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Anvisa proíbe venda de mais uma marca de azeite! Confira os detalhes
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou a proibição da venda, em todo o território nacional, de mais uma marca de azeite. Em decisão publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 16 de setembro, o órgão regulador vedou a comercialização de todos os lotes do produto do rótulo "Los Nobles". "Por estar sempre na lista dos produtos mais fraudados, o azeite deve ter uma atenção especial do setor de compras dos supermercados", destaca Flávio Graça, consultor de Alimento Seguro da ASSERJ. Segundo a Anvisa, o azeite, anunciado como de origem argentina, é considerado clandestino, já que não possui autorização da Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia da Argentina (Anmat) para comercialização. Outro alerta descrito pela Agência é que a empresa responsável e o CNPJ da distribuidora não foram identificados, o que reforça os riscos para os consumidores. Graça ainda pontua uma lista de cuidados que compradores do nosso setor devem tomar ao lidar com os produtos: Verificar o rótulo com atenção; Conferir se há o registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Ver se o CNPJ e o endereço da empresa estão claros; Comprar em locais confiáveis; Pesquisar a marca antes da compra. Além disso, o consultor de Alimento Seguro da ASSERJ frisa que a preferência deve ser dada a produtos com origem bem definida (país, estado, produtor), mantendo sempre a desconfiança ao encontrar preços muito abaixo da média: "Produtos fraudados geralmente têm preço muito inferior aos similares de qualidade. Se o valor está 'bom demais pra ser verdade', provavelmente há algo errado. Fornecedores com boa reputação tendem a ter mais controle sobre a procedência dos produtos. Faça uma busca rápida online para ver se a marca já teve produtos reprovados em testes de qualidade ou foi alvo de fiscalização do MAPA, Procon ou Inmetro". A ASSERJ enfatiza a importância de que os supermercadistas associados estejam atentos às determinações dos órgãos fiscalizadores, garantindo a segurança alimentar, a proteção dos clientes e o bom funcionamento de toda a operação.
16/09/2025
Associados em foco
Redeconomia Reunidos tem novo diretor comercial. Saiba mais
O Reunidos, associado do Redeconomia, tem movimentação em um cargo de extrema importância para sua operação. Depois de quase 8 anos à frente da direção comercial do grupo, Thiago Cunha deixa o posto rumo a novos desafios. "Tive a oportunidade de trabalhar em conjunto com muitas pessoas e construir uma parceria valiosa, pela qual sou muito grato. Aproveito para agradecer pela colaboração, confiança e profissionalismo demonstrados em todos os projetos que realizamos juntos. Desejo muito sucesso a todos e espero que possamos nos cruzar novamente em futuras oportunidades profissionais", declara Thiago Cunha. Em contato com a equipe de reportagem da ASSERJ, a diretoria do grupo confirmou que as funções de diretor comercial serão assumidas por Jorge Henrique, sócio do Reunidos. Não há previsão de anunciar um novo nome para o cargo até o momento.
16/09/2025
Limpeza que vende: como fortalecer a categoria no supermercado
O mercado de produtos de higiene e limpeza vive um momento de destaque no varejo brasileiro. De acordo com a ABIPLA – Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes – com base em estudo da Euromonitor International, o Brasil é hoje o quarto maior mercado mundial de produtos de limpeza. O consumo per capita, porém, ainda representa apenas 4% da média global: o brasileiro gasta cerca de US$ 7,55 (R$ 42,20) por mês, contra US$ 186,33 da média mundial, o que revela alto potencial de crescimento. “Os produtos de limpeza brasileiros são acessíveis e têm penetração quase universal. Cerca de 80% dos consumidores compram um mix básico de itens, mas a variedade de linhas permite atender diferentes perfis e ampliar o consumo”, explica Juliana Marra, presidente da ABIPLA. Ela destaca que o setor é estratégico para a saúde pública, a sustentabilidade e o consumo seguro. Mercado em expansão Segundo estudo da IPC Maps, o varejo brasileiro deve movimentar R$ 532 bilhões em 2025, sendo que o segmento de artigos de limpeza deve crescer 11,2%, alcançando cerca de R$ 39,7 bilhões. A demanda contínua por produtos essenciais garante ao setor um papel relevante na cesta de compras dos supermercados. Para redes supermercadistas, a categoria é fonte de rentabilidade e fidelização. “O setor hoje representa 4% das vendas da