Skip to Main Content
Join in
PT
EN
ES
A+
A-
Sobre Nós
Institucional
Our History
Board of Directors
ASSERJ Social
Keeping an eye on the garbage
Super Pet
News
Super Business Magazine
ASSERJ School
Serviços
Benefits
Orientation Visit
Soluções
Super Business Seminar
ASSERJ Experience
SRE Super Rio Expofood
Conecta Varejo
Join us
Contato
Contact us
SAA - Member Service
Work with us
Assessoria de Imprensa
ASSERJ
News
News
Keep up to date with the latest news from the supermarket sector
Search Bar
Date
All
Associados em foco
Atualidades
Comportamento & tendência
Conecta
Economia
Indústria em cena
Por dentro da asserj
Atualidades
O indicador que está mudando a segurança no varejo supermercadista
No varejo supermercadista, falar em segurança sem considerar o impacto direto das perdas no resultado do negócio é um erro estratégico. A avaliação é de Jonathan Schmidt, conselheiro de perdas na indústria da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE), que defende uma mudança de mentalidade: segurança não pode ser tratada apenas como custo operacional, mas como ferramenta de geração de valor. “Quando olhamos para segurança apenas pelo viés técnico — câmeras, rondas, barreiras perimetrais — deixamos de conectar essa estratégia ao ativo que realmente importa: o resultado financeiro do negócio”, afirma Schmidt. Segundo o especialista, ainda é comum que decisões de investimento em segurança no varejo supermercadista sejam baseadas exclusivamente em conceitos clássicos, como CPTED, círculos concêntricos e controle perimetral. Embora importantes, essas abordagens representam apenas parte da equação. Entender o negócio antes de proteger Para Schmidt, o ponto de partida da prevenção a perdas deve ser o entendimento profundo do negócio e de como ele está exposto a perdas ao longo de toda a operação — da indústria ao centro de distribuição, passando pelas lojas. “O primeiro passo é identificar onde, como e por que a loja pode perder. Só depois disso a estratégia de segurança faz sentido. Caso contrário, ela fica desconectada do negócio que deveria proteger”, explica. Esse conceito está alinhado à abordagem de Perda Ampliada, amplamente discutida na literatura de Prevenção a Perdas e Gestão de Riscos, que propõe uma visão integrada dos riscos estratégicos e dos processos operacionais. Segurança precisa gerar resultado No varejo supermercadista, onde margens são pressionadas e o controle de custos é decisivo, Schmidt provoca os gestores com uma pergunta direta: qual é o retorno financeiro da área de segurança? “O quanto de resultado financeiro sua estrutura de segurança gera para a empresa? Se ela ainda é vista apenas como despesa, existe um problema sério de posicionamento”, diz. Segundo ele, a sobrevivência das áreas de segurança e prevenção de perdas passa, necessariamente, pela capacidade de demonstrar impacto direto na redução de perdas e na eficiência operacional. O “Triângulo da Perda” como estratégia Para tornar a segurança financeiramente relevante, Schmidt defende a aplicação prática do chamado Triângulo da Perda, que integra três pilares fundamentais: Fraude: análise de como processos podem ser fraudados, adulterados ou substituídos; Perdas: identificação, dentro da DRE, de onde surgem perdas de estoque, avarias, quebras e perdas não identificadas; Segurança: direcionamento das ações de proteção para mitigar os riscos identificados nos dois pilares anteriores. “Quando conectamos fraude, perdas e segurança, os investimentos deixam de ser genéricos e passam a ser cirúrgicos. É aí que a segurança começa a entregar resultado”, destaca. Segurança como investimento estratégico Para o conselheiro da ABRAPPE, a principal lição para o varejo supermercadista é clara: segurança sem conexão com perdas é despesa; segurança integrada ao negócio é investimento. “Só quando entendemos o que podemos perder é que conseguimos direcionar a estratégia de segurança de forma assertiva. A perspectiva de perdas é o que transforma custo em investimento e garante a sustentabilidade da operação”, conclui Jonathan Schmidt.
02/01/2026
Economia
Volume de transações durante o Natal avança 18,88% no varejo supermercadista em 2025
As compras de Natal mantiveram o varejo aquecido em 2025 e garantiram um encerramento de ano positivo para o varejo supermercadista. Levantamento exclusivo da Getnet, fintech global de pagamentos do Grupo Santander, aponta que o volume de transações realizadas entre 18 e 25 de dezembro no setor registrou crescimento de 18,88% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho reforça a relevância do varejo supermercadista nas datas sazonais, impulsionado pelo aumento do fluxo de consumidores, pela reposição de itens para as celebrações de fim de ano e pela busca por conveniência nas compras de última hora. Na sequência, outros segmentos também apresentaram crescimento, embora em ritmo mais moderado. As lojas de departamento avançaram 8,47%, enquanto o segmento de perfumes e cosméticos registrou alta de 7,34% no volume de transações durante o período analisado. Para a Getnet, os números confirmam a força do Natal como uma das principais datas do calendário do varejo brasileiro. “O Natal reforça seu papel como uma das datas mais importantes do calendário do varejo nacional. Esse resultado representa um encerramento de ano bastante favorável para o setor”, afirma Rodrigo Carvalho, superintendente de Analytics da Getnet. Segundo a fintech, o desempenho do varejo supermercadista reflete não apenas o aumento do consumo, mas também a eficiência operacional e a capacidade do setor em atender à demanda em um período de alta pressão logística, contribuindo para um cenário mais otimista na virada para 2026.
