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Economia
Sinais positivos! Resultados de julho apontam alta nas vendas e no fluxo de loja nos supermercados
Já destacamos aqui na ASSERJ os resultados positivos alcançados por nosso setor no primeiro semestre deste ano (CLIQUE AQUI PARA LER). E os resultados de julho apontam que o varejo supermercadista mantém números aquecidos e segue resiliente, mesmo diante de eventuais turbulências econômicas. Segundo dados do Radar Scanntech, na abertura do segundo semestre, em comparação com julho de 2024, o desempenho mostrou leve alta de 5,7% nas vendas unitárias, impulsionada pela subida de 1,3% no fluxo de loja, o que também provocou expansão do ticket médio e de 6,9% no faturamento. Em relação ao comparativo com os primeiros sete meses do ano passado, o intervalo também apresenta crescimento de 0,7% no fluxo de loja e 6,8% no faturamento. Impacto de julho: perecíveis e mercearia básica puxam crescimento As cestas que mais contribuíram para o avanço registrado entre junho e julho deste ano foram perecíveis (+9,6% em faturamento e +3,3% em unidades) e mercearia básica (+8,9% em faturamento e 1,9% em unidades). Outras também apresentaram bons resultados, como mercearia (+5,5% em faturamento) e pet (+5,6% em faturamento e 4,8% em unidades). Inclusive, o crescimento do mercado pet foi destaque da última edição da revista Super Negócios - SAIBA MAIS CLICANDO AQUI. Em relação às categorias de maior contribuição para a alta em unidades, os destaques ficam por conta de: Perecíveis: legumes (+11,9% em unidades); fruta in natura (+11,6% em unidades); iogurte (+7,1% em unidades); frango (+6,8% em unidades e +16,4% em faturamento); e bovino (+6,2% em unidades e +19% em faturamento); Mercearia Básica: café (+60,2% em faturamento); óleo (+11,1% em unidades e +24,8% em faturamento); e massa instantânea (+6,7% em unidades e 8,6% em faturamento); Mercearia: leite em pó (+13,6% em faturamento); leite condensado (+12,3% em faturamento); e chocolate (+6,2% em faturamento); Pet: ração seca para gatos (+13,6% em faturamento); ração úmida para gatos (+9,1% em faturamento); e ração seca para cães (+3,9% em faturamento). "Morango do Amor": efeito que acende sinal de alerta A viralização do doce - que também foi pauta no nosso site (CLIQUE E CONFIRA) - foi outro fator de impacto no resultado de julho deste ano. A febre das redes sociais ocasionou um aumento de 86% no volume vendido da fruta, com pico na quarta semana do mês, porém, gerou ruptura, provocando subida de 26% nos preços, o que reforça o alerta de que é preciso estar profundamente atento ao mundo digital e aos movimentos que podem criar tendências de consumo e aumento de demanda, que podem impactar no abastecimento, como destaca Roger Toshi, gerente Administrativo e de Marketing da SG Sistemas: "É fundamental registrar e analisar as faltas com antecedência, definir planos de ação alternativos e investir em ferramentas tecnológicas que otimizem a operação e garantam dados confiáveis em tempo real". "Casos como o do Morango do Amor escancaram uma nova lógica de consumo, na qual tendências nascem do entretenimento e se transformam, em questão de horas, em decisões de compra massivas. Quando um produto viraliza no TikTok, ele entra no radar do consumidor e se torna uma demanda imediata. E aí está o desafio: como antecipar um comportamento tão espontâneo e garantir que o abastecimento acompanhe essa velocidade? Nesse cenário, apenas a visibilidade de estoque já não é suficiente - é preciso inteligência, capacidade de antecipação e reação rápida. Quem opera com dados conectados - do ponto de venda ao comportamento nas redes sociais - consegue capturar sinais antecipados de demanda e ajustar a cadeia com mais precisão. É essa sincronia que evita a ruptura, preserva a experiência do consumidor e protege o resultado de toda a operação. Não se trata de prever o próximo viral, mas de estar estruturalmente preparado para responder quando a próxima trend surgir", analisa Leandro Murta, diretor da unidade de inteligência comercial da Neogrid. Oportunidades: o que devemos observar? Uma leitura atenta dos dados e do comportamento do consumidor indica boas oportunidades que se apresentam para o nosso setor, mas é importante estratégia nas decisões sobre que ações adotar, principalmente em um segundo semestre com datas importantes. Portanto, além de analisar todos os fatores, é necessário usar o calendário de forma inteligente para alcançar os melhores resultados e evitar o "efeito rebote" após os períodos de promoções mais impactantes (como a Black Friday), como frisa Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ: "Entramos agora em um semestre repleto de datas importantes para o varejo. O sucesso vai depender de uma leitura estratégica dos dados e do comportamento do consumidor. É hora de planejar bem, calibrar sortimento e precificação, negociar e aproveitar as tendências que já estão se desenhando". Focar em ações voltadas para as categorias que têm atraído mais olhares dos clientes e gerado melhor desempenho em vendas e faturamento também é uma boa aposta, sempre alerta para as melhores escolhas de sortimento e precificação. A ASSERJ segue ao lado do varejo supermercadista fluminense, apoiando os associados com foco no desenvolvimento do nosso setor, pautado pela inteligência de mercado e iniciativas que fortaleçam o segmento. "Na ASSERJ, seguimos ao lado do varejo fluminense, oferecendo inteligência de mercado, apoio estratégico e iniciativas que realmente fortalecem nossos associados. O objetivo é claro: o desenvolvimento contínuo do nosso setor", salienta o presidente da ASSERJ.
