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ASSERJ debate temas estratégicos em última reunião do Conselho Diretor em 2025
A última reunião do Conselho Diretor da ASSERJ em 2025 foi realizada nesta quarta-feira, 26 de novembro, no Hotel Windsor Marapendi, na Barra da Tijuca. O encontro foi marcado por reflexões estratégicas sobre o momento atual do varejo supermercadista, um balanço do ano e projeções para 2026, dentre outros temas pertinentes. 190 Integrado Um dos temas apresentados na reunião foi o Projeto 190 Integrado, da Polícia Militar (PM), apresentado pelo Tenente Rafael, responsável pela iniciativa, que busca aliar os sistemas de segurança eletrônica dos estabelecimentos com a central da PM, possibilitando, dentre diversas opções, o acionamento da PM em tempo real, sem necessidade de ligação para o 190 (nos casos de automação), e o aumento de segurança preventiva. Renegociação de Dívidas do PROCON para Redes de Supermercados Outro ponto levantado no encontro foi o novo projeto do PROCON de renegociação de dívidas para redes de supermercados. A ação visa reduzir eventuais pendências (como multas), por meio de descontos, incentivando a regularização das empresas e, consequentemente, ampliando a arrecadação do Estado, conforme explicado por Gutemberg Fonseca, secretário de Estado de Defesa do Consumidor. Mudanças no PAT Posteriormente, foram debatidos os reflexos da medida aprovada pelo Governo Federal com a modernização do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que atualizou o texto trazendo redução de custos operacionais, dentre outas alterações (CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS). Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ e da Associação das Américas de Supermercados (ALAS), enfatizou que o texto representa uma vitória para o setor, principalmente no que tange aos prazos de pagamentos: "Comemorem e tenham certeza que a ASSERJ seguirá acompanhando os próximos passos dessa medida e defendendo os interesses do nosso setor". Acompanhamento Institucional Mariani Ferri, responsável pelas Relações Institucionais da ASSERJ, apresentou as ações realizadas pela Associação em defesa do setor no último mês, destacando as medidas para manter a viabilidade operacional do setor supermercadista. Além disso, foram expostos detalhes de emendas e legislações complementares da Reforma Tributária que incidirão sobre o varejo abastecedor. ASSERJ Experience – Sicoob Instituição financeira com o maior número de estabelecimentos físicos de atendimento do país, o Sicoob apresentou os seus serviços para supermercadistas. Giovana Simonaci, diretora de Negócios da cooperativa Sul Litoral da empresa, conduziu a apresentação, destacando: "Tudo que é movimentado e gera resultado para o Sicoob, parte do resultado retorna para vocês. Só em 2024, foram quase R$ 40 bilhões em recursos com esse mecanismo. Um benefício médio de quase R$ 6 mil por associado". "Tudo que bancos oferecem, nós também oferecemos", enfatizou Giovana Simonaci. ASSERJ Experience – Dermacyd Outra apresentação do ASSERJ Experience foi da Dermacyd, primeiro sabonete íntimo feminino e líder de mercado. Paulo Silveira, gerente regional da EMS Farmacêutica, apresentou detalhes do produto, frisando as estratégias da marca, como o investimento de R$ 15 milhões em mídia, para fortalecer a atuação em diversos canais, com foco no varejo supermercadista, e kits exclusivos, variáveis de acordo com critérios como ticket-médio, promoção e lançamentos, dentre outros. "Além disso, temos várias ações de visibilidade em lojas. Por exemplo, no Prezunic de Vila Isabel, adesivamos todo o banheiro feminino durante o Carnaval. Então também fazemos investimento em lojas. Outro motivo para ter Dermacyd na loja de vocês, que ele é líder de mercado. Pensou em sabonete íntimo, pensou em Dermacyd", salientou Paulo Silveira, que também expôs detalhes da estratégia comercial para o varejo supermercadista, como atendimento, cadastro de novos kits e itens regulares, promotores em loja, ações de sell-out e ativações de Trade Marketing. Dentre outras pautas relevantes do setor, o encontro teve um clima de confraternização, por ser o último do ano. Encerramos com a certeza de que estamos no caminho certo para a construção de um setor cada vez mais unido, forte e focado no consumidor!
