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Por dentro da asserj
Reckitt anuncia novo head de Mídia e Transformação Digital
Renato Gonçalves assume a responsabilidade de liderar a área responsável por toda a estratégia online e offline O executivo é o novo head de Mídia e Transformação Digital da Reckitt Comercial, multinacional de bens de consumo de higiene, saúde e nutrição, detentora de marcas como Veja, Vanish, SBP, Jontex, Luftal e Sustagen. Com passagens por Pfizer, Sanofi e Kimberly Clark, Gonçalves traz uma vasta experiência no setor de saúde e bens de consumo. Graduou-se no Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada e possui especialização em marketing pela Universidade de Monterrey, no México. O executivo já havia atuado no Grupo Reckitt entre 2011 e 2014, no Brasil e na Argentina, como gerente de marketing das marcas Vanish, Bom Ar e de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP). Já em 2020, Renato retornou à empresa como gerente de marketing sênior de Naldecon. Em agosto de 2023, foi promovido a líder sênior de Estratégia de Mídia e Conteúdo e desempenhou um papel crucial na transformação digital e na estratégia de mídia da Reckitt Comercial. Agora, em setembro de 2024, acaba de ser promovido ao cargo de head de Mídia e Transformação Digital. Renato Gonçalves expressou seu sentimento para a ASSERJ: "Tenho orgulho da minha trajetória até agora na companhia e estou animado para desenvolver as comunicações das nossas marcas de forma ainda mais impactante e criativa para se conectarem ainda mais com nossos consumidores" afirma. O executivo assume a responsabilidade de liderar a área de mídia da Reckitt Comercial, com 12 pessoas responsáveis por todo o processo de mídia que inclui, estratégia, planejamento, negociação, execução e performance de mídia junto as agências e principais veículos online e offline.
04/09/2024
Por dentro da asserj
ASSERJ promove capacitação para o time de Comunicação e Marketing
Investindo na formação continuada dos colaboradores, a ASSERJ realiza periodicamente treinamentos e workshops para capacitação dos times. No dia 2 de setembro, foi realizada a palestra Marcas Próprias para o Varejo para a equipe de Comunicação e Marketing, com o cofundador e vice-presidente da Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO), professor Marco Quintarelli. Na abertura da palestra, Quintarelli apresentou as motivações de compra do consumidor (prazer, saúde, bem-estar, conveniência, conectividade e ética) e explicou a diferenciação competitiva da aposta em marcas próprias. Por definição, marca própria (MP) é o “serviço ou produto fabricado, beneficiado, processado e embalado para uma organização que detém o controle e a distribuição da marca, que pode levar ou não o nome desta”, afirma. Os benefícios da MP, segundo ele, são inúmeros e perpassam os três principais pilares do varejo. Para o fabricante/indústria, o investimento é menor porque já existe a infraestrutura, a relação com o distribuidor se fortalece, a produção tem destino garantido, aumenta a capacidade de produção e funciona como uma barreira de entrada para os concorrentes. Para o detentor da marca (varejistas, atacadistas e distribuidores) é possível ter o controle do negócio na gôndola, aumentar a rentabilidade da categoria, a venda da categoria e a fidelidade, fortalecendo a imagem; negociar melhor com outros fornecedores e se diferenciar da concorrência. Para o consumidor, os ganhos são: maior opção de produtos, muitas vezes, com preços 20% mais baratos do que as marcas de referência, melhor relação custo benefício e acesso à nova geração de produtos e a novas tecnologias. Uma vez definida a escolha pela MP é preciso pensar na melhor estratégia a ser adotada: usar o nome da bandeira ou criar marca exclusiva ou fantasia? Além disso, o que o mercado busca? Preço e competitividade ou diferenciação e inovação? Analisar o cenário e planejar muito bem todas as etapas farão toda a diferença para o sucesso da MP. Segundo dados da ABMAPRO - NilsenICQ/Horus, o faturamento dos produtos de marca própria no varejo alimentar alcançou R$ 15 bilhões no Brasil, em 2022, o que representa uma boa oportunidade. Marco Quintarelli finaliza com dicas para quem pensa em desenvolver um projeto de MP. “É fundamental ter em mente que está sendo criada uma nova unidade de negócios que exige independência de gestão; união e conexão com todos departamentos da empresa; processos decisórios definidos; comprometimento de todos os níveis da empresa e de toda a cadeia de criação, produção e abastecimento”, ensina. Não perca a próxima edição da Revista Super Negócios, que trará na coluna Gestão Eficiente, Lucro Certo uma reportagem sobre MP!
