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Frutos do mar: qual o comportamento do consumidor dessa categoria?
Nos últimos anos, o comportamento de compra nessa categoria tem mudado rapidamente. Se antes o supermercado era o principal ponto de compra, hoje o consumidor divide suas escolhas entre peixarias especializadas, lojas de clube e até o e-commerce. O movimento é claro: quem busca frutos do mar quer qualidade, frescor, praticidade e preço justo — e está disposto a procurar onde encontrar a melhor experiência. De acordo com o relatório The Power of Seafood 2025, apenas 37% dos consumidores ainda consideram o supermercado tradicional como o local principal para comprar frutos do mar, contra 60% em 2018. O restante se divide entre lojas de desconto (28%), clubes de compras (12%) e canais alternativos, como varejistas online e empórios gourmet (23%). O estudo também revela os fatores decisivos na hora da escolha: preço (50%), frescor (47%), localização (43%) e atendimento especializado (34%). Em outras palavras, o consumidor quer conveniência sem abrir mão da qualidade — um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para o varejo supermercadista fluminense. “Os supermercados tradicionais estão perdendo frequência e participação de mercado para canais que oferecem identidade forte, seja pelo preço, seja pela qualidade percebida”, afirma Chuck Anderson, especialista em análise de qualidade de frutos do mar. No Brasil, o cenário se repete. Redes de autosserviço e atacarejos vêm ganhando espaço com opções congeladas de tilápia, salmão e camarão, enquanto os supermercados premium mantêm a preferência dos clientes de maior poder aquisitivo, que buscam frescor e variedade. Já os consumidores de rotina valorizam a facilidade de preparo, impulsionando a procura por produtos prontos para cozinhar ou para comer. Para os supermercadistas, a mensagem é clara: é hora de reposicionar a categoria de pescados. Estratégias de exposição mais atrativas, investimentos em capacitação da equipe e parcerias com fornecedores que garantam qualidade e procedência são diferenciais que podem transformar a seção de peixaria em um verdadeiro destino dentro da loja. “Os supermercados que conseguirem unir preço competitivo, frescor e conveniência vão capturar o novo consumidor de frutos do mar — aquele que busca comer melhor, mas sem complicação”, reforça Anderson. A tendência é que o consumo siga crescendo, impulsionado pela busca por alimentação mais saudável e pela mudança nos hábitos pós-pandemia, que valorizam refeições feitas em casa. O desafio para o varejo fluminense é transformar essa oportunidade em fidelização — e garantir que o cliente não precise buscar o mar em outro lugar.
17/10/2025
Atualidades
Royal Canin anuncia novo diretor de Vendas e Marketing no Brasil
A Royal Canin, marca especializada em nutrição para cães e gatos e integrante do grupo Mars Inc., anunciou Fernando Ferroni como seu novo diretor de Vendas e Marketing no Brasil. O executivo assume o cargo com o objetivo de ampliar a presença da empresa no varejo e impulsionar o crescimento sustentável da marca no mercado nacional. “Assumir essa posição é uma grande oportunidade de contribuir com o propósito da Royal Canin de transformar a saúde e o bem-estar dos pets por meio da nutrição. Estou animado com os desafios que virão, especialmente em fortalecer o portfólio local, promover inovações e expandir nossa atuação no varejo para que mais tutores tenham acesso às nossas soluções nutricionais”, destacou Ferroni. Antes de ingressar na Mars, o executivo acumulou passagens por empresas globais de diferentes segmentos, como Beiersdorf, Edições Globo Condé Nast, PepsiCo, Kimberly-Clark e Electrolux, exercendo cargos estratégicos nas áreas de finanças, planejamento e controle.