26/11/2025
Conecta
TikTok é o novo Google da Black Friday: descoberta social redefine estratégias no varejo supermercadista
A jornada de compra do consumidor brasileiro entrou em uma fase de mudança estrutural. A lógica baseada exclusivamente em busca — tradicionalmente associada a ferramentas como Google — perde centralidade para a chamada descoberta social, liderada por plataformas como o TikTok. Para o varejo supermercadista, o movimento impõe uma revisão estratégica: não basta ser encontrado, é preciso ser descoberto. Em um cenário de Black Friday cada vez mais competitiva, ganhar relevância nos ambientes de consumo de conteúdo torna-se tão importante quanto performance em motores de busca. De acordo com o estudo Black Friday 2025 – A Black além do preço, da MindMiners, 9 em cada 10 brasileiros pesquisam antes de comprar. Os principais canais hoje são sites e aplicativos de lojas (44%), lojas físicas (40%) e buscadores (35%). Entretanto, entre os consumidores da Geração Z, as redes sociais já ocupam posição de destaque como fonte de descoberta — com o TikTok assumindo, na prática, a função de “buscador”. Da busca ao feed: o avanço da descoberta algorítmica Segundo a Statista, o TikTok alcançou 1,59 bilhão de usuários ativos mensais no início de 2025, consolidando um modelo em que o algoritmo antecipa interesses. O consumidor deixa de procurar ativamente um produto e passa a descobri-lo enquanto consome conteúdo. Essa lógica já influencia o e-commerce. Marketplaces como a Shopee passaram a adotar interfaces orientadas por feed e recomendações baseadas em comportamento, com foco em oferecer uma experiência de compra contínua e personalizada. Para o executivo Thiago da Mata, CEO da Kwara, o caminho não é abandonar SEO, mas expandir território digital: “A nova geração não é guiada por busca, e sim por descoberta. Não é só sobre rankear, é sobre existir onde o algoritmo entrega conteúdo 24 horas por dia.” Retail media ganha protagonismo como nova fonte de receita Paralelamente à descoberta social, cresce a relevância do retail media — a monetização de dados e inventário publicitário nos canais próprios do varejo. Projeções de mercado indicam que o segmento pode ultrapassar R$ 5 bilhões no Brasil nos próximos 12 meses. Na prática, o varejo supermercadista passa a operar em três frentes: como canal de venda; como veículo de mídia; como hub de dados estratégicos. Para as indústrias, trata-se de mídia com alta intenção de compra. Para o consumidor, comunicações mais relevantes e contextualizadas. Para o varejo, uma nova frente de rentabilização e fidelização. Bruna Madaloni, CEO da Hay Hyve, resume: “Retail media e descoberta social não competem — se complementam. Uma atua dentro do carrinho, a outra antes do carrinho. É a transição do marketing de interrupção para o marketing de contexto.” Prioridades estratégicas para a Black Friday Diante desse novo ambiente, três frentes se tornam críticas para a execução comercial no varejo supermercadista: 1. Conteúdo nativo por plataforma Comunicação precisa ser construída para cada ambiente digital. Linguagem, formato e estética devem respeitar a lógica das redes sociais. Materiais adaptados de campanhas tradicionais perdem eficiência. 2. Agilidade operacional Tendências surgem e desaparecem em horas. Estruturas decisórias, sortimento e produção de conteúdo precisam estar alinhados para respostas rápidas. 3. Inteligência de dados A integração entre dados de mídia, navegação e conversão deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito. A precisão na ativação impacta diretamente resultados. No campo da influência, ganha força a atuação com nano e microcriadores, com maior taxa de conversão e proximidade com comunidades nichadas. O foco deixa de ser alcance e passa a ser desempenho comercial. TikTok Shop e a aceleração do social commerce A chegada do TikTok Shop ao Brasil reforça a consolidação do social commerce. O modelo integra entretenimento e compra em tempo real por meio de live commerce e conteúdo transacional. Para o varejo supermercadista, o recado é direto: não basta disputar preço é preciso disputar atenção e transformá-la em venda com processos, tecnologia e estratégia Um funil híbrido, centrado no varejo O comportamento atual do consumidor é fragmentado: descobre no social, pesquisa no marketplace, compara e decide. A Black Friday deixa de ser apenas uma data promocional e passa a funcionar como teste de maturidade digital. A lógica que se impõe no setor é clara: crie valor no feed e capture conversão no carrinho. Quem integrar descoberta social, retail media e execução comercial tende não apenas a performar melhor em novembro — mas a construir vantagem competitiva permanente.
