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Atualidades
ECA Digital impõe novas regras para vendas online e exige adaptação imediata do varejo supermercadista
Com a nova medida em vigor, passa a ser obrigatória a verificação efetiva da idade do consumidor, restringindo o acesso de menores a produtos destinados ao público adulto
07/04/2026
Comportamento & tendência
O que compradores de FLV olham além do preço?
O setor de FLV segue ocupando um espaço estratégico no varejo supermercadista, mas a lógica de compra do consumidor está cada vez mais distante de uma decisão baseada exclusivamente em preço. Embora itens básicos como batata e cebola tenham registrado queda de valores e aumento de volume, a dinâmica da categoria revela um comportamento mais complexo. “Hortifruti é uma coisa bem básica, geradora de fluxo para as lojas”, afirma João Marcio, diretor do Princesa Supermercado. Esse cenário reforça um ponto central: o preço segue relevante, mas não é o único fator determinante. Dados da NielsenIQ mostram que os consumidores estão mudando seus hábitos para lidar com a pressão inflacionária. Atualmente, 48% afirmam cozinhar mais em casa como forma de reduzir gastos com alimentação, um aumento em relação ao início de 2025. Essa mudança de comportamento favorece diretamente o consumo de FLV, que passa a ser visto como base da alimentação cotidiana. Mais do que economia imediata, o consumidor busca valor percebido. Isso ajuda a explicar por que, mesmo em um contexto de restrição orçamentária, 33% dos entrevistados afirmam que pretendem aumentar os gastos com frutas e verduras em 2026. “O desempenho das vendas de frutas e verduras deve permanecer relativamente saudável, visto que os consumidores estão reduzindo o consumo de categorias que consideram não essenciais ou indulgentes”, afirma Tim Strandlund, diretor de insights da NielsenIQ. Outro fator relevante é a preferência por produtos frescos em detrimento de alternativas mais baratas, como congelados e enlatados. Mesmo com preços superiores, frutas e vegetais in natura concentram a maior parte do faturamento da categoria, o que evidencia que o consumidor não está apenas buscando economizar, mas fazer escolhas consideradas mais saudáveis e de melhor qualidade. A estabilidade relativa de preços também contribui para essa percepção. Enquanto o aumento médio em alimentos e bebidas supera os 2%, frutas e verduras apresentam variações mais moderadas, o que reforça sua competitividade dentro do orçamento doméstico. Além disso, aspectos emocionais e de estilo de vida ganham peso. O hábito de cozinhar em casa, a busca por uma alimentação mais equilibrada e a valorização de ingredientes frescos criam uma conexão que vai além da lógica promocional. As redes sociais também influenciam esse comportamento. Produtos antes considerados de nicho, como figos, kiwis e variedades específicas de maçã, vêm registrando crescimento expressivo nas vendas, impulsionados por tendências digitais e novas formas de consumo. “Esses aumentos repentinos na demanda por variedades únicas podem ter pego os varejistas de surpresa”, observa Strandlund, destacando que a falta de sortimento adequado pode resultar em oportunidades perdidas. Diante desse cenário, fica evidente que a gestão de FLV exige uma abordagem mais estratégica. Preço competitivo continua sendo importante, especialmente para itens de alto giro, mas fatores como qualidade percebida, frescor, disponibilidade, variedade e exposição no ponto de venda tornam-se decisivos para converter e fidelizar o consumidor. “Frutas e verduras estão em ótima posição para se beneficiar da tendência dos consumidores de cozinhar em casa”, conclui Strandlund. Assim, o FLV se consolida como uma categoria que combina geração de fluxo com construção de valor. Para o varejo supermercadista, o desafio deixa de ser apenas vender mais barato e passa a ser entregar uma experiência que justifique a escolha e, cada vez mais, essa escolha vai muito além do preço.
