queiróz. CLIQUE AQUI e confira a Revista Super Negócios de janeiro
05/01/2026
Economia
Dólar em 2026: o que esperar e como o câmbio pode impactar o varejo supermercadista
Depois de surpreender positivamente em 2025, com queda superior a 10% — o melhor desempenho do real desde 2016 —, o dólar entra em 2026 cercado de expectativas mais moderadas. Para o varejo supermercadista, que convive diariamente com impactos do câmbio sobre preços, margens e custos logísticos, o tema segue no centro das decisões estratégicas. Projeções de oito grandes instituições financeiras indicam que a moeda norte-americana deve oscilar entre R$ 5,20 e R$ 5,90 ao longo de 2026, refletindo um cenário externo mais favorável, mas ainda marcado por incertezas internas, especialmente no campo político. Juros elevados favorecem o real no curto prazo Um dos principais fatores de sustentação do real no início do ano é o chamado carry trade. Com a taxa Selic ainda elevada — atualmente em 15% —, investidores seguem atraídos pelo diferencial de juros entre Brasil e economias desenvolvidas. A expectativa é que o Banco Central só comece a reduzir a Selic a partir de março de 2026, mantendo o Brasil competitivo no curto prazo para entrada de capital estrangeiro. Para o varejo supermercadista, esse movimento tende a aliviar pressões sobre produtos importados, insumos dolarizados, embalagens, fertilizantes e commodities precificadas em dólar, contribuindo para maior previsibilidade na formação de preços. Política monetária dos EUA pressiona o dólar globalmente No cenário internacional, o Federal Reserve deve dar continuidade ao ciclo de cortes de juros iniciado em 2025. Segundo analistas, essa estratégia tende a enfraquecer o dólar frente a outras moedas. Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o mercado já precifica novos cortes. “A curva de juros embute ao menos duas reduções adicionais em 2026, o que gera pressão negativa sobre a moeda americana”, afirma. Esse contexto pode beneficiar países exportadores de commodities, como o Brasil, favorecendo o equilíbrio cambial e reduzindo volatilidades nos custos da cadeia de abastecimento. Eleições no Brasil trazem cautela ao mercado Apesar do ambiente externo mais benigno, o fator eleitoral no Brasil surge como ponto de atenção. A proximidade das eleições tende a aumentar a volatilidade do câmbio, impactando diretamente o planejamento financeiro das empresas do setor. Para William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, o diferencial de juros pode perder força ao longo do ano. “O cenário eleitoral é binário e carrega elevado grau de incerteza, o que costuma se refletir no câmbio”, avalia. Na prática, isso significa que movimentos mais fortes de valorização do real devem ser limitados, exigindo do varejo supermercadista estratégias de proteção cambial, renegociação com fornecedores e maior rigor na gestão de custos. Tendência global ainda favorece dólar mais fraco Relatórios da Ágora apontam que a diversificação das reservas globais, o fortalecimento de moedas ligadas a commodities e a busca por maior autonomia financeira em diferentes regiões seguem contribuindo para um dólar estruturalmente mais fraco. Para o varejo supermercadista, o cenário reforça a importância de acompanhar de perto o câmbio em 2026, já que suas oscilações continuarão impactando desde o custo de produtos importados até a dinâmica de preços ao consumidor final.
05/01/2026
Associados em foco
GPA anuncia Alexandre de Jesus Santoro como novo CEO
O GPA comunicou nesta segunda-feira, 5, por meio de fato relevante, que o conselho de administração elegeu Alexandre de Jesus Santoro como novo diretor-presidente da companhia. Até então, Santoro ocupava o cargo de CEO da International Meal Company, que informou mais cedo sua renúncia à função. “É uma honra assumir a liderança de uma companhia como o GPA. Chego para me juntar aos mais de 38 mil colaboradores que constroem, todos os dias, a operação da companhia, com senso de responsabilidade, clareza de prioridades e compromisso com resultados consistentes”, Alexandre Santoro. Segundo a empresa, Rafael Sirotsky Russowsky, que acumulava interinamente o posto de diretor-presidente, seguirá exercendo as funções de vice-presidente de finanças e diretor de relações com investidores. “O Conselho de Administração agradece Rafael Russowsky pela dedicação e trabalho durante o período de transição em que acumulou as funções de Diretor Presidente e de Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores”, destacou a companhia em nota. O conselho também aprovou, por maioria de votos, a eleição de Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho, diretor financeiro da Minerva Foods, para o cargo de vice-presidente do conselho de administração.
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Minuto ASSERJ
Guanabara amplia equipe e fortalece sua operação no varejo supermercadista
2/11/26, 4:00 PM
Está sabendo? GPA anuncia novo CFO
2/5/26, 4:00 PM
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