26/11/2025
Atualidades
Planejamento e oportunidade: como o varejo supermercadista pode se preparar para a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026, que acontece entre junho e julho nos Estados Unidos, Canadá e México, já começa a movimentar empresas em todo o mundo — e o varejo supermercadista brasileiro não pode ficar de fora desse ciclo de planejamento. Mais do que um evento esportivo, o torneio é um gatilho de consumo e engajamento coletivo capaz de impulsionar vendas, fortalecer marcas e criar novas oportunidades de relacionamento com o público. Segundo estudo da OpenEconomics (OE), o evento pode gerar impacto de até US$ 40,9 bilhões no PIB global, além de US$ 8,28 bilhões em benefícios sociais e cerca de 824 mil empregos mundo afora, ampliando o ambiente de negócios mesmo para setores que não atuam diretamente com o universo esportivo. Para Ycaro Martins, mentor, palestrante e CEO da Maxymus Expand, especializada em estratégias de crescimento, as empresas que atuam no varejo supermercadista precisam enxergar o período como uma janela estratégica que exige preparação antecipada. De acordo com o especialista, o clima de entusiasmo da Copa cria um efeito natural de alta circulação nas lojas, busca por conveniência, aumento do consumo imediato e maior abertura dos consumidores às ativações de marca. “O campeonato representa mais do que um evento esportivo, é uma oportunidade estratégica de crescimento e inovação no mercado, principalmente para setores de alto consumo sazonal. As empresas podem aproveitar o clima de entusiasmo para fortalecer a marca e criar conexão emocional com clientes e parceiros. Porém, é fundamental planejar as ações com antecedência para identificar oportunidades e mitigar os riscos”, afirma. Martins destaca que o primeiro passo é monitorar o comportamento do consumidor, analisando tendências de engajamento, movimento nas redes e padrões de compra que surgem ao longo das partidas. Esses sinais permitem ajustes rápidos de sortimento, campanhas em tempo real e preparação de estoques para categorias sensíveis a picos de demanda, como bebidas, snacks, churrasco, itens de conveniência e produtos para confraternizações. Outro ponto fundamental é o engajamento da equipe: segundo o especialista, quando o ambiente interno reflete a energia do período, a jornada do cliente melhora — e isso é especialmente relevante em setores de alto fluxo como o varejo supermercadista. O marketing contextual também aparece como uma ferramenta essencial. Para o especialista, as empresas não precisam necessariamente vincular suas campanhas ao futebol de forma óbvia, mas devem aproveitar o clima de união para fortalecer sua presença e construir narrativas que aproximem a marca do consumidor, seja por meio de conteúdo, vitrines temáticas ou experiências simples que reforcem acolhimento e conveniência. Esse movimento dialoga com outro pilar importante: reforçar propósito e valores corporativos. Em contextos de grande visibilidade, marcas transparentes e coerentes tendem a ganhar relevância e preferência. Por fim, Martins aponta que a dinâmica dos jogos oferece aprendizados diretos para a gestão empresarial. Tomadas de decisão rápidas, leitura de cenário, trabalho em equipe e estratégia de longo prazo são habilidades presentes tanto nos gramados quanto na rotina corporativa. “Assim como no futebol, vence quem lê o campo antes dos outros. Quem se prepara, antecipa movimentos e entende que cada decisão pode ser determinante. Quando preparação e oportunidade se encontram, o sucesso passa a ser consequência”, conclui. Para o varejo supermercadista, a Copa de 2026 representa uma temporada de forte potencial comercial, institucional e de relacionamento. "O período combina maior fluxo nas lojas, consumo impulsivo e abertura do público a novas experiências, oferecendo um palco ideal para inovação e fidelização. Nesse contexto, o setor que planeja com antecedência sai na frente", afirma Fábio Queiróz, ressalta da ASSERJ. Revista Super Negócios - Na edição de outubro deste ano fizemos uma matéria que mostra como o futebol vai muito além das arquibancadas, ele chega diretamente aos caixas do supermercados. Confira a matéria que começa na página 96 e veja como fazer uma seleção perfeita pra ser um campeão de vendas. LEIA AQUI!
