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Indústria em cena
Lacta amplia portfólio de Páscoa com foco em inovação e consolidação de marcas
Com a Páscoa já no radar do varejo supermercadista, a indústria de chocolates começa a apresentar suas principais apostas para a sazonalidade. A Lacta, marca da Mondelēz Brasil, anunciou a ampliação de seu portfólio de ovos de Páscoa com a introdução de uma nova versão do Bis Limão, reforçando sua estratégia de inovação e diversificação da oferta para o período. Entre os destaques, o Ovo Bis Limão, com 234g, amplia a presença de sabores diferenciados na categoria e será comercializado de forma exclusiva nas lojas Americanas. A marca também confirmou o retorno do Ovo Bis Branco, com o mesmo peso, após o desempenho positivo registrado na Páscoa de 2025, sinalizando a valorização de produtos com boa aceitação e potencial de recorrência no consumo sazonal. De acordo com Ana Assis, diretora de Marketing de Lacta, Milka e Sazonais da Mondelēz Brasil, a estratégia para 2026 combina inovação e consolidação de marcas já reconhecidas pelo consumidor. “A Páscoa é um dos principais momentos para Lacta, e buscamos equilibrar o lançamento de novos sabores com a manutenção de produtos que já demonstraram forte conexão com o público. Esse direcionamento fortalece tanto a relevância da categoria de ovos quanto a linha regular no ponto de venda”, afirma.
29/01/2026
Por dentro da asserj
1ª Reunião do Conselho Diretor da ASSERJ em 2026! Saiba como foi.
Agora sim o ano começou, oficialmente, na ASSERJ! A primeira reunião do Conselho Diretor aconteceu nesta quarta-feira, 28 de janeiro, no Hotel Windsor Marapendi, com a presença dos conselheiros, o Presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, e as empresas que participaram do ASSERJ Experience – produto que coloca a indústria frente a frente com os 30 maiores supermercadistas do Estado do Rio de Janeiro. Pautas importantes foram debatidas, como o pós-NRF e as tendências aplicáveis ao nosso varejo supermercadista, as leis que estão em acompanhamento pela ASSERJ e demais temas pertinentes para o setor. ASSERJ EXPERIENCE Nesta edição, o ASSERJ Experience contou com a presença de 3 empresas: UtilarBio, Hyperclean e o Grupo MBW. A MBW, grupo de advocacia especializado em direito tributário, apresentou suas expertises sobre reforma tributária, levando aos associados, insights e colocando seus serviços à disposição, para que essa transição da reforma seja eficaz nos seus negócios. A Hyperclean apresentou seu produto de limpeza robótico capaz de higienizar pisos de loja de forma autônoma e inteligente, promovendo mais eficiência, produtividade e resultados diferenciados. A UtilarBio, empresa de embalagens, apresentou sua linha completa de produtos biodegradáveis e, segundo destacou Marcelo Sved, proprietário da empresa: “É muito importante participar de um evento relacional como o ASSERJ Experience, em nível estratégico, podendo apresentar nossos produtos e serviços”. Demais participações O encontro contou, também com a presença da presidente da Ivisa-Rio, Aline Borges, que apresentou o projeto Foco, cujo objetivo é modernizar fiscalizações, automatizar acompanhamentos e apontamentos, e concentrar fiscalizações, para melhorar o serviço. A presidente afirmou que a instituição está adotando modelo usado em diversos países do mundo. Tudo para oferecer mais transparência para o supermercadista e para o cidadão. Além disso, os Conselheiros tiveram a grata notícia de que as formas e períodos de notificação serão alterados, promovendo um tempo maior para adaptação e cumprimento de não conformidades por parte dos supermercadistas. Sobre o acompanhamento do projeto de lei de produtos similares, o presidente Fábio Queiróz pontuou sobre adequações e atenção com o texto já aprovado, afirmando que a ASSERJ está trabalhando para defender os interesses do setor.
28/01/2026
Economia
O que o IPCA-15 de janeiro revela sobre os preços dos alimentos?
