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Produtos na mira da Anvisa. Vem saber qual teve a venda proibida e qual teve a determinação de recolhimento!
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou medidas recentes que reforçam a importância da segurança alimentar e do cumprimento das normas sanitárias no Brasil. Entre as determinações, estão o recolhimento de um lote específico do Chocolate Branco Laka e a proibição da comercialização de todos os lotes do azeite da marca Terra das Oliveiras, ambos por irregularidades que representam riscos ao consumidor. Chocolate Laka No caso do chocolate, a Anvisa determinou o recolhimento do lote CC28525493 do Chocolate Branco Laka, além da suspensão de sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. A medida é válida exclusivamente para o lote citado e ocorreu após a própria Mondelez Brasil Ltda. comunicar um recolhimento voluntário, ao identificar que o produto Laka Oreo foi embalado indevidamente com o rótulo do Chocolate Branco Laka. A falha técnica fez com que os ingredientes informados na embalagem não correspondessem ao produto real e resultou ainda na ausência da declaração obrigatória da presença de glúten, exigida por lei. A omissão da informação pode representar risco à saúde de pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, que dependem da rotulagem correta para um consumo seguro. Azeite da marca Terra das Oliveiras Já no caso do azeite, o governo federal determinou a apreensão e proibição da venda de todos os lotes do produto da marca Terra das Oliveiras. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, impede a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto. Segundo a Anvisa, o azeite tem origem desconhecida, e sua comercialização foi identificada por meio de uma plataforma de e-commerce. Para o consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça, as duas ocorrências evidenciam a necessidade de rigor nos processos e atenção redobrada à rotulagem e à origem dos produtos: “No caso do chocolate, a decisão da Anvisa foi tomada após um comunicado de recolhimento voluntário feito pela própria empresa, o que demonstra responsabilidade com o consumidor. Ainda assim, a ausência de informação clara sobre a presença de glúten não é um detalhe menor e pode representar um risco real à saúde de pessoas com doença celíaca ou sensibilidade alimentar.” Segundo Graça, o azeite é um dos alimentos mais falsificados do mundo e lidera as fraudes no Brasil, geralmente por meio de mistura com óleos vegetais mais baratos, rotulagem incorreta ou venda de produtos de qualidade inferior como se fossem extravirgem. Ele alerta ainda para o risco da aquisição de produtos por canais alternativos aos fornecedores habituais, especialmente em plataformas digitais. “Preços muito abaixo do mercado devem sempre levantar suspeitas. Além disso, o revendedor responde de forma solidária junto com o fornecedor. Pontos como a ausência de CNPJ no Brasil, falta de licenciamento sanitário, descumprimento das normas de rotulagem e incerteza sobre a origem ou composição do produto precisam ser verificados com atenção”, destaca. Os casos reforçam a importância do cumprimento da Lei nº 10.674/2003, que obriga a declaração da presença de glúten nos alimentos, e da RDC nº 727/2022, que dispõe sobre a rotulagem de alimentos embalados, além do papel da fiscalização e da responsabilidade compartilhada entre fabricantes, distribuidores e varejistas para garantir o direito do consumidor à informação adequada e à segurança alimentar.
22/01/2026
Economia
Cesta básica cai 6,07% no Rio; veja análise
O Rio de Janeiro encerrou o segundo semestre de 2025 com queda de 6,07% no custo da cesta básica de alimentos, passando de R$ 823,59 em julho para R$ 792,06 em dezembro — uma redução nominal de R$ 31,53 no período. Os dados fazem parte do balanço das 27 capitais divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), posicionando o Rio como a segunda capital do Sudeste com maior retração de preços. Para o varejo supermercadista, o movimento sinaliza um ambiente mais favorável para recomposição de margens, ajustes de preços ao consumidor e estratégias comerciais focadas em volume, competitividade e fidelização. A desaceleração dos preços em itens essenciais também contribui para estimular o fluxo nas lojas e ampliar o espaço para ações promocionais mais sustentáveis. O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab em parceria com o Dieese, que desde agosto do ano passado passou a monitorar os preços em todas as 27 capitais brasileiras, ampliando a previsibilidade e a leitura de tendências para o setor. No Rio de Janeiro, a queda foi impulsionada principalmente pela forte redução nos preços de produtos-chave da cesta. O tomate liderou o movimento, com recuo de 47,19%, seguido pela banana (-19,92%) e pela batata (-19,78%). Também registraram queda relevante o óleo (-12,60%) e o feijão (-12,05%). Para os supermercados, a retração nesses itens de alta rotatividade impacta diretamente o custo de aquisição, permitindo maior flexibilidade na formação de preços, no planejamento de sortimento e na construção de ofertas com maior percepção de valor pelo consumidor. Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, a redução generalizada dos preços reflete os efeitos da política agrícola adotada pelo Governo do Brasil, com foco no aumento da produção voltada ao mercado interno. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou. Do ponto de vista do varejo supermercadista, o cenário reforça a importância de cadeias de abastecimento mais previsíveis, negociação estratégica com fornecedores e planejamento comercial alinhado à dinâmica do campo ao ponto de venda.