rede, mas é bastante concentrado em poucos itens, como sabão em pó, detergente e amaciante. Ainda assim, é lucrativo e cheio de oportunidades, especialmente com a chegada de novas categorias e hábitos de consumo”, avalia João Márcio, diretor comercial da rede Princesa. Ações que movimentam o público O Supermercados Guanabara, por exemplo, mantém a tradicional Semana da Limpeza, que este ano acontece até 21 de setembro. São mais de 800 itens em promoção, reunindo 140 fornecedores e quase 600 marcas. A rede reforçou estoques com 30 milhões de unidades de sabão em pó e líquido, 20 milhões de amaciante e igual volume de limpadores multiuso. “As ofertas são rotativas para garantir variedade e preços competitivos, atendendo a pedidos dos consumidores”, explica Marcelo Ramos, comprador do setor. A indústria também acompanha de perto essa expansão. A Limppano, com mais de quatro décadas de atuação, destaca a força do Rio de Janeiro como mercado estratégico. “Todo o varejo fluminense opera com nossos produtos, de grandes redes a atacarejos e lojas de vizinhança, em categorias como esponjas, sanitários, detergentes e panos”, afirma Raphael Benedetti, diretor comercial e de marketing. Relevância diária Com produtos indispensáveis ao dia a dia – de sabão em pó a desinfetantes – o setor de limpeza se consolida como categoria essencial e de alto giro no varejo supermercadista. Além de movimentar bilhões, impulsiona inovação, cria novas categorias e ajuda a fidelizar consumidores que, cada vez mais, buscam variedade, qualidade e economia nas gôndolas. Para Roger Toshi, especialista em varejo, as datas sazonais são oportunidades estratégicas para aumentar o faturamento das lojas. “Aproveite essas oportunidades e separe setores estratégicos do mercado, sinalizando bem as promoções”, orienta. Ele também destaca outros momentos ao longo do ano, como a Black Friday e o Dia do Consumidor, como oportunidades para variar os itens das promoções.
16/09/2025
Descubra as redes que podem comprar a participação do Casino no GPA
A visita de Philippe Palazzi, presidente do grupo francês Casino, ao Brasil movimentou os bastidores e reacendeu especulações sobre a venda da fatia que a companhia mantém no Grupo Pão de Açúcar (GPA). Nas últimas semanas, surgiram rumores e reportagens — entre elas do Valor Econômico — apontando possíveis interessados, como a rede mineira Supermercados BH e o grupo chileno Cencosud. O Casino já confirmou a intenção de se retirar da operação brasileira para concentrar esforços na França, onde conduz um amplo processo de reestruturação. O grupo pretende levantar ao menos 90 milhões de euros com a venda dos 22,5% que ainda detém no GPA. A participação já foi bem maior: em março de 2024, a companhia reduziu de 41% para o percentual atual após um follow-on de R$ 700 milhões, a R$ 3,20 por ação. Desde então, deixou de ser acionista controlador, ficando atrás da família Coelho Diniz, que em agosto deste ano passou a deter 24,6% da empresa. De acordo com veículos da grande imprensa, Palazzi esteve no Brasil para reuniões com potenciais compradores, em um movimento que evidencia a pressa em fechar um acordo. Avaliado em cerca de 240 milhões de euros, o GPA viu seu valor de mercado encolher 80% no último ano, reforçando a urgência da negociação. O plano de venda começou em 2023, quando o Grupo Casino anunciou ter iniciado “trabalhos preliminares com vistas a uma possível oferta primária de ações”. No primeiro semestre de 2025, o grupo francês registrou prejuízo líquido de 210 milhões de euros, revertendo lucro de 39 milhões de euros no mesmo período do ano anterior. Em entrevista recente à rádio francesa BMFM, Palazzi afirmou esperar que o grupo volte a lucrar em 2026, após quase entrar em falência. “Estamos passando do resgate para a recuperação do grupo”, declarou durante teleconferência com repórteres ao comentar os resultados trimestrais. Para o setor supermercadista brasileiro, a possível venda da participação do Casino no GPA representa mais do que uma mudança acionária: é um sinal de que o mercado está em constante transformação e que oportunidades de investimento e consolidação podem surgir a qualquer momento. Movimentos como este influenciam a competitividade, a dinâmica de negociação com fornecedores e até o posicionamento estratégico das redes locais. Para os gestores, o desafio é observar essas mudanças de perto e refletir: como essas transações impactam o futuro do varejo nacional e quais ações podem ser adotadas para aproveitar novas oportunidades e fortalecer a presença no mercado?
