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Indústria em cena
Coca-Cola anuncia brasileiro como novo CEO global
A Coca-Cola confirmou nesta quarta-feira (10) a nomeação do brasileiro Henrique Braun como novo presidente-executivo global, marcando uma mudança importante no comando da companhia. Ele sucede James Quincey em um momento em que as grandes empresas de alimentos e bebidas aceleram ajustes estratégicos para atender um consumidor que prioriza opções mais saudáveis e preços mais acessíveis. Braun, que tem dupla nacionalidade (nascido na Califórnia e criado no Brasil), ingressou na Coca-Cola em 1996, mesmo ano em que Quincey iniciou sua trajetória na empresa. Aos 57 anos, ele assume oficialmente o comando global em 31 de março de 2026. Atualmente COO, cargo que ocupa desde janeiro, Braun consolidou experiência em áreas críticas do negócio, como cadeia de suprimentos, desenvolvimento de novos mercados e gestão das operações de engarrafamento. “Vou me concentrar em dar continuidade ao impulso que construímos com nosso sistema. Trabalharemos para desbloquear o crescimento futuro em parceria com nossos engarrafadores”, afirmou em comunicado. Desde 2017, sob a liderança de Quincey, as ações da Coca-Cola acumulam alta de quase 63%, impulsionadas pela expansão para categorias como águas com gás, cafés, energéticos e lácteos, parte delas via aquisições estratégicas. Segundo Kimberly Forrest, diretora de investimentos da Bokeh Capital Partner, “Quincey estabeleceu um padrão elevado, e os investidores podem esperar que o novo CEO continue a renovar o portfólio”. A sucessão ocorre em um ano marcado por trocas importantes em posições de liderança no setor de bens de consumo, reflexo da necessidade de adaptação a um ambiente mais competitivo e com desafios operacionais e logísticos intensificados por tarifas e custos.
11/12/2025
Associados em foco
Prezunic amplia linha de panetones artesanais com fermentação natural
O Prezunic reforça sua estratégia de sortimento para o fim de ano com o retorno da família de panetones artesanais, doces e salgados, agora complementada por uma linha exclusiva de fermentação natural, disponível para as festas de Natal e Ano Novo. A iniciativa evidencia a aposta da rede em produtos diferenciados, capazes de gerar maior giro e engajamento no ponto de venda. Ao todo, são oito opções para os clientes finais. Na linha trufada, em embalagens de 600g, o novo recheio “Doce de Leite” se soma aos já consolidados “Paçoca”, “Pistache”, “Creme de Avelã” e “KitKat”. A versão salgada de calabresa, destaque de vendas no ano passado, também retorna ao portfólio, ampliando a variedade e atendendo diferentes perfis de consumidor. A principal novidade para 2025 são os panetones de fermentação natural, produzidos internamente pela Padaria Prezunic. Disponíveis em embalagens de 1kg nas versões “Frutas Cristalizadas” e “Gotas de Chocolate”, esses produtos seguem técnicas tradicionais de panificação, valorizando textura, sabor e qualidade artesanal — atributos que fortalecem a percepção premium da marca e aumentam o potencial de venda no varejo. Oportunidades de presente e customização Para maximizar o valor agregado, o Prezunic disponibiliza embalagens exclusivas para o período de festas em todas as unidades. As latas personalizadas, sucesso no ano anterior, permitem que o consumidor final registre nomes e mensagens, criando experiências de presente que potencializam a fidelização e o ticket médio. Entre 18 e 23 de dezembro, em lojas selecionadas, os consumidores terão acesso a essa opção diferenciada, reforçando a estratégia de vendas sazonais da rede.
