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Docile Alimentos anuncia nova diretora de Gente & Gestão
A Docile Alimentos, uma das maiores empresas do setor de confeitos e guloseimas do Brasil, anunciou uma importante movimentação em sua liderança. Michelle Matoso assumiu a diretora de Gente & Gestão da companhia. A executiva terá o desafio de liderar a área de Recursos Humanos, com foco em desenvolvimento organizacional, cultura corporativa e fortalecimento da experiência dos colaboradores. Com mais de 22 anos de experiência na área de RH, Michelle construiu sua trajetória em empresas de grande porte e diferentes segmentos, como Gerdau, BRF, Seara e BRK Ambiental. Ao longo de sua carreira, atuou em diversos projetos estratégicos voltados à liderança, transformação cultural, diversidade e inclusão. Na Docile, a diretora terá como missão dar continuidade ao processo de valorização do capital humano da empresa, reforçando práticas voltadas à atração, retenção e desenvolvimento de talentos, além de promover uma cultura cada vez mais alinhada aos valores da empresa. "Estou muito feliz com este novo desafio. A Docile é uma empresa com propósito, que coloca as pessoas no centro da estratégia, e isso é essencial para que possamos construir um ambiente cada vez mais inovador, humano e colaborativo", frisou Michelle. A movimentação da Docile confirma a evolução das práticas internas da empresa em gestão de pessoas, reforçando também o papel estratégico da área de Gente & Gestão no crescimento sustentável de qualquer organização.
29/07/2025
Dia da Lasanha: estratégias para impulsionar as vendas no seu supermercado
Celebrado em 29 de julho, o Dia da Lasanha tem ganhado cada vez mais força no calendário promocional do varejo supermercadista. A data, que homenageia um dos pratos congelados mais queridos pelos brasileiros, representa uma oportunidade estratégica para impulsionar as vendas da categoria por meio de ações bem planejadas, produtos líderes e uma abordagem focada em experiência e conveniência para o consumidor. Atualmente, a lasanha congelada está presente em mais de 19 milhões de lares brasileiros mensalmente, segundo pesquisa da Kantar, de 2024. Especialista em estratégias para o varejo supermercadista, Marcelo Ribeiro, consultor de trade marketing e ponto de venda, reforça que datas como o Dia da Lasanha devem ser tratadas como oportunidades de conexão com o cliente: “O consumidor está cada vez mais atento às experiências que o varejo oferece. Datas como o Dia da Lasanha ativam o emocional, despertam desejo e geram tráfego se forem bem trabalhadas. Quem aposta em ambientação, sortimento correto e boa comunicação pode ver resultados significativos em um curto espaço de tempo”, analisa Ribeiro. Segundo o especialista, para vender mais, é fundamental que o varejo supermercadista se antecipe. A preparação começa com a montagem de pontos extras atrativos, como ilhas temáticas ou displays decorados com elementos italianos e mensagens que despertem o apetite. “Outra tática eficaz é a criação de combos promocionais, como lasanha com refrigerante ou sobremesa congelada, que incentivam a compra de mais itens e aumentam o ticket médio. A divulgação antecipada, especialmente em canais digitais como WhatsApp e redes sociais, também é essencial para gerar expectativa e atrair o consumidor à loja. E, por fim, vale investir na capacitação da equipe, para que todos estejam alinhados sobre a importância da data e preparados para recomendar os produtos certos com segurança", completa Ribeiro. A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão — precursoras no mercado de lasanhas congeladas no Brasil —, tem investido continuamente no desenvolvimento de produtos voltados para o paladar do brasileiro que vai aproveitar essa data comemorativa. Para Luiz Franco, diretor executivo de Marketing e Inovação da BRF: “Nosso portfólio de lasanhas congeladas é o mais completo e demonstra o entendimento profundo da empresa quanto às tendências de consumo dos brasileiros”, afirma o executivo. Com um prato popular, marcas consolidadas e um apelo direto à praticidade e ao prazer de comer bem, o Dia da Lasanha é uma data que merece atenção redobrada no planejamento promocional do varejo supermercadista — e pode ser a receita perfeita para aquecer as vendas no fim de julho.
28/07/2025
Conecta
Vendas pelo Whatsapp: seu supermercado está utilizando corretamente?