21/08/2025
Indústria em cena
Ypê ouviu seus clientes e lança nova opção para o setor de limpeza. Confira!
Apostando em lavagens rápidas com alta performance, a Ypê, marca muito presente nas gôndolas dos supermercados, lançou mais uma novidade para a categoria de cuidados com as roupas, o Tixan Ypê Ciclos Curtos. Um lava roupas com a tecnologia X-FAST, desenvolvida para limpeza eficaz em ciclos acelerados, sem comprometer desempenho ou economia de recursos. O produto foca nas necessidades dos consumidores que buscam praticidade, economia de água, energia e tempo, mas sem perder em performance de limpeza. O lançamento, que conta com inovações que garantem ação rápida e eficiente desde o primeiro ciclo e fórmula preparada para remover manchas difíceis, chega em duas versões, "Cuida das Roupas", para peças delicadas e do dia a dia, e "Combate Mau Odor", com ação contra o mau cheiro. "Estamos atentos às mudanças de comportamento e às necessidades dos consumidores. Por isso, o Tixan Ciclos Curtos é mais uma resposta da Ypê à busca por soluções práticas", frisa Marcela Mariano, CMO da Ypê. Gabriela Pontin, vice-presidente comercial Ypê, destaca: "Inovar é antecipar movimentos, e isso só é possível quando escutamos de verdade quem está nas lojas e nos lares de todo o Brasil. Temos orgulho de lançar um novo conceito no mercado brasileiro de lava-roupas, o segmento de ciclos curtos, com embalagens menores e maior agilidade na reposição. Essa solução nasce do diálogo com nossos clientes e da observação atenta às mudanças no comportamento do consumidor". E as expectativas para outros novos passos são altas, afinal, a Ypê já prepara um lançamento com uma parceria de peso. A próxima novidade da empresa chegando ao mercado é um produto desenvolvido em colaboração com a L'Occitane. Para o varejo supermercadista, o Tixa Ypê Ciclos Curtos é uma chance de, além de ampliar o mix de produtos, atender as demandas daqueles consumidores que buscam itens que forneçam praticidade, eficácia doméstica e soluções que economizem tempo ou dos que optam por produtos voltados a ações mais sustentáveis, como menor consumo de água e energia. Ampliar o portfólio pode ser uma boa forma de se relacionar com um perfil diferente de cliente. "Resultado para o mercado: mais giro, menos ruptura, maior rentabilidade no ponto de venda e um produto que chega com ainda mais precisão às necessidades reais das famílias brasileiras. Seguimos firmes no compromisso de evoluir junto com o varejo, com foco em soluções que geram valor para toda a cadeia", destaca Gabriela Pontin. Então, sua gôndola já conta com mais essa opção?
21/08/2025
Um desafio constante: como reduzir perdas internas do seu supermercado?