11/12/2025
Comportamento & tendência
Varejo supermercadista entra em 2026 com perspectiva de aceleração — saiba por quê
O ano de 2026 chega impondo ao varejo supermercadista um desafio clássico: transformar os feriadões, Copa do Mundo e Eleições em estratégia — e não apenas em expectativa. Depois de um 2025 marcado por oscilações significativas, o setor inicia uma nova jornada em meio a contrastes, mas também com oportunidades claras de aceleração em categorias essenciais para as lojas. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE, o varejo apresentou um comportamento irregular ao longo de 2025. Em setembro, houve um recuo de –0,3% frente ao mês anterior (com ajuste sazonal), enquanto março registrou avanço de 0,8%, alcançando o melhor nível da série histórica. No caso da receita dos supermercados fluminenses, medida pelo volume de vendas, houve queda de 0,1% em termos reais — ou seja, já descontada a inflação — na comparação com o mesmo período do ano anterior. Apesar da baixa, o setor acumulou alta de 0,9% entre janeiro e setembro e crescimento de 1% no somatório dos últimos 12 meses, ambos também em valores reais. Esse cenário refletiu o que especialistas classificam como um “ano de volatilidade”, marcado por crédito ainda seletivo, inflação setorial em ondas e um consumidor mais disciplinado. Análises de CNC, FGV Ibre e Ibevar, ao longo de 2025, mostraram desempenho desigual entre segmentos, com bens duráveis e categorias dependentes de financiamento apresentando retrações em meses específicos. No varejo supermercadista, relatórios de consultorias e entidades do setor indicam um movimento interessante: o fortalecimento das redes regionais, que expandiram participação em diversas praças por meio de logística mais eficiente, ofertas personalizadas e maior capacidade de leitura do comportamento local. Para os analistas, esse avanço evidencia a descentralização da competitividade — e um ambiente em que a precisão operacional se torna fator determinante. Entre os consumidores, 2025 foi marcado por busca intensa por preço, praticidade e confiabilidade. O digital manteve força, mas o atendimento físico voltou a ganhar protagonismo em cidades médias e no interior — algo que impactou diretamente o varejo supermercadista, cuja capilaridade segue sendo vantagem estratégica. Para Ricardo Nunes, especialista em varejo, o comportamento do consumidor em 2025 revela uma mudança estrutural: “O desempenho oscilante reflete não apenas o ambiente macroeconômico, mas também a maturidade do consumidor, que hoje compara mais, espera mais e compra de forma muito mais planejada do que há cinco anos”. Ele reforça que essa busca por confiabilidade e disciplina nas compras acelerou transformações internas nas operações: “Quem não ajustar processos, estrutura e relacionamento com o cliente ficará pelo caminho”. Perspectivas para 2026: oportunidades estratégicas para o varejo supermercadista Economistas do varejo e consultorias especializadas projetam que 2026 pode trazer um ciclo de melhora gradual, condicionado ao ritmo de redução dos juros e à trajetória de recuperação da renda real. Além das variáveis macroeconômicas, o calendário será decisivo: a Copa do Mundo cria um ambiente de consumo historicamente favorável às categorias de maior giro no varejo supermercadista, incluindo bebidas, alimentos para conveniência e indulgência, churrasco, itens sazonais, produtos para reunir a família e até eletroportáteis de tíquete médio. Embora ainda não haja indicadores consolidados para medir o impacto esperado em 2026, especialistas apontam que o segundo trimestre deve concentrar o maior movimento. Para Nunes, o evento cria um “momento de renovação de equipamentos e de fortalecimento das vendas em categorias ligadas ao entretenimento do lar”, ao mesmo tempo em que alerta para a necessidade de cautela: “O efeito existe, mas não deve ser tratado como gatilho automático. Depende da renda, do crédito e da confiança do consumidor”. Categorias com melhor perspectiva de crescimento no varejo supermercadista em 2026 Bebidas alcoólicas e não alcoólicas — historicamente impulsionadas em anos de Copa. Snacks, conveniência e indulgência — crescem em eventos esportivos, combinando ocasião e aumento do consumo domiciliar. Carnes, churrasco e itens sazonais — categorias com forte impacto promocional e alta elasticidade em datas de grande audiência. Eletroportáteis de tíquete médio — como fritadeiras, televisores de entrada e itens para preparo rápido, desde que preços se mantenham estáveis. Produtos de bem-estar e esportivos — acompanhando a retomada gradual da confiança e tendências de estilo de vida. Categorias que exigem atenção e gestão mais rigorosa: Móveis e eletrodomésticos maiores — seguem sensíveis ao crédito e podem ter ritmo mais moderado. Moda e vestuário dentro do canal supermercadista — dependem fortemente da renda disponível. Produtos de alto tíquete geral — exigem estratégias cautelosas de sortimento e exposição. 2026 será um ano de execução — não de aposta Depois de um 2025 heterogêneo, o varejo supermercadista entra em 2026 diante de oportunidades reais, mas seletivas. O cenário demanda precisão operacional, inteligência analítica, rigor na gestão de estoques e comunicação clara de valor — especialmente em categorias aquecidas pela Copa. “Não há atalhos”, afirma Nunes. “O varejo que prosperará em 2026 é aquele que unir disciplina comercial, gestão de estoque inteligente e relacionamento real com o consumidor”.
