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Gestão de pricing exige foco no lucro bruto e não apenas na margem, afirma Dimas Dantas
No palco Varejo & Negócios da Super Rio Expofood (SRE), o especialista em gestão e pricing no varejo, Dimas Dantas, fez um alerta direto ao varejo supermercadista: precificar não é simplesmente aumentar preços, mas encontrar o equilíbrio entre margem, volume de vendas e geração de caixa. Logo no início da apresentação, ele destacou um dos erros mais comuns do setor: analisar a margem de forma isolada. Segundo Dantas, não adianta vender muito com margem baixa, nem trabalhar com margem alta e baixo volume. Pior ainda, segundo ele, é quando a operação apresenta lucro no papel, mas não gera caixa suficiente para sustentar o negócio. “Essa é uma matemática simples, mas que muitas vezes é esquecida no dia a dia”, afirmou. Ao longo da palestra, o especialista reforçou que o verdadeiro foco da precificação deve ser o lucro bruto. Em um cenário em que o consumidor está cada vez mais sensível a preço, tentar sustentar margens elevadas por meio de aumentos pode comprometer o giro. A alternativa, segundo ele, está em reduzir preços de forma estratégica para estimular o volume de compras. “Às vezes, abaixar o preço faz o cliente comprar mais e, no final, o lucro cresce”, explicou. Outro ponto importante abordado foi a dependência do varejo em relação à concorrência, especialmente na definição de preços promocionais. Dantas chamou atenção para o fato de que o preço em oferta é, na maioria das vezes, determinado pelo mercado, enquanto o preço fora da promoção é uma decisão interna da loja. Como a maior parte das vendas acontece fora das ofertas, ele questiona por que ainda há tanto foco apenas nas ações promocionais. Essa lógica, segundo ele, pode levar a um problema ainda maior: educar o consumidor a comprar somente em promoções. Quando há uma diferença muito grande entre o preço promocional e o preço regular, o cliente passa a evitar compras fora da oferta, prejudicando tanto a rentabilidade quanto a percepção de preço da loja. “O consumidor aprende que só vale a pena comprar na promoção, e isso destrói a estratégia de longo prazo”, alertou. Dantas também destacou a importância de mudar o olhar do item para o carrinho completo. Para ele, o varejo precisa sair da análise isolada de produtos e passar a entender o comportamento de compra do cliente, especialmente o impacto no ticket médio. “Não importa quanto você ganha em um item específico, o que importa é o resultado final da compra”, disse. Dentro dessa lógica, ele quebrou outro paradigma ao afirmar que, em determinadas situações, é possível vender produtos abaixo do custo de compra. O ponto de atenção, segundo ele, não está no custo do item, mas na capacidade da venda total de cobrir as despesas operacionais e gerar resultado. A estratégia consiste em utilizar produtos de alto apelo para atrair o cliente e estimular compras complementares. A percepção de preço do consumidor também foi apontada como um fator decisivo. De acordo com o especialista, apenas uma pequena parte do sortimento é realmente sensível a preço, enquanto a maioria dos itens não entra diretamente na comparação com a concorrência. Isso abre espaço para trabalhar margens de forma mais estratégica, focando menos na “guerra de preços” e mais na construção de valor. Além da precificação, a execução na loja também foi destaque. Dantas ressaltou que problemas como ruptura de produtos podem comprometer significativamente o faturamento, chegando a perdas relevantes. Para ele, não basta atrair o cliente: é preciso resolver sua necessidade. “Atendimento não é só tratar bem, é garantir que o cliente encontre o que veio buscar”, afirmou. O especialista também enfatizou a importância de gestão por categorias, com metas bem definidas que orientem a operação. Segundo ele, os produtos que mais vendem são aqueles mais promovidos, o que reforça a necessidade de direcionar os esforços para itens com melhor potencial de margem e giro. Encerrando a apresentação, Dantas reforçou um conceito que resume sua visão sobre o tema: “Venda é vaidade, margem é sanidade e caixa é realidade”. Ele explicou que muitos supermercadistas enfrentam dificuldades financeiras mesmo apresentando lucro, justamente porque esse resultado está imobilizado em estoque ou perdido em ineficiências operacionais. Para ele, o segredo do pricing no varejo está em encontrar o preço certo, aquele que permite vender no ritmo adequado, gerar margem suficiente e garantir caixa antes do vencimento das contas. “No fim, não é sobre vender mais caro ou mais barato. É sobre vender certo”, concluiu.