No varejo supermercadista, um dos maiores desafios está no combate aos furtos internos — aqueles cometidos por colaboradores dentro da própria operação. Levantamento da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) mostra que, nos últimos tempos, produtos de alto valor agregado e fácil revenda no mercado paralelo estão entre os mais visados. De acordo com Emerson Freitas, conselheiro da entidade, figuram no topo do ranking itens como café, azeite, shampoo, condicionadores, chocolate, cerveja, refrigerante, bebidas destiladas, tabaco e carnes nobres. “Esses são produtos que podem ser facilmente ocultados em bolsas, mochilas e bolsos, dificultando o monitoramento por parte do time de prevenção de perdas”, explica. Como ocorrem os furtos internos Os desvios não acontecem apenas por meio da ocultação de mercadorias. Segundo Freitas, eles podem se dar também por violação de embalagens — quando o funcionário retira ou substitui o conteúdo —, contagem incorreta, adulteração de peso na balança e até empilhamento falso, quando uma camada de produtos deixa de ser entregue ao cliente ou à operação. Áreas mais vulneráveis As perdas variam conforme o modelo de negócio, mas existem áreas mais críticas. No varejo de proximidade, por exemplo, os estoques pequenos e de fácil acesso tendem a ser pontos de risco. Já em lojas maiores, o checkout pode ser um gargalo, dependendo dos artigos expostos nas frentes de caixa. Estratégias de prevenção Entre as principais medidas preventivas, o confinamento aparece como uma das mais eficazes, seja por meio de estanterias com controle de acesso, armários de exposição ou sistemas eletrônicos de proteção. Além disso, posicionar produtos visados em locais mais aparentes e manter colaboradores próximos para arrumação constante ajudam a inibir ações. “É fundamental contar com mecanismos de proteção eletrônica e promover o confinamento de artigos pequenos com controle de acesso. Manter sempre a equipe de segurança atenta e os colaboradores engajados na organização também é essencial”, reforça o conselheiro da Abrappe. Tecnologia e cultura de prevenção A tecnologia também se mostra aliada no combate às perdas. Sistemas de CFTV inteligente, cadeados eletrônicos e barreiras de proteção são recursos cada vez mais utilizados. Mas, segundo Freitas, é preciso ir além. “Também é preciso sempre investir em agentes de prevenção bem treinados e instruídos, manter os times de loja aculturados à gestão de riscos e prevenção e promover campanhas de engajamento e reconhecimento”, afirma. Assim, a combinação de tecnologia, estratégias de exposição e cultura de prevenção pode reduzir significativamente os prejuízos, ajudando o supermercadista a proteger o negócio e manter a operação mais eficiente.
21/08/2025
Supermercados Guanabara inicia Semana da Beleza com 1,8 mil produtos em oferta
A Rede de Supermercados Guanabara deu início, nesta quinta-feira (21), a mais uma edição da Semana da Beleza, tradicional campanha dedicada a itens de higiene e cuidados pessoais. Até o fim do evento, os clientes encontrarão em todas as 28 lojas da rede uma ampla variedade de marcas e produtos com preços e descontos especiais. Ao todo, serão cerca de 1,8 mil itens em ofertas rotativas, de 600 marcas distintas. Entre os números que chamam a atenção estão 2 milhões de vidros de xampu, 7 milhões de embalagens de hidratante e 70 milhões de sabonetes em barra disponíveis para venda. Para tornar a experiência de compra mais ágil e confortável, os produtos estarão distribuídos em pontos estratégicos dentro das unidades, não se limitando apenas aos corredores do setor de beleza. A operação logística também foi reforçada, com reposições diárias e estoques ampliados. De acordo com Marcelo Ramos, comprador responsável do setor, a campanha busca atender diferentes perfis de consumo. “Nosso foco é garantir a diversificação de itens e a reposição constante, porque sabemos que a procura é intensa durante as campanhas do Guanabara. O cliente pode ter a certeza de que vai encontrar seus produtos com descontos e um mix bastante abrangente”, afirma. Para garantir o abastecimento, a rede mobilizou sua frota para realizar mais de mil viagens de caminhões diariamente, assegurando que as prateleiras estejam sempre cheias ao longo da Semana da Beleza. Setor de Beleza - Na edição de setembro da revista Super Negócios, o setor de beleza ganha espaço de destaque na editoria Caderno Especial trazendo insights, cases e estratégias para ajudar supermercadistas a potencializar resultados em uma das categorias que mais cresce e atrai consumidores dentro do varejo supermercadista. Fique de olho!