Em um cenário onde agilidade e personalização são cada vez mais exigidas pelos hábitos dos consumidores, o WhatsApp vem se consolidando como uma ferramenta estratégica para os supermercados que buscam melhorar sua comunicação, atendimento e resultados em vendas. Mais do que um aplicativo de mensagens, o canal já se posiciona como uma ponte direta e eficaz entre empresas, clientes e vendas! De acordo com dados da Wapikit, o WhatsApp está presente em mais de 98% dos smartphones brasileiros, sendo usado por 79% dos usuários para se comunicar com empresas e por 62% deles para efetuar compras diretamente pela plataforma. Além disso, 96% das marcas nacionais já adotam o aplicativo como seu principal canal de atendimento, e 86% dos profissionais de vendas o consideram essencial no contato com clientes e leads. A tendência também já é realidade em diversos supermercados do Rio de Janeiro. Redes como Redeconomia, Supermarket e Prezunic têm utilizado o canal para divulgar ofertas, enviar cupons personalizados, tirar dúvidas dos consumidores e até realizar vendas, criando uma relação mais direta e eficiente com seus públicos. Para Allanis Grum, Product Manager de Rich Content da Pontaltech, os supermercados têm uma grande oportunidade de aumentar a fidelização e impulsionar suas vendas ao adotarem uma estratégia inteligente e personalizada no canal. “O WhatsApp oferece uma taxa média de abertura de mensagens de cerca de 98%, um número impressionante que supera amplamente outros canais como o e-mail. Com o uso adequado de automações e integração com bases de dados, é possível criar uma experiência fluída, personalizada e altamente engajadora para o cliente”, destaca a especialista. Segundo Allanis, o uso eficaz do canal vai muito além de disparar mensagens promocionais. “Comunicações personalizadas, que consideram o nome do cliente, seu histórico de compra e seu comportamento demonstram cuidado e atenção, fortalecendo o vínculo com a marca. Já mensagens frias ou em excesso podem gerar o efeito contrário: afastar o consumidor.” Ela alerta, ainda, para os riscos de uso inadequado da ferramenta. “Enviar mensagens demais pode ser considerado spam e comprometer a reputação da empresa. Pior: pode levar ao bloqueio da conta, conforme as diretrizes rigorosas da Meta. Por isso, é fundamental respeitar os limites, usar linguagem adequada ao perfil do público e investir em recursos que permitam uma jornada completa no próprio app, como botões de pagamento e integração com CRMs, plataformas de automação e analytics.” A integração do WhatsApp com outros canais também é apontada como uma prática essencial. Em caso de falhas na entrega da mensagem, mecanismos de fallback, como SMS, RCS ou atendimento humano, asseguram a continuidade da comunicação. “O WhatsApp transcendeu o papel de um aplicativo de mensagens para se tornar um verdadeiro pilar estratégico na construção de relacionamentos sólidos e duradouros com os consumidores. Quando bem utilizado, ele pode não só melhorar a experiência do cliente, mas também impulsionar os resultados do negócio”, conclui Allanis Grum.
28/07/2025
Economia
Tarifaço: como manter o equilíbrio da sua peixaria?
Ele tomou conta do noticiário e do imaginário popular: o tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Anunciada no dia 9 de julho e com início previsto a partir de 1º de agosto, a nova política tarifária unilateral norte-americana irá impor uma taxação de 50% sobre todas as importações de itens brasileiros. Diversos setores já sentem os impactos da medida e devemos estar atentos para nos anteciparmos. Um deles é o pesqueiro, um dos mais afetados, e que movimenta cerca de R$ 20 bilhões por ano, com exportações que de aproximadamente US$ 600 milhões. Dependente do mercado estadunidense, o pescado brasileiro está, desde o dia 10 de julho, com exportações suspensas para o seu principal mercado, que concentra entre 70% e 80% dos envios de itens do setor. A exportação corresponde a cerca de 15% do mercado nacional, com destaque para tilápia, lagosta e atum de profundidade, produtos com a maior parte da produção voltada aos EUA. Esse cenário desafiador coloca empresas e pescadores artesanais em alerta e representa grandes prejuízos. O governo busca formas de mitigar os efeitos como, por exemplo, a oferta de créditos emergenciais, além de manter a tentativa de negociação com os EUA. A Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca), inclusive, já protocolou junto ao governo federal um pedido formal de R$ 900 milhões de crédito emergencial ao setor, com seis meses de carência e prazo de 24 meses para pagamento. A