26/11/2025
Associados em foco
Foco na experiência! Saiba detalhes da reinauguração do Carrefour na Barra
A era da experiência demanda modernizações. Para atender ao novo comportamento do consumidor é preciso se adaptar em muitos aspectos e isso pode incluir a reformulação dos espaços. Ou até das próprias lojas. Foi pensando nessa questão que o Carrefour promoveu uma reforma completa da unidade da Barra da Tijuca. E agora o espaço, localizado na Avenida das Américas, nº. 5150, já pode ter seus corredores tomados pelos clientes. Reinaugurada, a loja totalmente renovada traz uma proposta ainda mais moderna, ampla e pensada para facilitar a rotina dos clientes em seus 37,2 mil m² de área total e 9,1 mil m² dedicados exclusivamente à área de vendas. Um espaço que convida o consumidor a circular com tranquilidade, explorar novidades e descobrir soluções para o dia a dia. Além disso, a sensação de conforto também se estende ao estacionamento, agora com 1.456 vagas, permitindo acesso fácil e seguro mesmo nos horários de maior movimento. Mas as transformações não são apenas estruturais. A reinauguração também marca a chegada de novos setores que ampliam o sortimento do hipermercado, que agora conta com 20,9 mi SKU's. Um mix robusto, diversificado e alinhado aos novos hábitos de consumo. Os destaques nesse quesito são o novo setor de jardinagem, pensado para quem busca desde ferramentas básicas até itens para transformar o ambiente da casa, e o espaço Swift, que reforça a oferta de cortes especiais e produtos de alta qualidade. Ainda é possível ressaltar a ampliação da seleção de produtos importados, oferecendo mais variedade ao consumidor. Com uma proposta de entregar uma experiência de compra completa, a "nova" loja do Carrefour na Barra da Tijuca se torna um bom exemplo de como o ponto de venda pode, e deve, se converter em um destino de conveniência, variedade e inovação, movimento que todo o supermercadista sabe que não é mais uma tendência, mas uma necessidade de evolução exigida pelo consumidor moderno.
26/11/2025
Atualidades
10 dicas para prevenir seu Natal. Diga não às perdas!