21/08/2025
Relacionamento é vantagem competitiva! Pesquisa mostra alta fidelidade dos consumidores aos supermercados
Um dos grandes desafios do varejo supermercadista é retribuir à fidelidade do consumidor ao ponto de venda de sua preferência. Segundo a pesquisa Canais de Compra, realizada pela consultoria Varejo 360 com quase 4 mil consumidores em todo o Brasil entre os meses de abril e junho deste ano, a maioria dos brasileiros mantém o hábito de comprar sempre ou quase sempre nos mesmos supermercados. Isso vale tanto para as compras do mês quanto para as de reposição. De acordo com o levantamento, nas compras mensais, com maior volume e ticket médio mais alto, 34,1% dos consumidores afirmam comprar 100% de suas listas sempre na mesma loja. 59,5% declara que geralmente retorna ao mesmo estabelecimento, mesmo que eventualmente faça pequenas compras em outros locais. E somente 6,4% disse trocar de local todos os meses. Nas compras de reposição, esse cenário se repete. 32,4% dos consumidores compram sempre no mesmo ponto de venda, 60,8% geralmente retorna à mesma loja e apenas 6,8% varia de local a cada ida ao supermercado. Cenário semelhante é traçado pela pesquisa "Dados sobre Consumo e Fidelização no Brasil", realizada pela Neogrid, em parceria com o Opinion Box, que ouviu mais de duas mil pessoas de todo país. Segundo o estudo, 51,7% dos consumidores visita o mesmo supermercado físico regularmente. Para 49,8% o principal motivo dessa escolha é pela variedade de marcas e produtos e para 43,4% por descontos oferecidos. 45% também afirmou ter uma lista de compras, mas acaba comprando também por impulso. Esses dados reforçam a importância da construção diária da relação entre o varejo supermercadista e seus clientes, pontua Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ: "A fidelização é consequência direta de um bom trabalho feito no dia a dia, com atendimento atencioso, loja abastecida, preços justos e experiência de compra eficiente. O consumidor volta onde se sente bem atendido e encontra o que procura". "A fidelização é hoje um reflexo direto da capacidade das marcas em entenderem o consumidor com profundidade e responderem com agilidade às suas expectativas. Isso reforça a urgência de utilizar dados não apenas para vender, mas para criar relevância e hiperpersonalizar. Essa digitalização massiva gerou um novo tipo de consumidor, que não enxerga mais as fronteiras entre o online e o offline. A jornada de compra é fluida e híbrida, e a expectativa é de uma experiência unificada e sem atritos", enfatiza Leandro Murta, diretor da unidade de inteligência comercial da Neogrid. A advogada Débora Farias, especializada no varejo, afirma: "A princípio, poderíamos supor que o fator 'preço' seria o principal responsável por essa fidelidade. No entanto, a realidade demonstra que há motivações mais profundas que sustentam essa escolha reiterada. O consumidor brasileiro valoriza segurança, previsibilidade e respeito. Ele tende a retornar a lugares onde sente que seus direitos são respeitados, onde há clareza nos preços, validade dos produtos e boas condições de atendimento. Destaco três elementos essenciais. Confiança, o consumidor tende a retornar a locais onde sente que seus direitos são respeitados: preços claros, validade correta dos produtos, condições de pagamento acessíveis e atendimento eficiente. Experiência e conveniência, a qualidade da experiência de compra impacta diretamente na percepção de valor e na expectativa legítima de continuidade da relação, conceito este acolhido pela teoria da confiança, também aplicada nas relações de consumo. Cumprimento da oferta e transparência, o respeito à oferta divulgada, a clareza na comunicação e a previsibilidade no atendimento também são fatores que fidelizam o consumidor". Fidelização é estratégia: consumidor fiel gasta mais Os dados apresentados pelas pesquisas reforçam a necessidade cada vez maior de estar atento a estratégias de fidelização e personalização para a jornada do consumidor, até por que, isso não só fortalece o vínculo com o cliente, como também impacta diretamente no resultado financeiro. Corroborando esse contexto, dados do relatório Customer Insights, da Rock Encantech, apontam que clientes fidelizados gastam até duas vezes mais do que os não fidelizados, independentemente do formato de loja. Ainda de acordo com o levantamento, o faturamento com consumidores fidelizados cresceu 13,3% no primeiro trimestre de 2025. Já segundo a "Dados sobre Consumo e Fidelização no Brasil", valorização de experiências e personalização são fundamentais e a jornada de compra não é vista como uma simples transação. 84% dos entrevistados consideram vantajoso o acompanhamento do histórico de compras feito por estabelecimentos em troca de descontos. 