16/09/2025
Saiba como crescer seu faturamento em outubro. A ASSERJ te mostra!
"Pirulito que bate, bate. Pirulito que já bateu"... outubro já é popularmente conhecido como o "Mês das Crianças". Mas o 10º mês do ano também carrega um grande potencial para o varejo supermercadista. Ações bem planejadas podem alavancar as vendas para além de somente o Dia das Crianças e o Halloween. Elas podem fazer a diferença no faturamento ao final do dia 31. E isso não é mera especulação, pelo contrário. Os números comprovam que ambas são mais que datas comemorativas, são oportunidades de aumentar vendas e fidelizar consumidores. Planejamento antecipado e ações estratégicas transformam essas celebrações em experiências que geram engajamento e reforço de marca. Contra números não há argumentos: a evolução das datas O potencial é evidente. No Dia das Crianças de 2024, o comércio brasileiro movimentou R$ 9,35 bilhões, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na semana da data, o faturamento do comércio eletrônico cresceu 10,2%, quase o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. O Halloween, por sua vez, também se consolidou como oportunidade estratégica. As vendas online de produtos relacionados cresceram 34%, alcançando R$ 948 mil em faturamento, enquanto em lojas físicas o aumento foi de 10%, com destaque para produtos de fantasia e guloseimas. Além disso, o comportamento da Geração Z reforça o potencial: 91% dos jovens de 12 a 26 anos planejam celebrar o Halloween neste ano, segundo levantamento da YPulse. Os dados do Radar Scanntech também reforçam o avanço da sazonalidade em outubro, com destaque para a cesta de doces (bala, pastilha, caramelo mastigável, pirulito e chocolate/pastilha), que assume um papel central e extremamente relevante nessas datas. No 10º mês de 2024, a categoria atingiu o pico de faturamento sobre todas as demais datas do ano, crescendo 10,8% em comparação com a média anual. O consumo se concentra em momentos: Sábado após pagamento de salários: alta de 71,5% sobre a média do mês de outubro (responsável por 24,8% das vendas do mês); Véspera do Dia das Crianças: alta de 67,5% (responsável por 24,5% das vendas do mês); Dia de Halloween: alta de 44,5% (responsável por 19,1% das vendas do mês). Na semana do Dia das Crianças, o faturamento cresceu 9,5% em relação a 2023, com destaque para Caramelo Mastigável (subida de 10% em faturamento e de 2,8% em volume) e Bala/Pastilha (alta de 13,2% em faturamento e +9% em volume). Já na semana do Halloween, o faturamento subiu 5,1% frente a 2023, com papel principal para o Caramelo Mastigável (crescimento de 7,7% em faturamento e 1,3% em volume). Durante esse período, também se vê uma migração para missões de compra menores. 41,5% das compras são para consumo imediato (tickets de 1 a 5 itens), 41,2% para reposição (de 6 a 20 itens) e 17,3% para abastecimento (21 itens ou mais). Os números referendam: o "Mês das Crianças" de 2025 promete movimentar o varejo supermercadista e o e-commerce de forma ainda mais intensa. Porém, é preciso atenção com um público altamente segmentado (pais, responsáveis, famílias e até educadores), mas que não reduz as oportunidades. Redes que souberem usar seus dados para explorar perfis de clientes com ofertas personalizadas, storytelling envolvente e canais digitais otimizados estarão liderando o setor e seguindo um movimento que a indústria já percebe. Lançamentos direcionados: inovação e experiência do consumidor como foco das indústrias Diversas marcas já se movimentam para se destacarem no período, com apostas especiais para o Hallowenn, data em que fabricantes estimam aumento de 15% nas vendas. A Piracanjuba, por exemplo, apresentou recentemente as linhas Zquad e Pirakids Chicletin, direcionadas ao público infantil de uma forma geral. Movimentação semelhante foi feita pela Doces Boa Vista, com a comercialização de novos sabores de alfajores e biscoitos recheados. Para o o Dia das Bruxas, a Fanta lançou a edição especial "Fanta Mistério", inspirada em ícones do terror cinematográfico. A Panco produziu itens temáticos. A Florestal Alimentos pretende repassar 750 toneladas de doces para a celebração. A Docile, uma das grandes marcas do segmento de balas de gelatina, também ampliou seu portfólio para a data. "O Halloween é uma sazonalidade que existe no Brasil há muito tempo. Surgiu em 1990, através das escolas de idiomas. Mas ela alavancou bastante nos últimos 10 anos. Vem crescendo bastante, principalmente na região Sudeste. E