O varejo supermercadista já se prepara para um dos períodos mais aguardados, e movimentados, do calendário: o Natal. Mas as projeções de boas vendas e alta nos números também carrega uma preocupação, a complexidade ainda maior da operação logística, que além do impulsionamento de vendas, envolve riscos, ampliados pelo período de maior circulação. E esse ponto de alerta se torna ainda mais importante com as expectativas extremamente otimistas para este ano. Segundo projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o faturamento do varejo brasileiro no Natal pode ultrapassar os R$ 70 bilhões. Mas, como pontuamos, o volume maior de vendas também gera cautela, com aumento da exposição a fraudes, furtos, erros operacionais, devoluções indevidas e falhas de controle de estoque, problemas que, se não forem monitorados, afetam diretamente a rentabilidade. Diante desse cenário, a Prevenção de Perdas ganha um papel de destaque maior, sendo uma área estratégica para a garantia de resultados. Para prevenir que o seu Papai Noel seja generoso e ter certeza da chegada do seu presente, Thiago Artacho, CEO da Green Tech Solutions, dá 10 dicas práticas, em um guia de como atuar no período natalino. Planejamento antecipado de estoque e fluxo Analise o histórico de vendas de Natais anteriores. Identifique os produtos com maior volume ou maior risco. Ajuste as entregas, o estoque de segurança e a reposição para que não haja rupturas, o que gera perdas no varejo ao perder vendas ou gerar devoluções. Estabeleça zonas de alta circulação e reforce a vigilância ou supervisão. Reforço da segurança operacional e física Garanta que câmeras, alarmes, visibilidade de piso estejam em perfeito funcionamento. Treine a equipe temporária para procedimentos de segurança, conferência de caixa, devoluções e conferência em PDV. Crie checklists para turnos, carga/recebimento e transporte interno. Controle rigoroso de etiquetas, pacotes e devoluções No período natalino, devoluções indevidas e fraudes tendem a aumentar, exigindo uma política clara, validação e auditoria. Identifique produtos de alto valor ou alta rotação, gerando relatórios específicos de devoluções. Use etiqueta eletrônica ou código de série sempre que possível, para rastreabilidade. Gestão de inventário e fluxo de mercadorias Faça uma contagem rotativa ou parcial de estoque antes e durante o período natalino para identificar desvios. Acompanhe em tempo real os itens de maior giro ou maior valor e compare com o sistema de controle. Assegure que o recebimento e a limpeza das sessões estejam bem-feitos, para evitar produtos danificados ou mal expostos, que geram perda de valor ou devolução. Treinamento da equipe e cultura de prevenção de perdas Mesmo que o foco seja "vender mais", é preciso lembrar a todos (temporários e efetivos) que a prevenção de perdas é essencial para a margem. Workshops rápidos, vídeos curtos de boas práticas e lembretes visuais ajudam a manter o foco. Crie uma cultura em que cada colaborador entende como sua ação impacta as perdas no varejo. Monitoramento em tempo real de indicadores-chave Acompanhe em dashboards as métricas como número de devoluções, diferença entre estoque físico e sistema, itens avariados, ticket-médio versus volume de vendas. No período de pico, monitore com mais frequência e atue rapidamente nos desvios detectados. Ajuste das promoções e campanhas para margem positiva Mesmo em datas festivas, garanta que as promoções estejam alinhadas com a margem e não provoquem "perda amplificada" pela quantidade. Use mix inteligente: aproveite produtos complementares, upsell e cross-sell para melhorar ticket-médio sem aumentar custo de risco. Logística e reposição ágil com rastreabilidade Transporte interno, reposição rápida e visibilidade dos produtos na loja ajudam a evitar estoque perdido, danos ou furtos. Crie "zonas quentes", áreas dentro da loja onde os produtos têm alta rotatividade — e aplique supervisão reforçada. Revisão pós-Natal e lições aprendidas Assim que passar o pico, reúna dados, verifique quais produtos mais apresentaram divergência, avalie falhas de processo e monte plano de melhoria para o próximo ciclo. A prevenção de perdas não termina após a venda, ela continua com análise e melhoria. Comunicação clara com fornecedores e transportadoras Em períodos de alta demanda, erros no transporte ou no recebimento geram perdas (mercadoria perdida, danificada ou sem registro). Confirmar prazos, quantidade, integridade e registro adequado ajuda a evitar que o varejista absorva o erro. Executando essas dicas, o seu Natal estará pronto para ser um sucesso! Aplique e colha os resultados!
25/11/2025
Economia
Efeito 13º salário nos supermercados. Confira!