66%, inclusive, afirmam fazer parte de algum programa de fidelidade. Ainda de acordo com o estudo, 41% dos consumidores estão dispostos a gastar mais em determinados produtos ou serviços, desde que seja oferecida uma experiência inovadora e imersiva, e 45% declararam que seguem uma lista de compras, mas levam outros itens por impulso. A pesquisa ainda revelou que 7 em cada 10 consumidores aderiram a programas de fidelidade de algum supermercado. Dentre os principais benefícios avaliados na hora de participar de uma iniciativa do tipo, 53,7% apontou descontos, 42,3% acesso a promoções exclusivas e 22,5% sorteios. Leandro Murta ratifica: "As tendências apontadas por consultorias globais como PwC e Deloitte para 2025 são claras, a integração de lojas físicas e virtuais, o crescimento do social e-commerce, a personalização baseada em dados e a utilização de novas tecnologias são mandatórias. Além disso, o consumidor moderno valoriza mais do que apenas o preço; ele busca autenticidade, propósito de marca, transparência e uma narrativa envolvente (storytelling). Ele é tecnologicamente capacitado e possui tolerância zero para experiências ruins, como a falta de um produto na gôndola". Ou seja, todos os números apontam para um único caminho: a fidelização não aumenta apenas o fluxo na loja, aumenta faturamento. Diante dessa realidade, os supermercadistas precisam apostar cada vez mais em programas de fidelidade, que se tornam estratégias fundamentais para impulsionar o ticket médio, fortalecer a marca, fazer crescer a frequência de idas às lojas e criar um vínculo afetivo com o consumidor, gerando outros resultados à longo prazo. "Fidelizar não é apenas garantir que o consumidor volte, é honrar a confiança depositada por ele. A relação de consumo é regida por dois princípios básicos, dever de informação e transparência. A fidelidade do consumidor ao supermercado não nasce do acaso. Ela é fruto de uma relação contínua, construída com base na confiança, na transparência e na prestação de um serviço justo e eficiente. Mais do que pensar em retenção como estratégia de lucro, é preciso enxergar o cliente como parte de uma relação ética, que merece respeito e atenção contínuos", frisa Débora Farias. Além disso, vale destacar que manter um cliente é menos custoso que conquistar um novo. Em outras palavras, fidelidade significa também economia de gastos. Um bom programa de fidelidade também permite analisar e entender hábitos de consumo do cliente, preferências e frequência, possibilitando o desenvolvimento de campanhas bem planejadas e assertivas. "Fidelizar o cliente no varejo supermercadista vai muito além de preço baixo. Trata-se de criar uma jornada de compra consistente, que comece no atendimento e termine com o cliente satisfeito em casa. Quando o consumidor percebe valor em cada etapa, na conveniência, na qualidade dos produtos ou na confiança no atendimento, ele volta.", ressalta Fábio Queiróz. A advogada especializada no varejo compactua com a afirmação de Queiróz: "Consumidores não buscam apenas preços baixos. Eles buscam segurança nas escolhas, clareza nas condições e previsibilidade na experiência de compra. Um supermercado que adota práticas transparentes e informativas não apenas conquista o consumidor no momento da compra, constrói uma relação contínua baseada na confiança". "Para os programas de fidelidade serem realmente eficazes, eles precisam migrar do acúmulo transacional para o vínculo emocional. O consumidor já nos diz o que quer - experiências imersivas, conveniência e, principalmente, tempo. Isso significa que a tecnologia no varejo não é considerada apenas um ‘plus’, e sim uma obrigação em todas as etapas do processo, seja no autoatendimento, na integração entre canais ou na eliminação de atritos no checkout", completa o diretor da unidade de inteligência comercial da Neogrid. Estratégias de sucesso no varejo supermercadista fluminense A atenção à esse traço do perfil do consumidor tem sido pauta das redes supermercadistas do Rio de Janeiro. No Rede Market, um CRM estruturado, com mais de 100 clientes cadastrados e frequência de compra de quatro vezes ao mês, fez o grupo reestruturar seu aplicativo, criando uma nova experiência, que além de aumentar a interatividade, ampliou a facilidade para o cliente encontrar o produto buscado e resolver toda a demanda. O app ainda gerou quase um milhão de cashbacks até o momento, totalmente integrados ao CRM e canais digitais, ativo em todas as lojas físicas e no e-commerce, com resultados monitorados e alinhados com a experiência de consumo, na busca de ser sempre 360º. "Além do nosso CRM, temos uma base de 15.700 clientes no e-commerce, um tráfego orgânico de 9 mil visitas ao mês e estamos vendo esse crescimento, a aderência do publico ao mercado online", explica Ana Alice Venâncio, diretora de Marketing do grupo. Já no Grupo Terê Frutas, a fidelização é focada diretamente ao cliente, de forma íntima, como descreve João Marco Júnior, diretor Comercial e diretor de Marketing da rede: "A resposta dos clientes com todas as inovações que fazemos tem sido muito positiva, porque conseguimos focar nas promoções que são diretamente ligadas àquele cliente, ao público, enfim, ao alvo que temos na nossa empresa e conseguimos direcionar a promoção que aquele cliente vai comprar. Não só investimos nas promoções certas, como também no cliente certo. Assim conseguimos alcançar exatamente o cliente que queríamos. O feedback dos clientes tem sido extremamente positivo". Matheus