22/01/2026
Atualidades
“Prevenção de perdas é parte essencial da estratégia do varejo supermercadista”. Saiba o que foi discutido na 1ª Reunião do Conselho da Abrappe
A Reunião do Conselho de Prevenção de Perdas, realizada nesta quinta-feira, 22 de janeiro, reuniu profissionais do varejo supermercadista para debater os desafios e a evolução da área em um cenário marcado por margens cada vez mais pressionadas, elevada complexidade operacional e crescente demanda por decisões estratégicas, especialmente no contexto do Rio de Janeiro. A abertura do encontro foi conduzida por William Lodrão, diretor da Abrappe e gestor de Prevenção de Perdas e Riscos do Supermercado Princesa, que reforçou o caráter estratégico do tema para a sustentabilidade dos negócios. “A prevenção de perdas não pode ser tratada apenas como custo ou como uma função de segurança. Ela é parte essencial da estratégia do varejo supermercadista, com impacto direto nos resultados, nas pessoas e na experiência do cliente”, destacou. Na sequência, Almir Alves, responsável regional de Prevenção de Perdas do Magazine Luiza, apresentou o case Magalu, compartilhando práticas e aprendizados da companhia. Em seguida, o Debate Temático “Prevenção de Perdas no Varejo: da Reação à Estratégia” foi conduzido por Leonardo Borges, especialista em Prevenção de Perdas do GPA, provocando uma reflexão sobre o estágio atual das operações no Brasil. “Estamos, de fato, prevenindo perdas ou apenas reagindo a elas?”, questionou ao abrir o painel. Segundo Borges, o varejo supermercadista brasileiro convive com uma pressão constante por margens competitivas em um ambiente cada vez mais desafiador. No Rio de Janeiro, esse cenário se intensifica diante da complexidade operacional da região, exigindo abordagens mais específicas e estratégicas. “Encontrar o equilíbrio entre segurança efetiva e uma experiência de compra positiva é um dos grandes dilemas do gestor moderno. Investir demais em segurança pode afastar o consumidor; investir de menos pode comprometer seriamente os resultados”, pontuou. Durante o debate, Borges destacou desafios particulares do varejo carioca, como as diferenças operacionais entre lojas de rua e unidades localizadas em shopping centers, que demandam estratégias distintas de prevenção. Também foram citados fatores como a alta reincidência de furtos oportunistas, a forte presença de informalidade no entorno das lojas, a elevada rotatividade de equipes — que dificulta a padronização — e a ausência de processos uniformes entre diferentes pontos de venda. Perdas vão além do furto Outro ponto central do encontro foi a ampliação do entendimento sobre o conceito de perdas no varejo supermercadista. Além do furto externo e interno, o debate abordou as perdas operacionais, como avarias, produtos vencidos e obsolescência de estoque, além de falhas de processo, como erros de inventário e precificação inadequada. “Cada tipo de perda exige uma estratégia específica. Quando analisamos todas de forma integrada, conseguimos atuar com mais eficiência e gerar resultados mensuráveis”, ressaltou Borges. Prevenção de perdas como estratégia de negócio Leonardo Borges reforçou ainda o impacto direto da prevenção de perdas na rentabilidade das empresas. “Cada real perdido representa vários reais adicionais em vendas necessárias para compensar esse prejuízo. Isso pressiona margens, influencia preços e compromete a competitividade”, explicou. Além do impacto financeiro, o debate também abordou os riscos físicos e psicológicos para os colaboradores, a deterioração do clima organizacional e as ameaças à sustentabilidade das operações quando as perdas se tornam recorrentes. Da reação à estratégia O encontro evidenciou a necessidade de evoluir de uma postura reativa, baseada apenas em vigilância e resposta a incidentes, para uma atuação estratégica, sustentada pela integração entre áreas, uso inteligente de dados e fortalecimento da cultura organizacional. “Não se trata apenas de tecnologia ou de reagir a ocorrências, mas de repensar como a organização enxerga e enfrenta as perdas no dia a dia”, afirmou Borges. Os quatro pilares da prevenção moderna A prevenção de perdas eficaz foi apresentada como uma estrutura apoiada em quatro pilares: Pessoas, Processos, Tecnologia e Cultura. O equilíbrio entre esses elementos foi apontado como essencial para gerar resultados consistentes e sustentáveis no varejo supermercadista. O que implementar agora Entre as ações práticas apontadas por Leonardo Borges estão: "o treinamento contínuo das equipes, a formalização de procedimentos, a adoção de inventários cíclicos, o uso de indicadores em tempo real, além de uma comunicação transparente sobre perdas e uma condução ética nas investigações." O encontro reforçou que a prevenção de perdas deixou de ser apenas uma função operacional e passou a ocupar um papel estratégico no varejo supermercadista, fundamental para garantir competitividade, sustentabilidade e uma experiência de compra mais segura e positiva para o consumidor.
