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Associados em foco
Grupo Carrefour Brasil anuncia reestruturação a partir de janeiro
O Grupo Carrefour Brasil anunciou uma reestruturação organizacional em seu Comitê Executivo (COMEX), com mudanças que passam a valer a partir de 5 de janeiro. A iniciativa redefine a estrutura de liderança das operações no país, ajusta áreas de reporte e amplia o escopo estratégico de transformação da companhia. Entre as principais alterações está a nomeação de Julien Munch, até então COO da operação francesa do Carrefour, para o cargo de deputy-CEO no Brasil. O executivo ficará responsável pela supervisão das operações do Carrefour, do Sam’s Club e da área imobiliária, reportando-se diretamente ao CEO do Grupo Carrefour Brasil, Pablo Lorenzo. "A reestruturação também marca a chegada de um novo executivo vindo da França, que atuará no Brasil com uma função estratégica equivalente à de vice-CEO, reforçando o time de liderança local e contribuindo para a integração das operações e para a execução das prioridades do grupo no mercado brasileiro", diz a rede. Segundo a companhia, as mudanças fazem parte de um movimento de fortalecimento da governança, maior agilidade na tomada de decisões e alinhamento com as diretrizes globais do grupo, em um contexto de constante transformação do varejo supermercadista no país.
15/12/2025
Associados em foco
Expansão de Natal! Supermarket Padrão do Fonseca inaugura loja em Piratininga
O presente de Natal chegou adiantado para os moradores dos bairros de Cafubá e Piratininga, em Niterói. Em uma manhã marcada por consumidores ansiosos e parceiros da indústria presentes, o Padrão do Fonseca, associado Supermarket, inaugurou nesta sexta-feira, 12 de outubro, sua nova loja, a 17ª do grupo, na Rua Dr. Osiris Pitanga, nº. 214. A unidade apresenta aos clientes um espaço tipicamente aconchegante daquele tradicional mercado amigo do bairro, com seus 800m² de área de venda. O destaque especial fica por conta da adega bem trabalhada. "Tenho a satisfação e o prazer de estar inaugurando mais uma loja da rede Supermarket. É uma loja totalmente remodelada, com muita variedade, e acreditamos em um bom faturamento", destacou Paulo Bonifácio, presidente da rede Supermarket. Diversidade de mix para o cliente A nova loja disponibiliza também ampla variedade de produtos aos consumidores, com mais de 6 mil SKU's disponíveis. Além disso, o espaço possui 11 checkouts e estacionamento com 59 vagas para atender ao público, estimado em 1.700 clientes diários. "Temos um mix muito variado para atender a todos os públicos. E aquela característica máxima da rede Supermarket, agora inaugurando a 149ª loja da rede, que carrega sempre o mesmo slogan: é preço, é perto, é Supermarket. Acreditamos muito em mais esse empreendimento", enfatizou Paulo Bonifácio. Dentre os parceiros da indústria presentes, Claudinei Lopes, supervisor regional do estado do Rio de Janeiro da Marquespan, ressaltou: "É uma alegria muito grande para nós estarmos prestigiando mais uma grande conquista do Padrão do Fonseca, inaugurando mais uma loja e com uma expectativa de crescimento muito grande para o ano de 2026. É uma alegria poder fazer parte dessa expansão do Padrão do Fonseca, contribuindo com nossos produtos e consolidando a marca Marquespan através de uma grande empresa e um grande parceiro amigo". Mais empregos: varejo supermercadista segue como motor da economia fluminense A inauguração da loja de Piratininga do Supermarket Padrão do Fonseca ratifica uma das principais características do nosso setor. Como um dos principais geradores de empregos formais no estado do Rio de Janeiro (CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS), o varejo supermercadista segue se apresentando com força nesse quesito. Ao todo, na nova unidade, foram criados 252 empregos diretos e mais 100 indiretos. A ASSERJ deseja muitas vendas, clientes e, com certeza, sucesso à mais nova loja do Padrão do Fonseca.