17/03/2026
Por dentro da asserj
Entre ruptura e estoque: onde o varejo supermercadista está perdendo dinheiro
A prevenção de perdas deixou de ser um tema operacional para ocupar posição estratégica dentro das empresas do varejo supermercadista. Essa foi a principal mensagem da palestra realizada no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, no Riocentro, que reuniu Carlos Eduardo Santos, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), e William Lodrão, gerente de prevenção e perdas do Supermercados Princesa. Durante o encontro, especialistas apresentaram dados, conceitos e práticas que mostram como a gestão eficiente de perdas pode impactar diretamente a rentabilidade, a competitividade e até a fidelização de clientes no setor. “Básico bem feito” ainda é o maior desafio Em sua apresentação, Carlos Eduardo Santos destacou que, antes de avançar para estratégias mais sofisticadas, o setor precisa dominar o que chamou de “básico bem feito”. O conceito está ligado ao controle rigoroso de indicadores essenciais da operação. Entre os principais pontos, ele destacou quatro indicadores prioritários: perdas desconhecidas (como furtos), perdas conhecidas (avarias e vencimentos), acuracidade de estoque e ruptura. “As perdas conhecidas representam entre 60% e 70% do total no varejo supermercadista. Já a ruptura faz com que, a cada 100 produtos procurados, 19 não sejam encontrados. Isso significa perda direta de venda”, explicou. Segundo o executivo, o impacto é significativo: o setor pode perder entre 3% e 5% do faturamento apenas por ruptura — índice, em muitos casos, superior ao das perdas tradicionais. Ele também ressaltou a importância da acuracidade de estoque como um dos pilares da eficiência operacional. “Um estoque confiável melhora o planejamento de compras, reduz excessos, evita rupturas e diminui perdas financeiras”, afirmou. Perdas podem superar a margem do negócio Outro dado que chamou atenção foi o comparativo entre perdas e margem do setor. De acordo com Carlos, em alguns formatos de loja, as perdas podem superar a margem média do varejo supermercadista. “Em lojas de vizinhança, por exemplo, a perda chega a 3,30%, enquanto a margem média gira entre 2% e 2,5%. Isso mostra o tamanho do desafio e o quanto há de oportunidade para melhorar resultados”, destacou. Ele reforçou que investir em prevenção de perdas não apenas reduz prejuízos, mas também abre espaço para estratégias comerciais mais agressivas. “Quem perde menos pode reduzir preços, fazer mais promoções e ganhar competitividade”, pontuou. Impacto vai além do financeiro Carlos também chamou atenção para o efeito em cadeia das perdas dentro da operação. Segundo ele, problemas como furtos e falhas de controle geram distorções de estoque, que levam à ruptura, perda de vendas e, em casos mais graves, à perda de clientes. “Perder um cliente fiel pode representar até R$ 100 mil ao longo da vida. A prevenção de perdas impacta diretamente a experiência do consumidor”, afirmou. Cultura organizacional é decisiva Complementando a visão estratégica, William Lodrão destacou que o sucesso da prevenção de perdas depende da cultura organizacional e da integração entre áreas. “Não adianta ter um departamento eficiente se o restante da empresa não estiver alinhado. A prevenção de perdas precisa ser responsabilidade de todos”, afirmou. Ele defendeu que todos os colaboradores — do operador de caixa ao gestor — devem atuar como agentes de prevenção. “Quando toda a equipe entende seu papel, o resultado aparece”, disse. Adaptação à realidade de cada empresa Lodrão também ressaltou que não existe uma fórmula única para o setor. Segundo ele, práticas de sucesso precisam ser adaptadas à realidade de cada operação. “O que funciona em uma multinacional pode não funcionar em uma empresa regional. É preciso ajustar processos ao tamanho, à estrutura e ao contexto do negócio”, explicou. Apesar dos desafios, ele vê o Rio de Janeiro com alto potencial, especialmente pela capacidade dos profissionais de se adaptarem a cenários adversos. “Com menos recursos, muitas vezes conseguimos fazer mais. Isso mostra a força do setor”, afirmou. Treinamento e controle são pilares Entre as práticas recomendadas, Lodrão destacou a realização de inventários rotativos, o investimento contínuo em treinamento e a criação de centrais de monitoramento. “Sem treinamento, não existe prevenção. E sem controle, você não sabe onde está o problema”, afirmou. Ele também alertou para áreas críticas, como frente de caixa e setores perecíveis, que exigem atenção redobrada. “A perda real precisa ser conhecida. Não adianta maquiar números”, disse. Prevenção como alavanca de resultados A palestra deixou claro que a prevenção de perdas é uma das principais alavancas de resultado no varejo supermercadista. Mais do que reduzir prejuízos, ela contribui para aumentar margem, melhorar a experiência do cliente e fortalecer a competitividade. “O grande desafio é conscientizar as empresas de que prevenção de perdas não é custo, é investimento estratégico”, concluiu Carlos Eduardo Santos.