é uma sazonalidade que agregou venda, ela não tirou venda do Dia das Crianças, que ainda é muito forte, mas ela trouxe uma venda adicional para o final do mês de outubro de uma categoria que é muito rentável", destaca Adriana Donelian, diretora Comercial e de Trade Marketing da Docile Alimentos, em participação no podcast "SV tá On". Já a Fini, outra líder do segmento, expandiu de forma agressiva sua coleção, focando na irreverência, com diversos novos produtos, o principal deles a collab com a Santa Helena, e a edição limitada da Paçoquita Fini Tubes, combinando a tradicional paçoca com a acidez dos doces da marca, como explica Breno Carvalho, gerente executivo de Marketing da Santa Helena Alimentos: "A collab das duas marcas líderes resultou em um produto delicioso e gerou buzz extraordinário, comprovando consistência na missão de surpreender nossos fãs com novidades emocionantes". "É sempre importante para nós estarmos presentes nessas datas, pois é mais uma forma de nos conectarmos com o consumidor. O Halloween, por exemplo, é a data ideal para ousar, seja no visual ou no sabor. Por isso, desenhamos uma linha que conversa com esse espírito lúdico, inesperado e divertido da ocasião. A ideia é proporcionar uma experiência sensorial completa, que começa pela embalagem e termina na memória afetiva de cada mordida", explica Thais Carminato, gerente executiva de Marketing da The Fini Company Latam. Não perca a chance! Aposte no "Mês das Crianças" A janela de oportunidade aberta em outubro é de grande potencial para o nosso setor. Mas para aproveitar ao máximo essa chance, é preciso estratégia e ações bem executadas, como por exemplo: Planejamento antecipado de sortimento: disponibilizar as novidades da indústria com antecedência, priorizando os itens que apresentam maior giro; Experiências no PDV: criar displays temáticos, degustações e ativações interativas focadas no público infantil, incentivando as compras por impulso e aumentando o ticket médio; Ofertas personalizadas: preparar kits para diferentes perfis, de pais e responsáveis a crianças e adolescentes; Comunicação eficaz: divulgar promoções de forma criativa, principalmente nos canais mais utilizados pelos mais jovens, especialmente a Geração Z; Retail Media: chegou a hora de negociar com indústrias parceiras que têm tudo a ver com as datas. Aproveita as dicas da matéria! (PARA SABER MAIS TAMBÉM SOBRE ESTRATÉGIAS DE RETAIL MEDIA, CLIQUE AQUI) O varejo supermercadista tem diante de si oportunidades concretas para aumentar vendas e engajar consumidores. O Dia das Crianças e o Halloween não devem ser vistos como eventos isolados, mas como um mês inteiro de oportunidades. Planejamento calculado de sortimento, comunicação, experiência e inovação pode converter todo o outubro em um período de resultados expressivos, reforçando a relevância dos supermercados como espaços de conexão, entretenimento e experiência.
16/09/2025
O que torna o Brasil um gigante mundial em amaciantes - e como isso abre portas para negócios. Saiba mais aqui!
Um item de alto giro e que ocupa uma posição de destaque global: o amaciante. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado brasileiro do produto cresceu 3,4% em 2024, chegando aos R$ 4,7 bilhões. Com esse resultado, o país ficou no Top-5 dos maiores consumidores. Em quarto lugar, o Brasil está atrás apenas de Estados Unidos, Japão e México. Ainda de acordo com a consultoria, a alta de consumo do item deve chegar a 36,2% até 2029, acima da média mundial, projetada em 30,5%. A força do setor é corroborada com dados do Radar Scanntech. Segundo o levantamento, nos primeiros sete meses deste ano, o amaciante registrou alta média de 5,45% em faturamento, com destaque para os meses de maio (+7,6%) e julho (+7,5%). Inovações: indústrias estão atentas ao avanço Em um segmento com tamanho crescimento é fundamental se diferenciar aos olhos dos consumidores. Por conta disso, as indústrias têm buscado cada vez mais inovar nos atrativos de seus produtos, incorporando novas tecnologias e experiências sensoriais. Novas fragrâncias, maior duração, atenção à ecologia, características anti-odor, são inúmeros pontos explorados. Um exemplo foi o lançamento do novo amaciante concentrado Mon Bijou Super Intenso, que procura alinhamento com as demandas do cliente, focando em novas fragrâncias, sustentabilidade e eficiência. Outra forma de diferenciação junto ao consumidor, e que gerou muita repercussão no varejo supermercadista, foi a collab entre Ypê e