02/01/2026
Por dentro da asserj
ASSERJ projeta 2026 promissor para o varejo supermercadista e reforça compromisso com inovação e abastecimento
Com a chegada de 2026, a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) inicia o novo ano confiante e preparada para ampliar ainda mais o protagonismo do varejo supermercadista no desenvolvimento econômico e social do estado e das Américas. Após um ano marcado por resiliência, crescimento e importantes entregas para a sociedade, o setor encerra 2025 com resultados expressivos. Foram 48 mil empregos diretos e indiretos gerados, quase 100 novas unidades inauguradas, investimentos em modernização e, acima de tudo, a garantia do abastecimento da população em diferentes contextos e desafios. “Ao longo de 2025, o varejo supermercadista mostrou, mais uma vez, sua força e seu papel estratégico. Em momentos sensíveis, como crises que impactam o consumo, o supermercado segue sendo o ambiente em que o consumidor confia para realizar suas compras. Essa confiança é construída ao longo do tempo e seguirá sendo um dos pilares do nosso trabalho”, destaca Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. Para 2026, a entidade reforça seu compromisso em apoiar supermercadistas com acesso às melhores informações do setor, tendências, inovações tecnológicas e soluções capazes de aprimorar processos, operações e resultados. A agenda inclui eventos estratégicos, iniciativas de capacitação, fortalecimento do relacionamento com a indústria e ações que posicionam o varejo supermercadista fluminense como referência além das fronteiras do Brasil. “Será um ano de oportunidades e desafios, que certamente serão enfrentados de forma conjunta. A ASSERJ seguirá cumprindo sua missão de conectar supermercadistas e indústrias, promover conhecimento, incentivar a inovação e fortalecer o setor”, reforça Fábio Queiróz. Com otimismo e senso de responsabilidade, o varejo supermercadista entra em 2026 pronto para crescer, inovar e continuar cumprindo seu papel essencial junto à sociedade. Feliz Ano Novo a todos os supermercadistas, colaboradores e famílias. Vem, 2026! Estamos prontos.
31/12/2025
Por dentro da asserj
Retrospectiva 2025: varejo supermercadista fluminense fecha 2025 com resiliência e crescimento
O ano de 2025 foi marcado por desafios relevantes para o varejo supermercadista fluminense. A pressão da inflação de alimentos, o impacto do tarifaço imposto pelos EUA sobre insumos e a crise envolvendo metanol em bebidas alcoólicas exigiram respostas rápidas, responsabilidade e, sobretudo, resiliência por parte do setor. Mesmo diante de um cenário macroeconômico adverso e de episódios que colocaram à prova a confiança do consumidor, o varejo supermercadista demonstrou, mais uma vez, sua importância estratégica para o abastecimento da população e para a estabilidade econômica do estado do Rio de Janeiro. “Atravessamos um ano complexo, com fatores externos e internos pressionando custos, operações e a percepção do consumidor. Ainda assim, o varejo supermercadista mostrou força, organização e compromisso com a sociedade”, afirma Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ. A inflação dos alimentos foi um dos principais desafios ao longo do ano, impactando diretamente o poder de compra das famílias e exigindo dos supermercadistas um esforço contínuo para equilibrar preços, margens e abastecimento. A esse cenário somaram-se os efeitos do tarifaço, que pressionaram cadeias produtivas e custos logísticos. Outro episódio sensível foi a crise envolvendo metanol em bebidas, que demandou atenção redobrada à segurança alimentar e reforçou o papel do supermercado como ambiente de compra confiável. “Em momentos de crise, o consumidor busca segurança. E ele provou que é no supermercado que ele encontra essa confiança, fruto de um trabalho construído ao longo do tempo”, destaca Queiróz. Apesar das adversidades, o setor encerra 2025 com indicadores positivos. O varejo supermercadista permanece entre os que mais geram empregos no estado, ampliando oportunidades e renda para milhares de famílias fluminenses. Além disso, o ano foi marcado pela abertura de novas unidades, modernizações e investimentos que reforçam o compromisso do setor com o desenvolvimento regional. “Seguimos investindo, contratando e expandindo. Isso mostra que o varejo supermercadista não apenas resiste às crises, mas atua como agente ativo de crescimento econômico e social”, afirma o presidente da ASSERJ. Para a associação, o balanço de 2025 reforça a importância da união entre supermercadistas, indústria e entidades representativas. “Os desafios continuam, mas a capacidade de adaptação e a força coletiva do setor nos permitem olhar para frente com confiança”, conclui Fábio Queiróz. Com esse histórico de superação, o varejo supermercadista se prepara para 2026 com foco em eficiência, inovação e fortalecimento da relação com o consumidor, mantendo seu papel essencial na economia do Rio de Janeiro. A ASSERJ já está a todo vapor nos bastidores da maior edição da SRE dos últimos tempos!
31/12/2025
1
...
11
12
13
...
779
4 Entries
4
Entries per Page
8
Entries per Page
20
Entries per Page
40
Entries per Page
60
Entries per Page
Showing 45 to 48 of 3,115 entries.
Page
1
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
2
Page
3
Page
4
Page
5
Page
6
Page
7
Page
8
Page
9
Page
10
Page
11
Page
12
Page
13
...
Intermediate Pages Use TAB to navigate.
Page
14
Page
15
Page
16
Page
17
Page
18
Page
19
Page
20
Page
21
Page
22
Page
23
Page
24
Page
25
Page
26
Page
27
Page
28
Page
29
Page
30
Page
31
Page
32
Page
33
Page
779
Newsletter ASSERJ
Receba as principais notícias do setor supermercadista e informações exclusivas para associados.
Warning:
You do not have the permission to access the upload fields on this form. Contact the form owner or portal administrator to request the access.
Sem spam. Cancele quando quiser.
Hidden