11/12/2025
Comportamento & tendência
Qual setor deve liderar o crescimento em vendas do seu supermercado em 2026?
O hortifruti caminha para ser o setor de maior expansão em vendas no varejo supermercadista em 2026, impulsionado por transformações profundas no consumo e por tendências globais de saúde, bem-estar e alimentação consciente. A análise apresentada por Edurne Uranga, vice-presidente de Foodservice — incluída exclusivamente no Anuário de Frutas e Vegetais de 2026 da FRS Food Retail & Service — reforça o peso crescente das frutas e verduras na estratégia de negócios de toda a cadeia alimentar. Segundo Uranga, “o potencial de crescimento de frutas e vegetais no setor de restaurantes é inegável”, tendência que dialoga diretamente com o movimento observado no varejo supermercadista brasileiro: consumidores mais atentos à qualidade, frescor e saudabilidade, ao mesmo tempo em que buscam opções práticas, acessíveis e alinhadas a um estilo de vida equilibrado. O relatório mostra que 61% dos consumidores afirmam buscar ativamente aumentar o consumo de frutas e vegetais, e 47% dizem seguir uma dieta equilibrada. A executiva destaca também que a preferência por hábitos alimentares mais naturais supera soluções farmacológicas: a adoção de inibidores, por exemplo, é de apenas 4%. Em suas palavras, os consumidores estão optando por reduzir açúcar, evitar ultraprocessados e “priorizar frutas e verduras”. Essas tendências, reforçadas especialmente entre jovens e mulheres — grupos que lideram a transição para dietas com maior presença vegetal — têm impacto direto no desempenho de categorias estratégicas para o varejo supermercadista. No foodservice, frutas e verduras já representam 21% das refeições servidas, participação crescente mesmo em um cenário econômico desafiador. Um ponto importante destacado pela executiva é que o hortifruti já concentra algumas das maiores margens do negócio e tem influência direta sobre percepções de qualidade, experiência e fidelização. “A demanda crescente por alimentos frescos, por refeições prontas baseadas em vegetais e por alternativas menos processadas cria um ambiente favorável ao crescimento dessa seção em 2026.” Além disso, o posicionamento do hortifruti como categoria de valor agregado contribui para a gestão de custos e para a redução de desperdício, dois pontos críticos para a rentabilidade do varejo. A executiva reforça que pratos com ingredientes vegetais permitem maior controle operacional e oferecem “alto valor percebido”, característica essencial em um mercado mais competitivo. O olhar para o futuro, segundo Uranga, é claro: frutas e legumes estão se consolidando como uma categoria transversal, capaz de responder às novas motivações de consumo, às diferentes ocasiões e aos canais emergentes. O mesmo raciocínio se aplica ao varejo supermercadista brasileiro, que tem no hortifruti um ativo estratégico decisivo para 2026. “Aproveitar esta oportunidade exige uma compreensão profunda do que, quando e como os clientes consomem”, afirma a executiva. Para o varejo, isso significa investir em inteligência de demanda, estoques mais precisos, exposição qualificada, sortimento regionalizado e comunicação clara sobre frescor, procedência e benefícios nutricionais. Com consumidores cada vez mais inclinados à alimentação saudável e sustentável, o hortifruti se consolida como a categoria mais promissora do varejo supermercadista para 2026 — unindo resultado, diferenciação e propósito.
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