07/04/2026
Comportamento & tendência
Fidelidade prateada: como o consumidor 60+ impulsiona programas de relacionamento e retenção
Buscar a participação de idosos em programas de fidelidade pode representar uma estratégia relevante para aumento de receita, retenção e impacto social. Trata-se de um segmento com alto nível de fidelidade, hábitos de compra mais regulares e tendência de elevar o ticket médio, já que concentra suas compras em poucas redes. “Quando olhamos para esse consumidor, vemos não apenas frequência, mas consistência. É um cliente que valoriza relacionamento e tende a permanecer quando se sente reconhecido”, destaca Wlauber Manhães, gerente de Marketing do Redeconomia Princesa. Apesar desse potencial, muitos programas de fidelidade ainda são desenhados com foco nos consumidores mais jovens, recorrendo a recursos como gamificação e recompensas experienciais para ampliar o engajamento. Esse direcionamento não acompanha a realidade demográfica. O estado do Rio de Janeiro possui uma das populações mais envelhecidas do Brasil, com cerca de 3,03 milhões de pessoas com 60 anos ou mais — o equivalente a 19% da população, segundo o Censo 2022 do IBGE. Na capital, o envelhecimento também avança rapidamente, e a projeção indica que, até 2060, um em cada quatro cariocas estará nessa faixa etária. Especialistas apontam que os consumidores mais velhos estão entre os clientes mais valiosos das marcas, mas ainda são pouco explorados. O estudo “Loyalty Market Study 2026”, da Ernst & Young (EY), revela que apenas 7% dos consumidores com 55 anos ou mais participam de mais de 10 programas de fidelidade, contra 15% da média geral. Esse comportamento reflete um perfil mais seletivo, composto por consumidores que escolhem poucas marcas confiáveis e aderem aos programas, em sua maioria, após já estabelecerem relação com a empresa. “Para esse grupo, os programas de fidelidade têm a ver com ‘Como posso fortalecer um relacionamento já existente?’”, afirma Patricia Camden, líder de Fidelização da EY nas Américas. Essa lógica de confiança molda diretamente o que os consumidores mais velhos esperam dos programas. Eles priorizam recompensas tangíveis, como descontos e economia direta, e demonstram frustração com pontos que expiram, interpretando isso como quebra de confiança. Também tendem a ser mais céticos em relação ao uso de inteligência artificial e personalização excessiva. Ainda assim, o foco em custo-benefício não é exclusivo desse público. Em um cenário de pressão econômica, consumidores de todas as idades têm reduzido a adesão a múltiplos programas, priorizando aqueles que oferecem valor direto em vez de benefícios experienciais. Outro ponto relevante é o valor de longo prazo. Embora exista a percepção de que consumidores mais jovens apresentem maior valor vitalício, especialistas destacam que os mais velhos possuem poder de compra mais estável, maior lealdade após a construção de confiança e menor taxa de churn. Além disso, sua influência de consumo frequentemente se estende à família, ampliando seu impacto. No entanto, a população idosa está longe de ser homogênea. O estudo ressalta que existem diferentes perfis dentro desse grupo, que vão desde consumidores com alta renda disponível e vida ativa até aqueles que enfrentam desafios financeiros ou de saúde. “Alguns desses clientes mais velhos têm níveis de renda disponível tão altos que o valor vitalício do cliente pode ser significativamente maior do que em grandes segmentos de clientes mais jovens”, diz o documento. A EY também destaca que os custos de aquisição podem ser menores do que o esperado. “Os consumidores mais velhos tendem a responder a canais como e-mail e mala direta com taxas de cliques e de abertura mais altas”, complementa. Para alcançar esse público, no entanto, é necessário ir além da idade como critério de segmentação. Especialistas indicam que as marcas devem evoluir de recortes demográficos amplos para análises psicográficas, que consideram valores, motivações e preferências de compra. A estratégia de canais também exige atenção. Em vez de investir indiscriminadamente em todos os pontos de contato, é fundamental priorizar aqueles realmente utilizados pelos clientes. Além disso, especialistas alertam para o risco de forçar a adoção de aplicativos, sem que haja uma relação consolidada com o consumidor. “Para muitas marcas, o direito de ter esse tipo de interação não é conquistado”, afirma Burns. Segundo especialistas, existem quatro armadilhas principais que as marcas devem evitar ao adaptar programas de fidelidade para consumidores mais velhos: subestimar esse público e superestimar os mais jovens; desenvolver estratégias baseadas em suposições internas, e não em dados reais; criar programas excessivamente complexos, com regras difíceis de compreender e resgatar; e investir de forma exagerada em tendências como gamificação e sorteios, que nem sempre entregam valor prático. Por fim, as marcas precisam ressignificar o conceito de envelhecimento. Os consumidores mais velhos de hoje são mais conectados, ativos e exigentes e considerar essa transformação é essencial para estruturar estratégias de fidelidade mais eficazes e alinhadas às mudanças demográficas no varejo supermercadista.