17/03/2026
Por dentro da asserj
Delivery próprio ou marketplaces? Especialista aponta caminhos e alerta para dependência de plataformas
A escolha entre operar um delivery próprio ou terceirizar por meio de marketplaces foi tema de debate no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, realizada no Riocentro. A palestra foi conduzida por Rafael Ribeiro, fundador e CEO da Jotajá, que apresentou estratégias práticas para aumentar vendas e reduzir a dependência de plataformas intermediárias. Durante a apresentação, o especialista chamou atenção para um dos principais riscos do modelo baseado exclusivamente em marketplaces: a chamada “guerra de cupons”. Segundo ele, embora os descontos agressivos possam impulsionar vendas no curto prazo, o efeito no longo prazo tende a ser negativo. “Essa chuva de cupons acostuma o cliente a comprar só com desconto. É o ‘cliente cuponzeiro’, que não tem fidelidade com a marca”, afirmou. Para Ribeiro, o cenário pode levar à concentração de mercado, reduzindo a competitividade. “O perigo é, no fim dessa guerra, sobrar um ou dois players e voltarmos a um ambiente monopolizado”, alertou. Como contraponto, ele citou o modelo dos Estados Unidos, onde há maior equilíbrio entre plataformas. “Lá existem vários marketplaces fortes, o que torna a disputa mais saudável para todos — principalmente para quem vende”, disse. Estratégia multicanal é o caminho Ao longo da palestra, Ribeiro destacou que a decisão entre delivery próprio ou terceirizado não deve ser excludente, mas estratégica. Ele apresentou 12 canais de tração que podem ser utilizados por negócios de alimentação e varejo supermercadista para ampliar vendas e fortalecer a marca. Entre eles, o especialista destacou o uso de canais orgânicos como redes sociais e, principalmente, o Google. “Pouca gente explora bem o Google Meu Negócio, que é uma ferramenta gratuita e com enorme potencial. O Google tem dados e audiência suficientes para entrar forte no segmento de food”, afirmou. Outro ponto enfatizado foi a importância da mídia offline. “Panfleto ainda funciona, desde que seja feito com estratégia. Quando você acerta o público, o retorno vem”, explicou. Base de clientes é o maior ativo Ribeiro também reforçou que o maior ativo de um negócio é sua própria base de clientes. Segundo ele, investir em CRM (gestão de relacionamento) é essencial para aumentar a recorrência de pedidos. “O cliente mais fácil de vender é aquele que já comprou de você. Hoje existem ferramentas que permitem entender o comportamento de compra e ativar esse cliente de forma automatizada”, destacou. Ele citou exemplos de ações personalizadas, como envio de ofertas direcionadas por WhatsApp e campanhas segmentadas nas redes sociais, aumentando a taxa de conversão e o ticket médio. Tráfego pago exige operação estruturada O uso de tráfego pago também foi abordado como ferramenta relevante, mas com um alerta: só funciona bem quando a operação está organizada. “Se a operação é ruim, investir em tráfego pago é como jogar água em balde furado”, afirmou. Além disso, o especialista recomendou atenção na escolha de profissionais para gestão dessas campanhas. “Fazer de qualquer jeito não traz resultado. É preciso estratégia e conhecimento técnico”, pontuou. Influência local e parcerias ganham força Entre as tendências, Ribeiro destacou o crescimento do uso de nano e microinfluenciadores — perfis com forte influência local, mesmo com poucos seguidores. “Eles têm credibilidade no bairro e muitas vezes aceitam permuta. É uma estratégia de baixo custo e alto impacto”, explicou. Parcerias com negócios da região também foram apontadas como oportunidades. “Barbearias, academias, farmácias… trocar base de clientes é uma forma inteligente de crescer”, disse. O desafio da mão de obra Outro ponto crítico abordado foi a gestão de pessoas. Segundo Ribeiro, a escassez de mão de obra, especialmente entre os mais jovens, já impacta o setor e tende a se intensificar. “A geração Z tem muitas opções e não quer ficar presa a rotinas de fim de semana. O negócio que vai prosperar é aquele cujo dono tiver maior capacidade de gerir pessoas”, afirmou. Ele defendeu a criação de programas de incentivo para engajar equipes, incluindo bonificações por desempenho e participação nos resultados. “O colaborador precisa entender que, quanto mais o negócio vende, mais ele ganha também”, destacou. Caminho passa por independência gradual Por fim, Ribeiro reforçou que marketplaces continuam sendo importantes para aquisição de clientes, mas não devem ser o único canal de vendas. “Quem compra por essas plataformas não é seu cliente, é cliente do marketplace. O desafio é trazer esse consumidor para o seu canal próprio”, concluiu. A palestra evidenciou que o equilíbrio entre canais, o uso inteligente de dados e o fortalecimento da relação com o cliente são fatores decisivos para o sucesso do delivery no cenário atual — tanto para o setor de alimentação fora do lar quanto para o varejo supermercadista.