Abipesca também solicita que o pescado seja tratado com excepcionalidade e removido da lista de taxação. ”O que estamos articulando nesse primeiro momento é uma postergação de 90 dias para a entrada em vigor da taxação, para que com a tradicional diplomacia brasileira consigamos reverter isso. Precisamos fazer negócios, esperamos que nosso histórico de negociação, especialmente com o mercado norte-americano, fale mais alto e consigamos superar esse momento.", frisa Jairo Gund, diretor executivo da Abipesca. E agora? O setor pesqueiro vive um grande impasse. Como explica Rodrigo Leite, professor de Finanças e Controle Gerencial do Coppead/UFRJ, não há formas de contornar a situação a curto prazo sem negociar com os EUA. Diferentemente de outros artigos de exportação, como a carne, os pescados possuem mais dificuldade em diversificar mercados e escoar a produção, seja por questões logísticas, seja questões sanitárias, como o caso da União Europeia, que adota restrições sanitárias à importação de pescados brasileiros desde 2017. “O Brasil precisa agir em duas frentes: diplomática e estrutural. No campo diplomático, é urgente negociar uma exceção para setores sensíveis, como os pescados. Já no campo estrutural, é hora de acelerar acordos comerciais com mercados alternativos, como União Europeia e Ásia, além de qualificar sanidade e certificações para atender novos compradores.". "Lembramos que nosso desejo de mercado principal sempre foi o mercado europeu, que está suspenso desde 2017 por outras questões", pontua o diretor executivo da Abipesca. Nesse cenário de tentativa de reorganização da cadeia produtiva, o mercado interno é uma opção óbvia, mas é preciso cautela, já que a produção total não consegue ser absorvida pelos brasileiros, com destaque para artigos como tilápia e lagosta, itens voltados à exportação de alto valor agregado. “O mercado interno é sim uma opção, mas com a maior oferta o preço vai baixar e, consequentemente, a porcentagem estimada de lucro do setor também. O aumento do consumo interno pode ser uma saída para reduzir, mitigar um pouco o prejuízo geral de perda de produção, mas não funcionará como solução.", afirma Rodrigo Leite. Impacto no varejo supermercadista: atenção e cuidado! Para o setor supermercadista, no curto prazo, o cenário pode apresentar uma oportunidade de negociar um maior volume, redirecionando os produtos represados sem exportação e que ainda aguardam um novo destino. Mas para isso é preciso capacidade e estratégia logística para armazenar produtos que exigem um cuidado delicado e atenção aos vencimentos. Uma maior oferta pode, também, ajudar a baixar preços e aumentar o fluxo de clientes, incentivando promoções para que o consumidor escolha o peixe como proteína animal da dieta, conforme relata o professor de Finanças do Coppead/UFRJ: "No curto prazo, é um momento propício para o setor supermercadista apostar em negociar com o setor de pescados, aumentando a demanda da área e a oferta para clientes e apostar em ações de marketing, campanhas de publicidade para incentivar a venda, já que com a baixa do preço, reforço, em curto prazo, pode haver uma demanda pela troca da carne pelo peixe, por exemplo. Então, é um bom momento também para promoções, para incentivar a compra de pescado". A médio e longo prazo, porém, a situação pode gerar também maior atenção para o setor supermercadista. Isso porque, sem a quantidade demandada pela exportação para os EUA, a produção de pescados nacional tende a registrar queda, o que acarretaria em uma diminuição de oferta e, consequentemente, o aumento de preços. Por ser um produto de difícil armazenamento, pode haver uma ruptura de estoque para quem não negociar ou não tiver uma logística atenta, então é preciso analisar e acompanhar os dados e movimentos futuros do mercado pesqueiro, como alerta Gund: "Com esse mercado fechado haverá um desestímulo nesse processo de produção primária, resultando, em seis ou oito meses, em redução nas ofertas do mercado interno”. "Agora é hora de agirmos em conjunto, com inteligência comercial, para garantir abastecimento, equilibrar os preços, fazer boas negociações e ficar atento à logística.", destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. A ASSERJ acompanha com atenção os desdobramentos dos impactos do tarifaço para informar da melhor forma possível a todos os associados, e reforça que é fundamental agirmos com antecipação. Nosso setor possui um papel essencial na garantia da segurança alimentar e da estabilidade econômica do país e do estado do Rio de Janeiro.
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