04/09/2024
Crescimento consistente no consumo de vinhos impulsiona adegas de supermercados
Cada vez mais o varejo está investindo em aumentar o mix de vinhos oferecidos nas adegas, além de serviços customizados O Brasil tem conseguido manter um ritmo positivo para o consumo de vinhos nos últimos anos, é o que aponta o relatório global da OIV (Organização Internacional de Vinha e do Vinho), no último relatório sobre esse tema em 2023. O país ficou em 14º entre os 20 maiores consumidores da bebida no ano passado. "O Brasil demonstra um crescimento consistente no consumo de vinhos ao longo dos anos, indicando um paladar cada vez mais sofisticado e um aumento da cultura do vinho entre os consumidores", afirmou a economista e professora da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, Nadja Heiderich. A produção nacional de vinho tem tido um crescimento significativo após a pandemia mas não o suficiente para suprir a demanda interna, o que torna o país dependente das importações. Outro ponto trazido pela economista é a quase nula exportação de vinhos brasileiros, o que demonstra um hiperfoco no consumo interno dos produtores. Esse cenário é considerado de déficit crônico, que é quando a balança comercial permanece desfavorável independente do que aconteça. "Essa situação pode ser explicada por diversos fatores, como a maior competitividade dos vinhos importados em termos de preço e variedade, além de barreiras comerciais e dificuldades logísticas para a exportação dos vinhos brasileiros", explica Nadja. Crescimento do consumo impulsiona varejo A produção de vinho no Brasil cresceu 12% em relação ao ano anterior, com cerca de 3,6 milhões de hectolitros engarrafados. No consumo, o país teve outro crescimento notável de 11,6%, superando o patamar de 4 hectolitros consumidos. Ainda assim, os brasileiros são apenas o 3º maior mercado da América do Sul, atrás de Argentina e Chile. O aumento no consumo significa um potencial caminho para aumentar as vendas nos supermercados. A economista Nadja Heiderech listou algumas excelentes oportunidades: Criação de Seções Especializadas: As seções de vinhos devem ser organizadas de forma clara e intuitiva, com destaque para os diferentes tipos de vinho, regiões produtoras e preços. Promoções e Degustações: A realização de promoções e degustações pode atrair novos clientes e aumentar as vendas. Parcerias com Produtores e Importadores: A criação de parcerias com produtores e importadores pode garantir um fornecimento constante de produtos exclusivos e com preços competitivos. Treinamento dos Vendedores: A realização de treinamentos regulares para os vendedores é fundamental para garantir que eles tenham um bom conhecimento sobre os vinhos e possam oferecer um atendimento de qualidade aos clientes. Marketing Digital: A utilização de ferramentas de marketing digital, como redes sociais e e-mail marketing, pode ajudar a divulgar os produtos e serviços oferecidos pelos supermercados. Royal investe pesado na adega No interior do Rio de Janeiro, o associado ASSERJ, Royal Supermercados se mantém como um dos grandes cases de sucesso na montagem das suas adegas de vinho. Ciente do crescimento no consumo da bebida entre os seus clientes, a marca resolveu investir pesado nessa categoria e já conta com 2 adegas de última geração em suas filiais, enquanto se prepara para dar início a construção da terceira. Uma das grandes apostas do Royal é a adega subterrânea de 200 m² da unidade do Hipercenter, em Volta Redonda, e que é considerada um verdadeiro "tesouro" pelo supermercado, tendo como carro-chefe o seu poderoso mix de vinhos, espumantes e champanhes. "Temos a melhor adega do Brasil. Pode visitar, e me digam depois se é verdade", afirmou Keisabro Chokyu durante a inauguração, em março. O mix de vinhos é ofertado com produtos que harmonizam com a bebida como massas artesanais importadas da Itália e chocolates. O consumidor também pode experimentar, em doses, garrafas selecionadas pela equipe de sommelier disponível para o atendimento personalizado.
03/09/2024
Tinder no mercado. Já está sabendo da nova onda de paquera?
Uma grande rede de supermercados de Madrid, na Espanha, a Mercadona, virou espaço de paquera com uso de códigos para facilitar o match entre os clientes. A "Hora do Flerte" vem ganhando os corredores das lojas e também as redes sociais. Entre 19h e 20h, quem quiser mostrar que está à procura de um parceiro deve colocar um abacaxi de cabeça para baixo no carrinho de compras. Se encontrar alguém que lhe interessa, basta “bater” no carrinho dela. A rede supermercadista elencou até os setores da paquera: clientes que têm entre 19 e 25 anos devem circular pelo setor de congelados; os de 25 a 40 pela peixaria; e os de mais de 40 pelo corredor dos vinhos. O "Tinder do mercado" está fazendo tanto sucesso que, segundo relatos nas redes sociais, o abacaxi tem acabado em muitas noites. Vários memes com o horário também vêm fazendo sucesso. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, adorou a novidade. “Supermercados sempre nos geraram memórias afetivas, mas esse conceito foi ampliado no Mercadona e virou febre na Europa. Eu já falo há muito tempo que os supermercados precisam ser lugares sociais, onde se vai por prazer e não só por necessidade, e agora o Mercadona surpreendeu a todos com essa conexão emocional incrível e muito original”, afirmou. E, você, associado o que tem feito para criar conexões emocionais com os clientes? Fica aí um estímulo para investir na criatividade!
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