17/03/2026
Por dentro da asserj
Reforma tributária deve elevar custos no curto prazo e exigir adaptação do setor?
A reforma tributária e seus impactos diretos sobre o setor de alimentação fora do lar e o varejo supermercadista estiveram no centro dos debates no Palco Varejo & Negócios da SRE Super Rio Expofood 2026, realizada no Riocentro. A palestra reuniu especialistas para discutir os efeitos práticos das mudanças no sistema de impostos, especialmente sobre preços, custos e competitividade. O encontro foi mediado por Bruno Kazuheiro, consultor de relações institucionais da Abrasel, e contou com a participação de Marcelo Balassiano, subsecretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação da Prefeitura do Rio, e Gledon Santos, diretor geral da Aativo Advisory. Logo no início, ao responder sobre o impacto da reforma no custo de vida e nos preços, Gledon Santos foi direto: trata-se de uma “pergunta de um milhão de dólares”. Segundo ele, no cenário macroeconômico, a tendência é de aumento de custos para o consumidor. “O que se espera é uma repressificação. À medida que o governo combate a informalidade e a sonegação, parte desses custos que antes não apareciam passam a ser incorporados aos preços”, explicou. Ele ponderou que, embora nem toda sonegação esteja refletida nos valores finais, a maior formalização tende a pressionar o custo geral da economia. Apesar desse cenário, o subsecretário destacou que o impacto pode variar conforme o segmento. No caso de bares e restaurantes, por exemplo, há previsão de redução de 40% na base de cálculo para itens preparados, o que pode amenizar efeitos diretos. “Se o empresário fizer o dever de casa, o impacto sobre o produto principal tende a ser menor”, afirmou. Por outro lado, ele alertou para o efeito indireto da reforma ao longo da cadeia produtiva. “Não é só o alimento. Existe toda uma rede logística e de serviços que compõe o custo. Quando esses elos ficam mais caros, isso inevitavelmente chega ao consumidor final”, disse. Ao abordar a promessa de simplificação do sistema tributário, Balassiano reconheceu que os efeitos ainda são incertos e dependem de diferentes cenários. Ele citou, por exemplo, a realidade de estados com incentivos fiscais, onde empresas podem enfrentar aumento de carga tributária. “Para quem já tem benefício, a tendência pode ser de elevação. Já em outros casos, pode haver até alguma redução, dependendo da estrutura da empresa e das relações comerciais”, analisou. Na mesma linha, Gledon Santos destacou que o período de transição até 2033 deve ser marcado por maior complexidade. Segundo ele, a convivência entre o modelo atual e o novo sistema — com tributos como IBS e CBS — exigirá ainda mais organização por parte das empresas. “Vamos viver um cenário duplo, com duas lógicas tributárias funcionando ao mesmo tempo. Isso aumenta a burocracia no curto prazo, não tem como evitar”, afirmou. Ainda assim, ele se mostrou otimista em relação ao longo prazo: “A partir de 2033, a tendência é de simplificação. Mas é importante deixar claro: simplificar não significa, necessariamente, reduzir a carga tributária”. Gledon também ressaltou que a reforma abre espaço para oportunidades competitivas, especialmente para empresas que se prepararem melhor. “Quem fizer um bom mapeamento de fornecedores, entender sua cadeia e se adaptar mais rápido pode sair na frente. A mudança é para todos, mas nem todos vão reagir da mesma forma”, disse. Outro ponto de atenção destacado foi o impacto sobre empresas optantes pelo Simples Nacional, especialmente aquelas que operam no modelo B2B. Segundo o especialista, a possibilidade de optar pela apuração de novos tributos pode influenciar diretamente na geração de créditos para clientes, afetando a competitividade desses negócios. Além disso, ele alertou para o limite de faturamento do regime, que pode pressionar empresas ao longo do tempo. “Com a inflação, muitas empresas ultrapassam os limites não porque cresceram, mas porque repassaram custos. Se esses tetos não forem atualizados, o cenário tende a ficar mais desafiador”, explicou. A discussão reforçou que, embora a reforma tributária traga avanços estruturais, o setor de alimentação fora do lar e o varejo supermercadista precisarão de planejamento e adaptação para lidar com seus efeitos — especialmente no curto e médio prazo.
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