Fernandes, gerente de Marketing e Trade Marketing do Serra Azul, também relata a experiência do grupo, que tem conquistado resultados excelentes, com valorização do consumidor e vantagens diretas e individuais: "Para fidelizar novos clientes e manter os já conquistados, é preciso ir muito além de oferecer o menor preço. A chave está no trabalho inteligente, usar as melhores ferramentas do mercado para entender o comportamento do consumidor, mapear a concorrência com estratégia e segmentar ações com foco real em resultado. No nosso caso, o Clube Azul - nosso APP de Clube de Vantagens - é uma dessas ferramentas. Já são mais de 150 mil clientes cadastrados e uma impressionante média de 86% de identificação no PDV. Isso nos permite ir além dos descontos, oferecemos vantagens reais, personalizadas, que mostram ao cliente que ele é valorizado por estar conosco. Quem é cliente cadastrado se torna parte da nossa rede e, como tal, recebe mais benefícios, mais oportunidades e mais atenção. Essa relação fortalece a fidelidade, cria perenidade, e é essencial para manter o cliente ativo e engajado. Mais do que isso, acreditamos que as pessoas compram nos lugares com os quais se identificam. Por isso, como a maior rede da Serra, trabalhamos a proximidade como ferramenta estratégica, seja nas ações de branding, seja na vivência direta com a comunidade. Fazemos isso por meio de campanhas que geram pertencimento real, do nosso bloco de rua no Carnaval, o Serra Folia, à Caça aos Chocolates na Páscoa, passando pelo apoio constante a projetos sociais e culturais da região. Tudo é marketing, tudo é relacionamento, tudo gera fidelidade. Fidelização não se compra somente com promoção. Se constrói com experiência e inteligência". Daniel Milagres, CMO Hortifruti Natural da Terra, ainda comenta: "Isto gera um valor muito importante ao negócio e, portanto, devem ser objeto da atenção e dedicação de varejistas. Na minha visão e no que estamos praticando, as vantagens de entendimento do cliente e o valor que isso traz para a companhia são fundamentais e por isso temos uma estratégia robusta de plataformas, com aplicativo integrado com o programa de fidelidade, site, compras por WhatsApp". Outro exemplo que pode ser destacado é o do Pão de Açúcar. Recentemente, o aplicativo da rede, o Pão de Açúcar Mais, também passou por uma reformulação para as comemorações de seus 25 anos, na busca de oferecer ainda mais personalização, engajamento e facilitar a navegação, tornando-a mais intuitiva e simples. O desenvolvimento do programa de fidelidade da rede foi conduzido com estudo aprofundado da base de dados e com grupos de pesquisa junto aos consumidores, compreendendo os desejos nas jornadas de compra física e online, como elucida Marco Luiz Netto, gerente de Fidelidade do Pão de Açúcar: "Trouxemos uma jornada mais fluida, gamificada e lúdica no programa de fidelidade. O Pão de Açúcar Mais é amado e reconhecido pelos clientes, temos mais de 20 milhões de pessoas cadastradas. O nosso objetivo para esse momento foi criar uma jornada que engaje e gere para o cliente ainda mais a percepção do quanto ele ganha em benefícios e personalização conosco. Com as mudanças, visamos evoluir a experiência do programa como um todo e, assim, aumentar a base de clientes ativos, frequentes e premium”. "Em tempos de consumidores cada vez mais exigentes, ser transparente não é apenas uma obrigação legal — é um diferencial competitivo. Ao adotar o dever de informação como base de sua estratégia de fidelização, o varejo supermercadista não apenas evita reclamações e litígios, mas constrói relações duradouras baseadas na confiança mútua. Na dúvida entre investir mais em propaganda ou em transparência, a resposta é simples: sem confiança, não há retenção. Sem informação clara, não há fidelização", destaca a advogada Débora Farias. Leandro Murta encerra: "O caminho ideal está em oferecer uma jornada coerente e sem fricções, na qual cada ponto de contato reconheça o histórico, o comportamento e as preferências daquele cliente. Em vez de campanhas amplas, devemos pensar em clusters de comportamento, testar, aprender rápido e ajustar. Fidelização é um exercício constante de escuta ativa, adaptação e entrega de valor sob medida". Fidelizar clientes exige uma análise inteligente de dados, entendendo hábitos de compra e que cada cliente é único. A comunicação ativa e constante é outro ponto essencial para criar vantagens que sejam enxergadas além dos preços, criando um ciclo de incentivo de compra para mais ganhos e gerando uma conexão real com o supermercado. Cabe, portanto, a cada supermercadista entender a sua realidade e se adaptar para corresponder a um comportamento do consumidor. É preciso ser cada vez mais atrativo e personalizado. Para isso, o investimento em inovação, estratégias, atendimento e soluções para a experiência de compra do cliente é fundamental. Iniciativas de fidelização bem planejadas retém público, aumenta faturamento, fortalece sua marca e otimiza investimentos. (Confira também um resumo da palestra "A Era da Hiperpersonalização", realizada na última edição do Rio Innovation Week. CLIQUE AQUI PARA LER).