L’Occitane au Brésil, com o lançamento de dois amaciantes concentrados em edição limitada, com fragrâncias inspiradas nas linhas Ninfa das Águas e Brésil. A estratégia procurou ampliar a percepção de valor do produto, apostando na sensorialidade premium para captar a atenção dos clientes, como explica Marcela Mariano, CMO da Ypê: "Essa collab representa um movimento inédito no mercado brasileiro de amaciantes concentrados e se conecta diretamente com o nosso objetivo de ampliar a percepção de valor da linha, mantendo a acessibilidade como um dos nossos pilares". "Uma parceria, tão inusitada para o universo da beleza, que gera experimentação de alta perfumaria para novos consumidores", pontua André Abramo, head of Brand Strategy & Marketing Communications da L’Occitane Group. Gabriela Pontin, vice-presidente Comercial da Ypê completa: "O brasileiro valoriza performance, fragrâncias marcantes e inovação. E quando o consumidor busca esse tipo de produto, ele encontra na nossa marca que está presente em mais de 95% dos lares do país. Para o lojista, isso significa giro, venda garantida e mix certeiro na gôndola. Estar alinhado às tendências globais e, ao mesmo tempo, traduzir isso em colaborações inéditas como essa entre a Ypê e a Loccitane é o que faz da Ypê uma parceira estratégica para o varejo". Supermercadista, atenção às gôndolas! As constantes altas no faturamento do segmento de amaciantes apresentam uma ótima oportunidade, mas para aproveitar essa chance, é preciso estratégia: Diversifique o mix: com a procura de clientes por diferenciações na categoria é preciso incluir produtos concentrados, fragrâncias premium, edições limitadas e opções sustentáveis; Promova experimentação sensorial: praticamente todo cliente gosta de sentir a fragrância do amaciantes antes de comprar. Apostar em ações sensoriais, incentivando a experimentação, pode ajudar a provocar a compra por impulso, além de gerar percepção de valor; Visibilidade na gôndola: organizar os produtos com foco nas principais características, de forma atraente e com comunicação clara sobre diferenciais aumenta o giro da categoria e facilita o momento de decisão de compra do cliente; Realize ações de cross-selling: com a alta de vendas de amaciantes, apostar em combinações com outros produtos da cesta de Limpeza, como sabões em pó ou líquidos, alvejantes e itens complementares, criando kits e promoções pode, consequentemente, aumentar o ticket-médio. O atual cenário do segmento de amaciantes desenha uma grande janela de oportunidade para capitalizar o crescimento da categoria, aumentar o giro e o faturamento e fidelizar consumidores.
16/09/2025
Economia
Supermercados do RJ impulsionam o varejo com alta de 1,8%
O desempenho dos supermercados no Rio de Janeiro segue positivo, mesmo em um cenário desafiador para o varejo como um todo. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PMC/IBGE) mostram que, em julho de 2025, a receita real dos supermercados fluminenses, medida pelo volume de vendas, cresceu 1,8% na comparação com julho de 2024. Na passagem de junho para julho de 2025, o setor se manteve estável. No acumulado de janeiro a julho, os supermercados apresentaram alta de 1,7%, enquanto no acumulado em 12 meses até julho o avanço chegou a 2,4%, em ambos os casos já descontada a inflação. O desempenho do nosso setor ajudou a amenizar a retração de 1,7% observada no comércio varejista fluminense em julho (na comparação com o mesmo período de 2024), pressionado principalmente pelos segmentos de tecidos/vestuário e calçados (−12,2%), combustíveis (−5,4%) e equipamentos de informática e comunicação (−4,9%). "O resultado dos supermercados em julho mostra a resiliência do nosso setor diante das dificuldades enfrentadas pelo varejo como um todo. Nosso desempenho ajuda a sustentar a economia fluminense, garantindo estabilidade no abastecimento e contribuindo para amenizar os efeitos das quedas em outros segmentos", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
16/09/2025
Estudo aponta o sentimento do consumidor brasileiro em 2025. ASSERJ explica