12/12/2025
Por dentro da asserj
Roubo de carga do azeite extra virgem Mondegão. Entenda o caso e as orientações da ASSERJ
A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) recebeu, nesta sexta-feira (12), um comunicado oficial de uma empresa distribuidora informando o roubo de um contêiner de azeite extra virgem Mondegão, produto distribuído exclusivamente pela companhia no estado. No documento encaminhado à entidade, a empresa relata ter sido vítima de mais um episódio de violência urbana, que resultou na subtração da carga. Segundo o comunicado, há risco de que o produto seja comercializado ilegalmente em feiras livres e pequenos comércios de comunidades, sem qualquer controle público e com preços “injustos e desleais ao mercado”. A distribuidora reforça que o roubo não compromete a qualidade, a originalidade ou o valor do azeite, mas alerta para a circulação irregular do lote, que pode chegar ao consumidor por meios inadequados. Como forma de colaborar com a investigação e alertar o setor, a empresa solicitou que a ASSERJ compartilhe as informações com seus associados, sindicatos e órgãos competentes, de modo a fortalecer a identificação de possíveis ofertas irregulares do produto no mercado fluminense. O consultor técnico de Segurança Alimentar da ASSERJ, Flávio Graça, reforça a importância de atenção redobrada a possíveis irregularidades na comercialização do produto. “É fundamental que o varejo e o consumidor fiquem atentos a preços muito abaixo do praticado no mercado ou a notas fiscais duvidosas. Produtos oriundos de roubo podem ser inseridos na cadeia por meios ilegais, e qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente aos órgãos competentes”, orienta. Ele destaca ainda que a circulação de carga roubada representa riscos que vão além da ilegalidade: pode favorecer fraudes, reembalagens inadequadas e até adulterações. Por isso, a recomendação é que o varejo supermercadista só adquira produtos de fornecedores regulares, com documentação completa e procedência garantida. Já a advogada da ASSERJ e especialista no segmento, Dra. Ana Paula Rosa, lembra que: "A aquisição de produtos roubados configura crime de receptação, com responsabilização prevista em lei." O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, reforça o compromisso institucional diante do episódio: “A ASSERJ reforça seu compromisso com a segurança alimentar e a legalidade nas operações comerciais no varejo supermercadista diante de situações que impactem o mercado e o consumidor”, afirma. A entidade seguirá acompanhando o caso e orientando o setor para evitar que a carga roubada seja integrada de forma ilegal ao varejo.
12/12/2025
Economia
Preço do café : veja o que o varejo supermercadista deve esperar para 2026
O café percorreu um caminho de alta significativa nos últimos dois anos, impactando diretamente os supermercados e as operações do setor. O reajuste expressivo foi impulsionado por uma combinação de fatores: problemas climáticos nos principais países produtores, queda na oferta nacional, ritmo acelerado das exportações e desvalorização do real frente ao dólar, afetando os custos desde a indústria até as gôndolas. Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, entre janeiro e novembro de 2025, o café acumulou alta de 36%. O café moído seguiu praticamente estável em relação ao ano anterior, totalizando 75,6% de aumento acumulado em dois anos, enquanto o café solúvel e o tradicional cafezinho subiram 22,66% e 16,70%, respectivamente. “Se compararmos 2025 com 2024, vamos ver que o preço do café moído se manteve semelhante, enquanto o solúvel e o cafezinho mais do que dobraram. Ainda assim, o aumento acumulado no pó de café é de quase 80% em quase dois anos. É muito alto. Como é uma commodity, quando há expectativa de seca, o preço sobe. Se há chuva, ele se reverte”, explica Felippe Serigati, pesquisador do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV Agro. O principal motivo para a manutenção dos preços elevados é o impacto da safra anterior. Em 2024, o clima adverso prejudicou a florada dos cafezais, etapa essencial para definir a produtividade, reduzindo a quantidade e a qualidade dos grãos disponíveis no mercado. A recuperação depende não apenas das chuvas recentes, mas também da capacidade de reposição de estoques e da recomposição da indústria de moagem. A demanda global também contribui para pressionar preços. Enquanto o consumo no Ocidente se mantém consolidado, países asiáticos registram crescimento contínuo na procura pela bebida. “O café está caindo no gosto e no hábito da sociedade do Oriente. O descompasso entre demanda e oferta mantém os preços em patamares elevados, como vimos ao longo de 2025”, destaca Serigati. Para o varejo supermercadista, essas variações impactam diretamente a margem e o planejamento de sortimento. Além do café em pó, itens como café solúvel e o tradicional cafezinho, consumidos em padarias e conveniências, sofrem influência do custo da matéria-prima e da inflação de serviços, como aluguel, mão de obra e operação das máquinas de preparo. Quanto a 2026, os primeiros sinais da nova safra são animadores. A floração das lavouras de café arábica no Sudeste foi favorecida pelas chuvas a partir de setembro, segundo o Cepea. Apesar disso, a previsão é de safra maior, mas não recorde, com produção ainda abaixo do potencial máximo. “Mesmo que seja uma safra maior, há uma demanda crescente e o mercado tem operado de forma apertada nos últimos dois anos. A recomposição industrial ainda será gradual”, avalia Serigati. Outro fator crítico para o setor supermercadista é a taxa de câmbio. Como o café é uma commodity cotada internacionalmente, qualquer variação do dólar impacta diretamente no preço final ao consumidor. O arábica acompanha a bolsa de Nova York, enquanto o conilon (robusta) é negociado em Londres, reforçando a necessidade de planejamento estratégico para compras e estoques. “Com commodities precificadas em dólar, se a moeda americana valorizar ou desvalorizar, tudo é afetado. Para o varejo, é fundamental monitorar câmbio, safra e demanda global, porque esses fatores determinam o custo e a disponibilidade do produto no ponto de venda”, finaliza o especialista. Para redes supermercadistas, a orientação é acompanhar de perto o desenvolvimento da safra, ajustar estratégias de compra e negociar com fornecedores para equilibrar preço, disponibilidade e rentabilidade, garantindo que o café permaneça competitivo nas gôndolas e atrativo para o consumidor final.
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