O IPCA-15, prévia da inflação oficial, registrou alta de 0,20% em janeiro, segundo dados divulgados pelo IBGE, resultado ligeiramente abaixo das projeções do mercado. No acumulado de 12 meses, o índice atingiu 4,50%, permanecendo acima da meta central de 3% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Para o varejo supermercadista, o dado reforça um cenário de inflação resistente, marcado por pressões pontuais em categorias estratégicas e por um consumidor cada vez mais atento aos preços. A leitura do indicador exige cautela, já que pequenas variações mensais podem gerar impactos relevantes na formação de preços e na dinâmica do consumo nas lojas. O grupo Alimentação e bebidas, de maior peso no índice e diretamente ligado ao desempenho do setor, acelerou de 0,13% em dezembro para 0,31% em janeiro. O avanço foi puxado principalmente por itens in natura e proteínas, categorias mais voláteis e com impacto imediato no carrinho de compras. Entre os destaques de alta no período estão o tomate, com avanço de 16,28%, a batata-inglesa, com 12,74%, as frutas, com 1,65%, e as carnes, com 1,32%. Esses movimentos tendem a pressionar o ticket médio e influenciar decisões de substituição por parte do consumidor. Por outro lado, alguns produtos relevantes da cesta básica registraram queda de preços, como o leite longa vida (-7,93%), o arroz (-2,02%) e o café moído (-1,22%), contribuindo para um alívio pontual no orçamento das famílias e abrindo espaço para ajustes táticos no sortimento e nas ações promocionais. Segundo André Braz, coordenador de Índices de Preços do FGV IBRE, três vetores foram decisivos para moldar esse resultado. “O comportamento do câmbio, os desdobramentos do comércio internacional e o desempenho do setor agropecuário”, revela.
28/01/2026
Comportamento & tendência
Sazonalidade de verão cria novas oportunidades no varejo supermercadista
O verão tem se consolidado como um período estratégico para o varejo supermercadista, com impactos diretos sobre o mix de categorias, o comportamento do consumidor e as oportunidades de rentabilidade no ponto de venda. Um novo estudo da Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados para a cadeia de consumo, revela que produtos associados a frescor, conveniência e cuidado apresentaram crescimento de até 175% na presença nos carrinhos, reforçando o potencial da estação para geração de valor além do simples aumento de volume. A análise comparou o início do verão de 2025 com os meses que antecedem o período e avaliou categorias como alimentos, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, carnes e aves e hortifrúti. O levantamento considerou indicadores de incidência, ticket médio e variação de preços, com base na leitura anual de mais de 1 bilhão de notas fiscais em todo o país. Os dados mostram avanço consistente em categorias-chave para o varejo supermercadista. Em dezembro, a incidência de alimentos cresceu 2,4%, enquanto as bebidas avançaram 3,3%. As bebidas alcoólicas registraram alta de 5,3%, carnes e aves cresceram 5,1% e o hortifrúti apresentou o melhor desempenho do período, com aumento de 7,2% na presença nos carrinhos. “O verão cria um ambiente favorável para categorias ligadas ao prazer, à praticidade e ao consumo fora da rotina”, explica Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos da Neogrid. “Para o varejo supermercadista, isso significa uma janela importante para trabalhar sortimento, exposição e estratégias comerciais que maximizem valor por transação, não apenas giro.” Repelentes combinam necessidade, margem e baixa sensibilidade a preço Entre as categorias analisadas, os repelentes se destacaram como um dos principais vetores de rentabilidade no período. O produto registrou crescimento de 175% na incidência nos carrinhos, acompanhado por alta de 14,6% no ticket médio. O reajuste de preço foi controlado, em 4,9%, o que contribuiu para preservar margens e ampliar o retorno da categoria. “Os dados indicam que o repelente deixou de ser um item ocasional e passou a ocupar um espaço de necessidade percebida, associado a cuidado e prevenção”, afirma Fercher. “Esse tipo de consumo reduz a sensibilidade ao preço e abre espaço para uma gestão mais eficiente de margem e exposição no ponto de venda.” Sorvetes ganham frequência e reforçam papel da conveniência Clássico da estação, o sorvete apresentou aumento de 33,3% na incidência em dezembro na comparação com os meses anteriores. Apesar da leve queda de 0,5% no ticket médio, que ficou em R$ 28,12, o desempenho indica crescimento da frequência de compra, impulsionado por embalagens menores, formatos individuais e consumo por impulso. Para o varejo supermercadista, o movimento reforça a importância de posicionamento estratégico da categoria, com foco em conveniência, visibilidade e cross merchandising, ampliando o papel do sorvete como item recorrente no carrinho durante o verão. Cerveja sinaliza premiumização e maior valor por compra Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja manteve a liderança em relevância, mesmo com retração de 4,7% na incidência. O ticket médio, no entanto, avançou 16%, chegando a R$ 38,45, acompanhado de um aumento de 1% no preço médio do produto. “O comportamento sugere um consumo mais seletivo, com