A injeção de renda no fim do ano promete movimentar intensamente o varejo supermercadista. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o pagamento do 13º salário deve colocar R$ 369,4 bilhões em circulação na economia brasileira até dezembro de 2025, criando um cenário favorável para aumento de consumo, especialmente para o setor. Para Ricardo Pastore, professor da ESPM, o comportamento do shopper é diretamente influenciado pelo calendário. Ele explica que a divisão do 13º salário estimula dois grandes momentos de compra: “A primeira parcela vai estar nesse grande movimento de ofertas da Black Friday. A segunda, em dezembro, vai estar misturada também com as promoções de final de ano e de Natal”. Dados da Shopper reforçam essa tendência: 73% dos consumidores afirmam que pretendem concentrar os gastos no último mês do ano. No dia a dia das lojas, o impacto é evidente. Diogo Augusto, do time de Marketing da Rede Market, afirma que o pagamento do 13º salário costuma gerar um aumento médio de 12% nas vendas. Segundo ele, esse resultado é fruto de um planejamento anual que envolve o fortalecimento dos aplicativos, o engajamento do cliente e a construção de uma cultura de compra baseada em vantagens. A percepção é semelhante à de Ronildo Novato, diretor comercial do Floresta Supermarket, que aponta um crescimento médio de 10% no período. Com a chegada de dezembro, esse trabalho é maximizado. O consumidor está mais disposto a gastar, seja pelas festividades, seja pela renda adicional. Nesse contexto, estratégias direcionadas ganham mais peso. Eduardo Donoso, gerente de marketing da Rock Encantech, destaca a importância de começar o mês trabalhando os clientes já fidelizados: “Essa é a maior vantagem competitiva do supermercado. Analisando o que motiva os clientes a virem para a loja e avaliando seus perfis, é possível garantir o melhor retorno — e não depender apenas de campanhas massivas”. Black Friday como antecâmara do Natal Com menos de um mês entre Black Friday e Natal, o período se torna ainda mais estratégico. Segundo Donoso, muitos shoppers antecipam a compra de itens da ceia em novembro, aproveitando preços reduzidos. Para os varejistas, isso exige ações capazes de estimular o retorno do cliente para novas compras. A clusterização é uma aliada nesse processo, permitindo identificar perfis de consumidores, sua propensão à recompra e quais estímulos funcionam melhor para cada grupo. Donoso reforça que ações promocionais integradas podem gerar efeito contínuo: “Se foram dados vale-compras na Black Friday, o ideal é manter a mecânica no Natal para que esses vales repercutam também em janeiro”. Itens que devem liderar a procura O mês de dezembro concentra dois momentos importantes de celebração — a ceia de Natal e a de Réveillon —, impulsionando categorias de maior valor agregado. Donoso explica que, nessa época, o shopper tende a buscar produtos mais premium para compor a mesa. Três grandes grupos devem concentrar o maior volume de vendas: Carnes especiais: chester, tender, lombo, pernil, salmão, bacalhau e outras proteínas típicas das festas. Bebidas: cervejas, destilados, licores e vinhos ganham protagonismo. Itens para preparo da ceia: creme de leite, castanhas, frutas secas, maioneses, farofa, azeitonas, entre outros. Outro destaque importante é a padaria e a rotisseria. Os panetones — especialmente os de produção própria — representam alta margem e forte diferencial competitivo. “Panetones e, principalmente, os chocotones exclusivos do supermercado precisam ser valorizados. Uma boa estratégia é trabalhar consumidores que não compraram no ano passado, incentivando-os a experimentar o produto da casa”, explica Donoso. A visão da liderança Para o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, o cenário de fim de ano reforça a importância do planejamento e da maturidade operacional do varejo supermercadista. "O 13º salário é uma oportunidade estratégica para o varejista que sabe se preparar. É quando o setor consegue potencializar suas fortalezas — do sortimento à fidelização — e entregar ao consumidor aquilo que ele mais busca neste período: conveniência, preço justo e experiência de compra. O varejo supermercadista chega a dezembro atento e preparado para transformar esse momento em experiência para o cliente e em resultado para as lojas."
25/11/2025
Comportamento & tendência
Saiba qual é geração que mais enche os carrinhos!