20/08/2025
Armazém do Grão arrecada 8 toneladas de alimentos e beneficia instituições em três cidades, em campanha solidária
O aniversário de 17 anos do Armazém do Grão é celebrado de uma forma especial: com solidariedade. A tradicional campanha Aniversário Solidário mobilizou clientes, colaboradores e fornecedores e resultou na arrecadação de cerca de 8 toneladas de alimentos, destinados a instituições sociais em Petrópolis, Teresópolis e Rio de Janeiro. Durante todo o mês de julho, todas as unidades da rede participaram da ação, que já se tornou marca registrada das comemorações da empresa. Os alimentos arrecadados foram entregues nos dias 18 e 19 de agosto por equipes de funcionários do varejo supermercadista, reforçando o compromisso da marca com a comunidade. Foram beneficiadas entidades como : APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), APPO (Associação Petropolitana de Pacientes Oncológicos), Ong SAL Para Terra, Centro Educacional Terra Santa, COMAC (Comissão Municipal de Atuação Comunitária), Lar Nossa Senhora das Graças; de Petrópolis. Lar Tia Anastácia e Creche-Lar Vovô Miguel, de Teresópolis, e One by One, do Rio de Janeiro. “A solidariedade é um dos nossos valores mais importantes. Nada melhor do que comemorar o aniversário da empresa fortalecendo o vínculo com a comunidade e ajudando a levar alimento e esperança para tantas famílias”, destacou Adriana Guarnieri, gerente de RH da rede. Representantes das instituições também celebraram o resultado da campanha. A psicóloga Teresa Cristina Eiras, da Comac, reforçou o impacto das doações: “Queremos agradecer muito a todos por estas doações em mais esta campanha de aniversário do Armazém do Grão. Esses alimentos vão ajudar muitas famílias, crianças e idosos das instituições que foram beneficiadas por esta campanha.” A ASSERJ se sente orgulhosa de ver associados realizando ações como essa, que reforçam o nosso papel essencial na vida de toda a sociedade.
20/08/2025
Economia
Cesta básica em queda no Rio: terceira deflação consecutiva, oportunidade aumenta para o setor supermercadista. ASSERJ analisa.
Pelo terceiro mês seguido, o valor da cesta básica caiu no Rio de Janeiro. De acordo com levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em julho, a retração nos preços ficou em 2,33% na cidade. A baixa representa a sequência da onda de alívio para o orçamento das famílias cariocas. Os principais responsáveis pelo resultado foram itens de grande peso na cesta: batata, com queda expressiva de 35,51%, (diante da maior oferta, pela colheita da safra de inverno); arroz agulhinha (reflexo da maior oferta gerada pelo aumento das importações); feijão-preto (pelo excesso de oferta de grãos dos resultados da colheita 2024/2025); café em pó (puxada pela maior oferta de grãos, pelo avanço da colheita e do tarifaço americano); e açúcar (frente a maior oferta e menor demanda). "Foi a maior queda de preços da cesta básica este ano e o terceiro mês consecutivo de deflação no Rio, assim como maio (-0,20%) e junho (-0,56%). Um alívio para o bolso da população carioca, que gasta a maior parcela de seus rendimentos com a compra de alimentos e bebidas nos supermercados", analisa William Figueiredo, consultor econômico da ASSERJ. O presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, destaca: "Esse é um movimento que traz alívio imediato para o consumidor e reforça o papel estratégico do setor supermercadista no dia a dia das famílias. A queda consecutiva no valor da cesta básica mostra que o consumidor pode comprar mais gastando menos, e isso é essencial para a qualidade de vida, especialmente em um momento em que o orçamento doméstico precisa de fôlego. Para nós, da ASSERJ, acompanhar e entender esse cenário é fundamental para orientar os nossos associados e manter o varejo ainda mais conectado às necessidades da população." Rio tem maior queda do Sudeste: cenário de oportunidades para os supermercadistas A retração no valor da cesta básica em julho no Rio foi a terceira maior queda registrada dentre as capitais brasileiras, como explica William Figueiredo: "Em nível nacional, 15 das 27 capitais brasileiras registraram deflação em julho. O Rio de Janeiro/RJ (-2,33%), por sua vez, registrou queda mais intensa que a média nacional (-0,37%), e, regionalmente, a maior deflação dentre os estados do Sudeste". "Esse cenário abre uma janela de oportunidades para o varejo. A redução de preços em produtos essenciais, como arroz, feijão e batata, cria um ambiente propício para fortalecer o relacionamento com o consumidor. O supermercadista pode investir em ações de comunicação mais próximas, reforçar ofertas, promover a cesta básica como símbolo de economia e, principalmente, gerar valor agregado com experiências de compra mais inteligentes e estratégicas. É o momento de fidelizar ainda mais o cliente, transformando a queda de preços em uma oportunidade de crescimento sustentável para o setor. Também é um bom momento para negociar novas remessas com indústrias e demais parceiros", reforça o presidente da ASSERJ.