17/10/2025
Economia
A queda do vilão: preço do azeite registra forte baixa em 2025
Um produto muito considerado pelo brasileiro, mas que nos últimos anos ganhou a alcunha de vilão do carrinho nos supermercados: o azeite. Depois de escalar um Everest de preços, o item tem registrado baixas sequenciais neste ano. Segundo dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o azeite caiu nove vezes consecutivas em 2025, acumulando queda de 16,44% no ano no mercado fluminense. Considerando apenas o mês de setembro, a retração foi de 4,13% nos valores praticados no Rio de Janeiro. Porém, o que explica essa descompressão intensa de preços depois de picos anteriores do azeite? Segundo o economista André Braz, coordenador dos Índices de Preços e especialista em política monetária e inflação do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-IBRE), a variação é resultado de um cojunto de fatores: "Em anos recentes, condições adversas (secas, clima desfavorável, quebra de safra) empurraram os preços do azeite para patamares muito altos. Agora, com a recuperação da produção, há uma reversão desse movimento. Ou seja: parte da queda é 'retorno à média' depois de períodos de escassez". Safra global recorde e recuperação da produção Estimativas apontam que praticamente 95% do azeite consumido no Brasil vem do mercado externo, principalmente de países como Portugal e Espanha. Na Europa, o calor e a seca afetaram drasticamente as colheitas de azeitonas, diminuindo a matéria-prima para a fabricação do produto. Portanto, os desafios enfrentados pelos olivais europeus nos últimos anos fizeram o preço disparar no Brasil em meados de 2023, chegando ao pico na metade de 2024. Porém, neste ano, o clima mais ameno favoreceu o desempenho da safra, como explica o economista André Braz: "A produção mundial de azeite na safra 2024/25 está estimada em cerca de 3,375 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 32% em relação à safra anterior". "Em especial, os países da União Europeia (grandes produtores) registraram aumento nos volumes exportados, enquanto o valor unitário (preço FOB) caiu bastante. Segundo estatísticas do IOC, o valor unitário das exportações da UE para fora caiu cerca de 42,4% em 12 meses. Com mais oferta, pressionam-se os preços para baixo. Em geral, preço cai quando a oferta supera a demanda", complementa André Braz. Desvalorização do dólar e queda nos preços internacionais Por ser um produto majoritariamente dependente da importação, o azeite também está sujeito as variações cambiais e alterações de preços do mercado internacional. O desempenho do dólar, por exemplo, tem contribuído para os impactos no item. No início deste ano, a moeda norte-americana era cotada próxima dos R$ 6,20. Hoje, a conversão para a moeda brasileira está na faixa de R$ 5,45. Em relação aos preços praticados em nível internacional, o recuo também é significante nos últimos meses. "Por exemplo, entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, o preço internacional por tonelada caiu de cerca de US$ 10.000 para cerca de US$ 5.500", explica André Braz. Redução de imposto de importação Em março deste ano, o governo federal eliminou a alíquota de 9 % do imposto de importação sobre o azeite (dentre outros produtos), em uma iniciativa para conter a alta dos alimentos no país. Aliado a melhora da safra e um cenário cambial mais favorável, a medida teve impacto direto no valor que chega às gôndolas dos supermercados, destaca o economista da FGV-IBRE: "Organizações do setor já reportam que isso levou a reduções imediatas de 10 % a 12 % no valor do azeite no varejo". Oportunidades para o varejo supermercadista A forte retração nos preços do azeite, que deve se manter com a continuidade do atual cenário, abre uma janela estratégica para o varejo supermercadista explorar oportunidades de venda, fidelização e reposicionamento de categoria. Reforce a exposição e o protagonismo da categoria: com o azeite voltando a caber no bolso do consumidor, é hora de devolver destaque ao produto nas gôndolas. Apostar em ilhas promocionais, ambientações e sinalizações que valorizem a queda de preços auxilia à criar percepção de vantagem e estimular a compra; Crie combos e ações de cross-selling: a versatilidade do azeite com diversas categorias pode ser um diferencial. Composições com massas, queijos, pães e vinhos em combos podem aumentar o ticket-médio; Aposte em comunicação de valor e qualidade: ainda que com preço menor, o azeite é um produto de alto valor agregado. Ações que reforcem origem, qualidade e benefícios podem aproximar o consumidor e alavancar vendas; Aproveite para fidelizar o consumidor: o azeite é um item emocional e presente na rotina alimentar do brasileiro. Aproveitar o período de preços baixos para oferecer programas de pontos, descontos progressivos ou degustações cria vínculo e incentiva o retorno.