Um dos temas mais debatidos de 2025 é a mistura geracional que vivemos atualmente. Com 6 gerações diferentes convivendo simultaneamente, tudo é impactado pela forma específica como cada uma se comporta. Saber equilibrar as estratégias para abraçar a todos é fundamental. Porém, também é preciso saber os comportamentos de cada uma delas. E você sabe qual geração mais consome no varejo supermercadista? Nascida entre 1965 e 1980, a Geração X é a protagonista desse tema. Assídua consumidora, é responsável pelos maiores volumes de compra, tanto em quantidade de itens quanto em valor gasto. Com idades entre 40 e 59 anos, esse grupo reúne adultos economicamente ativos, muitos deles chefes de família, um perfil que ajuda a explicar seu peso nas vendas. Segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os integrantes da geração "X" representam cerca de 20% da população nacional, o que reforça seu peso estratégico. De acordo com dados da Rock Encantech, no primeiro semestre deste ano, a geração "X" foi a maior clientela de todos os tamanhos de negócios do varejo supermercadista. - 1 a 4 checkouts: 44,8%; - 5 a 9 checkouts: 45%; - Acima de 10 checkouts: 43,9%. Na média entre todos os formatos, eles representam 44,7% dos consumidores, referendando sua força de presença (sendo 56,2% desse público composto por mulheres e 43,8% por homens). Ticket-médio e volume: liderança disparada na corrida dos carrinhos Se a maior presença não é suficiente, a geração "X" também registra os maiores níveis de gasto entre todas as faixas geracionais. O consumo mensal varia de R$ 1.237,25 a R$ 1.439,02, superando outras gerações com distância. Já no ticket-médio, a liderança desse público também é consolidada, com gasto de R$ 191,26, enquanto a segunda colocada, a geração Y (ou Millennials) soma R$ 182,42. Até no número de itens por carrinho os "X" lideram, com uma média entre 20 e 25 produtos por compra. Os Millennials vêm logo atrás, com 18 a 24 itens. Perfil de consumo Embora compartilhem o mesmo recorte geracional dentro do "X", adultos entre 40 e 49 anos e entre 50 e 59 anos apresentam preferências distintas. Entre os consumidores de 40 a 49 anos se destacam biscoitos, cervejas, refrigerantes, sucos/água de coco e doces/ingredientes culinários. Já entre os de 50 a 59 anos, aparecem cervejas, refrigerantes, biscoitos, doces/ingredientes culinários e leite. As diferenças reforçam que, por trás de uma mesma geração, existem nuances relevantes de comportamento e entendê-las permite decisões mais precisas em sortimento, comunicação e posicionamento de marca. Protagonistas, mas não em um monólogo Para o varejo supermercadista, tratar a Geração X como protagonista é um comportamento estratégico. Porém é preciso muita atenção na forma de desenhar o planejamento para não criar ações que excluam outros grupos geracionais que compõe a base de clientes e que também possuem relevância em faturamento. Relembramos: o segredo está em equilibrar todos em um mesmo universo.