20/08/2025
Reconhecimento facial: seu supermercado deve apostar nele. Saiba porque!
Reconhecimento facial aplicado como meio de pagamento: tecnologia que vem ganhando força no Brasil por oferecer rapidez, conveniência e segurança às transações. No setor, onde filas extensas e alto fluxo de consumidores fazem parte da rotina, a inovação surge como aliada para tornar a jornada de compra mais eficiente, reduzir riscos de fraude e até evitar rupturas operacionais que comprometem a experiência do cliente. De acordo com Eládio Isoppo, CEO da Payface, os sistemas de reconhecimento facial como forma de pagamento tornaram-se mais acessíveis e integráveis, permitindo que supermercados de todos os tamanhos adotem essa tecnologia de maneira cuidadosa e responsável. "Mais do que tendência, a tecnologia desponta como um investimento estratégico para o futuro do varejo supermercadista, ao mesmo tempo em que fortalece a eficiência operacional e contribui para a redução de perdas”, afirma. Entre os principais benefícios da ferramenta está a identificação precisa. Diferentemente de senhas ou cartões, que podem ser esquecidos, clonados ou roubados, os traços faciais são praticamente impossíveis de falsificar, garantindo um processo mais seguro. Outro ponto de destaque, de acordo com Isoppo, é a resistência à fraude, já que, em comparação a métodos como impressões digitais, que podem falhar em função de sujeira ou umidade, o reconhecimento facial apresenta baixa taxa de falsos positivos, oferecendo mais confiança nas transações e menos perdas para os supermercados. A tecnologia também permite uma verificação contínua, ao contrário de cartões e senhas usados apenas no momento da compra. “Com a identidade do cliente confirmada ao longo de toda a experiência, reduz-se significativamente o risco de transações indevidas e disputas por valores. Além disso, a automação do pagamento ajuda a evitar rupturas nos checkouts e se mostra uma ferramenta poderosa de prevenção de perdas”, explica Isoppo. Além da segurança, a experiência do consumidor é outro ponto forte. O pagamento se torna mais rápido e conveniente, eliminando etapas como digitação de senha ou inserção de cartão, o que resulta em menos filas, maior satisfação e fidelização. Para o especialista, essa é uma vantagem competitiva clara: “O supermercado é um ambiente de alta frequência e grandes volumes de transações. É justamente aí que o reconhecimento facial mostra seu valor, tornando o processo de compra mais ágil, seguro e eficiente para todos.” Com o crescimento das transações digitais e do uso de aplicativos no setor supermercadista, o reconhecimento facial também se integra facilmente a dispositivos móveis, self-checkouts e programas de fidelidade, atendendo ao perfil do consumidor moderno, que busca conveniência sem abrir mão da segurança. Vale ressaltar que as redes associadas Zona Sul e Prezunic adotaram a solução de pagamento por reconhecimento facial da Payface. Como funciona o sistema? O processo de pagamento por reconhecimento facial no varejo supermercadista é simples e rápido. Primeiro, os estabelecimentos recebem equipamentos específicos, instalados na frente do caixa. No momento de finalizar a compra, o cliente aproxima a mão do dispositivo — sem necessidade de toque — para destravá-lo. Em seguida, posiciona o rosto diante da tela, permitindo que o sistema faça a identificação de forma quase imediata. Após a leitura de todos os produtos, basta conferir o valor total e passar novamente a mão diante do equipamento para confirmar a operação. Reconhecimento facial já é realidade! Empurrado pela digitalização da economia, o mercado dos meios de pagamentos trilha um caminho natural de desmaterialização das carteiras em que os consumidores vão procurar por uma alternativa mais conveniente, com menos fricção e que tragam maiores benefícios. Nessa linha, os pagamentos por biometria facial despontam como a principal tendência nos próximos anos. Os dados da Juniper Research reforçam que, até 2027, espera-se que o valor dos pagamentos identificados biometricamente alcance US$ 1,2 trilhão globalmente. Outro relatório, desta vez da Mastercard, lançado em abril deste ano (2023), “O Futuro dos Pagamentos”, já alertava que o mercado global de pagamentos biométricos deve crescer 62% até 2030. Fica aí uma reflexão para associados que ainda estão na dúvida se devem ou não investir nessa tecnologia nas suas lojas.
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