07/04/2026
Atualidades
Economia
Guerra no Irã: tudo que o varejo supermercadista do Rio de Janeiro precisa saber
A escalada da guerra envolvendo o Irã, com impactos sobre o fluxo global de petróleo, já começa a produzir efeitos concretos sobre a economia brasileira e, de forma particularmente sensível, sobre o varejo supermercadista do estado do Rio de Janeiro. Embora geograficamente distante, o conflito atua como um catalisador de pressões inflacionárias e logísticas que se propagam rapidamente ao longo da cadeia de abastecimento, afetando desde o custo do transporte até o preço final dos produtos nas gôndolas. Leonardo de Castro Lima, mestre em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), gerente da LCA Consultoria Econômica e professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), destaca: "O principal canal de transmissão para a economia brasileira costuma ser energia e frete. O Estreito de Ormuz é um gargalo relevante para a negociação de petróleo. Em 2024, o fluxo médio na região foi de cerca de 20 milhões de barris por dia, o equivalente a aproximadamente 20% do consumo global. Ou seja, mesmo o risco de interrupção já adiciona pressão aos preços". Diesel mais caro eleva custo do frete e pressiona operação O principal canal de impacto imediato está no setor de energia e combustíveis. A elevação do preço do petróleo no mercado internacional tende a pressionar o valor do diesel no Brasil insumo que responde por uma parcela significativa dos custos logísticos. No transporte rodoviário, predominante no abastecimento do estado do Rio de Janeiro, o diesel pode representar até 45% do custo total das operações. Com isso, qualquer reajuste gera efeito direto sobre o frete, encarecendo a reposição de mercadorias e pressionando a operação dos supermercados. "Energia entra em praticamente tudo. Desde o diesel, que impacta diretamente o transporte rodoviário, até a petroquímica, utilizada em embalagens e insumos industriais, além dos custos de produção agrícola, como mecanização e irrigação", pontua Leonardo de Castro Lima. Para um estado dependente do frete de outras regiões, como o Rio de Janeiro, esse movimento representa um aumento relevante no custo de abastecimento, com impacto direto sobre a eficiência logística e as margens do setor. Cadeia de alimentos sente efeito em cascata O aumento dos custos logísticos rapidamente se espalha pela cadeia produtiva, atingindo especialmente os alimentos. Proteínas como frango, ovos e suínos tendem a ser diretamente impactadas, já que dependem de ração e de transporte intensivo. Hortifruti e produtos perecíveis, por sua alta frequência de reposição, também sofrem com a elevação do frete. O gerente da LCA Consultoria Econômica explica: "Para o supermercadista, o impacto costuma aparecer em forma de maior volatilidade de custos e prazos. Em geral, primeiro surgem oscilações em combustíveis e fretes. Na sequência, vêm os repasses em produtos industrializados, por conta de embalagens e ingredientes, e também nos produtos frescos, pressionados pelos insumos e pelo custo de transporte." Além disso, a indústria de alimentos processados enfrenta um duplo desafio: custos logísticos mais altos e pressão sobre insumos dolarizados. Dólar elevado encarece insumos e importados Em cenários de instabilidade geopolítica, é comum a valorização do dólar frente a moedas emergentes, como o real. Esse movimento impacta diretamente o setor supermercadista ao encarecer insumos importados e commodities cotadas em moeda estrangeira. "O dólar mais alto afeta o supermercado por dois caminhos: direto, nos