25/11/2025
Comportamento & tendência
5 tendências de compra que todo gerente de categoria deve acompanhar
O consumidor mudou seus hábitos profundamente nos últimos anos e os gerentes de categoria do varejo supermercadista enfrentam o desafio de acompanhar uma jornada de compra cada vez mais fragmentada, dinâmica e influenciada por fatores externos como economia, tecnologia e comportamento social. Estudos recentes, como o relatório McKinsey 2025, mostram que tendências consolidadas durante o período pós-pandemia — entre elas compras digitais, rotinas centradas no lar e maior flexibilidade entre marcas e categorias — transformaram-se em comportamentos permanentes. "A isso se somam pressões econômicas persistentes, avanços de inteligência artificial generativa e o impacto direto das redes sociais na descoberta e no desejo por novos produtos. Nesse contexto, compreender as principais missões de compra torna-se essencial para que o varejo supermercadista alinhe sortimento, precificação, experiência e comunicação às novas expectativas do shopper", ressalta o especialista referência em transformação digital, Arthur Igreja. 1 - Responder ao valor A primeira missão é a busca por valor. A incerteza econômica continua guiando o consumidor, mesmo os de maior renda, que têm reavaliado lealdades e migrado para marcas mais competitivas. O relatório PwC Holiday Outlook indica que os consumidores devem gastar menos em volume, mas mais em escolhas inteligentes e significativas. "Esse comportamento exige sortimentos flexíveis, promoções mais dirigidas, embalagens econômicas e comunicação clara sobre o valor real de cada produto", destaca Arthur Mascarenhas, especialista em comportamento do consumidor e professor da ESPM. 2 - Ideias para o “jantar de hoje à noite”, impulsionadas por IA A segunda missão é a busca por praticidade no preparo do “jantar de hoje à noite”, agora impulsionada por ferramentas de inteligência artificial. De acordo com a Vitamin Shoppe, um quarto dos consumidores que utilizam IA já recorre a ela para planejar refeições. A IA generativa tornou-se um novo assistente de cozinha, influenciando recomendações, listas de compras, substituições e até comparações instantâneas entre produtos. A Adobe aponta que o tráfego gerado por IA apresenta maior engajamento e menor taxa de rejeição. "Isso abre espaço para que varejistas ofereçam soluções completas, como kits de refeição, sugestões de complementos e conteúdos integrados às buscas mais populares das ferramentas, como “jantares rápidos” ou “refeições da semana”", frisa Arthur Mascarenhas. 3 - Ocasiões impulsionadas pelas Redes Sociais A terceira missão está ligada às ocasiões impulsionadas pelas redes sociais. Tendências virais no Instagram e TikTok vêm moldando diretamente o comportamento de compra. Segundo a McKinsey, quase 30% dos consumidores compraram produtos descobertos nessas plataformas. "Campanhas digitais que estimulam compartilhamento, mostram como o engajamento online pode se converter rapidamente em vendas no PDV. Para o varejo, acompanhar essas tendências significa priorizar agilidade na reposição, visibilidade em gôndola, integração omnichannel e o uso de insights de social listening para planejar categorias de forma mais responsiva", afirma Arthur Mascarenhas. 4 - Mime-se A quarta missão é o “mimo pessoal”. Mesmo com maior cautela financeira, consumidores continuam buscando pequenas indulgências que ofereçam conforto emocional. Relatórios da McKinsey e da Circana confirmam que a Geração Z, em especial, está gastando mais em produtos que proporcionam prazer imediato e acessível — de snacks premium a itens de beleza. "Isso exige dos gerentes de categoria uma curadoria estratégica que privilegie versões premium, embalagens menores, ações sazonais e expositores temáticos", explica Arthur Mascarenhas. 5 - Teste, Descoberta e Duplicatas (“Dupes”) Por fim, a quinta missão envolve a experimentação — com destaque para a busca por “dupes”, ou alternativas mais acessíveis a produtos premium. A Morning Consult revela que 27% dos consumidores compram dupes de forma intencional, especialmente jovens e shoppers sensíveis a preço. Essa tendência é amplificada pelas redes sociais, que apresentam versões equivalentes ou similares como descobertas inteligentes. "Para o varejo supermercadista, isso abre oportunidade para trabalhar versões de entrada lado a lado de opções premium, criar comparativos visuais, montar kits de experimentação e posicionar novidades próximas de produtos já consolidados, ampliando o ticket médio e estimulando a descoberta", revela Arthur Mascarenhas. Em um ambiente de mudanças rápidas, as missões de compra deixam de ser categorias isoladas e passam a atuar de forma integrada, impactando diretamente a experiência no ponto de venda, a fidelização e a performance das categorias. "Para o varejo supermercadista, compreender essas cinco dinâmicas significa transformar tendências em estratégia e consolidar o papel do gerente de categoria como um curador essencial da jornada de consumo atual", afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ.
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