menor frequência, mas maior valor agregado”, analisa Fercher. “O consumidor prioriza ocasiões específicas e experiências, o que favorece marcas premium, embalagens diferenciadas e estilos especiais. Para o varejo e a indústria, isso reforça a importância de um mix bem calibrado e de uma exposição estratégica para capturar valor mesmo em cenários de menor recorrência.” Bebidas não alcoólicas e hortifrúti ganham protagonismo no verão Entre as bebidas não alcoólicas, a água de coco se destacou como uma das principais oportunidades da estação. O produto registrou crescimento de 30,5% na incidência e avanço de 8% no ticket médio, alcançando R$ 16,95, sem pressão relevante de preço. O desempenho indica maior disposição do consumidor em pagar por itens associados à hidratação e ao bem-estar. O hortifrúti, por sua vez, apresentou a maior alta de incidência entre as categorias analisadas, reforçando a busca por alimentos mais leves e refrescantes. Para o varejo supermercadista, a categoria se consolida como um pilar estratégico não apenas de fluxo, mas também de construção de imagem, fidelização e diferenciação. Execução no PDV e dados orientam decisões estratégicas Além do sortimento, a pesquisa destaca o papel da execução no ponto de venda como fator decisivo para capturar rentabilidade no verão. Embalagens atrativas, comunicação visual alinhada à estação e formatos práticos contribuem para elevar o tíquete médio e estimular compras por impulso. “Categorias sazonais exigem leitura constante de dados para ajustar exposição, preços e abastecimento”, destaca Fercher. “A análise em tempo real permite antecipar a demanda, evitar rupturas e potencializar resultados em um período altamente competitivo.” Para o varejo supermercadista, o estudo da Neogrid reforça que o verão não deve ser tratado apenas como um pico de vendas, mas como uma oportunidade estratégica para trabalhar margem, mix e experiência do consumidor de forma integrada e orientada por dados. Segundo Fercher, o desempenho reflete uma mudança na percepção do consumidor. “O repelente deixa de ser visto apenas como um item ocasional e passa a ocupar um espaço de necessidade, ligado à prevenção e ao cuidado, especialmente em um contexto de maior atenção a questões sanitárias, como a dengue”, explica. Sorvetes ganham frequência, mesmo com tíquete menor Símbolo tradicional do verão, o sorvete também apresentou crescimento relevante, com alta de 33,3% na incidência em dezembro em relação aos meses anteriores. O tíquete médio da categoria teve leve retração de 0,5%, chegando a R$ 28,12, o que indica um aumento da frequência de compra, especialmente de embalagens menores e formatos individuais. O movimento aponta para um consumo mais imediato e recorrente, impulsionado por conveniência e acessibilidade, sem perda de relevância da categoria no dia a dia do consumidor. Bebidas refletem lazer, hidratação e consumo mais seletivo Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja manteve a liderança como principal escolha dos consumidores no período. Apesar da queda de 4,7% na incidência, o tíquete médio avançou 16%, alcançando R$ 38,45, acompanhado de um aumento de 1% no preço. Para a Neogrid, o comportamento indica um movimento de premiumização. “O consumidor está comprando cerveja com menor frequência, mas optando por produtos de maior valor agregado”, analisa Fercher. “Isso sugere um consumo mais seletivo e ocasional, associado a momentos específicos de lazer e socialização. No verão, há espaço para pequenos luxos acessíveis, com foco em experiência e qualidade.” Já entre as bebidas não alcoólicas, a água de coco se destacou como um dos principais símbolos da estação. O produto registrou crescimento de 30,5% na incidência e avanço de 8% no tíquete médio, chegando a R$ 16,95, sem variações relevantes de preço. O desempenho reforça a valorização de produtos ligados à hidratação, saúde e bem-estar. Categorias de frescor ganham protagonismo no ponto de venda Além do volume vendido, o estudo aponta que categorias associadas a frescor, leveza e praticidade apresentam maior potencial de rentabilidade no verão. Hortifrúti e bebidas não alcoólicas avançam tanto em incidência quanto em tíquete médio, sem pressão significativa de preços, o que indica maior disposição do consumidor em pagar por esses itens. Do ponto de vista da execução no ponto de venda, fatores como embalagens atrativas, comunicação visual alinhada à estação e formatos práticos ou individuais contribuem para capturar mais valor por transação, estimulando compras por impulso e elevando o retorno, não apenas o giro. Planejamento orientado por dados é diferencial competitivo Para o varejo supermercadista, os dados reforçam a importância de planejamento e leitura atenta do comportamento do consumidor ao longo do verão. Categorias ligadas a frescor, conveniência, lazer e cuidado pessoal tendem a ganhar protagonismo e exigem atenção especial em sortimento, exposição e abastecimento. “Nesse cenário, a análise de dados em tempo real se torna um diferencial estratégico para antecipar a demanda, evitar rupturas e capturar de forma mais eficiente o potencial de consumo típico da estação”, conclui Fercher.
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