O consumidor brasileiro tem enfrentado diversos desafios no campo econômico, como a inflação persistente e a alta taxa de juros, porém, apesar desse cenário, apresenta sinais de adaptação em seus hábitos de consumo na chegada do último quadrimestre do ano. Segundo o relatório "ConsumerWise", da McKinsey, divulgado no último mês de agosto, o sentimento líquido (diferença entre consumidores otimistas e pessimistas) registra recuperação gradual, mas segue abaixo dos níveis de 2024. Em novembro de 2024, por exemplo, 40% dos consumidores se declaravam otimistas e 20% pessimistas, resultando em um sentimento líquido de 20%. Em maio de 2025, o otimismo caiu para 32%, enquanto o pessimismo subiu para 22%, reduzindo o sentimento líquido para 10%, uma queda de 50% em relação a novembro de 2024. Mas em agosto de 2025, o otimismo subiu para 36% e o pessimismo para 23%, elevando o sentimento líquido para 13%, uma recuperação de cerca de 30% em relação a maio. Esses dados indicam que a confiança do consumidor está em um patamar cauteloso, o que reflete em gastos mais conscientes, porém com sinais de resiliência e adaptabilidade. Tendências de consumo: ajustes relevantes para supermercados O levantamento também analisa os comportamentos de consumo, com destaque para a prioridade ainda mais acentuada de produtos essenciais e indulgentes. Apesar da maioria dos entrevistados apontar que deve seguir gastando os mesmos valores com a maioria dos itens, pode-se pontuar a redução significativa de gastos com bebidas alcóolicas (38% afirma que pretende gastar menos), bebidas não alcóolicas (27%), mercearia de longa duração (26%) e carne e laticínios (16%). Apesar disso, do outro lado, tiveram aumento da expectativa de gastos os produtos frescos (34% diz que pretende gastar mais) e carne e laticínios (26%), mesmo com a queda apontada. Outro dado a se destacar, é a expectativa de alta de 23% dos entrevistados em gastos com serviços de fitness e bem-estar, o que pode apresentar uma oportunidade de crescimento de consumo em categorias vinculadas à saudabilidade. Outra pesquisa que confirma um comportamento mais cauteloso dos consumidores é o Radar Scanntech do último mês de agosto. Segundo o estudo, 30,3% das missões de compra no Rio de Janeiro são de reposição, superando as de abastecimento (29,6%). Express também somam total relevante, de 24,2%. Ou seja, os clientes estão realizando mais visitas às lojas e optando por compras menores, muito provavelmente influenciados por uma análise mais criteriosa da variação de preços de produtos. Comportamento por geração Baby Boomers: apresentaram a maior queda, com 13 pontos percentuais a menos de entrevistados optando por redução de preço; Geração X: também apresenta redução, mas inferior aos Baby Boomers; Millennials: única faixa a apresentar aumento na busca por alternativas mais econômicas (3%), refletindo mais cautela nos gastos; Geração Z: redução semelhante à Geração X. Dentre os comportamentos de compra mais representativos quando analisamos a opção por compras mais baratas, destacam-se: Mudar de varejista para obter preço mais baixo ou desconto (58%); Ajustar quantidade ou tamanho da embalagem (44%); Mudar a marca para uma de preço mais baixo ou marca própria (30%). Sinais apresentados aos supermercadistas O levantamento, apesar dos pontos de cautela, apresenta também janelas de oportunidades para supermercadistas que saibam se adaptar às tendências de comportamento de consumidores mais seletivos e atentos. Adaptação do sortimento: ajustar o mix de produtos, priorizando itens essenciais e indulgentes, com embalagens e pacotes que atendam às exigências do cliente; Precificação estratégica: considerar elasticidade de preços e impacto da inflação nos diferentes segmentos de consumidores; Promoções segmentadas por geração: Millennials, por exemplo, devem ter como foco promoções de embalagens menores, enquanto Baby Boomers podem escolher gastar mais; Explorar categorias: produtos frescos, carnes e laticínios foram apontados como segmentos com intenção de aumento de gastos e podem ser bem aproveitados em promoções; Alinhamento de eficiência operacional: um consumidor extremamente seletivo será ainda mais impactado por um atendimento de qualidade. Portanto, integrar logística, mix e personalização são trunfos para fidelização. Atenção ao consumidor: ontem, hoje e sempre O comparativo entre os últimos 10 meses mostra que, embora o sentimento do consumidor ainda esteja abaixo dos níveis de 2024, há sinais claros de uma recuperação gradual. Para o varejo supermercadista, compreender o comportamento de seus clientes, categorias em foco e disposição por geração, explorando oportunidades em segmentos estratégicos, é essencial para garantir competitividade, resiliência e o crescimento que tem sido a máxima do nosso setor neste ano, mesmo em um cenário econômico desafiador.
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