22/01/2026
Economia
Carne bovina entra em 2026 com preços estáveis ou voláteis?
Os preços da carne bovina, tanto no mercado internacional quanto no mercado doméstico, devem permanecer próximos da estabilidade ao longo de 2026, cenário que traz maior previsibilidade para o varejo supermercadista na gestão de custos, negociação com fornecedores e definição de estratégias comerciais. A avaliação é de Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Mesmo diante das salvaguardas impostas pela China a exportadores de carne bovina, incluindo o Brasil, a entidade segue observando um aumento consistente da demanda global por proteína animal. Esse movimento é impulsionado, segundo Perosa, pelo crescimento econômico de países asiáticos e também pela disseminação de medicamentos contra a obesidade, que estimulam dietas com maior consumo de proteínas. Demanda externa sustenta preços e reduz volatilidade Na visão da Abiec, a redução do volume exportado para a China não deve, necessariamente, impactar negativamente a receita do setor. “Quando o governo chinês determina cotas de importação sem tarifas, os importadores costumam acelerar as compras para garantir abastecimento”, explica Perosa. Segundo o executivo, no último mês já foi possível observar aumento nos preços pagos pelos compradores chineses. Outro fator relevante para o equilíbrio do mercado é a restrição de oferta de gado nos Estados Unidos, que tende a ampliar a demanda pela carne bovina brasileira. Em 2025, o Brasil exportou 271 mil toneladas para o mercado americano. Para 2026, a expectativa é de que esse volume se aproxime de 400 mil toneladas. Além disso, países do Sudeste Asiático, como o Vietnã, devem ampliar e diversificar suas compras, incluindo novos cortes. A Indonésia também surge como um destino estratégico. De acordo com Perosa, o país deve habilitar nos próximos dias mais 18 plantas frigoríficas brasileiras para exportação de carne bovina. Desde a abertura do mercado, no ano passado, mais de 30 unidades já foram habilitadas. Oferta equilibrada favorece abastecimento interno Do lado da produção, o cenário também é considerado positivo. A Abiec projeta que o Brasil deve abater cerca de 40 milhões de cabeças de gado em 2026, volume semelhante ao registrado no ano anterior. A produção total pode variar entre 1% acima ou abaixo de 2025, a depender do comportamento dos mercados consumidores. “Estamos num momento positivo porque temos produção local estabilizada e um déficit global de produção, o que nos traz mais oportunidades”, afirma Perosa. Para o varejo supermercadista, esse equilíbrio tende a favorecer o abastecimento regular e reduzir riscos de oscilações bruscas de preços ao longo do ano. Consumo interno no radar do varejo No mercado doméstico, a Abiec também não enxerga espaço para grandes variações de preços. Segundo Perosa, fatores conjunturais podem estimular o consumo interno. “Teremos um ano atípico, ano eleitoral, com estímulo ao consumo. Deve haver aumento do consumo interno”, avalia. Para o varejo supermercadista, o cenário sinaliza um ambiente mais favorável ao planejamento promocional, à gestão de categorias de proteínas e à construção de estratégias de margem, especialmente em um contexto de demanda aquecida e maior previsibilidade nos custos da carne bovina.
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