16/10/2025
Arrependimento de compra: desafio para o varejo supermercadista
Comprar ficou mais fácil na vida moderna. As variadas opções de canais, estabelecimentos, formas de pagamento, são inúmeras as condições que promovem a praticidade e a facilidade de aquisição de um produto. Porém, um desafio segue com forte presença para o consumidor: a decisão de compra. Escolher bem tem sido um dos principais obstáculos na jornada dos clientes. É o que revela a pesquisa "Arrependimento de Compra 2025", realizada pela Opinion Box. Segundo o levantamento, o sentimento de frustração após uma compra é muito mais comum do que se imagina, impacta diretamente a relação entre marcas e clientes. De acordo com o estudo, 75% dos consumidores afirmam já ter se arrependido de uma compra, seja em lojas físicas ou no ambiente online. Quatro em cada dez pessoas (41%) dizem que o sentimento reduz a disposição de experimentar novas marcas. Além disso, 77% já desistiram de uma compra por medo de se arrepender. Os dados acendem um alerta evidente para o varejo: somado a insatisfação, o arrependimento influencia decisões futuras. Expectativa x Realidade: o principal problema A quebra da expectativa é o ponto nevrálgico para a frustração. 52% dos entrevistados afirmam que o produto comprado não tinha a qualidade esperada, e 48% disseram que o item não correspondia às imagens ou descrições da loja. Dentre outros fatores aplicáveis ao setor supermercadista, o preço mais baixo em outra loja (19%) e a falta de necessidade real do produto (12%) também se destacam. Especificamente falando sobre o varejo abastecedor, que lida com alto volume de transações diárias, os dados reforçam a importância de estar alinhado com as visões dos consumidores para reduzir significativamente a possibilidade de frustração. "Vivemos em um mundo onde comprar é fácil, mas escolher bem ainda é um desafio. Para as marcas, ser transparente, garantir qualidade e alinhar expectativas pode fazer toda a diferença entre conquistar um cliente feliz ou causar mais um arrependimento", destaca o relatório da Opinion Box. Novas prioridades: os fatores de decisão O estudo mostra que o consumidor está ainda mais sensível ao preço, mas atento a outros critérios de avaliação. 59% afirmaram que o custo é o principal fator que impacta a decisão de compra. Apesar disso, qualidade (que já liderou o ranking) ainda se mantém forte para 48% dos clientes, sendo determinante para a satisfação e fidelidade, visto que é o principal ponto apontado como motivação para frustrações. Promoções e descontos (42%) e valor do frete (39%) também têm peso relevante. Uma conclusão evidente é: a experiência pós-venda é um grande diferencial competitivo. O jogo da confiança: ambiente virtual é o mais exposto A sensação de arrependimento entre os consumidores é mais comum no ambiente online. 72% acreditam que o sentimento é mais frequente em compras pela internet, e 73% afirmaram já ter deixado de solicitar uma troca por considerarem o processo complicado ou burocrático. Esses números evidenciam a necessidade de educação do consumidor e processos mais claros de devolução e troca. Para supermercadistas, especialmente em operações omnichannel e de e-commerce, simplificar o atendimento e garantir transparência em políticas de cancelamento é essencial para preservar a confiança do cliente. Mas e após o arrependimento? Ao reconsiderarem a compra e remoerem a escolha, 52% dos consumidores tentam devolver ou trocar o produto. 27% entram em contato com a loja para avaliar soluções. Por outro lado, 24% tentam se convencer de que a compra foi correta e 29% não fazem nada, preferindo absorver o prejuízo. Em relação às expectativas com as ações a serem tomadas pelas marcas: 56% esperam melhores condições de troca e devolução; 47% desejam descontos compensatórios; 38% valorizam frete grátis; 37% pedem garantias mais extensas. Para o varejo supermercadista, esses dados ressaltam a importância de ter políticas acessíveis e resolução rápida de insatisfações, especialmente em segmentos sensíveis como produtos frescos e perecíveis. Cuidado com o impulso do consumidor Um dos grandes geradores de arrependimento, é a compra por impulso. Mesmo afirmando planejar suas aquisições, 57% dos entrevistados reconhecem que ainda realizam negociações por impulso. Além disso, 53% já se arrependeram de algo indicado por influenciadores digitais, e 25% se frustraram com produtos comprados apenas por estarem em promoção. Esses números mostram que a comunicação tem um papel central na formação das expectativas e na percepção de valor do que é oferecido ao consumidor. Estratégias de marketing realistas e campanhas educativas sobre consumo consciente podem reduzir a incidência de arrependimentos, fortalecer a imagem corporativa e não impactar negativamente no faturamento. Mitigando riscos: oportunidades para o setor supermercadista No contexto do varejo abastecedor, em que a experiência de compra é frequente e baseada em confiança, o arrependimento pode ter efeitos diretos na retenção e fidelização de clientes e na reputação de marca. Mais do que oferecer bons preços, o grande diferencial competitivo está em entregar valor real e jornada confiável, especialmente em um cenário de alta sensibilidade a custo e crescente digitalização. Para reduzir riscos: Clareza na comunicação e nas promoções; Monitoramento constante da satisfação; Facilidade em trocas e devoluções; Investimento em atendimento empático e humanizado; Educação do consumidor sobre seus direitos. O estudo apresenta o arrependimento de compra como um indicador relevante da qualidade da experiência do cliente. No varejo supermercadista, ele aponta para a urgência de estratégias centradas em transparência, confiança, conveniência e atenção ao pós-venda. Fortalecer essas práticas é essencial para construir um setor mais responsável e competitivo, capaz de suprir as expectativas do consumidor e criar laços fortes baseados na credibilidade conquistada.
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