itens importados, e indireto, nas cadeias produtivas com custos indexados à moeda americana. Mesmo produtos nacionais acabam sendo impactados, já que utilizam insumos como fertilizantes, resinas plásticas, químicos e combustíveis, todos influenciados pelo mercado internacional", analisa Leonardo de Castro Lima. Itens como trigo, fertilizantes e derivados de petróleo tendem a registrar alta, pressionando ainda mais os custos da indústria e, consequentemente, os preços ao consumidor. Produtos importados, por sua vez, podem sofrer reajustes imediatos, além de enfrentar possíveis atrasos logísticos. Logística global e seguros também entram na equação Além do impacto direto sobre energia e câmbio, o conflito também afeta a logística internacional. O gerente da LCA Consultoria Econômica expõe: "Quando o risco de guerra aumenta, seguradoras e armadores tendem a elevar os prêmios de risco, redirecionar rotas e reduzir a oferta de navios em regiões críticas. Isso encarece e também pode atrasar cargas, ampliando a pressão sobre custos e prazos". Esse movimento afeta especialmente produtos importados e categorias mais dependentes de cadeias globais, como azeites, vinhos e itens premium. No Rio de Janeiro, impacto tende a ser mais rápido No estado do Rio de Janeiro, os efeitos tendem a aparecer com maior velocidade, devido a forte dependência do transporte rodoviário e à concentração urbana. "Um bom termômetro é a própria Ceasa/RJ. Em 2024, foram comercializados cerca de 1,6 bilhão de quilos de hortigranjeiros, movimentando aproximadamente R$ 7 bilhões. Qualquer estresse em diesel e frete aparece ali muito rapidamente e se espalha por toda a cadeia", alerta Leonardo de Castro Lima. O combustível é, em geral, o primeiro choque percebido pelo varejo. Na sequência, surgem os efeitos sobre fertilizantes, insumo do qual o Brasil importa cerca de 85% do consumo, o que tende a pressionar os custos no campo e, posteriormente, os preços no atacado e no varejo. Consumidor mais sensível e mudanças no consumo Com a tendência de alta nos preços dos alimentos, o comportamento do consumidor também deve mudar. A expectativa é de maior sensibilidade a preços, com migração para marcas mais acessíveis, redução do ticket médio e priorização de itens essenciais. Em cenários de câmbio pressionado e custos elevados, o repasse tende a ser mais intenso ao longo da cadeia, impactando diretamente o poder de compra das famílias. Setor se adapta a um cenário mais desafiador Diante desse contexto, o varejo supermercadista fluminense deve intensificar estratégias para mitigar impactos e manter a competitividade. Entre as principais medidas estão: - mapeamento da exposição cambial por categoria e fornecedor; - negociação de prazos e condições comerciais com maior previsibilidade; - diversificação de fornecedores, incluindo regionais; - fortalecimento de marcas próprias; - segmentação de repasses de preços, evitando ajustes lineares; - otimização logística, com revisão de rotas e consolidação de cargas. Cenário exige atenção e coordenação A guerra no Irã reforça como eventos internacionais podem impactar diretamente o cotidiano do setor supermercadista. Mais do que um choque pontual, trata-se de um movimento com potencial de gerar efeitos prolongados sobre custos, consumo e operação. A ideia central, neste cenário, é clara: ganhar eficiência, segmentar decisões de preço e negociar previsibilidade nos itens mais expostos à volatilidade global, garantindo o abastecimento e reduzindo impactos para o consumidor fluminense.
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